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História KND - A turma do bairro - Operação: C.A.T.O.R.Z.E - Capítulo 1


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Notas do Autor


Este capitulo não esta finalizado. quando estiver, vou tirar essa nota.

Capítulo 1 - O agente perdido


Era mais um dia comum na base lunar da turma do bairro. Agentes estavam caminhando por seus corredores, conversando e se divertindo. Em alguns cantos, em salas de treinamento, podia se ver alguns agentes treinando com o que parecia robôs de combate. Parecia ser só mais um dia comum no fim das contas. mas, no centro de comunicações, os agentes captaram uma mensagem vindo de alguma parte do espaço sideral.

            - Com licença comandante! – disse um dos agentes olhando para o monitor em sua frente. – Captamos algum tipo de sinal vindo do espaço.

            - Sinal? você ficou louco?! não pode haver algo desse gênero! – disse número 86.

            A número 86 foi até a tela onde estava captando o sinal. Ela estava usando um capacete com o seu número no centro. um moletom verde com círculos amarelos e laranjas. uma saia laranja e, possuía um ar muito autoritário.

            - Ah, não se preocupem com isso. deve ser um defeito da máquina.

            quando disse isso, outro agente relatou receber um sinal estranho vindo do espaço. E depois outro, até que todos os monitores estavam relatando esse sinal estranho.

            - Mas o que pode ser isso?! – questionou número 86.

            - Não sabemos senhor. espere! esse sinal está emitindo uma mensagem fraca!

            - Transmita imediatamente! – disse número 86.

            - Sim senhor!

            Quando transmitiram o sinal para todos ouvirem, não conseguiram entender nada. estava tão embaçado que não era possível entender.

            Nesse momento, a líder supremo, número 362, entra no centro de comunicações. ela usava também um tipo de capacete, mas esse se destacava por conta de ter o que pareciam ser lâminas azuis. seu cabelo loiro era longo. usava um moletom laranja com listras pretas, por cima de um moletom azul claro.

            - Mas que ruído é este afinal?! – questionou 362.

            - Não sabemos. só sabemos que ele veio do espaço. – disse 86.

            - Tentem decifrar imediatamente! pode ser que um dos adultos esteja planejando alguma coisa...

            - sim senhor! – todos disseram.

            - 86, temos uma localização desse sinal?

            86 se virou para o mesmo agente que mencionou o sinal. O agente apertou alguns botões, ampliando assim o ponto vermelho na tela. Assim, ele encontrou a localização do sinal.

            - Bom, senhor, parece que vem do setor XW45-M. – afirmou o agente.

            - XW45-M? por que esse setor não me é estranho? – murmurou 86.

            - É porque fica passando uma nebulosa. – comentou 362.

            A líder supremo apontou para um dos agentes e mandou que ele mostrasse a localização na grande tela do centro de comunicações. Feito isso, a imagem que apareceu na tela foi de uma grande nebulosa. Todos os agentes ficaram impressionados com o tamanho dessa nebulosa.

            - Nunca vi algo assim! – comentou um agente.

            - é tão grande que parece um planeta! – comentou outro agente.

            Nesse estardalhaço, 362 questionou se haviam conseguido decodificar a mensagem.

            - Me perdoe líder supremo, parece que é impossível decodificar a mensagem, ela está criptografada.

             362 parou para refletir. Ela começou a suspeitar de algum ataque eminente dos adultos.

            - Tragam o número 2 do setor V aqui imediatamente!

            - Sim líder supremo!

            86 chegou perto de 362 para questioná-la.

            - Acha mesmo que ele vai conseguir decodificar isso?

            - Não temos outra alternativa a não ser essa. – comentou 362. – Quero que alerte toda base para ficar preparada! podemos sofrer algum ataque a qualquer momento!

            - Sim senhor! – exclamou 86.

 

 

            após um tempo, Número 2 foi trago até o centro de comunicações e, estava sozinho.

            - Agora podem me dizer o que está acontecendo?! – perguntou número 2.

            362 se aproximou dele.

            - Queremos que decodifique isso.

            O ruído começou a emitir após um agente apertar um botão. Número 2 ficou confuso inicialmente, mas depois que se sentou em uma das cadeiras com um computador em sua frente, começou a trabalhar rápido. será que pode ser sinal de vida inteligente, ele pensou.

            - Consegui! – exclamou número 2.

            Ele havia conseguido decodificar a mensagem, era um pedido de socorro. 362 chegou perto para analisar e percebeu uma coisa estranha.

            - Esse pedido vem de um... Agente? – comentou 362.

            - Impossível! nunca mandamos um agente para essas coordenadas antes! – respondeu 86.

            - Isso não é tudo. – comentou número 2. – Parece que é um código muito antigo. Não consigo datá-lo com os dados desse computador.

            362 já estava aliviada pelo fato de não ser um ataque, mas ficou se questionando sobre esse pedido de socorro.

            - Número 86, Número 2, me sigam! – disse 362.

            Caminhando pelo corredor, número 362 disse que iria pessoalmente para a localização do sinal.

            - Ficou maluca?! – disse 86 já pedindo desculpas.

            - Não acho que temos tecnologia para uma viagem tão longa – comentou número 2.

            362 esboçou um sorriso. ela estava em frente a uma porta fechada que dava a um hangar.

            - É claro que temos!

            Quando pôs sua mão para ser escaneada, a porta se abriu e lá havia naves. Mas, essas eram diferentes das utilizadas normalmente. Na maioria dos casos, os veículos em geral da turma do bairro são a mistura de várias coisas. Mas, esse era diferente, por mais que sua aparência tenha mudado um pouco por conta da restauração que lhe foi concedida, sua forma era extremamente estranha. números 2 e 86 nunca viram algo do gênero antes.

            - Essas naves servem para viagem longa no espaço.

            - Eu nunca vi algo desse tipo antes! – comentou número 2. – Como pode termos isso?

            - Eu também fiquei surpresa quando o vi pela primeira vez. – disse 362. – Pelo que foi datado, parece que pertence a gerações da turma do bairro mais antigas.

            - Espere 362! – disse 86 – não acha imprudente ir até lá pessoalmente? Podemos mandar um dos nossos pilotos para...

            - EU sou a única que sabe pilotar essas naves com perfeição! Estive por trás do projeto de restauração delas, então sei muito bem como funcionam. além do mais, se tivesse mais alguém que conseguisse pilotar essas naves, seria o número 274.

            Número 86 apenas assentiu. Eles entraram na nave e foram para a cabine do piloto. Número 362 sentou-se na cadeira principal e apertou alguns botões que estavam em um painel a sua frente. A nave começou a tremer, seus propulsores foram acionados. A porta do hangar começou a abrir, e ela empurrou os manches para frente. Assim, a nave já estava fora da base.

            - Aqui é a número 362, testando a comunicação com a base lunar.

            Uma voz no comunicador pode ser ouvida.

            - Aqui é a base lunar. podemos te escutar auto e claro líder supremo.

362 apertou alguns botões no painel. As turbinas da nave começaram a reunir energia.

             - O que você está fazendo? – perguntou o número 2.

            - A nebulosa fica fora do sistema solar. Se quisermos ir até lá rapidamente, precisamos usar essas super turbinas. Então apertem os cintos! – exclamou 362.

            Quando as turbinas ficaram carregadas, número 362 apertou o botão vermelho e eles foram imediatamente para a nebulosa.

           

           

            O computador da nave avisou que eles estavam próximos da nebulosa. 362 apertou um botão do painel, onde eles pararam bem na frente da nebulosa.

            - Bom, chegamos. – comentou número 362.

            Tanto número 2, quanto número 86 ficaram impressionados com o tamanho da nebulosa. Ela era imensamente grande! Fazendo-o sentir insignificantemente pequenos comparado ao seu tamanho. Suas cores variavam entre vermelho, azul e roxo.

            - E agora? – perguntou número 2.

            - Agora vou precisar de sua ajuda número 2. – disse 362.

            - Minha ajuda?

            - Você é um dos melhores pilotos da turma do bairro. Vou precisar de sua ajuda como piloto para atravessar essa nebulosa. – Comentou número 362.

            - Por que não damos a volta? – perguntou número 2.

            - Você já viu o tamanho dessa nebulosa?! levaria tempo do qual a gente não tem. – disse 362.

            Número 2 assentiu. Ele sentou-se ao lado da 362. Ela explicou como funcionava o mecanismo de pilotar a nave. Após a explicação, número 2 começou a testar a nave e quando viu que ela respondeu como ele queria, ele começou a pilotar de verdade.

            - Bem, vamos em frente! – afirmou número 2 com confiança.

            A nave começou a entrar na nebulosa. Nos primeiros minutos, a navegação pela nebulosa era tranquila. Parecia que tudo iria ser fácil... Se não fosse o fato de começar uma turbulência forte. Número 2 e número 362 fizeram de tudo para controlar a nave na turbulência. Após um tempo, eles conseguiram passar pela turbulência, mas aí veio outro problema: meteoritos.

            - Como pode uma nebulosa ter tantos meteoritos?! – disse número 2.

            - Número 86! Vai para artilharia! – Gritou 362.

Número 86 foi até uma cadeira que controlava as armas da nave. Ela começou atirar contra os meteoritos, mas em vão. Número 2 implorou para que eles saíssem dali, pois iram acabar sendo destruídos pela tempestade. Número 362 concordou, deu meia volta com a nave e saiu da nebulosa, voltando para a base lunar como se acabasse de sofrer uma derrota.

            Já na base, engenheiros junto com o número 2, começaram a concertar os estragos feitos pela nebulosa e sua tempestade de meteoritos. 362 começou a pensar em alternativas, mas em todas que pensasse, levava apenas para mais um tipo de fracasso.

            Dias se passaram e nada de um plano para voltar para a nebulosa. 362 havia saído e deixou 86 no comando. Ela havia tido uma ideia, mas seria arriscado demais falar sobre essa ideia com os outros. ela foi em uma lanchonete, estava encapuzada, pois não queria ser reconhecida por algum membro da KND. Um achocolatado estava em sua frente, ela tomava de vez enquanto para não manter a garganta seca. Um garoto mais velho sentou-se em sua frente. Ele vestia uma blusa azul, calça cinza e seu cabelo era loiro.

            - Por que não quer ser vista número 362?

            - Você já imaginou a montanha de problemas que eu teria se fosse vista com você Chad? – respondeu 362.

            Chad esboçou um riso.

            - Imagino que para a líder supremo da turma do bairro estar na minha frente é porque a parada é séria mesmo.

            362 passou uma ficha contendo informações ultrassecretas. Chad as pegou e começou a ler.

            - Preciso que venha a base lunar comigo, você era nosso melhor agente, e suas habilidades são quase lendárias, é o único que consegue passar por uma nebulosa sem problemas.

            - E se eu disser sim? qual a probabilidade de que eu consiga? e mesmo se eu conseguir, como vou saber se não vão querer apagar minha memória? – Perguntou Chad.

            - Eu posso preparar uma fuga para você se quiser. – Respondeu 362.

            Chad pensou um pouco a respeito. Sabia que era arriscado, mas tinha aquela sensação de saudades da base lunar.

            - Quando vamos para a base lunar? – perguntou Chad.

            362 esboçou um sorriso.

            - Imediatamente.



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