História La Consecuencia - Capítulo 1


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Categorias James Rodríguez, Kylie Jenner, Manuel Neuer, Robert Lewandowski
Personagens James Rodríguez, Kylie Jenner
Visualizações 866
Palavras 1.649
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Uêpa! Não é a minha primeira fanfic mas eu estou nervosa como se fosse. As coisas estão um pouco complicadas e eu sempre acabo me sentindo melhor quando escrevo histórias e leio comentários, enfim, eu espero do fundo de meu coração que vocês gostem da história e que queiram acompanhar o desenrolar dela, uma boa leitura! ♥️📚

Capítulo 1 - James Rodríguez?!


Fanfic / Fanfiction La Consecuencia - Capítulo 1 - James Rodríguez?!

05.45.am 

Meu celular vibrou embaixo de meu travesseiro me fazendo resmungar baixo e me remexer um pouco na cama, pisquei um pouco e me espreguicei na cama arregalando os olhos quando senti a perna de alguém junto á cama. Poderia ser a Rebecca, se aquela fosse a minha casa.

- Mas que merd... – parei de falar assim que me virei e observei a real situação, um homem estava deitado ao meu lado.

Engoli a seco levantando um pouco o cobertor, mas o larguei tapando a boca quando percebi que estávamos completamente nus. Ótimo, além de estar na casa de um desconhecido eu transei com ele! Sentei-me na cama com cuidado para não acordar aquele moço e enrolei o cobertor em meu corpo, levantei-me devagar olhando o homem dormir e comecei a procurar cada peça de roupa. 

- Tá de brincadeira com a minha cara? – disse baixo sentindo o meu corpo ferver ao perceber que minha blusa estava com alguns rasgos, semicerrei os olhos para o homem que dormia sereno. Passei a mão no rosto ao encontrar o meu short e vestir o mesmo, mordi o lábio inferior procurando algo que eu pudesse vestir, já que minha blusa estava um trapo. Encontrei uma blusa, provavelmente do homem que eu tinha dormido, bom... Não vai ser errado se eu vestir já que ele rasgou a minha blusa. Coloquei a blusa e calcei minhas sandálias, peguei uma folha que estava em cima do criado mudo e com uma caneta azul escrevi: Eu não sei quem você é, mas minha blusa está rasgada então eu peguei a sua. Desculpe.

Caminhei até a porta e a abri com delicadeza evitando qualquer barulho, desci as escadas com rapidez e tapei minha boca ao ver uma senhora na cozinha, provavelmente fazendo o café da manhã.

- Bom dia, senhorita – ela disse me fazendo abaixar um pouco a blusa daquele homem e sorri sem graça.

- Ah... Bom dia eu já estou de... Saída – apontei para porta e vi a mesma acenar para mim, corri até lá, mas parei ao ver um jardim imenso, me virei para observar a casa por puro impulso e abri a boca, era simplesmente uma mansão... Mais que uma mansão, era gigante. Arqueei a sobrancelha ao ver vários homens de terno em cada canto daquele jardim.

Caminhei até um deles enquanto eles continuavam com o olhar fixo para frente e encostei em um deles, que lentamente se virou para me encarar, aquele homem parecia ter dois metros de altura.

- Olá, hm... Poderia chamar um táxi para mim? – perguntei o encarando e o mesmo respirou fundo tirando um aparelho de seu bolso.

- Márcio, pode levar a garota para casa? Ótimo. – ele me encarou – O motorista irá leva-la para casa.

- Obrigada. – respondi baixo alisando os meus braços, seguranças? Mansão? Motorista? Aquilo era demais pra minha cabeça e eu não tinha a menor ideia de quem eu tinha passado a noite,  permaneci ao lado daquele moço até que outro me chamou, ele usava um chapéu, o que me deu a entender que seria o motorista.

- Bom dia senhorita...? – ele me olhou enquanto caminhava comigo e abria a porta de um carro esportivo que eu não fazia a mínima ideia do nome para que eu pudesse entrar. Assim feito me acomodei no banco o olhando assim que ele entrou no carro.

- Burkhardt, Clarice Burkhardt. – respondi com um meio sorriso e vi que o senhor me olhou pelo retrovisor, respondendo com um sorriso.

Disse o meu endereço como solicitado e alguns minutos depois eu estava em frente a minha casa, sai do carro e acenei para o mesmo.

- Obrigada! – disse ao senhor que sorriu me dizendo para ter um bom dia.

Mas como caralhos eu vou ter um bom dia se não faço a mínima ideia de com quem eu transei?

Suspirei com meus pensamentos e tirei a chave reserva da casa de debaixo do tapete, abri a porta e ao fechá-la atrás de mim corri até o banheiro, tranquei a porta, tirei o short e a blusa daquele homem antes de começar a tomar um banho quente. Enquanto a água caia sob meus ombros eu comecei a lembrar de exatamente o que tinha acontecido na noite anterior, Louise me levou á uma festa de alguns conhecidos, ficou completamente bêbada e foi transar com um cara qualquer, fiquei irritada e também comecei a beber e a dançar, alguém apareceu e começou a dançar comigo, minutos depois estávamos nos pegando. O único problema era: eu não sei quem é aquele cara e com certeza não iria perguntar a ninguém, como iria explicar que transei com um cara que ao menos sei o nome?

Sai do banheiro enrolada na toalha e caminhei em direção ao meu closet, peguei um short e uma blusa leve já que o clima em Munique estava tranquilo, sai do mesmo e segurei o pente,  pronta para começar a pentear o meu cabelo quando o telefone fixo começou a tocar na sala, revirei os olhos já que quase ninguém ligava para aquele número, desci as escadas com rapidez e atendi a ligação.

- Alô? – franzi o cenho me apoiando no sofá esperando alguma resposta.

- Por que caralhos você não me responde? – a voz estridente do outro lado fez com que eu me assustasse.

- Rebecca? – disse um tanto confusa.

- Não, a porra da borboleta que pousou no seu braço ontem! Claro que sou eu! Por que não me respondeu? Mandei mil mensagens para o seu celular e fiz no mínimo trinta e duas ligações!

- Meu celular?... PUTA MERDA O MEU CELULAR! – gritei ao lembrar que eu tinha esquecido a porcaria do meu celular na casa do desconhecido.

- NÃO GRITA NO MEU OUVIDO! O que tem o seu celular? – ela perguntou enquanto eu me sentava no sofá mal acreditando que eu tinha feito aquilo.

- Eu... Acabei de lembrar que o deixei no concerto, acredita que eu derrubei aquela porcaria no chão e a tela espatifou inteira? – menti.

- Acredito. – ela disse me fazendo rir nasalado – Mas então, papai me deu dois ingressos para assistirmos o jogo do Bayern de Munique contra o Borrussia Dortmund, vai encarar?

- Amiga... Sabe que eu odeio futebol! – respondi e pude ouvir os palavrões que ela resmungou.

- Você vai! Não tem ninguém pra ir comigo e ontem você passou o dia inteiro com a Louise! Já que não entende nada de futebol imagine que vai poder ficar olhando vários gostosos correndo atrás de uma bola enquanto papai grita com eles!

- Vou pensar no caso, Becca. – respondi.

- Não vai pensar porra nenhuma! Papai, a Claire vai! – ela gritou me fazendo soltar uma risada alta.

- Tudo bem, Rebecca! – respondi e encerrei a ligação.

[...] 

Passei o dia inteiro comendo e chorando pelo meu celular, pensando que eu era uma decepção para os meus pais já que eu só tinha transado uma vez e foi com um amigo no meu aniversário de dezoito anos e por incrível que pareça não demorei para pegar no sono, ao contrário do que eu imaginava. 

Meio dia e meia o telefone fixo novamente toca, agradeci a Deus naquele instante por ele não ter fio e estar exatamente ao meu lado, atendi ainda sonolenta.

- Bom dia, flor do dia! – ironizou por provavelmente supor que eu ainda estava dormindo - Papai está passando aí! Já estamos atrasados, o jogo é de duas da tarde!

Mal respondi a garota e dei um pulo da cama correndo para o banheiro.

Tomei um banho frio e fiz minhas higienes, coloquei uma calça branca e uma blusa do Bayern, agradecendo ao tio Jupp por sempre ter me dado essas camisas, caso contrário nunca compraria! Fiz uma maquiagem leve e penteei o meu cabelo, calcei um tênis e assim que peguei a minha bolsa escutei a buzina.

- Já estou indo! – avisei enquanto descia as escadas e abria a porta.

- Boa tarde, Clarice – tio Jupp disse enquanto eu entrava no carro me fazendo sorrir para o mesmo.

- Boa tarde, tio Jupp! Se seu time ganhar, pode me pagar um lanche?

- Só pede lanche porque sabe que o Bayern vai ganhar! – ele disse enquanto Rebecca me abraçava de lado.

- Que bom que veio! – ela disse enquanto sorria me fazendo virar para encará-la 

- Me obrigou, Rebecca Heynckes! – retruquei fazendo ela rir e tio Jupp seguir caminho para a Allianz Arena.

[...]

- Para de comer, cacete! Essa batata é minha! – dei um tapa na mão de Becca enquanto a mesma se acomodava na cadeira da área vip e voltava a roubar a minha batata.

- Cala a boca e vamos ver a escalação! Papai nunca erra! – ela disse enquanto olhava o telão, sempre gostei de ver os jogos apenas pela visão que aquela área vip proporcionava, era o local mais alto, mesmo que Munique não fizesse tanto calor assim nesta época do ano eles continuavam deixando todos os ar-condicionado ligados, uma lanchonete, e a vista perfeita do telão que ficava na parte superior do estádio.

- Eu não ligo para a escalação, nem para o jogo. Só sei que seu pai me prometeu um lanche se o Bayern ganhar. – dei de ombros.

- Neuer é um gostoso... – ela suspirou enquanto observava a foto do homem que passava no telão.

- Tudo bem, pode deixar de ser uma tarad... – calei a minha boca ao ver a foto do homem com quem eu tinha dormido passar naquele telão “James Rodríguez, 11”. Arregalei os meus olhos engolindo o seco e permaneci com o olhar fixo ao telão mesmo não estando mais com a foto dele ali. 

Eu transei com um jogador de futebol, esqueci o meu celular em sua casa e o pai da minha amiga ainda é treinador desse jogador.

- James Rodríguez... – sussurrei para mim mesma ainda sem acreditar no tamanho da merda que eu tinha feito.



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