História La Mansíon de Papel - Capítulo 1


Escrita por:

Postado
Categorias La Casa de Papel
Visualizações 6
Palavras 594
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Mistério, Policial, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Nudez, Suicídio, Tortura
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Primeriamente o básico né meus amores, não fiquem gritando
"AAAAAAAAA, VÃO TRAFICAR ÓRGÃOS NO PRIMEIRO CAPÍTULO!!"
Muita calma nessa hora, primeiro o reencontro de todos, pah.

Capítulo 1 - O renascer do amanhecer


Silene Oliveira:
Estou no brasil, um país pobre de cultura, mas muito bom para lucrar... hahahahaha, estaria com o cabelo já cortado, bem curto (Igual a Úrsula na vida real haha)
Vestido preto,  e salto-alto cinza escuro
Após o roubo, na casa da moeda, não se ouve falar do professor, o seu número de whatsapp era irrastreável, e era maravilhoso a idéia de convidá-lo, visto que nunca mais nos falamos, porém, eu estaria casada com Rio, o Anibal Cortés, que têm o número do professor... estariamos brigados, pois ele gostaria que o professor compartilhasse, eu agi com honestidade, e ele não, liguei para o mesmo, e usei minha inteligência para convencê-lo à me dar o número do professor, Sérgio.

- PORRA, VOCÊ VAI ME CAGUETAR TÓQUIO?! — Gritou, Anibal
- Não, eu apenas irei encontrar com o professor, e irei marcar um encontro conosco... afinal, ele é um velho amigo, não é? — Disse eu, e logo após uns segundos sorri.
- Boa sorte! estarei jogando o novo lançamento do GTA 6, tchau! — Cortés desligou na minha cara, e logo após ri, e anotei o número do professor, e o liguei

O professor estaria nú, em cima de Raquel, e beijando o pescoço da mesma, que também estaria nua, naquela cama bagunçada, e num quarto pequeno, então o celular dele toca em uma chamada de  aúdio no whatsapp, então o professor veste os seus trajes, que são... uma blusa jeans grande. camiseta branca, e calça jeans, e sapatênis marrom.
- Amor, você é tão lindo... — Disse Raquel, atrás do professor, alisando seu peito.
- Raquel... — Disse o professor calmamente, retornando a ligação, e aguardando a mim atender...
- Boa tarde? — Blefou o professor e riu
- Professor, mais educação... — Blefei eu rindo
- Precisamos ter uma conversinha sério, Tóquio.. — Disse o professor
- Por quê não ligou? — Perguntei eu
- Coisas... — O professor corou-se, e riu
- Sei... — Ri eu, e continuei acrescentando — - Estou traficando drogas na capital do Brasil, Brasilia... 
- É algo mais sério que não pode ser comentado por telefone, Tóquio! — Disse o professor, e acrescentou — - Confio em você...
- Eu acho que sei o que é... lembro de um ensinamento seu muito bom... à respeito de... — Disse eu, logo após sendo interrompida pelo mesmo —
- Isso mesmo! BX0 — Disse o professor, era um código do ensinamento, nós conversavamos por códigos, eu entendi! por quê você quer entender, quer nos caguetar? seu merda!
- ISSO! — Ri batendo palmas com o celular na orelha e cabeça pendendo.
- Podemos nos encontrar, eu, você, "Rio", "Nairóbi", no rio de janeiro as quatorze da tarde, no dia 1 do cinco Tóquio?! — Perguntou o mesmo e acrescentou blefando — - É claro que pode, não é? — Riu o espânico —
- Você pergunta e mesmo responde? — Sorri, e acrescentei blefando — -  Um do cinco? só falta o sete, não é?! — Ri —
- Até lá... — O espânico desligou.

No encontro, estaria eu, Nairóbi e rio, no rio de janeiro...

- TÓQUIOOOOOO — Anibal me abraçou eufórico
- Rio... — Disse eu em um tom baixo, e emocionante,  e correspondi o abraço —
- Muito bem... — Disse o professor, e deu uma sacola para cada um de de nós acrescentando — - Não abram a sacola até o dia sete. 
- Por quê deu essa merda antes então?! — Disse Anibal em um tom alto
- Por quê confio em vocês... — Disse o professor Sérgio.
Nairóbi olhando para o lado, segurando a sacola, logo após olhou o professor
- Desculpe professor, mas pra quê tanto mistério? — Perguntou Nairóbi
- Vocês saberão... — Disse o professor


Notas Finais


E esse foi o capítulo de hoje bebês, obrigado por chegarem até aqui!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...