História Knocking Down Walls - Yoonseok - Capítulo 17


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Palavras 817
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção Adolescente, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Gravidez Masculina (MPreg), Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 17 - Epílogo


Fanfic / Fanfiction Knocking Down Walls - Yoonseok - Capítulo 17 - Epílogo

Seis meses depois

O sol brilhava com força através das janelas recém-instaladas. O calor aquecia os meus pés descalços no centro do sótão. Com um pincel na mão, eu fitava a tela. Mordisquei a unha do polegar, pensando que direção tomar.

– Suga? – ouvi uma voz vinda de baixo, e o meu corpo não teve dúvida sobre qual direção tomar. – Você está aí em cima, docinho?

Ele me chamou de docinho. Sorrindo, respondi em direção à escada, onde sabia que ele estava: – Sobe aqui.

Hoseok sempre esperava meu aval; ele não gostava de me atrapalhar quando eu estava trabalhando.

Eu tinha criado um estúdio repleto de luz e de cor. Nós havíamos instalado um sistema de climatização para que eu pudesse trabalhar em qualquer época do ano, e eu comprara milhares de suprimentos. Mantivera alguns dos manequins vestidos; as cores das roupas se tornaram uma inspiração para mim e me ajudavam a voltar para a realidade.

Jimin e Jungkook tinham nos visitado alguns meses antes, e, quando eu mostrara a ele meus trabalhos em andamento, Jimin ficara eufórico. Na hora, ele comprou duas pinturas para clientes e me pediu para mantê-lo informada sobre novas peças. Ao que parecia, eu tinha uma nova carreira.

Eu havia embalado cuidadosamente todas as pinturas da tia Maude e as enviado para o sr. Montgomery, que ficou muito emocionado e também muito grato. Aquela história pertencia a eles, e eu fiquei contente que as pinturas tivessem encontrado um novo lar.

Sobre minha cabeça, na minha casa, havia um novo teto e, dois andares abaixo, uma escadaria totalmente reformada, com uma nova balaustrada.

Toda a madeira da casa tinha voltado a brilhar, o chão tinha voltado a brilhar, e a varanda da frente já não tinha nenhum buraco.

E o Cavaleiro Sem Pernas continuava orgulhosamente postado no canto do nosso quarto, guardando o mar de piratas.

Hoseok se mudara quase imediatamente. Cedo demais? Não sei e não me importo. Eu o amo tanto e tão intensamente que quero tê-lo por perto o tempo todo. Convidei, ele aceitou, nós passamos a morar juntos. E nos apropriamos do quarto principal. Pareceu a melhor opção, e, cá entre nós, precisávamos do espaço. Hoseok tinha mais blazers do que eu poderia imaginar. No final das contas, o closet de cedro teve bastante utilidade.

Ouvi um relincho nos fundos e caminhei até a janela para olhar o celeiro.

Nina, a estudante de veterinária que assumira o cuidado dos animais, estava passeando Paul e Tom no pasto. Wonho era história. Vez ou outra, nós o encontrávamos na cidade, normalmente acompanhado por algum loiro. Hoseok sempre me abraçava com mais força, e sua mão ficava mais boba sempre que o víamos. E eu gostava disso. O que tem de mal em querer se sentir possuído por um homem? Eu gosto, e pronto. Hoseok era cem por cento dono do meu traseiro.

Escutei os passos do meu bibliotecário pelas placas grandes do assoalho; ele passou os braços pelo o meu peito e beijou meu pescoço.

– Não estou te atrapalhando, estou? – murmurou, mordiscando a curvatura do meu ombro.

Eu imediatamente senti um delicioso espasmo e inclinei o corpo contra ele quando suas mãos escorregaram e se detiveram em minha barriga. Hoseok estava obcecado com o pequeno espasmo nesse ponto, que já não era tão pequeno assim.

Pois é. Se dependesse de Hoseok, ele teria uma casa abarrotada de crianças.

E Hoseok sabia ser bastante persuasivo. Agora, com essa maravilhosa surpresa, meus hormônios me deixavam ainda mais louco do que antes ao ser tocado por ele.

No dia em que descobrira que seria pai, ele tirou uma aliança da gaveta de cima da cômoda, se ajoelhou e me pediu em casamento. Depois, desmaiou de emoção. Quando acordou, alguns minutos depois, com a cabeça no meu colo, me disse que era a pessoa mais sortuda do mundo.

A segunda pessoa mais sortudo do mundo sou eu.

– Suga – ele disse.

Esse apelido que ele me deu sempre soava tão perfeito quando ele o pronunciava. Só ele tinha permissão para me chamar de Suga, e só ele.

– Estou com fome – falei, me sentindo faminto de repente. – Vamos pegar uma pizza e sair para dar uma volta.

– À Moda do Açougueiro?

– Com certeza. – Me virei, ainda envolto em seus braços, e entrelacei minhas mãos atrás de seu pescoço. – Depois, a gente pode parar perto da praia e se pegar que nem dois adolescentes.

– Homem impossível – Hoseok sussurrou no meu ouvido, pousando um beijo debaixo dele, me fazendo soltar um gritinho.

– Vamos, Hoseok, hora de alimentar o seu homem impossível. – Soltei uma risada, e nós descemos a escada.

Depois da pizza, não aguentamos esperar chegar na praia. Fechamos a capota do conversível e transamos no acostamento. É assim que este romance termina. E, quando meu bibliotecário me penetrou profundamente e sussurrou no meu ouvido as coisas sujas e obscenas que queria fazer comigo, eu tive o meu final feliz.


Notas Finais


Daqui a pouco começo a posta a continuação que é Namjin ❤❤❤❤


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