História Kurayami - Capítulo 5


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Categorias Boku no Hero Academia (My Hero Academia)
Personagens All For One, Dabi, Denki Kaminari, Eijirou Kirishima, Enji Todoroki (Endeavor), Fumikage Tokoyami, Izuku Midoriya (Deku), Katsuki Bakugou, Kyoka Jiro, Mina Ashido, Minoru Mineta, Momo Yaoyorozu, Ochako Uraraka (Uravity), Shouto Todoroki, Tenya Iida, Toga Himiko, Tomura Shigaraki, Toshinori Yagi (All Might), Tsuyu Asui
Tags Katsudeku, Universo Alternativo
Visualizações 174
Palavras 3.783
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishounen, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Lemon, LGBT, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Shonen-Ai, Shounen, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi, oi, oi!!!
Atualização duplaaa!!! Legal né? Hihi

Vcs não sabem oq aconteceu pra eu escrever esse capítulo, foi assim, eu estava com 1.700 palavras, e minha inspiração tinha acabado, daí eu pensei "fodeu, não vai dar pra postar o capítulo hoje!", mas eu fui tomar banho e lembrei do Aizawa e do próximo personagem q vai se juntar ao Deku, e eu quase cai no chuveiro de emoção por conseguir uma ideia :')

"Ngm quer saber disso Ceci", eu sei, mas contei msm assim

Se tiver algum erro me perdoem

Boa leitura meus amores!
:3

Capítulo 5 - V


Fanfic / Fanfiction Kurayami - Capítulo 5 - V

Ketsueki aka (Vermelho sangue)

Midoriya ficou encarando o ser, e este o encarava de volta. Nenhum respondeu a pergunta do outro. Uraraka e Iida apenas olhavam tudo confusos.

– Quem são vocês? Eu tenho mais o que fazer, então respondam logo! – virou o corpo, deixando o seu lado esquerdo de frente para os três.

– Isso é uma runa no seu braço? – Uraraka perguntou ao ver a tatuagem em formato de “V”. Midoriya olhou surpreso para a amiga, não sabia que ela conhecia runas.

Ele pode ser perigoso, melhor responder... Deku pensou.

– Eu sou Midoriya Izuku! Esse é Iida Tenya e essa é Uraraka Ochako! Agora, quem é você? – o esverdeado respondeu ainda segurando sua faca firmemente.

– Eu sou Kirishima Eijirou! O que fazem aqui? – ele perguntou andando até os três lentamente.

– Estávamos apenas vendo os pássaros. – Iida respondeu. – E você? O que faz aqui?

– Sim! Eu nunca te vi por essa floresta. – Uraraka disse.

– Eu estou procurando alguém, que já deve estar muito longe a essa altura. Vocês por um acaso não viram um cara loiro passar por aqui né? – Kirishima guardou as adagas, já que percebeu que os três não representavam uma ameaça. Midoriya guardou a faca, Iida a espada e Uraraka continuou com o seu cajado em mãos.

– Não, não vimos ninguém. – Deku falou e Eijirou suspirou de maneira frustrada. – Quer ajuda para procurá-lo? – os olhos vermelhos brilharam.

– Vocês me ajudariam? De verdade? – Izuku assentiu e Kirishima sorriu mostrando seus dentes pontiagudos.

– Vocês concordam? – Izuku perguntou para os amigos, que deram de ombros e assentiram. – Então, Kirishima, né? Qual é o poder da sua runa?

– Ah... É de reforço, me deixa impenetrável por alguns minutos. – o avermelhado respondeu.

Affs! Achei que era de cuspir fogo! – Uraraka disse e sentou em seu cajado, que flutuava ao seu lado, assim como uma vassoura de bruxa. Runas são tatuagens que dão poderes específicos para o seu “portador”, elas podem ser feitas por qualquer mago que tenha lido sobre elas, afinal, não é o feitiço mais complicado do mundo a colocação de uma runa.

– Hey, você é uma feiticeira? – Kirishima perguntou meio surpreso.

– Sim! Está surpreso? – ela falou de maneira superior.

– Sim, não é tão comum ver uma feiticeira... E você, Midoriya? É o quê? Eu sei que o quatro olhos ali é um cavaleiro. – Iida fez uma expressão engraçada, o que desencadeou um riso da morena ao seu lado.

– Eu me chamo Iida Tenya! – disse ajeitando seus óculos.

– Eu sou um cavaleiro também! Não do reino, mas sou! – disse abaixando a cabeça.

– Wow, isso é... Diferente do normal, mas tudo bem! Ei, você está bem? – Kirishima perguntou vendo que Deku estava de cabeça baixa e Iida o olhava com certa preocupação.

– Si-sim, eu só... Só lembrei de algo que não queria. – sorriu forçadamente.

– Ah, desculpa aí. – Eijirou chegou perto do esverdeado e tocou o seu ombro.

– Tudo bem, não foi nada demais.

– Você se importaria de me contar o que lembrou? Eu sei que acabei de te conhecer, mas...

– Tudo bem. – interrompeu o avermelhado. Deku olhou para Tenya, que acenou com a cabeça, como se dissesse “podemos fazer ele lutar conosco”. – Sente-se, é uma história meio longa. – quando Kirishima iria se sentar na grama, uma pedra apareceu ali. Ele encarou a feiticeira, que sorriu.

– É só para ficar mais confortável! – logo mais duas pedras apareceram, então Kirishima, Midoriya e Iida sentaram-se. Ochako continuou em seu cajado.

– Bem, eu sou da vila do maior cavaleiro de todos... O All Might, e ele era o meu mentor e me treinou por sete anos. – os olhos escarlate arregalaram-se. – Só que ele acabou morrendo numa luta com All for One, a três dias, como vocês já deve saber... – ele concordou tristemente. – E nesse mesmo dia os cavaleiros das trevas invadiram junto com Capsouls, eu estava fora na hora do ataque, mas quando eu voltei eu não consegui fazer absolutamente nada! Vi minha mãe ter sua alma sugada e corri para a floresta e... – Deku começou a se contorcer, tentando alcançar suas costas.

– O que foi, Midoriya? – Eijirou perguntou contendo a vontade de rir, pois estava bem engraçado.

– Eu acho que... São as picadas... De formigas! – ele disse e rapidamente Tenya ficou atrás do esverdeado, retirou seu colete e sua blusa branca. As costas estavam repletas de pontinhos vermelhos e alguns deles sangravam. Iida fez uma expressão de espanto.

– Que horror, Deku! – Uraraka gritou e Kirishima ficou curioso, então ele levantou da pedra e ficou atrás de Midoriya. A expressão dele foi indecifrável, uma mistura de nojo, com surpresa e preocupação.

– Quando você foi picado? – o avermelhado perguntou.

– A três dias... – os olhos castanhos da feiticeira arregalaram-se, então ela começo a procurar algo dentro do saquinho rosa, até que tirou dele um tubo verde. Ela desceu do cajado e foi até Midoriya, que tremia para conter a vontade de se coçar.

Ochako abriu o tubo e despejou uma pasta esverdeada na mão, levou-a até as costas de Deku. – Isso vai doer um pouco, mas você aguenta. – disse e colocou a mão na pele exposta. Começou a espalhar a pasta e depois que terminou limpou as mãos com um paninho.

– Até que não foi tão ru... Aaaaa! Que merda é essa? Tá ardendo! – Izuku se desesperou e começou a correr. Kirishima começou a rir do esverdeado, e como sua risada é incrivelmente engraçada, os outros dois começaram a rir também.

– Haha! É um remédio natural que derrete as picadas... Hahaha! – a morena disse rindo. Depois de um tempo Midoriya sentou-se novamente e a ardência já havia passado.

– Você deveria ter visto a sua cara! Foi hilário! – Kirishima disse sentando novamente. Ele encarou o esverdeado e percebeu que tinha um belo corpo, pois ainda estava sem camisa. Seu abdômen era definido, seus braços apresentavam diversas cicatrizes, mas, de certo modo, deixavam-no charmoso.

– Foi hilário e dolorido! Isso sim! – suspirou. – Mas vamos continuar a história. Depois que eu corri para a floresta eu dormi em uma árvore e ao amanhecer eu acabei encontrando a Uraraka, daí eu fui até a sua casa e acabei virando amigo dos dois. – sorriu ao terminar de contar. Claro que ele ocultou a parte de ter caído da árvore, mas alguém ali queria ver o constrangimento de sua pessoa, e esse alguém era Uraraka Ochako.

– Quando eu encontrei ele, ele caiu da árvore! Foi tão engraçado! Você deveria ter visto, Kirishima. E quando ele foi pra minha casa, ele deu de cara com a barreira invisível que tem envolta dela! – a morena riu lembrando das cenas.

– Precisava desses detalhes? – Izuku encarou a amiga, que estava, novamente, em cima de seu cajado flutuante.

– Mas é claro! – sorriu largamente para o amigo.

– Haha, gostei de vocês! São pessoas bem legais. – Kirishima falou sorrindo. Seu sorriso era lindo, mesmo com dentes pontudos.

– Obrigado! Mas e você? O que para nos dizer sobre você, ou sobre seu amigo? – Iida perguntou.

– Bem... Eu e ele éramos de uma vila nas árvores da floresta Kyoki, chamada Viamis. Talvez vocês já tenham ouvido falar dela. – os três fizeram que sim com a cabeça.

– É a floresta de árvores gigantes, né? – Izuku perguntou e o avermelhado assentiu.

– Eu e ele éramos melhores amigos, mas ele tinha vário problemas na vila, até que um dia ele fez algo ruim e saiu de casa quando tinha dose anos, eu sabia onde ele estava e o visitava quando podia, mas essas dias ele fugiu de mim e eu não sei o porquê disso! – disse meio triste.

– Wow, que situação hein. – Ochako comentou.

– Mas o que ele fez de ruim? – Deku perguntou.

– Eu não acho uma boa ideia contar, se o encontrarmos ele pode falar para vocês, prefiro que ele conte de sua vida para os outros.

– Certo... – Iida falou e logo após um silêncio constrangedor instalou-se na clareira, parecia que até os pássaros pararam de piar.

– Kirishima, o que você acha de se juntar a nós e enfrentar o All for One? Eu quero me vingar e salvar as pessoas dele. – Deku perguntou e os olhos escalares arregalaram-se.

– Como? Enfrentar o All for One? – os três assentiram. – Claro! Eu adoraria! Seria incrível chutar a bunda daquele cara! Contem comigo! – Midoriya sorriu, Kirishima era daqueles que adora uma aventura.

– Eba! Assim vamos ter alguma chance! – Uraraka disse animada. Todos riram.

(...)

Shapeshifter... Uma criatura que muda de forma quando está irritado ou se sente ameaçada... Normalmente são humanos, mas quando se transformam viram meio animais, meio humanos, ficam deformados e o desejo de matar é a única coisa que passa por suas mentes. Por mais estranhos que sejam, não são tão fortes... Eles foram criados por dois alquimistas... Esses alquimistas começaram com experiências em seu filho. Seu pobre e indefeso filho, depois de constatarem que não funcionava em crianças, começaram a usar a população da vila em que viviam... – Shigaraki falava enquanto andava pelo corredor escuro, ele passava a mão direita nas grades enferrujadas das celas do calabouço.

– A população foi enganada, eles acharam que os alquimistas tinham remédios para curar qualquer doença, e todos foram transformados em shapeshifters... A vila virou um caos, mas tudo se concertou com o tempo, menos o filho dos alquimistas... Sabe o que eles fizeram com a criança? – ele parou na frente da última cela daquele corredor. Aproximou o rosto do metal cheio de ferrugem. – Eles jogaram o filho fora, como se fosse lixo, eles o deixaram para morrer, com o corpo cheio de cicatrizes, a pele ressecada, fraco... Um inútil! Nas palavras dos alquimistas.

Encarou as duas pessoas dentro da cela, elas estavam cobertas por um manto preto, era difícil dizer quem eram, mas Shigaraki sabia quem eram os monstros a sua frente.

– Mas eles não sabiam que a pobre criança acharia um jeito de viver e um homem muito convincente o resgataria... Não sabiam que aquele inútil estaria planejando como acabar com eles, que ele estaria na frente deles contando a sua miserável história, que eles estariam presos com o seu filho rindo da cara deles! – ele tentou alcançar as duas pessoas, mas as grades o impediam.

– Seus monstros! Não são shapeshifters, mas são igualmente horríveis! Não pensam nos outros e usam as pessoas... Usam o próprio filho para experiências de merda! – gritou. Seus olhos estavam vermelhos como sangue e lágrimas escorriam deles. – Se eu pudesse eu arrancava vocês daí é tiraria membro por membro... Abriria suas cabeças e esmagaria a porra dos seus cérebros “brilhantes”! Seria muito interessante ensinar anatomia para os meus queridos pais... Usaria vocês mesmos de exemplo! – ameaçou e limpou as lágrimas que ele não queria, de jeito nenhum, que caíssem.

– Quando vocês saírem daí, eu juro... Que vou faze-los sofrer! Eu juro! – gritou por fim e saiu dali. Os pais de Tomura estavam tremendo e murmuravam algo que era indecifrável.

– Eu vou faze-los pagar pelo que me fizeram passar! Foda-se se eu vou ser punido depois, eu não ligo, só quero eles sofrendo... – o azulado resmungava enquanto subia para o segundo piso do castelo, onde ficavam os quartos. Estava tão distraído que nem viu Himiko estava vindo em sua direção e acabou esbarrando na garota.

– Ei! Olha por onde anda! – ela gritou e apenas recebeu um dedo do meio de Tomura. – Idiota! Como o Dabi te suporta? Como eu suporto o Dabi? Como eu consigo conviver com todos nesse lugar? – perguntou para si mesma e levantou-se. Às vezes Himiko viajava demais com seus pensamentos e perdia totalmente a noção das coisas.

(...)

– Ok! Já estamos andando a quanto tempo? – Kirishima perguntou. Os quatro haviam saído da clareira e retomado a caminhada para nenhum lugar em específico. Neste momento eles estão um grande campo aberto, onde a grama é mais alta e amarelada, não há muitas árvores, é incrível como a paisagem de Hosu pode mudar em alguns quilômetros.

– Eu não sei, mas sei que já passou da hora do almoço! – Uraraka disse e parou de repente. – Chega de andar! Vamos comer! Iida! – chamou o azulado.

– Não tenho como cozinhar! Você não trouxe nenhuma comida? – o azulado perfurou se pondo ao lado da morena, que procurava em seu saquinho.

– Hey, Midoriya! Eles são namorados? – Kirishima perguntou sussurrando.

– Por incrível que pareça não, mas eu acho que logo serão, não tem como eles não se gostarem, olha para isso! – apontou para o “casal” mais a frente. Iida andava de uma lado para o outro balbuciando algumas coisas, enquanto Uraraka sorria envergonhada e retirava o capuz.

– Que ótimo! Não temos comida! – Tenya exclamou. Izuku e Eijirou arregalaram os olhos. – O quê?! – perguntaram ao mesmo tempo.

– Como vocês pegaram o mundo inteiro e esqueceram a comida? – o esverdeado questionou e os dois deram de ombros, estavam levemente envergonhados.

– Desculpa! Era minha missão pegar a comida! – a morena desculpou-se.

– Tudo bem, Ura... Acho que vamos ter que...

– Uma vila! – Kirishima interrompeu a fala de Tenya.

– Isso, temos que achar uma vila.

– Não! Tem uma vila ali! – Deku apontou mais para frente, onde realmente havia uma vilazinha. Não se sabe como eles não a tinham notado antes.

– Estamos salvos! – Uraraka falou e sua barriga roncou. – Seu estômago está salvo! – Eijirou comentou e todos riram. Os quatro seguiram em frente e depois de alguns minutos chegaram na vila. Era um local aconchegante e não muito grande, as casa eram de madeira, simples, mas muito simpáticas e bonitas. Eles ficaram vidrados nas casinhas e nos vendedores que tentavam fazer com que eles comprassem algo em suas barraquinhas.

Eles passaram por uma casa diferente das outras, ela tinha um formato mais triangular e era de tons mais escuros, o que a destacava no meio das outras casas em sua maioria beges.

– Será que é um restaurante, ou um bar? – Kirishima perguntou.

– Eu não sei, mas quero ver. – Deku disse e foi em direção à construção, entrou e viu que parecia uma loja de poções. Os outros o seguiram para dentro e gostaram do ambiente, era meio tenebroso, mas não passava a sensação de medo.

– Olá, como posso ajudá-los? – um homem de cabelos negros que iam até a altura dos ombros, olhos escuros e mostrando sinal de cansaço pelas olheiras bem visíveis. Ele tinha uma barba pequena que cobria somente a parte inferior do queixo e formava um bigode fino. Suas roupas eram inteiramente pretas, com exceção do cachecol cinza.

– Olá! Queríamos saber onde podemos comer algo. – Deku disse e o homem o encarou com atenção, deixando o esverdeado meio desconfortável com o olhar penetrante.

– Você não é Midoriya Izuku, é? – o homem perguntou e os quatro se encararam confusos.

– So-sou, mas como você me conhece?

– Ah! Eu era um amigo do All Might! Ele me contou sobre você! Prazer, eu sou Aizawa Shouta e... Hitoshi, venha aqui! – gritou e um garoto da idade de todos os adolescentes ali presentes apareceu. Ele tinha os cabelos espetados e roxos, assim como os olhos, que apresentavam as mesmas olheiras profundas. Ele ficou ao lado de Aizawa e pôde-se ver que ele era mais alto. Eles eram praticamente idênticos e muito atraentes.

– Esse é o meu filho adotivo, Shinsou Hitoshi. – se fosse possível o queixo dos quatro adolescentes estariam no chão. Era impossível Hitoshi ser adotado, ele era igual a Aizawa!

– É um prazer também! – Midoriya estendeu a mão para o homem, que apertou-a, logo em seguida seu filho fez o mesmo.

– Sintam-se a vontade! Farei algo para comerem, receber o único aluno do meu amigo aqui é uma surpresa e tanto. Mas antes, quem são vocês? – apontou para o lado direito de Izuku.

– Eu sou Uraraka Ochako! – acenou.

– Iida Tenya! – ficou rígido do nada, como se estivesse mostrando respeito a um coronel do exército.

– E eu sou Kirishima Eijirou! Prazer! – sorriu mostrando seus dentes.

– Eu conheço você! – Shinsou apontou para Kirishima. – Eu que fiz a sua runa quando estava em Viamis! – os olhos vermelhos arregalaram-se, parece que ele havia lembrado de Hitoshi.

– Verdade! Nossa, valeu por fazer ela, eu sei que já agradeci, mas é que eu gostei muito dela mesmo!

– Que bom... – sorriu sem mostrar os dentes.

– Certo, Hitoshi, mostre para eles o andar de cima e leve-os para a mesa, logo eu levo o almoço.

– Ok! Venham comigo. – os quatro seguiram Shinsou pelas escadas que se encontravam no canto esquerdo da casa. Subiram até o segundo andar e foram até a sala, ao que perecia aquele estabelecimento era uma loja no primeiro piso e no segundo, e terceiro era uma casa comum.

– Sentem-se, vamos conversar um pouco. – Hitoshi falou e assim eles fizeram. A mesa tinha seis lugares exatamente. Do lado esquerdo sentaram-se Deku e Kirishima, do direito Iida e Uraraka e na ponta próxima a Eijirou sentou-se Shinsou.

– Então, Shinsou, o que seu pai é? – Midoriya perguntou.

– Ele é um ex-mago, mas se aposentou faz uns dois anos, mas ainda sabe fazer muitas coisas! Eu também sou um mago, minha especialidade são runas! – sorriu.

– Que legal! – Kirishima comentou. – Você poderia fazer uma runa nos dois cavaleiros aqui. – apontou para Deku e Iida.

– É sério? Eu adoraria ter uma! – Izuku falou animadamente.

– Seria bem interessante ter uma. – Tenya falou ajeitando seus óculos.

– A Uraraka não vai querer uma? – Hitoshi perguntou.

– Não preciso, eu sou uma feiticeira! – piscou para o arroxeado. – Ok, então, vocês dois vão querer runas de que? Eu sei fazer qualquer uma!

– Seria legal poder aumentar minha força! Então eu poderia ajudar a salvar muitas pessoas! – Deku falou.

– Eu gostaria de uma que aumentasse minha velocidade! – Iida falou.

– Beleza! Você pode fazer neles, né Shinsou? – Kirishima perguntou e o de cabelos espetados afirmou.

– Só uma pergunta... Dói fazer? Não quero ter que passar por outra experiência igual a das picadas... – Izuku arrepiou-se ao lembrar da queimação, os outros três apenas riram e Hitoshi ficou levemente confuso, mas logo começou a rir, ele conhecia o remédio que provavelmente foi usado.

– Você passou Acicali nele, Uraraka? – ela assentiu. – Você deveria ter visto como ele correu gritando que estava queimando! – ela contou.

– Devo imaginar como foi, uma vez eu passei isso no meu pai só por brincadeira, ele saiu correndo pela vila me xingando muito, depois ele pulou no poço ao lado da plantação! Foi hilário! – todos riram da história imaginado Aizawa na situação descrita.

– Está contanto minhas histórias de vida vergonhosas, Hitoshi? – Aizawa perguntou enquanto colocava uma panela grande no centro da mesa.

– A do Acicali!

– Nossa, eu fiquei muito irritado aquele dia. – falou colocando pratos e talheres para todos na mesa. – Igual aquela vez que eu falei que estávamos sendo atacados e você saiu correndo para foram de casa, então um balde de água caiu na sua cabeça, sua cara foi incrível, filho! – todos riram e Aizawa terminou de colocar os copos e servir o suco de laranja.

– Aizawa, como o senhor conheceu All Might? – Deku perguntou comendo um pouco do guisado de porco que Shouta havia preparado.

– Ele veio visitar a vila, ele estava em uma espécie de treino, ou algo do tipo. E eu estava treinado algumas técnicas elementares, ele viu e ficou me enchendo o saco para mostrar-lhe mais. Depois nós começamos a treinar juntos, e acabou que viramos amigos. Às vezes ele me visitava, ele até chegou a conhecer o Hitoshi! – sorriu sem mostrar os dentes.

– É parecido como eu conheci a Uraraka e o Iida! – Midoriya disse.

– Só que o All Might não caiu da árvore antes. – a morena conteve o riso.

– Você sempre vai lembrar disso? – o esverdeado perguntou e ela assentiu.

– Ah, pai! Eu vou colocar uma runa de força no Midoriya e uma de velocidade no Iida, tudo bem? – Hitoshi perguntou.

– Claro! Só tome cuidado para não machuca-los!

– Não vou! Já sei fazer isso de olhos fechados!

(...)

– Você entenderam o que devem fazer? – All for One perguntou virado de costas para Himiko, Shigaraki, Dabi, Kurogiri e Twice, que responderam um “sim” em uníssono. – Certo, eu já preparei um portal para que vocês possam chegar mais rápido. Os cavalos apareceram lá assim que chegarem, assim como os Capsouls e Flashy Verus. – ele estalou os dedos e um buraco preto com as bordas vermelhas apareceu atrás dos cinco, que fizeram uma reverência e entraram no portal.

Os cavaleiros apareceram em um campo aberto de grama alta e amarelada. Logo cavalos negros surgiram ao lado deles, cada um montou em um e então os monstros das trevas apareceram. Eram Capsouls e Flashy Verus, que tinham o corpo negro com as articulações vermelhas, eram como bolinhas grandes e flutuavam, seus rostos eram desfigurados e tinham olhos alaranjados.

– Eu nunca paro de me surpreender com os poderes do All for One. – Jin disse.

– Eu odeio os poderes dele! – Shigaraki falou irritado, ele estava com um corte no lábio.

– Você só está assim porque ele não gostou de você ter ameaçado o seus pais. – Himiko disse e Dabi a olhou feio.

– Cala a boca, vadia! Temos uma porra de missão aqui, então vamos! – Tomura praticamente gritou, ele odiava que chamassem o que ele denomina de monstros de “seus pais”.

Oooooh! Essa doeu, né Kurogiri? – Twice disse sorrindo por baixo da máscara. Kurogiri apenas revirou os olhos e mandou seu cavalo andar, assim todos os outros fizeram igual e os demônios começaram a se moverem.

Na vila as pessoas começaram a se amontoar na entrada. Elas estavam curiosas para saber o que eram aqueles pontos negros vindo até a vila em uma velocidade alta. Após alguns segundos eles perceberam que era um ataque de All for One. Elas começaram a correr e a gritar desesperadas.

– Wow! Ficou incrível, Shinsou! – Midoriya falou olhando a runa em seu ombro esquerdo. Era espécie de “S” verde-escuro mais geométrico e com um corte horizontal o dividindo no meio.

– Muito obrigado! – Iida falou olhando a sua runa, que também era no ombro esquerdo, mas de cor azul-claro e era uma espécie de “T” com três risquinhos na linha vertical.

– Não foi nada, gente! – ele sorriu, dessa vez mostrando os dentes, o que o deixou mais atraente ainda, o que ocasionou um leve rubor em Deku. Ele sempre ficava assim perto de pessoas atraentes.

– Meninos! Estamos sendo atacados! – Aizawa gritou e Hitoshi foi para a janela verificar se era realmente verdade, não que não confiasse em seu pai, longe disso, mas ele já foi enganado uma vez com a mesma tática.

– Caralho! É verdade! Vamos ajudar! São os cavaleiros das trevas. – Shinsou saiu correndo e todos o seguram para fora da casa. Quando todos estavam fora, Deku viu-se no mesmo cenário de três dias atrás, porém, dessa vez haviam Flashy Verus juntamente a Capsouls. Podia-se ver que haviam mais de três cavaleiros das trevas. Midoriya empunhou sua faca.

Dessa vez eu consigo! Pensou.

– Ah! Como isso é incrível! Adoro os gritos das pessoas! – Twice disse e encarou o grupo de adolescentes a sua frente. – Olha o que temos aqui gente! – a marca de um sorriso ligeiramente psicopata surgiu na máscara.


Notas Finais


É isso!!!
Espero do fundo do meu kokoro q vcs tenham gostado
Comentem oq acharam q me anima demaisss

Aaaaa olha as tretas!!!! MTA TRETA, ADOROOOO HEHEHE

Hum, Deku corado pelo Hitoshi (aquela carinha), mas KatsuDeku ainda reina aqui! Kkkkk

Ah, mas eu mesma vou matar os pais do Shigaraki >:/ filhos da puta! (É tão engraçado qnd eu odeio os personagens q eu crio kkkk)

Quem vcs chutam q seja o próximo personagem a aparecer? (Vc já sabe Moni, n fale :v)

Ah, eu peço q vcs leiam com muuuita atenção os capítulos, pois tem pequenas coisas q podem dar algumas dicas do q vai acontecer mais pra frente (até spoilers de alguns personagens misteriosos) além de q tem detalhes q eu retomarei em capítulos futuros q e n vou explicar como aconteceram ;)

Até o próximo!
Beijos da Ceci!
:3


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