História K.o.n.o.h.a.r.o.c.k! - Capítulo 5


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Categorias Histórias Originais
Tags Banda, Hashimada, hashirama, Itachi, Izuna, Izutobi, Madara, Mito, Naruto, Rock, Tobiizu, Tobirama
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Palavras 2.011
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Ecchi, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Lemon, LGBT, Musical (Songfic), Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Finalmente a gente vai saber o que aconteceu na noite passada............. ai ai

Capítulo 5 - Ressaca


“O QUE ACONTECEU ONTEM?!”.

Mad deu um salto sentando na cama com os olhos arregalados de pavor. Estava só de cueca num ambiente totalmente desconhecido. As luzes estavam apagadas e as cortinas fechadas. Um abajur lava vermelho era a única fonte de luz do local. Mad sentiu a boca salivando e a cabeça rodando quando se sentou. Percebendo que ia vomitar, o rapaz saiu correndo em direção a uma das duas portas que haviam no quarto, “por favor, seja um banheiro”. Era. Ele se abaixou no vaso, vomitando um líquido amarelo escuro. Seu corpo tremia com as fortes contrações em seu estômago.

O banheiro era grande e arejado com um enorme vasculhante. Mad olhou através do vidro e vislumbrou a churrasqueira e a construção que servia de estúdio para a Konoha. “O que eu fiz?”. Sua cabeça estava latejando. Foi até a grande pia de mármore branco lavar o rosto e encarou-se no espelho. Sua cara estava realmente péssima e o rapaz balançou a cabeça em desaprovação quando viu que seu pescoço estava cheio de marcas de chupões. 

Então ele começou a se lembrar de algumas coisas. “Eu lembro de estar dançando com a Mito e depois estava beijando ela e o Hash… Meu deus, isso aconteceu mesmo!? Eu fui pro banheiro com o Hash. Onde a Mito estava?”. Sua cabeça doída por conta do esforço. O rapaz saiu do banheiro deixando a porta aberta para que luz entrasse no quarto. Foi até as enormes janelas de vidro, puxando as cortinas. As janelas davam uma ampla visão dos fundos da casa. 

Olhou em volta.

O cômodo era moderno, todo em tons de cinza e detalhes em vermelho escuro. Colada às janelas havia uma grande mesa com um notebook e alguns livros empilhados. Mad pegou um dos enormes livros, “Manual de Direito Empresarial... Será que os pais dele são do ramo?”. Continuou vasculhando. Havia quadros de bandas nas paredes: Nirvana, Alice in Chains, Metallica, entre outras. Um porta-retratos cromado exibia a foto da primeira formação da Konoha. Pareciam uma banda de rock renomada. Mito se destacava atrás dos meninos com a língua pra fora e as mãos pro alto fazendo o maloik (mãos chifradas). Mad sorriu.

Aquele definitivamente era o quarto de Hash. As roupas que o moreno usara na última noite estavam jogadas de qualquer jeito no chão. Mad pegou a camiseta, cheirando-a. O cheiro do perfume amadeirado ainda era forte, mas estava misturado com seu próprio perfume. O sexo do garoto pulsou enquanto ele era transportado para a noite anterior. Uma estrondosa gargalhada trouxe o rapaz de volta a realidade. Começou a procurar suas roupas, sem sucesso. Decidiu vestir a camiseta que tinha nas mãos. Saiu do quarto. Seu estômago estava gelado e suas mãos suavam.

Ouvia muitas vozes vindo do térreo, mas uma era especialmente familiar. Desceu as escadas com as pernas meio trêmulas e seguiu o som. Numa enorme e arejada cozinha/sala de jantar um pequeno grupo conversava. Hash estava no fogão, contando uma história que parecia ser muito engraçada. Ele estava sem camisa, usando apenas uma samba-canção de flamingos. 

Mito estava sentada num banquinho alto, sua cabeça encostada no balcão branco brilhante. Descabelada e usando óculos escuros, a garota encarava sofregamente as bolhas subindo e estourando na sua água com gás. Snow do Red Hot Chilli Peppers tocava baixo numa JBL. Na outra extremidade do cômodo, encostado numa parede praticamente feita de vidro, havia um enorme sofá de couro branco. Bem no cantinho do móvel um casal trocava carícias. O rapaz de cabelo branco estava deitado no colo do outro.

IZUNA?!!!! –exclamou Mad, quase gritando.

Finalmente acordou, Hendrix! –disse Hash virando-se para trás e sorrindo. — Senta aí, vem comer uns ovos. Não tem nada melhor pra curar ressaca.

Mad o ignorou.

— O que você tá fazendo aqui, Izuna?

Todos riam da cara de desentendido do menino, exceto Mito que colocou as mãos na cabeça suspirando com as pontadas.

— Você não lembra de nada, né? –perguntou o irmão mais velho.

— Não. –respondeu olhando de soslaio para Hash, que o estava encarando.

— A gente passou dos limites ontem e eu quero morrer –comentou Mito.

— Alguém pode me explicar o que tá acontecendo? –Mad perguntou impacientemente, puxando um banquinho ao lado da garota.

— Então… –Toby começou. — A gente bebeu pra caralho. O Itachi foi embora doidão no meio do rolê dizendo que tinha que viajar. Então eu fui atrás de vocês três. Encontrei a Mito tomando dedada da Ruby Rose falsificada no fumódromo –“Ela era gata”, a garota comentou suspirando baixinho. — E depois vocês dois na pista, igual duas sanguessugas. Aí eu peguei teu celular e mandei mensagem pro Izuna. De jeito nenhum que eu ia ficar sobrando nessa merda.

— Eu tava num barzinho ali no centro… Cheguei rápido. –disse abaixando-se para dar um selinho em Toby. — Depois disso foi só alegria! –os dois gargalharam maliciosamente.

A cabeça de Mad estava fervendo. Ele não conseguia se lembrar de nada. Apenas uns flashes de memória num banheiro… com Hash. Corou.

— Eu queria pegar vocês dois, mas vocês me deixaram totalmente de lado. –disse a garota fazendo biquinho. — Quebraram o código da amizade.

— Pobrezinha da bissexual! –debochou Hash enquanto servia um prato de ovos mexidos para Mad. Colocou os dedos no queixo do garoto, levantando seu rosto. — Você tá bem? –o menino balançou a cabeça positivamente. — Você ficou muito mal ontem.

— Eu não lembro de nada. –disse abaixando o olhar. Num estalo o menino virou para trás gritando com Izuna. — Cara, a mamãe deve estar puta, já são 11h!

— Relaxa! Quando recebi a mensagem do Toby eu avisei a ela que estávamos juntos e que íamos dormir fora.

— E ela?

— Ela foi pra casa do namorado. Ah! Ela também disse: Se você deixar meu bebê se machucar, eu te mato. Um doce de mulher. - debochou.

Toby deu uma estrondosa gargalhada

— Aaaaah se ela visse o que o bebezinho fez ontem…

O grupo conversou mais um pouco enquanto comiam os ovos mexidos. Hash sentou ao lado de Mad e ficava o tempo todo olhando para o menino, que tinha um semblante triste e preocupado.

— Você realmente não se lembra do que aconteceu ontem né? –perguntou baixinho.

— Não.

— Termina de comer. –deu um suave selinho no maxilar de Mad, que corou. — Vamos lá em cima, vou te dar uma roupa limpa e te contar o que aconteceu.

Terminaram de comer e Toby sugeriu que fossem curar a ressaca na piscina já que o dia estava quente e ensolarado.

— Eu vou em casa colocar um biquíni e já volto.

— Traz a boia de unicórnio, gata! – Toby pediu.

Mito anuiu com a cabeça e saiu correndo pela porta lateral. Mad observou através da enorme parede de vidro a garota adentrando o gramado da mansão em frente.

Hash bateu o ombro em Mad sinalizando com a cabeça para ele o acompanhar. Os dois subiram as escadas. Hash na frente e Mad atrás, de olho na bunda do rapaz que estava apertada dentro da samba-canção rosa bebê. Entraram no quarto e o moreno foi direto para o armário procurar uma roupa pro menino.

— Onde estão minhas roupas? –perguntou.

— Na máquina de lavar. –Respondeu jogando uma bermuda larga de moletom e uma camiseta de malha pro garoto. Ele vestiu as roupas enquanto o mais velho se jogava na cadeira giratória, rodando devagar. — Então, senta aí –apontou pra cama de casal bagunçada. Mad obedeceu. — Nós ficamos ontem, no banheiro da boate.

— Disso eu lembro. Eu não sei como eu vim parar no seu quarto e nem o que fizemos aqui.

— Nada. Apenas dormimos. –respondeu balançando a cabeça como se aquela fosse a resposta mais óbvia do mundo. Mad suspirou aliviado. Não que ele não quisesse transar com Hash, ele só não queria que fosse daquela forma. Queria, pelo menos, conseguir se lembrar da sua primeira vez. O mais velho percebeu o alívio no rosto do rapaz. — O que? Vai dizer que não queria… –disse cruzando os braços e olhando estreito para o menino.

— Não é isso. É que…

— Você é virgem. –Mad abaixou o olhar. — Você me disse ontem antes de passar mal e se vomitar todo.

O menino se jogou para trás na cama colocando as mãos no rosto, “típico”, pensou. Hash riu e se deitou ao seu lado, de bruços. Ficou observando o menino. “Lindo”, pensou enquanto passava a língua nos lábios.

— Não precisa ficar assim. –disse retirando as mãos de Mad do rosto. O garoto virou a cabeça a fim de poder olhar o moreno. — A primeira vez que eu sai pra uma noitada, eu e Itachi fomos parar de ambulância no hospital pra tomar glicose. Seu quase PT foi muito mais elegante.

Riram. Mad começava a se lembrar do ocorrido. Estava sentado na pia enquanto Hash descia a boca pelo seu corpo parando, finalmente, em seu membro, duro e exposto. “Belíssima cena segundos antes da desgraça acontecer”, pensou. Antes que Hash começasse os trabalhos, o rapaz confessou que era virgem e, se as memórias dele não o enganavam, o mais velho havia gostado de ouvir aquilo. Mas logo depois ele estava vomitando os órgãos fora na pia da boate.

— Tá sorrindo por que, Hendrix? –perguntou cutucando o braço do garoto.

— Nada…

— Sei… Se você quiser, –disse se aproximando da boca do rapaz. — a gente pode continuar de onde paramos. –Mad lambeu os lábios enquanto levava a mão até a boca de Hash que, habilidosamente, mordeu de leve as pontas dos dedos do garoto.

Sua respiração começava a ficar mais pesada. Hash colocou a mão do menino em seu rosto, suas bocas abertas, quase coladas. Mad não aguentou aquela expectativa e passou a língua nos lábios do outro, que sorriu. Finalmente os dois se beijaram. Era um beijo lento e carinhoso. Seus lábios e línguas brincavam preguiçosamente entre si. 

Hash se afastou um pouco.

— Você é tão bonito e eu não consigo esquecer o que eu senti quando te vi tocando. –disse passando o dedão nos lábios do menino, que se abriram para ele. 

Os dois se tocavam com tanta delicadeza e desejo que pareciam estar em câmera lenta. Hash colocou sua mão atrás da nuca de Mad, apoiando o peso do corpo no outro braço. O virgem suspirava com o corpo do moreno fazendo pressão sobre o seu. Os dois se olhavam diretamente nos olhos, sem desviar.

Hash encostou os lábios no queixo de Mad, que gemeu baixinho. Enquanto beijava suavemente o maxilar e o pescoço pálido do rapaz, sua grande mão descia lentamente aproveitando o caminho até a intimidade pulsante do menino. Mad tremeu quando sentiu os dedos se fechando em volta de seu sexo. Hash o masturbava lentamente.

— Tá bom assim? –sussurrou em seu ouvido. Mad balançou a cabeça positivamente. — Você é tão lindo… Eu não consigo me conter. –beijou-o lascivamente. Mad estava em êxtase. A mão de Hash ficando cada vez mais rápida enquanto seus beijos, mais molhados e profundos. — Eu quero te ver gozar! –dizia o mais velho. — Me fala se você gosta assim.

Mad sentia seu corpo tremer.

— M-mais rápido... –pediu entre baixos gemidos.

Hash acelerou os movimentos. Estava amando ver o rosto de prazer do garoto. Os olhos fechados, a boca levemente aberta. O peito subia e descia com a rápida respiração. Seus dedos cravados no lençol. Mad cerrou os lábios gemendo, enquanto Hash beijava seu pescoço, deixando-o úmido. Finalmente chegou ao clímax. Os lábios desenhados e vermelhos se abriram num silencioso gemido. O mais velho levou a mão na boca, lambendo o líquido entre os dedos. O outro tremia e sorria de olhos fechados.

— Você é delicioso –disse, depositando um terno beijo nos lábios de Mad.

— Já terminaram de foder? –perguntou Toby por detrás da porta. — Tá todo mundo esperando vocês dois na piscina.

Os dois se olharam, sorrindo. A ressaca milagrosamente curada.


Notas Finais


IIIIIIIIIH
QUEIMA QUENGARAL!!!!!!


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