História La Casa de Papel - Berlim e Ariadna - Capítulo 9


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Categorias La Casa de Papel
Personagens Alison Parker, Berlim, Denver, Helsinque, Moscou, Nairobi, Oslo, Personagens Originais, Professor, Raquel Murillo, Rio, Tókyo
Tags Álvaro Morte, Amor, Andrés De Fonollosa, Ariadna, Bdsm, Berlim, Berlin, Casamento-forcado, Hentai, La Casa De Papel, Moeda, Pedro Alonso, Professor, Romance, Sadomasoquismo, Síndrome De Estolcomo
Visualizações 191
Palavras 575
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Harem, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi, pessoas! Desculpa a demora mas final de período é assim mesmo, sem tempo nem pra comer, e ainda estou assim, fiz esse no intervalinho do almoço.

Espero que gostem desse capítulo, é algo mais psicológico, eu gosto de trabalhar esse lado dos meus personagens.

Boa leitura!

Capítulo 9 - Companhia feminina


Fanfic / Fanfiction La Casa de Papel - Berlim e Ariadna - Capítulo 9 - Companhia feminina

P.o.V Ariadna

Enquanto visto a blusa uma forte batida na porta me assusta. 

"Berlim! " - a voz é feminina e ela bate novamente na porta. 

Berlim me olha e faz sinal para que vita logo a roupa. Termino de por o macacão e ele vai a porta.

"Berlim!!!" -a voz insiste e esmurra a porta. Me endireito na frente da mesa dele. Berlim abre a porta e vejo quem chama, a assaltante de cabelos curtos.

Tento lembrar seu nome, ela parece irritada como de costume.

"O Professor está ligando, e adivinha só?? Você não está lá! "

"Ah...sempre agradável, Tóquio" - ele fala cínico

Então é esse o nome, Tóquio, como poderia esquecer, adoro comida japonesa.

Uma pequena lembrança me passa, de um restaurante japonês perto do centro onde minha turma de faculdade ia depois da aula e a esperança de sair dali para poder visita-lo novamente. Mas a voz dela me traz a realidade.

"O que essa refém faz aqui?" -a olho

"A senhorita Ariadna relatava sua estadia aqui, que por sinal está muito agradável. Porque não aproveita a companhia feminina e a leva até a sala das garotas?" -ele da um sorrisinho e entrega uma chave - "O chefe tem que trabalhar !"

"Idiota" -ela revira os olhos

Ele sai sem nem me olhar

"Ei! Vamos, não tenho o dia todo" -ela chama minha atenção

Me movo indo pra fora da sala e La fecha a porta atrás de mim. Andamos em silêncio, ela segura uma arma um pouco pesada, não sei identificar. Me pergunto como consegue andar com aquilo, não pelo peso material mas pelo peso do que aquilo pode fazer a uma pessoa, carrega-la é como carregar a possibilidade, não é?

"Você não parece muito bem, tava precisando de algo?" -ela questiona

"Eu...não, eu só falei como estava me sentindo" -tento parecer convincente

"Ah, e como é que você ta se sentindo?" - ela parece esperar alguma resposta ou como se desconfiasse de mim

"Bem" -respondo 

"Você gostou da conversa?" - não sei o que falar nem o que pensa para iniciar essas perguntas. 

"Ele tava te assustando? Te botando medo?" - ela me faz parar segurando com as duas maos em meus bracos ainda por trás de mim, de modo que posso sentir a arma pendurada encostar em minhas costas e sua voz perto do meu pescoço

"Não.. Eu estou bem" -falo sem ve-la e um pouco trêmula

"É...estou percebendo" - o modo como fala me deixa em alerta, talvez ela tenha percebido e não tenha gostado, porque? Será que ela tinha algo com ele e por isso não tinha gostado? Esse pensamento não me agrada nem um pouco.

"Pelo jeito tem mais medo de mim que dele" -ela me solta e passa na frente, ando para acompanha-la. 

Chegamos na sala , ela abre a porta com a chave que Berlim a deu.

"Vai, entra!" -ele faz um aceno com a cabeça.- "Melhor ter mais cuidado" -  Logo que entro ela tranca a porta.

Observo a sala e as figuras ali.

Aqui, de novo. Na sala pequena com mulheres assustadas, vendo-as demonstrar o que tento esconder, o medo.

Penso nas atitudes de Tóquio tentando entender mas desisto, estou exausta. 

Aquilo nao valeu de nada. Ele me mandou pra aqui de novo. Me sento no chão e relembro tudo que aconteceu.

Chego a conclusão de que mesmo que não tenha servido para me ver livre desta pequena prisão foi ótimo estar fora por um tempo e com certeza eu nunca esqueceria.


                                                                      Continua.....


Notas Finais


Espero que tenham gostado, me falem nos comentários e end.

Se gostam do meu estilo, acompanhem também minha outra fanfic.

Noivas para os Sakamaki - Interativa

Os Sakamaki precisam de noivas e estas serão musas gregas. Sim, musas gregas. Elas serão entregues aos irmãos sádicos , mas antes terão um tempo para se conhecer. Será que essas uniões vão dar certo?? Será que nossos vampiros poderão se apaixonar??

https://www.spiritfanfiction.com/historia/noivas-para-os-sakamaki--interativa-9291019


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