História La Casa De Papel 4 - Capítulo 5


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Categorias La Casa de Papel
Personagens Arturo Román, Denver, Helsinque, Mônica Gaztambide, Nairobi, Personagens Originais, Professor, Raquel Murillo, Rio, Tókyo
Tags Bogotá, Espanha, Helsínquia, La Casa De Papel, Nairobi, Netflix, Palermo, Rio, Tokyo
Visualizações 20
Palavras 434
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Policial
Avisos: Heterossexualidade, Incesto, Linguagem Imprópria, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 5 - Capítulo 5


Fanfic / Fanfiction La Casa De Papel 4 - Capítulo 5 - Capítulo 5

POV. Professor


Ligo para a polícia para fazer mais uma negociação.


- Olá, Inspetora - Digo assim que atendem o telemóvel.


- Olá, Professor.


- Lembra-se do furão que os seus colegas encontraram?


- Sim, lembro.


Ouço algum barulho de fundo como alguém a quer falar, mas com a boca fechada e em seguida alguém a gemer e o que eu mais esperava.


- Sérgio! Eu estou v... - Ouço a voz da Raquel e sorrio pela minha amada estar viva.


- Olá, Raquel.



POV. Tamayo


Merda! O Professor ouviu a Murillo. Passo a mão pela cara e encaro a ex-inspetora, frustrado.



POV. Alicia


Sorrio.


- Professor?


- Bem, desculpem lá este tiroteio e espero que esteja tudo bem com vocês. 


- Sim, a nossa equipa está ótima. 


- Isso são boas notícias.


--------------


POV. Professor


Decido ligar ao Marselha depois de falar com a polícia.


- Marselha? - Pergunto.


- Sim?


- Como está a opinião pública?


- Da última vez que vi, estavam revoltados contra nós. O que é que foi aquilo?


- Declarei guerra à polícia porque achei que tinham executado a Lisboa, mas afinal não executaram. Contra-atacaram com o plano Álcatraz - Conta o Professor do outro lado do telefone. 


- Merda...


- Eu preciso de arranjes maneira de passar à opinião pública a notícia que a polícia usou a família de um dos assaltantes para nos alvejarem.


- A polícia fez o quê!? A quem? - Exclamo sem acreditar.


- À Nairobi.

- Mas ela está bem? 


- Sim, está bem.


- Ótimo. Que susto! Vou tentar passar despercebido às pessoas e dizer isso a algum repórter ou jornalista.


- Mas tem cuidado.


- Sim, eu tenho.


Desligo e espero que consigamos reconquistar a opinião pública a tempo. Suspiro.


--------------


POV. Nairobi


Vou com o Bogotá para a sala, onde me deram um tiro. O Bogotá vai buscar o kit de primeiros socorros e senta-se ao meu lado é faz-me um curativo.


- Obrigada, Bogotá.


- De nada.


- Hey, como vão as coisas lá em baixo?


- Vão andando. Sem ti estamos um pouco mais lentos, mas nada para nós preocuparmos e o Matías continua a atirar-se à Tokyo quando ela vai lá abaixo.


- Kkkkkkkk aquele Matías. Ele é um tipo doido kkk.


- Acho que já tem uma paixoneta do assalto - Comenta o Bogotá na brincadeira.


Rimo-nos e falamos um pouco até ouvir alguém bater à porta. Era o Helsínquia.


- Nairobi, tenho uma surpresa para ti e podes ficar com ela - Ele abre a porta e começo a chorar emocionada quando o vejo. Não posso acreditar! É ele.


- Axel...


Notas Finais


Desculpem o capítulo mais pequeno, mas eu precisava de acabar assim. Vem muita emoção para o próximo então preparem-se. Bjs😘


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