História La Kamé House - Capítulo 38


Escrita por:

Postado
Categorias Dragon Ball
Personagens Androide Nº 18, Bills, Bulma, Freeza, Goku, Kuririn, Marron, Nappa, Vegeta, Whis, Yamcha
Tags Bulma, Burlesque, Dragon Ball, Freeza, Gangsters, Goku, Saiyajins, Vegebul, Vegeta
Visualizações 131
Palavras 2.885
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Festa, Ficção, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oie gente! Como estão? 😄

"É dia de véspera de natal. Todos se organizam para compartilhar a noite mais esperada do mês, porém, ninguém imagina o que vem por aí. Freeza não leva em consideração as ameaças de Broly. Será que ele está subestimado o inimigo?"

Boas vindas aos novos favoritos! Já somos 99 ~~~Yay~~♥♥♥ Rumo aos 100! *-*

Obrigada pelos lindos comentários!♥♥♥
@BatataReal, @DeboraBriefs, @ralfhx, @LolitaBriefs66, Aysha1995, @godinight,@Clara2512,@aline_carneiro, @Bra_briefs6,@Ray1369, @Zuzuomelete, @Girodri, @Controlz, @Danni_1, @pedritaetrs, @nissotan, @mabelcarli,@nairobi76,@Bra2918.

Agradecimento especial ao @Godinight pela imagem que ele me enviou para ser usada no capítulo! Valeu, Gu! ♥

Boa leitura! Divirtam-se!

Capítulo 38 - Quarto ato: Freeza


Fanfic / Fanfiction La Kamé House - Capítulo 38 - Quarto ato: Freeza

Já era véspera de natal.  A cidade de Satan City mantinha-se iluminada pelas luzes natalinas, pelos enfeites que deixavam as casas e os prédios com um colorido vermelho e verde especial, misturado com o branco da neve que teimava em cair diariamente.

~~Bulma~~

Que dia eu vou ter hoje. Meu último dia na Kamé House. Vou me despedir logo no festival de natal. Estou tão ansiosa, que estou ficando com falta de ar. Enfim, eu darei início à uma nova etapa na minha vida. A partir de amanhã, nasce uma nova Bulma Briefs. Presidente da Corporação Cápsula, membro da sociedade mais perigosa da cidade, temporariamente, claro, futura senhora Sadala e mãe de primeira viagem. Acho que eu vou surtar.

- Mas, olhando pelo lado bom, que época maravilhosa! Amanhã já é natal! Esses meses passaram muito rápido mesmo.

 Eu deveria estar ajudando Chichi nos preparativos do jantar nessa manhã, mas eu ainda não tive tempo para preparar a surpresa para o Vegeta. Ai, meu Kami, espero mesmo que ele reaja bem a notícia do nosso bebê. Eu iria ficar arrasada se ele rejeitasse o nosso filho. Mas, não importa se ele não quiser. Será meu bebê e eu contra o mundo.

-Bebê, não vejo a hora de saber se você é um menino ou uma menina. Assim, posso começar a comprar suas coisinhas.

Fui a uma loja, onde eu encomendei uma camisa de bebê bordada. Nela está escrito “Estou chegando, papai”. Ok, parece ser meio brega. Mas, sabe, eu até achei a ideia bem fofa. Eu vou coloca-la em uma caixa de presente e assim quer der meia noite, eu vou entregar esse presente ao Vegeta. E aí, não faço ideia do que pode acontecer. Espero mesmo que ele goste.

~~Vegeta~~

Neve. Também nevava naquele dia. O dia que meu pai partiu. Para muitos, o natal é uma data alegre e divertida. Para mim, sempre foi uma data triste. Eu sempre passei essa data, na maioria das vezes, sozinho. Meu pai sempre estava ocupado em suas noites regadas em álcool e prostitutas. Minha mãe não se importava muito em me ligar. E meu irmão era muito pequeno para poder entrar em contato. Ou seja, era apenas a neve e eu.

Nappa até tentava amenizar as coisas para mim. Me entregava os milhares de brinquedos que meu pai usava para preencher o vazio que ele deixava. Bem, os brinquedos eram ótimos, mas qual era a graça de ter de tudo e não tem com quem brincar? Não receber um abraço ou não ter a presença da família?

Pelo menos, esse ano vai ser diferente. Esse ano vou estar com ela. Minha Bulma. Claramente, eu preferiria algo mais particular. Algo mais a dois. Mas, eu não poderia recusar o convite do senhor Bardock. Ele disse que vai ser uma noite importante e que gostaria de contar com a presença dos sócios. Bulma me disse que vai me fazer uma surpresa. Eu estou bem curioso. Acho que vai ser a primeira vez que eu vou ter uma boa noite de véspera de natal.

~~Freeza~~

~~ Três meses atrás~~

~~Aeroporto de Satan City~~

- Lord Freeza, já estamos chegando em Satan City. – disse Rikum.

-Ótimo. Já estava aborrecido com essa demora. – disse Freeza

- Então, o tal Broly parece que já mexeu seus pauzinhos. Ouvi dizer que ele conseguiu muitos sócios e aliados. Acredito que ele vá ser problema, senhor. – disse Rikum.

- Aquele garoto? Um problema? Hohohohoho. Ah, meu caro Rikum, você sabe ser bem cômico quando quer. Ele é só um menino mimado querendo vingar a morte do paizinho dele. Mal sabe ele que se não fosse por nós, o pai dele o haveria eliminado da face da Terra. 

- Como Assim, Lord Freeza.? 

- Permita-me contar-lhe uma história que poucos sabem sobre os Les sept, ou para ser mais específico, sobre três de seus membros originais: Bardock, Vegeta e Paragas, o pai do Broly. 

Há muitos anos atrás, o exército decidiu desenvolver um projeto para aperfeiçoar seus soldados, os tornando quase invencíveis: o projeto saiyan. O objetivo da fórmula que estavam desenvolvendo era dar super força, resistência aumentada e mais velocidade a quem injetasse a fórmula. Eles queriam criar supersoldados. Por seus excelentes desempenhos físicos, Bardock, Vegeta e Paragas foram selecionados para serem cobaias desse experimento. Muitos outros soldados morreram na tentativa. Mas, os três se saíram vitoriosos, apesar de todo sofrimento durante os procedimentos. 

Era incrível! Eles conseguiam devastar regiões em grande velocidade. Infelizmente, eles não eram imunes a ferimentos e quase sempre acabavam em leitos de hospital. Um quarto experimento foi feito, mas algo saiu errado. Vários soldados aliados foram mortos por uma besta descontrolada. Bardock achou por bem destruir o laboratório. Ele se uniu a Vegeta e conseguiu o feito. Porém, Paragas já tinha outra opinião sobre o caso. Ele ficou furioso com os dois inicialmente, mas depois eles mantiveram uma convivência pacífica. Pelo menos, era o que Bardock acreditava. 

Os três decidiram deixar o exército e seguir uma vida normal. Viraram grandes homens de negócios. Porém, Paragas não havia esquecido do projeto. Ele começou a estudar uma forma de desenvolver uma nova fórmula. E ele decidiu usar o próprio filho como cobaia. Ele imaginava que o material genético dele deveria ter passado ao filho uma resistência maior, o que permitiria que ele suportasse as doses da fórmula. O erro dele foi  querer estender o experimento, sequestrando os filhos mais velhos de Vegeta e Bardock. 

Bardock e Vegeta ficaram furioso. Eles localizaram o laboratório clandestino de Paragas e acabaram destruindo todo projeto mais uma vez. Porém, em um acesso de loucura, Paragas voltou ao seu laboratório, na tentativa de salvar seus dados e acabou morrendo no meio do incêndio. Para a esposa de Paragas, tudo foi culpa dos dois. E é por isso que Broly quer vingança. 

Quando chegaram ao laboratório, Paragas já havia injetado o soro nas três crianças. Porém, aparentemente, o soro não fez efeito. Pelo menos, isso é que eu sei. Mas, suspeito que Bardock sabe de alguma coisa. 

- Nossa, Lord Freeza. Que história incrível. Mas, como sabe de tudo isso? 

- Hohohoho. Eu era um dos cientistas da equipe que produziu o soro. Mas, infelizmente, não fiquei com nenhum dado importante. Quando reencontrei Bardock, por acaso, o convidei para formar essa sociedade devido seus “talentos” únicos. Ele trouxe Vegeta posteriormente.  

- Interessante. Mas, e se o garoto manifestar alguma aptidão física melhorada? Ele pode ser perigoso! – disse Rikum.

-Humpf... Não se preocupe. Cão que ladra não morde. – disse Freeza.

- Mas, senhor Freeza, se a questão de Broly é com Bardock e Vegeta, por que ele o está procurando? Por que ele quer se vingar do senhor? – perguntou Rikum.

- Bem, digamos que eu tinha certa proximidade com Paragas e, sem querer, acabei entregando a localização do seu laboratório. Claramente, eu não estava disposto a suportar um Black e um Sadala irritados no meio das reuniões. Então, facilitei as coisas para eles. Para Broly, eu devo ser um traidor. Bem, acho que já pousamos. Vá. Verifique se está tudo limpo. Não quero ter surpresas. – disse Freeza.

- Sim, senhor. Só um minuto. – disse Rikum, que desceu do jatinho particular. Ele verificou a pista de pouso, enquanto Freeza se deliciava com um copo de conhaque. Após averiguar que estava tudo nos conformes, Freeza desembarcou e foi para seu escritório.

- Ah, como é divino voltar a esse clima agradável de Satan City.- disse Freeza.

- Se-se-senhor, tem um rapaz ali fora, bem nervosinho querendo falar com você. – disse o secretário do escritório. 

- Ora, ora. Um visitante inesperado. Pode ser divertido. Deixo-o entrar, meu caro. – disse Freeza 

Um jovem loiro e alto entrou na sala. 

- Humm. Bom dia, jovem. Em que posso ajudar? Perguntou Freeza, que caminhou e sentou na sua cadeira. 

- Bom dia? O cacete! – disse Broly, sacando uma arma do bolso e mirando na direção de Freeza. – A brincadeira acabou, Freeza.

- Hohohohoho. Jovens... Sempre tão impulsivos. – Freeza estalou os dedos e, de repente, Broly estava cercado. – Recomendo que abaixe sua arma e que se sente. Você deveria aprender a ser mais civilizado. Ah! Esqueci... Você não teve um pai para lhe ensinar bons modos.

- Filho da... – disse Broly, que ia partir para cima de Freeza, mas sentiu um cano de revólver em sua nuca.

- Nem mais um passo. – disse Yuz, um dos homens de Freeza.

- Hohohoho. Mandei você sentar. Você é surdo? – disse Freeza, em um tom irritado.

- Tch... – resmungou Broly, que guardou a arma e sentou em uma cadeira. Yuz sentou-se ao seu lado, mantendo a arma apontada para sua cabeça.

- Estou esperando. Diga. Sou um homem ocupado. – disse Freeza.

- Eu vim aqui só para te avisar que seus dias de glória nessa cidade estão contados. – disse Broly. 

- Hohohoho. Quanta confiança! E o que te faz ter tanta certeza? Ponha-se no seu lugar. Você não é ninguém, rapaz. Seja mais inteligente e saia logo daqui. Saia de Satan City e nunca mais volte. É a coisa mais inteligente que você pode fazer. - disse Freeza.

- Hahahaha. Está propondo que eu fuja? Você realmente não me conhece. Acha que vou fugir que nem um bichinho indefeso? Eu sou capaz de coisas que você nem imagina. – disse Broly, encarando Freeza.

- Vejo que é bem ousado, garoto. Cuidado. Você está em um território desconhecido. Não seja idiota que nem seu pai. – disse Freeza

- Lave sua boca antes de falar do meu pai, cretino! Eu vou te matar! Pode esperar! – disse Broly, batendo na mesa do escritório e levantando.

- Lord Freeza, quer eu apague esse palhaço? – perguntou Yum.

- Hohohoho. Você sonha demais, garoto. Não precisa se exaltar, Yum. Deixe-o ir. – disse Freeza.

- Mas, Senhor, você tem certeza? – perguntou Yum.

- Absoluta. Ele não é ameaça alguma a mim. É só um garoto idiota. – disse Freeza.

- Agrr... Você vai ver, Freeza. Você vai pagar por isso! – disse Broly, que se levantou e saiu pela porta do escritório

-- 3 meses depois –-

Freeza admira a cidade de Satan City de sua janela. Rikum e Yum entram na sua sala.

- Com licença, Lord Freeza, mandou nos chamar? – disse Rikum.

- Sim, meu caro Rikum. Eu preciso saber o que descobriu durante sua última investigação. – disse Freeza.

- Bem, como suspeitamos, eles estavam todos reunidos no Hotel Kaioh. Acreditamos que eles vão começar a agir. Lord Freeza, por que você simplesmente não apaga ele de uma vez? – perguntou Rikum.

- E acabar com toda a diversão? Hohoho. Jovens... Sempre tão afoitos. Usem a cabeça por alguns instantes. Por que me livraria de alguém que vai agilizar todo o processo para mim? Deixe que ele faça o serviço sujo para mim. No fim, quando ele tiver me livrado do estorvo, eu mesmo acabarei com ele. – disse Freeza.

- O senhor é mesmo muito sábio, Lord Freeza. – disse Yum.

- Bem, se não têm mais nada do meu interesse, podem se retirar. Eu tenho algumas coisas para resolver. – disse Freeza.

- Nada mais a acrescentar, senhor. Com sua licença. – disse Rikum, que se retirou junto com Yum.

- A ceia de natal desse ano terá um toque vermelho especial. Hohohoho. – disse Freeza, se deliciando com um copo de whisky.

~~ Mansão dos Blacks~~

~Manhã da véspera de natal ~

- Anda, moleque, tá com as pernas amarradas, é? – disse Bardock, irritado.

- Calma aí, pai. Eu só tenho dois braços! – disse Kakaroto

- Te vira! Eu quero essas mesas organizadas! E ai se eu achar alguma fora do lugar. – disse Bardock.

- E por que você não contratou alguém para fazer isso? – perguntou Kakaroto.

- Por que eu gastaria dinheiro com algo que eu mesmo posso fazer? Um monte de cavalo desses em casa sem fazer nada, eu resolvi botar vocês para pegar no pesado uma vez na vida.

- Aff... Odeio quando vocês inventam essas festas de fim de ano. Eu trabalho feito um burro. – disse Raditz.

- Pense pelo lado bom: você é um burro trabalhador. Aliás, já pode parar de zurrar por aí e vir ajudar seu irmão. – disse Bardock.

- Hahahahaha. Se ferrou, Raditz! - Kakaroto começou a sorrir.

- O outro pelo menos zurra feliz. – disse Bardock, olhando para Kakaroto.

- Pai, você sabe que, tecnicamente, se seus filhos são burros, o senhor também é, né?- disse Kakaroto.

- COMO É? Espera aí, menino, que tu vai sentir o coice do burro velho nesse instante. – disse Bardock, correndo em direção a Kakaroto.

- EI! BRINCADEIRA, VELHO!- disse Kakaroto, que saiu correndo em disparada. – Ô MÃEEE! – ele gritou.

- Ah, cacete! – disse Bardock.

- BARDOCK BLACK! O QUE PENSA QUE ESTÁ FAZENDO? – perguntou Gine, aparecendo na porta do salão de festas.

- O-o-oi, meu amor. Na-nada. Só uma brincadeira entre pai e filhos. – disse Bardock.

- Humpf... Não ouse triscar um dedinho nos meus meninos, está ouvindo? Ou nada daquilo para você hoje. – disse Gine, cruzando os braços.

- Iiiih. Vai dormir no sofá... – disse Raditz.

- Hahahaha. Foi mal aí, paizão. – disse Kakaroto.

- Aff... Você só vive mimando esses meninos, por isso que eles são essa carga de inutilidade... – disse Bardock.

- Oh, querido, não diga isso dos nossos meninos. Eles trabalham muito e dão o melhor deles para lhe agradar. Seja mais amoroso. – disse Gine.

- Aff... Lá vem você com essas breguices. Eu tou criando homens, não menininhas de vestido rosa. Homem tem que ser tratado diferente. É por isso que o Goku anda desmunhecando por aí. – disse Bardock.

- Hã? Que conversa é essa, pai? – perguntou Raditz.

- Xiu... Sai do meio, menino. Não te chamei na conversa. Vai cuidar das tuas coisas. – disse Bardock.

- Senhora Black, onde eu coloco esse arranjo? – perguntou Maron

- Coloque naquela mesa, querida. É a mesa para a família. – respondeu Gine.

- Senhor Black, tem certeza que não posso ajudar em nada? – perguntou Chichi.

- Não mexa um dedinho, mocinha. Não quero que nada aconteça com meu netinho querido. Vai se aquietar em algum canto. – disse Bardock.

- Mas... – reclamou Chichi.

- Quieta! Vai se sentar em algum lugar! Deixa que o Kakaroto vai fazer as coisas. Mas, já que quer fazer algo, por que não revisa a lista do buffet? Veja se está tudo nos conformes. – disse Bardock.

- Tudo bem, então. – respondeu Chichi, que saiu um pouco contrariada.

Alguns minutos depois, Kakaroto caminhou até a mesa onde Chichi estava sentada.

- Oi, meu amor, está trabalhando pesado, ein?! – disse Chichi.

- Ai, nem me fale, Chichi. Minhas costas estão me matando. – disse Kakaroto, se espreguiçando. – Mas, vale a pena pela nossa noite especial. Está ansiosa? Seu pai chegará em algumas horas no aeroporto. – ele disse, sorrindo.

- Estou um pouco nervosa. Espero que nossos pais se entendam. Sabe, seu pai tem um jeito bem peculiar... Então, não sei se meu pai e ele vão se entender. – disse Chichi.

- Calma, Chichi. Vai ficar tudo bem. Eu prometo. Vou conversar com o papai e tudo vai ficar tranquilo. – disse Kakaroto, que se aproximou de Chichi e lhe deu um beijo nos lábios.

- Bora acabar com esses agarramentos e voltar ao trabalho? – perguntou Bardock.

- Aff... Hoje o senhor está nível 10 em pé no saco. – disse Kakaroto. – Nos vemos quando eu terminar, meu amor. – ele disse, dando outro beijo em Chichi.

- Tudo bem, amor. – disse Chichi.

-Tch... Vai trabalhar, seu preguiçoso. – disse Bardock, dando um tapa na cabeça de Kakaroto.

- Ai, pai. Me deixa em paz ou eu chamo a mamãe de novo! – disse Kakaroto.

- Tch... Covardia... – disse Bardock.

De repente, Goku Black aparece no salão de festas.

- Bom dia, família querida. – ele disse, sorridente.

- Eita, isso são horas? Estamos quase terminando e você nem para vir ajudar. – disse Raditz.

- Humpf... Como seu fizesse questão... – disse Goku Black.

- Então, Goku, tem alguma novidade para mim? – perguntou Bardock.

- Nada de novo, velho. – disse Goku Black.

- Tem certeza? – perguntou Bardock.

- E eu mentiria para meu próprio pai? – perguntou Goku Black, encarando Bardock dando um sorriso malicioso.

- Humpf... – resmungou Bardock.

- Bem, eu tenho que sair. Tenho negócios para resolver. Até mais, família perfeita. – disse Goku Black, acenando de costas.

- ORA! Mas, esse cara de pau nem vai ajudar a gente!? – disse Kakaroto, chateado.

- Relaxa, garoto, estamos quase terminando. Te concentra nas tuas tarefas. – disse Bardock, enquanto observava Goku Black sair pela porta.

 ~~Goku Black~~

Goku saiu da mansão dos Black e partiu em direção ao escritório de Zamasu. Alguns minutos depois, eles estavam cara a cara na sala de Zamasu.

- E então, Goku Black, me traz alguma novidade? – perguntou Zamasu.

- Bem, tudo como planejado. Eles já estão organizando tudo para o jantar de hoje a noite. Está tudo como imaginamos. – disse Goku Black.

Zamasu acendeu um cigarro e caminhou em direção à janela, sendo observado atentamente por Goku Black.

- Ótimo. Hoje à noite, a véspera de natal vai ter um sabor especial. – disse Zamasu, tragando o cigarro.

Goku Black se aproximou dele pelas costas e o envolveu pela cintura.

- Sabor de vingança. – ele disse, sussurrando no ouvido de Zamasu e depois deslizando a língua em sua orelha.

- Hahahahaha. Isso vai ser tão divertido. – disse Zamasu, deslizando a mão no rosto de Goku Black.


Notas Finais


Oie gente! Que tal o capítulo?
Pronto, esse é o último "filler". O próximo capítulo vai dar início a verdadeira ação da estória! Hehehe.

Vamos descobrir os planos de Broly e o que ele e seus comparsas vão aprontar com os Les Sept.

Bem, a estória dos saiyans eu trouxe de volta porque o Vegeta tinha mencionado no seu capítulo de apresentação. Vamos fingir que eles são tipo o Capitão América, só que sem o escudo, mas sem super poderes, nem ki, essas coisas. kkkk

Como já disse: NINGUÉM ESTÁ A SALVO! Então, não se apeguem muito.
(Brinks,podem se apegar sim ♥. Mas, saibam que não tem ninguém imune.)

Obrigada por ler! Até o próximo capítulo! Beijinhos ♥♥


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...