História Kobayashi-san no maid dragon - O passado de Tohru - Capítulo 2


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Categorias Kobayashi-san Chi no Maid Dragon
Personagens Personagens Originais, Tooru
Tags Ação, Drama, Magia
Visualizações 34
Palavras 556
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Magia, Romance e Novela, Violência
Avisos: Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 2 - Capítulo 2 - Ameaça ou não?


Fanfic / Fanfiction Kobayashi-san no maid dragon - O passado de Tohru - Capítulo 2 - Capítulo 2 - Ameaça ou não?



Após alguns minutos de reflexão o velho leventou-se e pediu aos guardas para o levarem até ela. Eles obedeceram mas não precisaram ir muito logem para encontra-la. Ela estava a apenas alguns metrôs dalí.


O velho observou-a seriamente pensativo. Ele sabia do que se tratava, não tinha dúvidas.


Tohru passeava distraidamente quando deu-se conta da presença de três pessoas vindo em sua direção.


-Olá jovensinha, o que devo a honra de sua presença? (Falou o velho sorridente)


-Quem é você??(ingnorou completamente a pergunta dele)


-Eu sou o chefe desta vila. Sou o responsável por manter a ordem e dá segurança aos moradores daqui. E você quem é?


-Mim chamo Tohru Kirayama, sou um dragão nascida na dimensão mágica original.


O velho, apesar de não demonstar, espantou-se quando ouviu o nome Kirayama. Com esforço disfarçou. Ele estava pronto para usar toda sua força contra ela quando foi interrompido…


-Err...senhor, porque esse lugar está escondido?(disse ela um pouco desconcertada) Percebi uma barreira mágica poderosa nessa área. Por acaso vocês são inimigos dos humanos também??


Aquela pergunta soou para o velho como um tranquilizador, mostrava um pouco de inocência misturada com ingenuidade. Ele viu esperança.


-Sim, é mais ou menos isso. Este lugar é lar para seres meio mágicos com sangue humano. É aqui eles se abrigam, das pessoas que tem medo delas.


A repressão de Tohru foi de desaprovação - por causa dos laços sanguíneos - para compreensão, depois de observar aquele lugar cheio de criaturas felizes e em paz.


Ela olhou para velho, que lhe observava, percebeu o temor do velho com a segurança da vila, então o tranquilizou e foi embora pois já era fim de tarde.


Ao ver ela saindo o velho encarou seus subordinados e proibiu que mencionasse o  assunto, temia causar pânico nas pessoas.  


A caminho da caverna, Tohru andava mergulhando em seus pensamento.

“Será que devo destrulos ou não?”

(Lembrou se do seu paí)

Você esta ficando molenga, não quero que minha filha transfome-se em mais uma ‘filhinha de papai’,você têm conhecer a essência da nosso ser, para se tornar uma chefe digna do nome Kirayama. “(disse ele a encarando de forma grosseira e fria)

“Porque tenho que mim tornar chefe da família? Porque tive que vim para esse mundo de seres inferiores?... Eu só queria fazer mais amigos, conhecer lugares diferentes, pessoas diferentes. Porque Ele não entende isso? “(pensou ela triste e confusa)


-Desculpe senhorita, mas porque está indo nessa direção?(falou uma voz masculina atrás dela)


Tohru assusto-se, em um pulo entrou ficou em posição de ataque. Quando percebeu que a pessoa a sua frente era um humano mudou para sua foma original, e com grande força soltou seu grito feroz de dragão.


A pessoa a sua frente não mexeu se quer um músculo da face, não mostrou medo nenhum.


-Você deve ser nova por aqui, a vila fica pra lá…


“O que??? Porque ele não saiu correndo???” (pensou perplexa, com cara de não entedu nada)


-Alôo, tudo bem?

Sem avisar ela ergueu sua pata direita e desceu com tudo sobre o homem a sua frente, mas não chegou se quer a tocar o chão. O homem alto, de cabelo preto curto protegeu-se do golpe com os seus braços e força sobre humana deixando-a mais uma vez perplexa.

Ela recuou deixando pegadas no chão, além de muitas árvores caída. Soltou o ar pelas ventas e sem nenhum tipo de receio aproximou seu rosto bem perto do homem olhando-o com curiosidade.

...



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