História Knowing the Unknown, Love - Capítulo 1


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Categorias Harry Potter
Personagens Arthur Weasley, Draco Malfoy, Fred Weasley, Gina Weasley, Harry Potter, Hermione Granger, Jorge Weasley, Lino Jordan, Molly Weasley, Narcissa Black Malfoy, Personagens Originais, Ronald Weasley, Sirius Black
Visualizações 37
Palavras 2.636
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Ficção Adolescente, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


OI gente
essa vai ser uma historia diferente de tudo já escreve, seu enfoque vai ser a amizade e a família.
1- Uma personagem original principal
2- vou seguir os livros com algumas mudanças, mas sem comprometer a originalidade, ao mesmo tempo em que a historia for diferente do livro
3- os gêmeos tem um destaque maior aqui.
4- Capa provisoria
5 - é apenas um teste , se não gostarem eu excluo.

Capítulo 1 - Embarque Na Plataforma Nove E Meia


POV. AUTORA

 

Na rua dos Alfeneiros, número 4, uma garoto de cabelos negros e extremamente rebelde, recebia uma carta endereça a si, pela primeira vez em sua vida! Arregalando seus orbes verde esmeralda e entregando um postal ao seu tio (Um homem desagradável e grande em todos os sentidos) com urgência para que pudesse se trancar no seu quarto (que por um acaso é um armário em baixo das escadas, um cômodo minúsculo e que todas as vezes que alguém descia ou subias as escadas vazia com que caísse pó diretamente cima de sua cama) e finalmente descobrir do que se trata.

Esse era o plano, até que Duda seus primo e filho dos Dursley (Um garotinho mimado e arrogante com o cabelo loiro e olhos azuis) exclamou com um grito estridente:

- Pai, Harry recebeu uma carta – com um sorriso escancarado revelando dentes artificialmente brancos e apontado para o primo.

Antes que Harry pudesse ter qualquer reação Tio Valter arrancou o papel de suas mãos com brutalidade.

— É minha! — disse Harry, tentando recuperá-la.

— Quem iria escrever para você? Alguma namoradinha moleque? — zombou tio Valter, sacudindo a carta com uma das mãos para desdobrá-la e percorrendo com o olhar.

Por algum motivo seus rosto se retorceu em uma mistura de fúria e espanto. Com sua costumeira voz esganiçada de tratou atolado ele gritou por sua esposa Petúnia, que logo apareceu imaginando ser algum escalado relacionado aos vizinhos para entretê-la limpando as mãos molhadas de alguma coisa que não interessava a Harry nas bordas do avental para logo em seguida pegar a carta passando os olhos rapidamente pelo conteúdo com uma expressão horrorizada.

 

- Ai Meu Deus!  o que significa isso? Valter o que faremos? - pergunta ainda temerosa com os olhos arregalados.

- Primeiro de tudo vocês dois saiam daqui agora. - Diz se dirigindo aos dois garotos.

- Eu quero ler essa carta.

- Eu quero a minha carta - Rebateu Harry irritado.

- AGORA! - Grita o tio empurrando os dois para fora da sala.

Enquanto Duda saiu chutando coisas em seu caminho até o quarto, Harry tentou a todo custo escutar alguma coisa da conversa, mas foi em vão. Frustrado e chateado se trancou em seu armário até o resto do dia.

 

~QUEBRA DE TEMPO~

Depois de um rabo de porco e uma verdadeira guerra para entender e aceitar tudo o que estava acontecendo Harry finalmente estava pronto para embarcar na plataforma 9 e meia, com a gaiola de sua coruja Edwiges colocado em seu carrinho e roupas em seu malão.

O problema era que não encontrava a plataforma de jeito nenhum e o desses pero começou a crescer dentro de si e o tempo não parava de correr, tentou até mesmo perguntar de um guarda, mas apenas conseguiu um olhar aborrecido dele.

Naquele momento um grupo de pessoas passou por perto de si conversando, e no momento em que ouviu a palavra ‘‘Trouxa ‘’ decidiu aproximar-se um senhora ruiva e um pouco acima do peso, fala e gesticulava para um grupo de adolescente de cabelos vermelhos e de sardas. Seguindo as palavras da senhora um a um dos garotos seguiam em direção das plataforma e em segundos sumiam inexplicavelmente.

- Com licença senhora. - começou Harry.

— Olá, querido É a primeira vez que vai a Hogwarts? Meu filho Ron é novo também - Ela apontou para o que parecia ser o mais novo dos rapazes e esse assentiu timidamente.

É — respondeu Harry. — A coisa é, a coisa é que não sei como…

— Como chegar à plataforma? — disse ela com bondade, e Harry concordou com a cabeça.

— Sim

— bem, você só precisa caminhar diretamente para a barreira entre as plataformas nove e dez. Não pare e não tenha medo de bater nela, isto é muito importante. Melhor fazer isso meio correndo se estiver nervoso. Vá antes de Rony.

Ela apontou as plataformas e Harry assentiu nervoso, escutou um fraco ‘‘boa sorte’’ atrás de si e agradeceu vagamente sem sequer notar de onde veio. Respirando fundo e de olhos fechados, avançou esperando a que a colisão iria quebra-lhe alguns ossos a qualquer momento.

Porém, não aconteceu, abrindo os olhos chegou à conclusão de que todos os seus ossos estavam intactos, observando os local ao redor viu um letreiro no alto que informava “Expresso de Hogwarts 11 horas”. Harry olhou para trás e viu um arco de ferro forjado no lugar onde estivera o coletor de bilhetes com os dizeres “Plataforma 9 e ½”. Com um sorriso se deu conta que conseguira.

Dezenas de que crianças e adolescentes se aglomeravam ao redor da locomotiva, conversando, se despedindo e até mesmo brigado por lugares. Harry continuou andando pela aglomeração até que encontrou um compartimento vago no final do trem. Primeiro pôs Edwiges para dentro e começou a empurrar e a forçar com a mala em direção à porta do trem. Mesmo tentando fazer força várias vezes tudo o que conseguiu foi um novo machucado no pé, foi realmente um alívio quando um dos gêmeos de mais cedo se ofereceu para ajuda-lo claro, que houve todo um momento desconfortável depois, mas ainda assim, foi legal que alguém tenha lhe dirigido palavras que não fossem exclusivamente de desprezo.

Olhando para fora da janela do vagão observou uma garota que parecei ter sua idade conversando com um rapaz mais velho e pareciam estar discutindo, mesmo sem querer com seguiu escuta-los:

— É melhor não me envergonhar na escola ouviu? muito menos na frente dos meus amigos— a garota revirou os olhos suspirando pesadamente — Eu estou falando sério, você me entendeu Ângela? - Perguntou em tom frio, ele aparentava ter em torno de 13 ou 14 anos, tinha pele negra que parecia brilhar na iluminação do fim da manhã e olhos azuis extremamente frio para um adolescente e cabelos perfeitamente cacheado e negros.

— Eu já entendi Adolfo, vou fingir que nem te conheço, se você fingir que sou invisível— responde a garota em tom entre magoado e ou aborrecido- ela tinha cabelos também pretos e cacheados nas pontas ou simplesmente eram bagunçados tinha os mesmo olhos azuis, mas não eram frios e não foi possível detectar nada além da cor, a diferença é que ela tinha a pele branca e quase pálida demais para uma garota.

— Eu bem que queria que você fosse, se vire com suas coisa, agora, quando estivermos no nosso salão comunal da Sonserina conversamos melhor e, é melhor você disfarçar suas esquisitices, não quero ninguém dizendo que tenho uma irmã estranha— e foi-se sem dar a chance da mesma responder.

A garota de cabeça baixa pegou sua coisas, resmungando e tentando colocar suas coisas e acabou com se esbarrar em uma outra garota. Esta tinha os cabelos castanhos muito cheios e os dentes da frente meio grandes, mas ainda assim sorriu para a outra.

— Desculpe, você está bem?

— Sim, a culpa foi minha, é. Com licença- tentou a menina de cabelo preto.

— Espera, quer ajuda com suas coisas? Sou Hermione Granger, qual o seu nome?

— Ângela, Ângela Black— e com um sorrisinho deu a outra ponta de seu malão para a menina de cabelo castanho ajudá-la a levar. Elas mais tropeçavam do que levavam e ainda assim riam, como se fosse engraçado tropeçar nas próprias pernas. Que estranhas!

— Não posso acreditar nisso Jorge! — Diz novamente um dos ruivos em tom de assombro.

— No que querido Fred? —Completou o outro gêmeo em tom conspiratório e com um sorriso esquisito.

— Estas duas daminhas estão com dificuldade para transportar suas coisa e ninguém se dispôs a ajudá-las, que época é esta que estamos vivendo? para onde foi o cavalheirismo meu Merlim? - Por fim disse o tal Fred.

— Oh não, não podemos deixar isso dessa forma meu caro irmão menos bonito — Completou o outro com um sorriso galante para as garotas que apenas se olharam confusas entre rir ou se aborrecerem.

— Então moças, o que nos dizem, dariam a honra a mim e meu irmão menos inteligente de ajudar nesta vil tarefa? - pergunta tirando um chapel imaginário da cabeça e se curvando em galanteio

— é muita gentileza, porém. - começou a menina dos dentes grandes com um pequeno sorriso.

— a senhorita Granger já se ofereceu para me ajudar e....- continuou a morena pálida.

— a senhorita Black já aceitou, então, mais uma vez – continuo seria a outra.

— Agradecemos, mas recusamos — completaram as duas sorrindo de forma cumplices. Para logo em seguida continuarem tentando enfiar o malão de uma delas atém em fim conseguirem e se viraram para os gêmeos com sorrisos triunfantes.

— Ora Fred, acredito que nossas intenções não estão sendo bem recebidas aqui —começou um deles em tom falsamente ofendido.

— Concordo Jorge, não há outro jeito, vamos pegar nossas coisas e ir embora —continuo o outro e entrelaçando seus braços, ambos voltaram para seus lugares mais a frente com um garoto negro que fazia palhaçada para duas garotas.

— Isso foi...

— Estranho? Engraçado? Também achei Hermione, vamos? –perguntou a outra e continuaram conversando mas a atenção de Harry foi voltada para a porta de sua cabine onde um dos garotos ruivo de mais cedo, Ron, pelo o que ele lembra, estava parado no mesmo momento em que o trem começou a andar.

— É.. Eu posso ficar aqui? Os outros lugares estão cheios? Por favor— Perguntou ele corando.

— Mais é claro, sim, por favor— Respondeu Harry sorrindo.

— Legal, obrigado, eu sou o Ronald, Ronald Weasley, mas pode me chamar de Ron — Disse estendendo a mão.

 — Eu sou Harry, Harry Potter- respondeu apertando sua mão, viu assustado como o ruivo arregalou os olhos o olhando espantado.

— Você é Harry Potter mesmo? — Rony questionou corando. Harry assentiu com a cabeça.

— Ah uau, bom, pensei que fosse uma brincadeira do Fred e do Jorge e você tem mesmo… Sabe… a cicatriz?

— Sim, aqui- diz afastando os cabelos da testa e mostrando a cicatriz.

— ah bem, desculpe, não quis ser indelicado, dói?

— Eu não sei dizer... entende? –pergunta confuso.

— Não! — Se encararam e desataram a rir.

 

~QUEBRA DE TEMPO~

 

Ron ainda tentava fazer o feitiço que deixaria Perebas amarelo, quando, mais uma vez a porta do vagão foi aberta e dessa vez não por Neville e sim, pelas duas garotas de mais cedo, ambas já usavam as veste da escola.

 

 — Com licença, vocês viram um sapo? Um garoto perdeu o dele. — a garota do cabelo castanho disse em um tom de voz meio mandão.

— E ele disse que já procurou em todos os lugares, está realmente desesperado— completou a outra em tom formão.

— Não! — Responderam Harry e Ron juntos. Mas ela já não olhava para eles e sim a varinha de Ron.

— Estão fazendo mágica? Podemos ver? — Ela não esperou a resposta e sentou à frente de Ron o olhando com expectativa, a outra apenas o olhava em silencio. Ron corando respirou fundo e pôs-se a falar.

— Sol margaridas, amarelo maduro, muda para amarelo esse rato velho e burro. Nada aconteceu e as meninas o olharam meio decepcionadas.

— Isso é mesmo um feitiço? — começou uma delas com um tom cético — Ele não parece ser dos melhores certo? Eu tente fazer uns simples sozinha e consegui venho de uma família não bruxa, foi um choque imenso quando uma carta chegou sobre a escola de magia, mas fiquei muito feliz, eu li que é a melhor escola de magia que existe, eu já todos os livros que vamos usar, e, a proposito sou Hermione Granger e vocês? — despejando palavras por cima de palavras ela perguntou por fim.

— Sou Ronald Weasley.

— Harry Potter. — Responderam juntos novamente.

— Interessante, vocês Weasley são todos sangue puros certo? Nós Black também — começou a sentando-se também em frente a Ron — Sou Ângela Black— Disse estendendo a mão.

— Meus pais me ensinaram a não ter preconceito com mestiços e trouxas — Diz Ron soando aborrecido — O sorriso de Ângela se desmanchou e ela fixou o olhar no chão.

— Eu não sou assim.... Minha família é, mas eu não quero ser assim — começou nervosa e olhou para Hermione — Eu não sou como eles okay? eu realmente quero ser sua amiga, não ligo se nasceu trouxa ou não.

— Eu sei que não Ângela, você não precisava ter falado desse jeito com ela — diz encarando Ron aborrecida — vamos embora, foi um prazer conhece-los, já li sobre você Potter em um livro chamado Ascensão e queda das artes das trevas e em Grandes acontecimentos do século XX. Melhor se trocarem, estamos quase chegando­ — e foram embora uma enroscada no braço da outra

— Mas o que foi que eu disse? — questionou Ron. Harry apenas ergueu os ombros sem saber o que dizer.

— Todos na família dela são bruxos? —Questionou Harry.

— Não são apenas bruxos, são todos puro sangue sabe, eles não tem nenhum mestiço ou trouxa na família e tudo bem, o problema é que se acham melhor do que as outras por isso, papai me disse que os Black assim como os Malfoy foram os primeiros a voltarem para o nosso lado quando você-sabe-quem caiu, mas eu não confio muito neles, você mesmo viu como o Malfoy é nojento e de alguma forma eles devem ter parentesco sabe- Ron disse em tom despreocupado.

— Mas ela não é assim, você mesmo a ouviu não?

— Pode até ser que não, mas o irmão mais velho é, Fred e Jorge disseram que ele se acha o rei de Hogwarts, ele é da Sonserina, a família Black tem cinco filhos as três mais velhas já terminaram a escola, mas não sei o que fazem todas foram de Sonserina, não há um bruxo que não tenha ficado mal e puro sangue que não tenha ido para lá. — Continuou ele.

— Como sabe de tudo isso? — perguntou curioso.

— Minha mãe gosta de revistas de fofoca magica, e acabei lendo sem querer. — Disse corando. Harry fingiu não perceber.

— O que acontece se ela não for para Sonserina?

— Olha não quero nem imaginar, mas diria que seria uma vergonha para a família dela, mas em fim, não é problema nosso — Disse por fim Ron com um olhar sérios.

 

Alguns minutos depois, eles já estavam chegando em Hogwarts, e o nervosismo começou a aumentar, Harry passou o resto do seu verão idealizando como seria a escola de magia e bruxaria, respirando fundo olhou para o ruivo que tinha uma coloração muito pálida no rosto, ambos já com as vestes da escola. Juntos seguiram outros alunos que seguiam pelos corredores.

 

Logo que o trem parou, várias crianças se empurravam para poder olharem pela janela e depois se empurravam para descer para a plataforma. A noite estava fria fazendo com Harry estremecesse, também estava escuro. Depois disso Hagrid apareceu com uma lamparina com a intenção de guiar os alunos do primeiro ano. Ainda estava escuro, as crianças se amontoavam aos tropeços para segui-lo ainda em silêncio. Hagrid dava instruções e fazia comentários sobre Hogwarts até onde chegaram em um lago grande e escuro, quatro alunos em cada barco onde Harry se acomodou com Ron, Neville e um garoto chamado Simas, a quatro barco de onde estava ele avistou as duas garotas de mais cedo dividiam o barco com duas garotas que pareciam ser gêmeas.

 

Conforme seguiam ainda tentando enxergarem Hagrid continuou com suas instruções até que chegaram em um penhasco atravessando uma cortina de hera e entrando em uma espécie de abertura que dava entrada para debaixo do castelo que levava a um tipo cais. Neville finalmente havia recuperado seu sapo com a promessa de não perde-lo mais eles todos subiram para um abertura de rocha com Hagrid guiando-os com a luz de sua lamparina, certificando-se de que todos estavam lá, bateu na porta do castelo onde uma mulher de óculos e cabelos negros os aguardava, ela disse que se chamava professora Minerva McGonagall deu-lhe instruções de como se comportarem, explicou sobre as quatro casas e sobre a pontuação das casas e que iria leva-los para serem selecionado para suas casas.


Notas Finais


espero que tenha gostado e me deem sugestões se quiserem..
se tiver ficado muito grande avise, é que acabei me empolgando rs


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