História Kobayashi-san no maid dragon - O passado de Tohru - Capítulo 6


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Categorias Kobayashi-san Chi no Maid Dragon
Personagens Personagens Originais, Tooru
Tags Ação, Drama, Magia
Visualizações 8
Palavras 593
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Magia, Romance e Novela, Violência
Avisos: Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 6 - Capítulo 6 - Notícias


Vendo o jovem tremendo de medo Tohru respirou fundo.


-Garoto VC tem licença pra voar?! Sinceramente VC devia ser proibido de voar.


O tengu parou de tremer, e ficou irritado com o que ouviu.


-Ei! Eu sou um ótimo voador só… só… ATCHIN! - espirra novamente, um catarro escorre di seu nariz e ele o suga de volta - Só estou um pouco gripado. De qualquer forma não tenho tempo a perdê, preciso falar com o velho. - ele da as costa Tohru e sai correndo em direção a central da vila.


Correndo e espirrando ele vai até a grande construção que também serve de escola. Antes de chegar lá ele encontra Kami-san.


-Matsuri, soube que VC tem trazido problemas mais uma vez. Nós ja não conversamos sobre não voar enquanto estiver doente?- da uma bronca no pequeno tengu.


-Dessa vez foi totalmente necessário, eu juro. Tenho notícias importantes para dá ao Sábio.


-Algum problema na região sul?


-Espero que não, de qualquer forma não posso demorar, tchau.


Matsuri vai até casarão, sobe as escadas e adrenta a sala do Sábio de qualquer jeito.


-Sábio tenho notícias preocupantes.


O sábio encarava Matsuri meio que em choque, por conta do susto que levou com a entrada brusca do garoto em sua sala.


-Então fale.


-Na estação sul eu vi uma tropa de 1000 homens vido em nossa direção, se nós formos o destino deles em umas 12 horas eles chegam aqui.- diz o menino afoito.


O velho levanta afoito do sua escrivaninha.


-O que eles querem?- gritou.


-Eu não sei, e também fiquei com medo de perguntar.- falou com medo.


-Eu resolvo isso, vá buscar o grifo.


-O grifo?


-Sim, depressa.


-Mas...


-Mas nada, vai.


-Sim!

O tengu pulou a janela e voou depressa deixando o velho pensativo na sala.

“O que querem aqui? Por que será necessário uma tropa grande? Isso não me cheira bem. De qualquer forma não terei piedade se resolverem atacar, mesmo que isso me custe muito caro. - pensa sério com a aura transbordando de poder mágico.”



A tropa de aproximadamente 1000 homens iam em direção a zona proibida, eles se dividiam em cavaleiro e aqueiros. Eles eram conduzidos por três cavaleiros que se destacavam em suas armaduras mais reluzentes.


-General, quanto tempo falta?- fala um loirinho, que aparentava ser o mais novo do grupo, sua cara era de sono.


-Talvez no final da tarde chegaremos lá. - falou o cara alto de cabelos pretos e barba, ele calvagava lentamente na frente e aparentava ser o líder do grupo.


-Ani, será que se nós chegamos lá com a tropa inteira não iremos causar uma mal impressão?. -Falou o terceiro homem, que parecia uma versão mais nova do barbudo só que sem barba.


-Isso não será um problema, duvido que permitam nos aproximar muito. Em todo caso se tivermos sorte iram tentar dialogar antes de atarcar, sinceramente é o que espero. - fala o barbudo sério.



Enquanto isso praticamente todos os homens da vila se reunião no entrada do grande casaram, o velho os orientava se preparar para defender a vila. Os idosos, mulheres e crianças já estavam evacuando para um abrigo.


Parte pequena dos soldados da vila foi encarregado de acompanha o Sábio. Ele montou o grifo que brigava com Matsuri como duas crianças, outros cincos soldados que seguravam seus próprios grifos também os montaram.


Com um balançar de rédias brusca o grifo do velho arrastou ele numa velocidade tão alta que acabou deitando no torso do animal causando um estralo em sua coluna. Alguns que tava ali riram da cena, outros diziam “ele não aprende mesmo”.


-Ai minha coluna. - falou quase sem voz por conta da dor.


Os outros o seguiram só que em vôos mais suaves.


Continua...




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