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História Ktrix - Heart of stone. - Capítulo 1


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Notas do Autor


Essa não é minha primeira fic mais eu estou ansiosa mesmo assim, espero que alguém goste kkkk o seguinte, desculpa pra que ama ler fic com capítulos pequenos! Os capítulos dessa são um pouco grande mais não vão se arrepender de ler.
BOA LEITURA :)♥️♥️

Capítulo 1 - Heeseung


Fanfic / Fanfiction Ktrix - Heart of stone. - Capítulo 1 - Heeseung

S/n P.O.V

{13 anos atrás}

Eu caminhava pelos corredores do orfanato, subindo e descendo pelas escadas brincando sozinha. Nenhuma criança gostava de brincar comigo por eu ser diferente e me chamam de mentirosa, por eu falar que sobre minha família. 

Sobre minha família não vem ao caso agora, mais eu me lembro de tudo, me chamam de louca. Gosto de diferentes tipos de músicas como pop, kpop, menos músicas brasileiras. Não tenho preconceito mais não é minha praia. 

Soube pelas escadas cansada de subir e descer por ela, chegando no quarto vejo Lia sentada na cama com mais três meninas a Mia, Luana e Ana. 

Lia: Você de novo! - fica em pé e vem em minha direção com um certo deboche. 

S/n: Esperava que fosse outra pessoa? - estava totalmente nervosa e tensa mais tentei me manter forte, eles vivem me intimidando eu não aguento isso, elas me destroem. 

Lia: Eu esperava qualquer pessoa menos um lixo, você pensou em tomar banho? Está fedendo. - ela coloca sua mão no nariz fazendo cara de nojo. 

S/n: Me deixem em paz - tento passar indo em direção à minha cama mais elas me empurram me fazendo cair no chão. 

Ana: Vamos fazer o seguinte, como hoje chegou uma novata no orfanato e não tem cama sobrando, a S/n vai dormir no chão o que acham? Assim a novata dorme no lugar dela - sorri maldosa.

S/n: Mais....tá muito frio... - começo a chorar - Aliás tem outro quarto, ela é novata, pode dormir no outro quarto. 

Luana: No outro quarto também não tem cama sobrando, sua única opção vai ser dormir no chão! 

S/n: Por que vocês me odeiam tanto?  - falo chorando e elas começaram a gargalhar.

Lia: Quer saber o porquê?!! - ela se aproxima e segura meu rosto forte apertando minha bochecha - Porque você é uma aberração! Você não devia ter nascida. - solta meu rosto e massageio no lugar onde dói. 

É assim todos os dias, todos aqui me odeiam e como ela disse.....sou apenas uma aberração! Corro pro banheiro, começo a desabar dentro do boxe, meus olhos ficam inchados de tanto chorar, minhas mãos tremem, minhas pernas ficam fracas e uma falta de ar começa a se instalar em mim, me fazendo ficar cada vez mais fraca. Elas tinham razão.

{Hoje em dia}

São cinco horas da manhã, me levanto e vou ao banheiro. Tomo um banho quente pra espantar o sono e a preguiça dentro de mim, escovo os dentes e faço minhas higienes. 

Me enrolo na toalha saindo do banheiro e vou até meu guarda-roupa, visto uma calça preta jeans rasgada nos joelhos, uma blusa larga grande preta com uma caveira desenhada e visto meu tênis da Nike. Faço uma maquiagem básica e deixo meu cabelo totalmente solto. 

Quando acabo de me arrumar vou até a cozinha e pego um yogurt de chocolate pra tomar, visto minha jaqueta e pego minhas machila saindo do meu apartamento, desço pelo elevador e ao chegar no térrio vou em direção ao meu carro. 

Adentro o veículo e coloco minha mochila no banco passageiro, ligo o carro o manobrando pelo estacionamento até finalmente sair do condomínio. Ligo uma música no carro, a música TT, uma das minhas favoritas de kpop. 

Passo um tempo dirigindo pelas ruas de São Paulo até chegar no meu destino, a faculdade, conhecida por mim "O inferno".

Saio do carro ainda com meu yogurt na mão, pego minha mochila colocando nas costas e abro meu yogurt começando e toma-lo. 

Sophia: Chagastes bem na hora - ela sem perder tempo me abraça com um sorriso do tamanho do mundo em seu rosto. 

S/n: Oi Sophia - dou um sorriso ladino, sem expressão nenhuma. - Onde tá a o resto? - digo me referindo aos meus outros amigos.

Sophia: Eles vão chegar agorinha, mais a Alícia disse que naoyvai vir hoje porque ela brigou com a mãe dela, nada de mais. - revira os olhos nem um pouco surpresa.

A Alícia vive brigando com sua família, as vezes o motivo é grande, mais outras são motivos sem necessidade. 

Passa uns minutos e os meninos chegaram Allan, Diego e Marcos. Diego é meu amigo desde que nós conhecemos no 1°colegial e Diego e Marcos os conheci esse ano aqui na faculdade. 

Diego: Oi princesa! - me abraça e da um beijo no meu rosto depois me solta do abraço dando um sorriso ladino. 

Marcos: Então desculpa a gente o atraso, eu e o Allan acordamos atrasados. - ele aponta pro garoto de cabelos escuros do seu lado como se o tivesse culpando. 

Allan: Da licença que a culpa é sua por não ter tirado o despertador do silencioso - ele fala aborrecido revirando os olhos e se senta aí meu lado. 

Sophia: Mais e você Diego, atrasou por que? - pergunta curiosa, ele não dormir com os meninos na casa do Marcos.

Diego: Eu tive que resolver umas coisas antes de vir! - coloca seu braço por cima de meu ombro - Vamos pra sala pequena, tá na hora e vocês também - ele se refere à todos nós. 

Uma expressão de chatisse se formou em nossos rostos pela aula da facul começar. 

{No intervalo} 

Ficamos brigando contra a fila do lanche, pareciam que todos nunca comeram na vida, parecia uma verdadeira guerra. 

Eu desisti de pegar um lanche e fui me sentar em uma mesa que havia lá perto esperando os meninos pegarem seus lanches. Depois de uns minutos eles se sentam na mesa já com seus lanches na mão. 

Diego: Se eu ficasse mais um minuto naquela fila meu estômago ia me chutar pra trás, não tava mais aguentando de fome! 

Allan: Tu vive com fome, isso não é novidade! - Allan revira os olhos e fita seu e começa a comer. 

A Sophia estava chegando com seu lanche, antes que ela podesse se sentar alguém chega e derruba seu lanche e até sua bebida no chão. Sophia fica paralisada e todos param de lutar na fila curiosos pra ver oque aconteceu. 

Sophia: Olha por onde anda sua desmiolada! - ela toma atitude, com um semblante raivaso sobre a garota de derrubou sua bandeja. 

Maria: Opps, foi sem querer! - fala toda sínica. 

Me levanfo da mesa indo em direção as duas. 

S/n: Quando vai parar de ser infantil Maria?! - fico de frente com a mesma sem mostrar nenhuma expressão em meu rosto. 

Maria: A culpa não é minha, sua amiga que não tem cuidado por onde anda! - ri debochada. 

S/n: Você só tá se fazendo de cega inútil - olho fixadamente prós seus olhos sem tirar o contado visual. 

Maria: Quem você chamou de inútil aqui? - ela se aproxima - devemos lembrar que você não é nada nessa merda, você é apenas uma intrusa, deve ter sido por isso que não tem família, eles tinham vergonha de você, por isso de abandonaram - ela começa a gargalhar chamando ainda mais a atenção de outros alunos da faculdade presentes ali, eu continuo a observando fixadamente observando ela falar, eu não me defendo

Maria: Fala sério, quem iria te aguentar como filha, por isso também nunca foi adotada quando foi abandonada no orfanato, você não vale nada - ela para de falar, não desgrudo meu olhar do seu, à olho da cabeça aos pés e ela fica com uma expressão tensa por eu não estar falando nada - Oque foi? O gato comeu sua língua kralho?! 

S/n: Não vale a pena discutir com você, eu sair - giro os calcanhar ficando de costas pra mesma e seguro a mão de Sophia pra sair dali mais Maria debate.

Maria: Ta com medo de brigar, por isso vai sair?!! - ela gargalha e alguns alunos começam a cuxichar. 

S/n: Eu vou contar que cobra fala, por isso irei sair! - a mesma muda de um semblante vitorioso pra um de ira, todos ali em volta começaram a rir da humilhação que Maria passou tentando me intimidar. 

Ela sempre faz isso, virou até costume. Ela se acha a superior à todo mundo. Enfim, ela é uma merda de pessoa, pronto falei. 

Nos sentamos de volta na mesa e Maria saiu. 

Sophia: Não precisa ter enfrentado ela por mim S/n eu dava conta dela! - ela pisca pra mim com aquele jeito de valentona que ela tem, mais na verdade, Sophia é a pessoa mais delicada que eu já conheci, e de durona ela não tem nada. 

S/n: Devo te lembrar que o Marcos teve que te ajudar a sair dos puxões de cabelo que a Maria tinha de dado mês passado? - a mesma faz uma cara de tédio lembrando daquilo.

Sophia: Eu só não tava muito preparada.... Ah para, não vale, você sabe lutar artes marciais S/n não tenho culpa por não ser como você - quando ela fala que queria ser como eu, meu coração pesa, ela não sabe como é ter uma vida como a minha.

S/n: Vai por mim, é melhor morrer do que ser como eu! - tento tirar isso da cabeça mais ela nega. 

Marcos: Ok, todo mundo querendo ser alguém aqui menos eu! - diz num tom debochado e a gente começa a rir.

Tempo depois voltamos pra nossas salas. 

{Depois da aula} 

Descidimos todos sair pra uma sorveteria perto da faculdade, fomos em meu carro porque todo mundo aqui resolveu ir de ônibus pra faculdade hoje menos eu. 

Diego: S/n, posso provar um pouco do seu sorvete? - pede com uma voz fofa que eu não consigo negar. 

Coloco uma pouco de sorvete com a colherzinha na boca dele e ela faz uma expressão de quem quer roubar o resto do meu sorvete. 

Diego: Quer trocar não? - assenti com a cabeça e trocamos nossas casquinhas o dele é de baunilha e o meu de morango. 

Sophia: Olha, S/n..... não é o....aí meu deus!! - ela coloca a mão na boca olhando em direção da porta da sorveteria.

Eu nem um pouco curiosa olho pra trás pra ver quem é o causador do escândalo de Sophia, olho e entra um coreano dos cabelos ruivos, vestido com uma calça preta rasgada e uma camisa lisa branca e sua jaqueta. Arregalo os olhos espantada. 

S/n: Heeseung??? - ele é um dançarino super famoso da Coréia do Sul, mora em Seul e ele já dançou em vários MVS de kpop. E também já fez várias participações de progamas, eu sou muito fã dele. - Aí meu santo G-DRAGON, oque ele faz aqui?? 

Marcos: Quem é G-Dragon? - ele me olha confuso ao me escutar. 

S/n: Ele é um K-idol, sabe, gírias de kpopers vocês não entendem - volto minha atenção ao Heeseung. 

Sophia: Amiga ele é lindo - seus olhos chegam a brilhar e com a boca entreaberta

Allan: Não vejo nada de mais nele! - revira os olhos. 

Sophia: Eu vou até ele pedir um autógrafo - ela pega uma caneta em sua mochila e se levanta ajeitando-se pra ficar bonita e vai até o mesmo e nós apenas abservamos. 

Marcos: Vamos ver no que isso vai dar! - ele apoia um braço sobre a mesa segurando seu rosto.

A mesma começa a conversar com Heeseung, que todo simpático e gentil assina seu nome na blusa da mesma. Depois de assinar ela o puxa até a mesa fazendo eu ficar meio desajeitada e com vergonha. 

Heeseung: Olá - ele fala perfeitamente em português sem nenhuma dificuldade - Ela disse que são os amigos dela, muito prazer! - ele se curva em sinal de respeito como de costume na Coréia. 

Sophia: Essa é minha amiga S/n, ela é mais fã sua do que eu! - ele se direciona à mim me puxando fazendo eu ficar em pé. 

Heeseung: É muito bom conhece-la, é muito linda S/n! - fico com vergonha mais não demonstro, apenas dou um sorriso ladino e o mesmo retribui.

Diego: Cof, Cof, Cof!! - ele nos interrompe. - desculpa estregar o momento de idolo pra fãs, mais somos os únicos aqui que não fomos apresentados poxa! 

Heeseung: Me desculpe - ele sorri - Diego, Marcos e Allan tô certo? - os meninos afirmaram - Sophia me disse enquanto eu autografava sua blusa. 

Allan: Imaginamos - revira os olhos. 

S/n: O que faz aqui no Brasil Heeseung? - pergunto curiosa e aponto uma cadeira em sinal pro mesmo se sentar conosco.

 Heeseung: Vim visitar o Brasil com alguns amigos! Eu apenas vim comprar o sorvete que me pediram - ele coça a nuca e parece meio tenso. 

S/n: Por que tá tenso? - ele me olha curioso e estranho como se me analisasse.

Marcos: Como assim S/n, ele tá normal?! Ele não parece tenso. - fala tentando entender mais fica mais confuso. 

S/n: Sou boa em analisar expressões, Heeseung você sabe esconder quando está tenso, mais não esconde de mim! - dou um sorriso leve e ele sorriu olhando pra baixo. 

Heeseung: Você me pegou S/n - ele volta sua atenção à mim - Como sou estrangeiro aqui no Brasil, eu saí procurando por uma sorveteria, quando me dei conta eu já estava perdido.

Marcos: Você é famoso, não devia andar com seguranças e guias?! - ele toma uma colher do seu sorvete sem fitar o ruivo.

Heeseung: Sou dançarino, não K-idol! Eu não gosto de pessoas me seguindo o tempo todo. - ele deixa claro. 

S/n: Entendo, onde você tá se hospedando? - o mesmo fala o endereço do hotel em que está com seus amigos. 

Sophia: É fácil chegar até lá, você veio de carro? 

Heeseung: Sim, não sou muito de andar apé! - ele olha o cardápio da sorveteria.

S/n: Vou te ajudar, é posso.... - aponto meu dedo pro seu celular.

Heeseung: Ah.., é que eu me esqueci de comprar um ship do Brasil, vou comprar amanhã. - coça a nuca

S/n: Aigoo, pra um dançarino famoso você é despreparado! - digo séria

Heeseung: Brasileiros costumam falar "Aigoo" ou você só tá falando porque tá comigo? - me olha com expressão de quem me quer fazer uma entrevista. 

S/n: Sou dorameira, leio fanfics, sou Kpoper multifandom, etc. Você quer oque? Eu peguei mania. - ele sorri derrotado. 

Heeseung: Entendo, bom vou pegar o sorvete prós meus amigos - ele se levanta e vai pegar três sorvetes já dentro de uma sacola e volta até nós. - Preciso ir embora. 

Sophia: Ah, S/n, vá com ele e mostre pra ele o caminho do hotel! - ela me emburra me fazendo ficar em pé. 

Heeseung: Não precisa, não quero ser um encomodo pra S/n! - ele nega.

Allan: Encomodo? Pra S/n? Encomodo é você gritar no ouvido dela, você recebe um murro na boca que nunca mais esquece - ele diz fazendo o ruivo sorrir meio desajeitado. 

S/n: E meu carro?? - pergunto.

Diego: Eu levo, vou dirigindo atrás de vocês com seu carro! - o mesmo propõe e eu afirmo. 

Nós despedimos dos outros e Heeseung me leva em direção ao seu carro, provavelmente alugado pra quem está apenas visitando o país. Enquanto isso Diego vai ao meu carro. 

Heeseung abre a porta do seu carro pra eu entrar e agradeço, depois ele da a volta no carro e adentra, liga o carro e da a partida, olho pra trás pra confirmar se Diego está atrás de nós e está. 

Heeseung: Então S/n, me fale mais sobre você! - ele pergunta sem tirar seus olhos fixos pela rua.

S/n: Por enquanto não precisa saber de nada sobre mim, eu posso ser sua fã mais não costumo falar sobre mim quando acabo de conhecer alguém pessoalmente - ele afirma com um sorriso agradável no rosto, seus cabelos ruivos destacam seus lábios avermelhados, seus olhos refletem as luzes dos postes na rua fazendo com que ele fique mais lindo. - E você vai ficar quanto tempo aqui no Brasil com seus amigos? Vira à direita - pergunto sem perder o foco na estrada também pelo fato de que minha missão é ajuda-lo à chegar no hotel. 

Heeseung: Se não houver nenhum imprevisto, vamos ficar por nove meses! - fico surpresa, como um dançarino conseguiu tanto tempo assim de folga, eles não são ocupados de mais com a carreira? 

S/n: Achei que seria menos tempo! 

Heeseung: Eu sei! - ele liga o rádio do carro deixando em um noticiário.

Ficamos um tempo calados na metade do caminho, até que no noticiário começa a falar sobre o acontecimento de um assassinato causado pela Ktrix, ou de preferência, apenas Trix. 

Já que chegamos nessa parte, Trix é uma assassina, a mais procurada do mundo inteiro, ninguém sabe sua indentidade, esse é nosso maior mistério. Tudo que sabemos é que é uma mulher por trás da máscara, essa foi a única coisa que ela não quis esconder. 

Ela mata à sangue frio, nunca conseguiram pegá-la, ela é muito ágil e precisa. Sempre tem plano b, plano c, plano de, assim por diante. Dizem que ela mora aqui em São Paulo por conta das mortes serem mais causadas aqui. E não, eu não tenho medo dela, pelo ao contrário, como minoria das pessoas eu sou uma delas, ela não só mata por vontade própria. 

Um dia ela salvou uma adolescente de quatorze anos que estava prestes a sofrer estrupo e violência, não só ela, mais como salvou várias vidas de pessoas inocentes. Então eu não diria que ela é uma assassina total, ou então, talvez ela esteja fazendo essas coisas pra ganhar confiança de pessoas pra que um dia ela possa manipular todos. Vai saber! 

Heeseung: Eu fiquei sabendo dela lá em Seul antes de vir prá cá, eu nem sei como tive coragem de sair na rua de noite pra comprar sorvete com ela por aí.

S/n: Ela não iria te matar sem motivo, bom, sei lá, talvez não, talvez sim! Essa pergunta não me sai da cabeça.... será que ela também gosta de matar pessoas por prazer? Sem nenhum motivo? - fico pensativa até escutar o mesmo soltar um sorriso baixo.

Heeseung: Não pude deixar de reparar que você é muito pensativa e observadora! - ele manobra o carro pra esquerda depois de eu apontar o dedo à direção. 

S/n: Obrigada! Chegamos - aponto pro hotel bem à frente e ele para o carro.

Heeseung: Eu até que queria convidar você e Diego pra entrar antes de irem embora, mais meus amigos não gostam muito de visitas sem eu avisá-los! - ele sai do carro e da a volta pra abrir a porta pra mim e coloca um pé de cada vez pra fora e saio. 

S/n: Não tem problemas, eu preciso ir embora pra fazer uns trabalhos da faculdade! - o mesmo assentiu

Heeseung: Foi bom conhecer você e seus amigos S/n! Até breve. - ele se despede e depois sai.

Vou em direção ao meu carro com o Diego parado do lado de fora me olhando com cara de tédio.

Diego: O que conversavam enquanto a gente tava vindo? - cruza os braços né interrogando. 

S/n: Não é da sua conta! - entro no carro e ele faz o mesmo, dessa vez ele senta do banco passageiro. 

Diego: Posso dormir no seu apartamento hoje? 

S/n: Por que quer dormir lá? - manobro o caso pelo rua virando em uma direção oposta. - Você tem sua própria casa. 

Diego: Não posso mais dormir com minha princesa? - ele fala em um tom manhosa e emburrado. 

S/n: Eu te conheço Diego! - fito os olhos dele rápido e depois volto a fitar a rua. 

Diego: Tá, é porque eu não quero ficar perto da minha família hoje! - sorrio sem mostrar os dentes e afirmo deixando-o ficar em meu apartamento. 

{No outro dia}

Mais um dia se inicia, na faculdade foi a mesma coisa, só a Maria que ficou longe de mim hoje o que é um alívio pra mim. 

Depois da faculdade eu fui ao mercado com Diego, ele insistiu em ficar mais dias no meu apartamento, eu só aceitei porque ia ficar com a consciência pesada depois. O Diego não costuma ter uma boa relação com a família dele e então evita conflitos ficando mais longe o possível, eu já o perguntei porque ele não sai da casa dos pais dele e vai morar sozinho. Ele disse que lá tem coisas importantes, que antes de ele não conseguir oque quer não vai se mudar. 

Eu não falo nada né, fazer oque. Entramos no mercado e compramos várias comidas e coisas pra fazer sobremesas. Adentramos o caixa e eu peguei meu cartão pra pagar as compras.

Diego: A gente vai fazer o que de sobremesa na janta hoje? - ele bate palmas ansioso, ele ama sobremesa é a parte favorita dele da janta. 

S/n: Mousse de chocolate! - fito o mesmo que me olha com uma cara de "então vamos logo, tô com fome kralho". 

Depois de colocar as compras nas sacolas, casa uma levava um pouco de sacolas. Abro o porta-malas do carro pro colocar as compras, quando eu estava prestes à entrar no carro me lembrei de algo.

S/n: Ai que merda! - o mesmo me olha confuso - eu esqueci o leite condensado, me espera aí um minuto, vou lá buscar rápido. 

Saio correndo deixando o mesmo tomando conta do carro com as compras, entre novamente no mercado e vou até às preteleiras do leite condensado. Pego cinco deles e vou pagar. 

Quando estava saindo pela porta do mercado, vejo um homem estranho, porém elegante passando por mim. Ele, me parece familiar, mais seu rosto está coberto com uma máscara preta, só consigo ver seus olhos, a testa é coberta pelo boné. 

Olha pra trás o fitando agora de costas, porque sinto que o vi em algum lugar? Balanço a cabeça, isso deve ser delírio da minha cabeça. 

Volto à andar pra frente e esbarro com um cara e a sacola com os leite condensado cai no chão. 

S/n: Cara, olha por onde anda você é cego? - me abaixo pra pegar os leite condensado e me levanto, ao fitar seu rosto arregalo os olhos. 

??: Desculpa! - ele fala sem nenhuma expressão no rosto, e olha em direção ao mercado e balança a cabeça como se tivesse decepcionado. Oque tá acontecendo em São Paulo, tá aparecendo coreano de mais ultimamente. 

S/n: É asiático...coreano? 

??: Sim - seus cabelos são pretos, cujo igual a escuridão, seus olhos são castanhos e é alto, diria que estou me sentindo uma formiguinha perto dele. - Tenho que ir!

S/n: Mais você não ia no mer..... - ele sai sem deixar eu acabar de responder, grosso, pelo menos pediu desculpas. 

Observação: nem todo asiático e um mar de rosas como pensamos. Esse aí foi educado e grosso ao mesmo tempo eu enh. 

Vou até o carro e entro vendo que Diego já me esperava sentado no banco. 

Diego: Você demorou! - ele fita meu rosto sério.

S/n: A fila tinha ficado maior! - minto. 

Ele assentiu e fomos embora pro meu apartamento. 





{Continua}


Notas Finais


Foi isso por hoje espero que tenham gostado, caso não tenham gostado tudo bem tbm ebaaa fui bjss!

♥️♥️


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