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História Kyría mou (My lady) - SUPERCORP - Capítulo 2


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Notas do Autor


Eu estava fazendo uma capa pro capítulo, mas cheguei a conclusão que estava tirando a beleza da fanart acima, já que o artista (não quem é, pois peguei a imagem no pinterest) fez uma obra perfeita, não tem o que alterar na imagem.

Capítulo 2 - I. Sol e Lua


Fanfic / Fanfiction Kyría mou (My lady) - SUPERCORP - Capítulo 2 - I. Sol e Lua

Você, faz as escolhas.

Você, sofre as consequências.

Você, tem o livre arbítrio.

Você, jamais deve subestimar o amor de um deus pelos seus filhos.

Sol e Lua brigaram... E isso gerou catástrofes. Ouve um tempo que os Filhos de Rao e de Selene eram criados como irmãos.

Mas nada é eterno, mesmo que você seja imortal. Ambos os reinos se separaram, e mesmo com o passar dos séculos eles ainda se matam entre si, se odeiam..Mesmo sem saber o motivo de tal coisa. Até porque os líderes silenciaram as vozes de qualquer divindade existente nesse universo.

Os deuses se odiavam. Era isso que os Kriptonianos e os Vampiros achavam.

Os mesmos já não mantiam contato com seus criadores. E isso os entristecia de uma forma enorme...

Mesmo depois de tudo se resolver entre os deuses, não se reconcilharam. Suas primogênitas já se reencarnaram a alguns bons anos humanos. E doía ver a vida que as duas estavam levando...

É natural: As duas como os pais nunca — jamais serão saciadas por completo — seja no amor ou em relações sexuais...

Claramente estava destinado o encontro delas nessa vida, pois elas eram as únicas que poderá acabar com a guerra.

Mas a que preço?

                           [···]

                        K A R A  


Fui chamada na sala da minha líder, vulgo minha mãe. Diferente dos outros planetas o meu não é liderado por um rei ou rainha e sim pelo conselho. Eu sou a herdeira da casa Zor-El, apesar de saber que por Alura nunca ficarei na liderança. Cada casa é representada por uma família, que é liderada por somente uma pessoa — no caso da minha é "mãe", Alura Zor-El assumiu o comando quando seu marido, meu pai faleceu no campo de batalha. Ainda sofro com a morte dele, e por esse motivo as pessoas me julgam. Não que eu importe, mas já perdi as contas do tanto de "Todos já perderam alguém, isso é frescura." ou "Ela é a vergonha da casa Zor-El."


Enfim... Os julgamentos não é nada do que eu já passei ou passo. Com o tempo eu deixei isso pra lá, essas coisas são o de menos. O meu inferno pessoal sempre foi minha família, minha mãe se casou com um homem honesto e carinhoso... Meu primo é um exemplo, aquele que eu nunca poderei alcançar, nem mesmo em mil anos de treinamento. Alura uma mãe que fez de tudo pela filha ingrata.


Essa querido leitor é minha família, ou pelo menos o que querem que os outros pensam... Tome cuidado: Você pode ser facilmente enganado, manipulado e controlado. Isso é o que eles farão com você, anos vão se passar e você ainda vai ser um fantoche nas mãos dos superiores. Quando você morrer não fará diferença alguma, ninguém lembrará de você. Corra, corra o mais rápido que puder... Eles iram te alcançar.


— Soldado. — ouvi a voz de meu primo Kal-El.


— A tia Alura está te chamando no escritório.


Inferno. Suspirei pra não mandar ele atentar o namorado dele, que ninguém ao menos eu, sabia da existência. Digamos que depois da aliança com os Daxamitas, meu querido primo se apaixonou por Lard Gang, futuro rei de Daxam. Meu noivo.


"Familia."


Além de ter que perder tudo com ele como minha mãe, minha liderança, meu quase cargo de General; tenho que dividir meu noivo.


Eu não sei se é pra rir ou pra chorar.


— Priminha, Kripton chamando, Alô? — estalou os dedos na minha cara, infia esse dedo no teu rabo otário.


— Já vou, obrigada por avisar.


Atrapalhou meus pensamentos seu otário. Nem lembro mais... Essa praga só pode ser uma punição, devo ter colocado fogo no nojento do meu padrasto na vida passada. Se bem que seria um favor para humanidade, e todas as mulheres de Kripton agradeceriam.


Me levantei do meu assento lindo e confortável, para ouvir mais de uma das reclamações de Alura. Suspirei cansada indo em direção ao escritório da minha líder.


"Calma... Respira fundo..." as palavras de Alex ecoavam em minha mente.


— Senhora?


— Entre. Da próxima vez seja mas rápida.


— Sim, Senhora. Por que me chamou aqui?


— Tenho uma missão pra você. 


— Por que não pediu para Kal-El me informar?


Não que eu queira ver meu primo, longe disso. Mas é muito melhor encarar aquele otário do que minha mãe.


— Seu primo tem que resolver alguns assuntos pessoais. — comer o noivo da prima, olha que responsável Kal-El é...


— Claro...


— Bom te chamei aqui porque você é a única que restou.


— E o papai? — estremeci.


Alura sorriu apaixonada.


— Acabou de chegar de missão.


— Cruzes... — não dei conta do que tinha falado.


— Olha você já fala como uma humana. — falou com nojo. — Se afaste daquela mulher nojenta e da família dela.


— O nome dela é Alex... Danvers— raiva reprimida corria em minhas veias.


"Respire... Conte até três."


— O meu nome é Alura Zor-El, e eu sou sua mãe.


Sim... E eu sofro por isso, mas mesmo assim eu sinto pena de você. No final das contas eu e minha mãe nos amamos... Só somos diferentes.


Eu gostava do meu padrasto, quando eu tinha cinco à onze anos. Mas quando eu soube que os presentes, doces e carícias não era nada inocentes. E desde então sou obrigada a aguenter aquele nojento; já que minha mãe já mostrou não acreditar em mim. E que nunca deixaria seu amor, nem mesmo por sua filha.


— Me perdoe, mãe.


— Tanto faz. Chega de enrolação, sua missão é se infiltrar no Reino de Fengári, é uma missão perigosa. E sua experiência não será suficiente para enganar a rainha.


O reino de Fengári é comandado por Lena Luthor. Uma mulher empoderada e inteligente, porém cruel... Dominada pela ganância, superficial, liga apenas para riquezas e poder. E acima de tudo, ela é uma vampira. Quando seu pai morreu ficou na liderança do clã Luthor, o original. Todos os mortos mutantes é de origem Luthor,  que são os primeiros da linhagem. Sinceramente não me arrependeria de matar aquela mulher. Perdi a conta de quantos dos meus ela e seu irmão, Lex  Luthor, mataram.

Essa é minha vida...
Já que eu não posso alcançar a felicidade, irei lutar pelo meu povo. E se for preciso enfrentar toda Kriptonita existente eu enfrentarei.
Apenas espero que um dia...Eles gostem de mim.






Notas Finais


✨(Estou pensando...Acham que eu faço capítulos com a Lena narrando também? Talvez as duas no mesmo capítulo...)✨

🌈🏃Edit no tiktok:
(contém cenas da fic)🏃🌈


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