História La jugadora - Capítulo 9


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Categorias Douglas Costa, Gianluigi Buffon, Gonzalo Higuaín, Paulo Dybala, Sami Khedira
Personagens Paulo Dybala
Tags Dybala, Futebol!, Juventus
Visualizações 223
Palavras 1.528
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Esporte, Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 9 - Conclusões


27 de Dezembro de 2019

POV Astrid

            Já havia passado dois dias desde meu primeiro e único, até agora, beijo com o jogador argentino e uma coisa tinha que confessar para mim mesma, aquele momento e aquele homem não saiam da minha cabeça de modo algum. Comentei com Bela e Lou ontem, em nossa festinha do pijama, o acontecido e as duas me incentivaram a dar essa chance de conhecer alguém e permitir que Paulo entrasse em minha vida, pois, de acordo com elas, eu não deixava que ninguém se aproximasse o suficiente para fazer parte da minha vida e principalmente da vida de Matt.

- Faz tempo que você está pensativa – Lou chegou me oferecendo uma xícara de chá

- Pensando na nossa conversa apenas – Dei de ombros aceitando o chá

- Você sabe que estamos certas Astrid, se fechar desse jeito para todos os que tentam se aproximar de você não faz bem.

- Eu sei, é só que o Matt não precisa de mais uma perda se alguém conviver o bastante para talvez se tornar uma presença masculina constante, ou até mesmo um pai para ele – desabafei – Também sei que nós mulheres, e homens também, temos capacidade de criar um filho(a) sozinho(a) e educá-lo(a), não dependendo de outra pessoa

- Concordo com você, não importa o sexo, gênero e sexualidade, todos(as) podemos criar uma criança sozinho(a) se assim desejar, mas também sei que o Paulo já está entrando na sua vida e na vida do Matt e sei que você já percebeu que seu filho só se acalma quando está no seu próprio colo e no do jogador. Conheço o Paulo e afirmo que ele não faria nada para te machucar e acabar machucando o Matt também, o coração dele é mais puro que isso, talvez seja exatamente por isso que ele conquistou nosso bebê no instante em que o conheceu. – Concluiu seu pensamento e me abraçou apertado - Mas agora chega de falar disso e me conta o sexo do bebê, por favorzinho – pediu juntando as mãos e fazendo um bico e eu gargalhei

- Nada disso dona Louise, ninguém mandou você e o Douglas escolherem eu e o Paulo para organizarmos a revelação do sexo do bebê, agora aguenta essa ansiedade aí que faltam 2 meses para você saber – Falei rindo dela

- Isso não é justo, estou odiando essa ideia, já faz 5 dias que eu fiz o ultrassom, tu podias me contar – implorou

- O chá de revelação é com 6 meses Lou e não com 4 meses

- Astrid por favorzinho, não pode deixar uma mãe ansiosa tu sabias?

- Sem chantagem mulher, se aquieta aí que vai ser incrível – falei rindo vendo sua cara emburrada.

- Bom dia amores da minha vida – Douglas chegou em casa gritando

- Shiiiiu Douglinhas que o Matt está dormindo – falei e logo escutei um chorinho – ou estava

- Aí, desculpa Astrid – desculpou-se enquanto eu levantava e apenas concordei

Cheguei ao meu quarto, sim eu tinha um quarto só meu na mansão do casal, e logo tirei Matt do berço dele, dei banho no mesmo e o arrumei para descer.

- Oi Paulo – cumprimentei-o ao adentrar a cozinha e me deparar com o mesmo

- Oi Astrid e oi garotão – cumprimentou de volta e logo tratou de pegar Matt no colo

- Lou já começou a chantagear você para saber o sexo do bebê? – perguntei após alguns minutos

- Ah sim, de acordo com ela não é justo eu saber e os pais não – Deu risada

- E ainda deixá-la na ansiedade por mais 2 meses – completei sorrindo e o mesmo concordou

- Você vai ficar para a tarde de filmes? – questionou – Soube que Sturaro e Bela irão vir

- Sim, eu e Matt iremos ficar até amanhã aqui – respondi – e Bela e Stefano ainda irão ser um casal – afirmei

- Concordo, os dois não se largam mais, só ficam de conversas, mas sempre negam o início de algo mais – comentou

Após conversar banalidades com Paulo e depois de o mesmo terminar de dar a mamadeira para Matt, deixamos o bebê com nosso casal preferido, vulgo Douglas e Lou, e começamos a fazer o almoço.

- Não acredito que você trouxe mumu* Paulo – gritei ao abrir as sacolas que o mesmo havia deixado em cima da bancada quando chegou

- Mum, o que? – perguntou confuso

- Mumu – falei e ergui o pote

- Isso é Dulce de Leche Astrid e não isso que você disse – falou se aproximando

- Não começa com esse sotaque argentino jogador – falei enquanto abria a tampa do pote e pegava um pouco com a colher

- Por quê? Você gosta quando falo castelhano jugadora? – chegou sussurrando perto de mim, enquanto observava o efeito que causava em meu corpo – A pele arrepiada, teus olhos fechados, a respiração aumentando já te entregam mi ángel, te gusta esto? – perguntou no exato momento em que abri meus olhos e me perdi naquela imensidão esverdeada que ele chamava de olhos - Yo amo dulce de leche, pero apuesto que voy a gustar más de la mezcla de él con tu sabor – sussurrou para então me beijar e tentar provar sua teoria

Paulo Dybala tinha uma cara de garoto, um jeito de menino-homem, uma responsabilidade de adulto e com toda a certeza que tenho em minha vida uma pegada de quem sabe o que faz e como faz. Nada com Paulo era monótono e chato, nem nossas conversas banais, nem as conversas sérias e muito menos os beijos, pois saber beijar na medida certa, mordiscar o lábio, chupar a língua de alguém não é para qualquer um e combinando tudo isso com o aperto na cintura, com uma das mãos, e a puxada firme, não forte, no cabelo eu poderia gozar ali mesmo só com essas sensações.

- Não faz isso comigo jogador – falei quando nos separamos só o suficiente para respirar

- Fazer o que mi ángel? – perguntou olhando em meus olhos

- Chegar assim de repente, bagunçar minha vida, me beijar dessa maneira me segurando como se não quisesse que eu escapasse – respondi

- E quem disse que eu quero que você escape Astrid? – sorriu

- Eu só tenho medo de você se cansar de tudo e acabar se afastando de mim e do Matt, ele não merece isso – E eu também não, completei mentalmente

- Não vou me afastar do Matt, ele já faz parte da minha vida tanto quanto eu faço parte da dele – comentou selando nossos lábios – Nós somos dois adultos, podemos lidar com tudo, só não termos pressa que tudo vai se ajeitando – beijou minha testa – Ok?

- Ok jogador, obrigada por sempre entender minhas preocupações e na próxima vez que eu ver sua mãe vou abraçá-la e agradecer muito por ela ter feito essa beldade que está em minha frente – comentei sorrindo

- Assim você infla meu ego jugadora – sussurrou a última palavra em meu ouvido antes de mordiscar o lóbulo me fazendo soltar um leve suspiro

- Não vale só você brincar comigo – falei ao dar mais liberdade para os beijos e leves sucções que ganhava em meu pescoço, ganhando um riso como resposta

- Vale sim, mas agora temos que terminar o almoço – falou e se afastou me deixando parada com um gostinho de quero mais

- Você não pode deixar uma garota nesse estado e se afastar assim Paulo – falei exasperada e escutei sua gargalhada como reposta

- Eu disse para irmos com calma, sem pressa – respondeu dando uma piscadela com o olho

Depois do episódio “amassos e vamos com calma” na cozinha voltamos a cozinhar e logo já estávamos todos almoçando e nos preparando para uma tarde de bobeiras e filmes. Bela e Sturaro chegaram juntos, gerando um risinho geral para o casal que ficou envergonhado, escolhemos 4 filmes, um de comédia, um de terror, um de heróis e o último de romance com ação, sentamos entre os 3 casais mesmo, tendo Douglas e Lou em um sofá, Bela e Sturaro em outro e Paulo, eu e Matt em um colchão no chão mesmo, cada um com uma coberta, já que fazia um pouco de frio. Quando começou o terceiro filme Matthew já dormia tranquilamente em meu peito, então logo tratei de levá-lo para o quarto e o colocar no berço, deixando a babá eletrônica ligada, voltei para a sala de cinema, deitei debaixo das cobertas me aconchegando em Paulo e logo recebi um beijo na testa e um cafuné nos cabelos.

Enquanto Paulo brincava com meus cabelos me fazendo piscar os olhos lentamente, comecei a repassar o dia e cheguei a duas conclusões: 1ª) Paulo já era essencial na vida de Matt, pois meu filho já tinha se apegado a ele e 2ª) O argentino era apaixonante em todos os sentidos e não demoraria para que eu caísse de amores por ele, se isso já não viesse acontecendo. Chegar à conclusão que se você passar mais tempo ao lado de uma pessoa incrível irá fazer suas barreiras caírem e você se apaixonar realmente não é um processo fácil, mas é óbvio que com o tempo, se nada mudasse, eu acabaria amando Paulo Dybala.


Notas Finais


Como vocês sabem eu faço faculdade, já passei da metade, e meu tempo está escasso, só consegui postar hoje porque é feriado aqui. Enfim, espero que entendam e eu não irei abandonar a história, mesmo atualizando um pouco menos, espero que logo as provas passem e eu possa atualizar com mais frequencia. Beijos e até breve!
Mumu* - É o mesmo doce de leite, porém nós gaúchos, a maioria, chamamos de mumu.


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