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História La haine et l'amour - Sebaciel - Capítulo 3


Escrita por:


Notas do Autor


Oi, sei que estou demorando mt pra' postar, mas as aulas começaram e meu ânimo para postar diminui.
Sou o tipo mais idiota de escritora, tenho ótimas ideias, mas nunca sei como desenvolve-las bem, então me perdoem mas n postarei semanalmente como antes.
Não irei abandonar nenhuma das minhas histórias, apenas seguirei no meu tempo okay?
Enfim, fiquem com mais um cap.

Capítulo 3 - Capítulo três.


Fanfic / Fanfiction La haine et l'amour - Sebaciel - Capítulo 3 - Capítulo três.

-Anteriormente-

(Adeus, tenho coisas para fazer.

Digo desligando o celular e indo até o banheiro, tiro minhas peças de roupa até sobrar apenas minha roupa íntima, jogo o resto em um armário especial para roupas que precisam ser lavadas, e depois preparo a banheira, percebendo que sinto falta dos mordomos…

Depois de um bom banho eu me visto com uma camisa tamanho GG que fica perfeita para dormir, pego um livro aleatório na prateleira e começo a ler, depois de umas doze páginas eu apago.)

-Agora-

No vazio cabe um monte de coisa, mas nenhuma se encaixa. Todas deslizam pelo rio de lágrimas que inundam todos os meus andares vazios. A hora que eu chorar, vai ser o choro mais triste do mundo. -Tati Bernardi

Acordo com meu despertador tocando, tenho quase certeza que será esse o som de quando eu morrer e for para o inferno. Não que eu acredite muito nisso, Deus, satanás, anjos e demônios, não me importo, se não me atrapalharem eu não ligo a mínima, quando minha hora chegar eu estarei pronto para ir, mas se não está na hora peço que esses seres não fiquem no meu caminho.

Era sábado então não teria aula, levanto e desligo o despertador, volto para a cama e sinto meus olhos pesarem, então capoto rapidamente.

//Sonho on//

—__(Cenas fortes, quem for sensível aconselho pular.)__—

–Oi oi garotinho– Um homem se aproxima de mim. – soube que você está muito calado, espero que não esteja planejando fugir… – fala rindo esperando uma resposta, mas não falo nada. – Estou falando com a parede por acaso? – nada. – Olha aqui seu bostinha… – Ele aperta meu rosto com sua mão esquerda. – Ou você me responde ou eu vou te ensinar a usar essa boquinha linda! – Diz alterado. Ele falava cuspindo.

– …Nojento, repugnante, sinto pena de quem convive com você… – digo calmo, porém assim que eu termino de falar sinto um impacto forte o bastante para me derrubar, eu e as outras crianças que foram pegas dividiamos algo parecido com uma sela, mas nesse momento todos estavam afastados de mim, eu entendo, não querem ser pegos, afinal… sair dessa cela… significa morte. Quando percebi já estava sendo levado para uma sala, provavelmente pelo fato de eu ter desafiado aquele homem…

– Eu disse para me responder quando eu falar com você criança… – O homem colocou uma máscara com uma tubo ligado a uma máquina em mim, depois de alguns segundos minha visão estava embaçada, porém eu não sentia que iria apagar, eu estava bem acordado, até que eu senti que estava sendo drogado, levo uma injeção na nuca.

– Aaaaaaahhh! – gritei desesperado, meu corpo ardia… era como se milhões de agulhas tivessem sem aplicadas por todo meu ser, minha alma doía. – Aaaaaaaaaaahhh! Para! – tentei pedir, porém a máscara abafava minha voz.

– Olha quem está falando… – nesse momento eu estava em uma mesa de metal, ele começa a tocar meu rosto descendo para me pescoço, onde fica olhando por um tempo… – Sabe… eu não sou gay nem nada, mas você é tão lindo que parece uma menininha linda, se você for um bom garotinho eu posso ser gentil… – disse desabotoando minha camisa, eu não conseguia me mover, mas tentei resistir gritando.

Nojo, medo.

Porque ele não faz isso com sua mulher, sua aliança evidência que é casado.

Eu não pedi por isso, não quero, não me sinto bem, não posso.

Nojo, dele, por enquanto, nojo da situação, talvez nojo de mim.

Medo, dele, medo da dor, medo do que ele vai fazer, medo porque eu não pedi isso.

Nojo, medo, apenas mais vazio.

– PARA! PARA POR FAVOR! – ele da um tapa no meu rosto, e começa a descer minha bermuda. – por… favor… – começo a soluçar, mas ele tira todas as minhas roupas, e depois tira as suas.

– Eu até seria gentil, porém me pergunto o que aconteceria se eu fosse bruto… será que seu corpinho aguentará? – começa a beijar meu peito, descendo até meu pênis. – Se você não tivesse um pau seria bem mais bonito. – ele começa a se masturbar, eu só consigo chorar e soluçar, mas quando vejo ele se posicionar para me penetrar começo a me debater.

Nojo, medo.

Consigo ouvir tudo, absolutamente tudo, o som da sua mão fazendo movimentos maliciosos, sua voz que me deixa enojado, a mesa de metal fazendo barulhos agoniantes, minha voz que saí arranhando minha garganta, meu coração.

Meu vazio ainda aumentando

– NÃO! não não não por favor… – recebo um soco no estômago, que me faz vomitar, pensei que ele pararia quando visse que eu vomitei, mas ele riu.

– Tão patético, vou estragar esse corpinho delicado…

Eu só queria morrer, nojo e medo, era isso que eu sentia, era como se eu estivesse sendo rasgado, não era bom, nunca seria bom, não tinha como, só doía, por fora e por dentro, a alma e o corpo, a mente e o coração, quanto mais eu gritava de dor, mais ele me estocava, eu não conseguia ver nada além da minha própria ruína, mas eu sabia que estava sangrando. Eu acordo na "cela", percebi que desmaiei, estava deitado no chão, meu corpo… todo doía, e eu não conseguia ficar em pé, olhei para minhas penas e vi que saía junto ao sangue um líquido esbranquiçado, e eu vi que me olhavam com nojo e pena, não os culpo, eu também estava enojado e com pena de mim mesmo. Agora totalmente vazio.

//Sonho off//

Acordei, eram 17 horas ou seja, eu dormi por umas 2 a 3 horas e percebi que estava suado e chorando, então me levanto e vou direto para o banheiro, nesses momentos eu sinto falta do emma, meu gato branco de olhos azuis de raça angorá, e da Sophie, minha cachorra branca com manchas marrons e olhos castanhos da raça Cavalier king charles spaniel, por mais que eu tenha alergia a gatos os dois de certa forma foram um "presente" da minha tia red uns meses depois do resgate das crianças sequestradas. E com remédios eu fui me acostumando com isso.

Eles sempre estão comigo quando eu acordo, por isso quando eu tenho esses pesadelos, o Emma se deita nos meus pés já que foi treinada para não chegar muito perto do meu rosto, e Sophie começa a me lamber, é bem mais fácil esquecer essas coisas quando eles estão comigo. Esse era o papel do meu antigo cachorro Sebastian… esse nome agora soa engraçado, aquele imbecil consegue aparecer até quando estou pensando em meus animais. Riu com o pensamento. Me levanto da cama e vou direto para o banheiro, higienizo meu machucado e jogo fora a faixa, já estava suja demais para um dia. Termino de me vestir e resolvo investigar o paradeiro das drogas, eu sabia que teria que ir para a festa da próxima sexta, seria uma festa no salão principal da colégio por conta do Halloween, onde só teria alunos e seus acompanhantes, provavelmente muito álcool e pelo visto drogas, eu sabia que se não começasse a controlar isso logo, a festa seria uma ruína.

Pego meu celular.

·•Grupo de Elite•·

(106 mensagens)

Eu não entendia porque de tanta mensagem, mas não tinha tempo para isso, então fui falar direto com quem eu queria.

«Grell»

-eu:

Ei, preciso que faça um favor para mim, é sobre as drogas e as merdas que os alunos tão fazendo, e não fale nada sobre isso para ninguém.

-grell:

Só vem falar comigo para isso(。•́︿•̀。)…

Grell, eu não tenho tempo!

Tá tá! Eu vou fazer… pera… você quer comprar?!?! Eu sabia!

Não seu imbecil!

***Sua!!!

Tá bom. **SUA** IMBECIL

agora sim… não pera…

Grell o seguinte, temos até sexta-feira ou a situação vai ficar feia, então quero que você como aluna/representante/governanta do terceiro ano, converse e descubra quem é o comprador mais recente, tenho quase certeza que os maiores consumidores sejam o terceiro ano. E não fale sobre isso com ninguém.

Tá, mas nem com o grupo da elite?

Não, nem com eles, tenho uma aposta que pode ser meu sucesso ou minha ruína, mas eu confio que você não tenha nada haver com a venda e, porém não tenho certeza sobre os outros.

Que aposta merda, você tinha qualquer pessoa, e me escolhe? Pelo menos agora eu sei que você confia em mim

Eu não confio tanto em você, mas tenho um curto prazo, preciso jogar com rapidez.

Jogar?

Esquece, só… faça o que eu digo, e conseguiremos erradicar o núcleo das vendas.

Taaaaa boooooom, farei isso se você me falar mais sobre o novo professor-assistente do primeiro ano…

O que?

Digo… soube que vocês tem um professor assistente novo muito interessante, quero mais informações!

Mds… eu mereço msm.

Merece, e se não fizer eu vou pedir ajuda no grupo…

Não! Tá… eu posso fazer algo.

Algo?

Eu te apresento ele.

Oi?????? Sério??????? Como??????????????????

Fazendo oras, eu consigo te apresentar ele segunda, mas quero informações até lá!

Okay chefinho!

(Figurinha de um emoji apaixonado)

Mas só para poder me apresentar com mais elegância, como é o nome dele?

Sebastian, Sebastian Michaelis

Aaaaaaahhh! Até seu nome é lindo<3


Desligo meu telefone e saiu do quarto, pretendo ir a enfermaria para pegar mais faixas.

Enquanto caminho começo a pesar em como vou apresentar o Sebastian a grell, sinceramente eu posso fazer com que seja algo casual, mas do jeito exagerado da grell vai ser estranho de qualquer maneira. Enquanto minha mente estava em marte, eu tropeço, e antes de cair ou no mínimo passar mico, alguém me segura.

– Deveria prestar atenção quando caminha pelos corredores. – Pensando no diabo…

– Me solte. – digo me afastando

– Porque tirou a faixa? – pergunta olhando para minha mão.

– Porque eu quis, algum problema?

– Nenhum, apenas queria saber, pode acabar infeccionando, e isso seria péssimo.

– eu estou indo na enfermaria.

– Para?

– Para trocar a… – droga. – Apenas saia e me deixe ir.

– Okay, mas… cuide da ferida direito.

– Hum. – digo acentindo.

Começo a andar sem olhar para trás, dessa vez tomando cuidado para não cair. Chego na enfermaria e como sempre está vazio, pego um saquinho com vários bolinhos de faixas enroladas, então escolho um aleatoriamente e desenrolo o bastante para cobrir minha mão. Eu encaixo minha mão de qualquer jeito sem paciência, saindo do local vou direto para meu quarto, mesmo tendo dormitórios o colégio não tem muitos lugares abertos para alunos que passam o final de semana na escola, antes de abrir a porta do quarto, lembro que a biblioteca está aberta e que como são no máximo 18 horas não deve ter quase ninguém, ou seja, está silencioso e tenho o lugar praticamente para mim.

Me dirijo para o biblioteca, e quando chego lá como esperado não tem muita gente, consigo avistar uma garota muito distante, no fundo da sala, parece ter dificuldades para ler mesmo com seus óculos, vou direto para a estante de terror psicológico, pego 'the turn of the screw', já tinha visto, porém nunca parei para ler, então me sento na outra ponta da sala, começo a ler e como sempre, me perco no tempo, quando saio do mundo literário, uma menina está tentando pegar um livro no último andar da prateleira bem em minha frente, sem sucesso ela olha para mim, porém percebo que ela desiste da ideia rapidamente, talvez tenha percebido que eu não estou afim, ou só viu que eu sou menor que ela, logo em seguida, ela tenta novamente… derrubando os livros apoiados no que ela desejava, caindo para trás, ela totalmente envergonhada com uma pilha de livros no chão, olha para mim novamente, e dessa vez por mais tempo e com uma cara sofrida, então falo:

– Não. – digo "recusando" seu pedido de ajuda.

– P-p-p-por fav-or… – diz gaguejando, ela se levanta lentamente e como seu óculos tinha caído de seu rosto, tenta se apoiar em algo mas falha pisando em seu óculos. Nesse momento eu fiquei com pena desse cena deplorável, quando eu ia me levantar e ajudá-la, um ser alto e totalmente desnecessário aparece.

– Cuidado senhorita, aqui seu óculos. – Diz Sebastian pegando e logo em seguida entregando os óculos fundo de garrafa da garota.

– A-ah m-m-muito o-obri-gad-da… – diz ela os pegando e ajustando em seu rosto, quando ia dar um passo a frente, tropeça em um livro e cai no Michaelis. – Aaaaaahhh! D-d-desculpa!

– *suspira*, sem problemas… – Sebastian diz aparentemente incomodado, porém isso não era algo tão perceptível.

– Ei! Vocês já podem parar com o showzinho… apenas recolham os livros e pronto. – digo já irritado com toda a cena, estava muito incomodado, e quando digo isso, Sebastian me olha um tanto surpreso, para logo dizer…

– Está tão incomodado?…

– Sim, bastante.

– Ciúmes?

– Oi? – Pergunto me surpreendendo com a audácia.

– Você está com ciúmes? – Perguntou agora já um pouco distante da garota e mais perto porém nem tanto de mim.

– Quando você for algo além de mais um peão insignificante… talvez um dia eu te use para me satisfazer… – digo seco agora perto de seu rosto, vejo aparecer um pequeno sorriso de canto.

– Eu adoraria ser uma peça do seu jogo… – Ele diz me provocando, sem sair de perto. Eu parei para observar que ele não estava com o seu terno de trabalho, estava com uma camisa de manga comprida de lã preta com o primeiro feixe desabotoado, e uma calça de moletom igualmente preta.

– E-e-ei… meni-i-inos… – fala ela interrompendo… sei lá que merda foi aquilo. – Que-e-em s-são v-vo-o-ocês?

– Prazer senhorita, meu nome é Sebastian Michaelis, sou o novo professor-assistente do primeiro ano, e esse é…

– Basta, não sou mudo, posso me apresentar, sou Ciel Phantomhive, representante do primeiro ano. – Digo antes que o moreno me apresente.

– A-a-ah! M-meu n-n-nom-e-e é… M-Mey-Rin. – diz a garota de cabelos vermelhos vinho a minha frente. – B-bem já são-o 6:53, é-é m-m-melhor e-eu ir…

– Sinceramente vocês arruinaram minha leitura. – Digo pegando o livro que havia escolhido e desviando dos livros caídos eu o devolvo. – Boa noite. – Quando ia me retirar, Sebastian segura meu pulso. – Me solte.

– Apenas queria ver algo mais de perto. – Diz desviando o olhar para minha mão.

– *Tsck* me solte – puxei minha mão me retirando do recinto.

Fui direto para o quarto, lembrei que passei o dia sem comer… nenhuma novidade, porém tenho que lembrar Tanaka de mandar meus doces, caso contrário ficarei de mal humor, mais do que o normal.

Deito na cama e começo a pensar sobre os acontecimentos na biblioteca, começando pela queda da ruiva, foi engraçado porém nem tanto porque tirou minha atenção da livro, o showzinho dela e do Sebastian, irritante e desnecessário, querem flertar ou coisa do tipo vão para um lugar bem longe de mim, de preferência nem façam nada, não que seja algo importante, até porque eu não me importo, mas como envolve um professor isso seria ruim para a escola… já basta Alois e o professor claude do terceiro ano, agora… a hora em que eu e Sebastian começamos a discutir… foi estranho, nó início eu estava com raiva, depois eu queria continuar com aquilo, e no fim tudo que eu queria era me aproximar mais do seu rosto, sua presença me deixa diferente, é bom e me deixa meio energizado… eu não sei a palavra certa… é algo bom, como se o mundo não pudesse me machucar, eu queria mais, eu quero mais dele… digo, desse sentimento. Que merda é essa que você está pensando ciel?

Levanto da cama e vou até o interfone…

– Olá, boa noite, é a recepção? – falo para confirmar que eu havia discado o número correto.

– "Sim boa noite, quem fala?" – responde uma voz fina porém modificada por conta do telefone.

– O aluno Ciel Phantomhive.

– "Oh, em que eu poderia ajudar senhor Phantomhive?" – Eu raramente falo com a recepção, nunca precisei de ajuda com problemas escolares ou informações, então são poucas as vezes que recorro a eles. Eu raramente falo com a recepção, nunca precisei de ajuda com problemas escolares ou informações, então são poucas as vezes que recorro a eles.

– Bem, como sabe, sou representante de turma, e recentemente o colégio ganhou um novo professor-assistente, como representante eu fiquei responsável por… tornar sua mudança e chegada ao colégio mais fácil, porém mal tivemos tempo para nos falar, então estava pensando se você poderia me ajudar, quero o número de Sebastian Michaelis. – digo o mais educado possível.

– "Mas senhor… os números são confidenciais…" – Eu sabia disso.

– Poxa, o novo assistente estava tão perdido, tão aflito, ele queria muito minha ajuda, e sem o número talvez ele não consiga informações o suficiente sobre os alunos e seja motivo de piadas e brincadeiras dos estudantes…

– "A-a-ah… é… tá bom, eu passo, mas por favor mantenha segredo sobre a conversa e o número…"

– Sim, eu guardo o segredo, obrigada por tudo, mas o número é…

– "o número do professor-assistente Sebastian Michaelis do primeiro ano é…****-****"

– Obrigada, adeus.

– Ade– desligo antes dela terminar.

Salvo o contato e fico um tempo pensando o porquê disso, eu podia apenas me afastar, mas não queria. Eu quero continuar jogando esse jogo.


Notas Finais


Eu tentei, eu juro, mas tá aí.
Qualquer coisa podem me corrigir sobre qualquer erro.
Obrigada até mais.


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