História La Prostituta - Capítulo 2


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Ação, Gangue, Máfia, Prostíbulo, Prostituição, Prostituta, Romance, Tráfico De Pessoas
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Palavras 1.730
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Fantasia, Ficção, Hentai, Literatura Feminina, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Voltei, não postei esses dias pois estive lotada de coisas pra fazer ;3;... Enfim, tchau :)

Capítulo 2 - I


Fanfic / Fanfiction La Prostituta - Capítulo 2 - I

Mais uma vez estou pulando o muro da escola para fazer algo que eu realmente gosto, minha mãe não sabe que eu fujo da escola, mas mesmo se soubesse, ela não faria nada, ela nunca faz afinal ela passa tanto tempo transando com um monte de homem que chegando a nossa casa só quer dormir. Nem fala comigo, e quando ela fala são poucas palavras e o necessário, verifico meu celular e vejo que faltam 3 horas para as aulas acabarem, até eu chegar onde sempre nos reunimos demoro 30 minutos, e depois volto para casa.

-Cheguei, aonde vamos desta vez? – Perguntei quando ia me aproximando do circulo.

-Nós não você e eu vamos, temos que fazer uma entrega, mas preciso de uma acompanhante para conseguir entrar e entregar a AK-47 junto com a heroína e a morfina. – Demian, líder do nosso grupo, e meu amor secreto, fala olhando para mim do modo de persuasão.

-Beleza, mas como assim acompanhante? Como vamos lá? – Falo devolvendo o mesmo olhar para Demian. – Afinal eu não sei onde fica esse clube, acho que ele novo. – Seria fácil, o complicado é que como vou fazer para entrar com uma AK-47?

- Escolha um modelo de carro. – Ele me disse sorrindo de lado de um jeito provocante.

- Talvez... Uma Ferrari preta? Sempre quis andar em uma. – Digo sorrindo de uma maneira inocente, mas também sincero. Afinal era uma Ferrari e eu nunca tinha andado e eu sei que Demian tem esse modelo de carro, ele é milionário.

- Tudo bem, tudo bem. – Disse dando uma gargalhada. – Vai pra tua casa e se arrumar, o tema é formal, é um jantar que fui convidado, e um dos meus clientes vai estar lá, pra ser especifico é o anfitrião. – Disse um pouco mais serio, seu olhar era penetrante e invasivo, como se falasse “Vai parecendo uma mulher, não um homem como você sempre vem vestida”. Mas eu não ligo, venho de uma maneira mais confortável para dançar qualquer tipo de coreografia.

- Okay, eu vou agora, tchau galera. – Falo andando para a trilha no meio da mata que eu fiz para facilitar a minha caminhada até em casa.

Chego à rua da minha casa, olho no meu celular e vejo que são 14h30min, a aula acabou há 30 minutos e é o tempo que demoro a chegar a minha casa quando não pulo o muro da prisão que eu tenho que chamar de escola. Entro em casa e vejo Demian na sala conversando com minha mãe, algo que não escuto, mas parece que ele está dando em cima da minha mãe. Ignoro e faço barulho pra mostrara que eu cheguei, os dois me olham e minha mãe me olha sorrindo.

- Com licença, vou conversar com ela, já que o assunto é ela. – Minha mãe fala para Demian que responde com um acenar de cabeça e um sorriso sem mostrar os dentes. Quando minha mãe chega perto de mim e me puxa para seu quarto.

- Emili, por que não me disse que esse era seu namorado? Ele é muito bonito e também rico. – Minha mãe me olha curiosa, e eu respondo com um olhar confuso, mas começo a cogitar varias ideias do que Demian disse a minha mãe, para que me deixasse ir.

- Não achei que fosse uma informação necessária mãe, afinal a senhora nunca se importou com quem namoro ou deixo de namorar. – Disse dando os ombros. – Mas o que Demian queria afinal? Para ele vir aqui deve ser importante. – Desconversei, a fim de descobrir o motivo que Demian estava aqui.

- Ele veio ver se você quer ir a uma festa em que ele foi convidado, ele acha certo anunciar o namoro a pessoas de sua sociedade. – Minha mãe responde com um sorriso maior do que já estava o que me faltava era minha mãe querer Demian, isso seria uma coisa ridícula bom, no mínimo ridícula.

- Eu até iria, mas não tenho roupa para tal evento. – Disse novamente dando de ombros, se minha mãe fosse esperta saberia que é tudo uma farsa. Não tenho nem uma aliança no meu dedo há muito tempo.

- Ele disse que iria comprar. – Olho para ela impressionada. – Ele realmente é rico, como ele pode escolher você, tão sem sal, sem talento, só sabe ficar pulando como uma maluca. – Me olha com puro ódio, já que afinal eu tinha o homem que ela considerava perfeito, para ela, mas eu ignoro afinal nós somente estamos fingindo.

Tomo banho, me troco e vou a caminho da sala, encontrando Demian e minha mãe, que estava dando em cima dele escancaradamente. Faço-os perceberem que estou perto fazendo barulho com os pés.

- Estou pronta, amor. – Disse sorrindo falsamente e de maneira provocativa para a minha mãe, que fica furiosa, e percebo que não posso voltar para casa hoje, mas é muito bom provocá-la, afinal de contas ele era meu namorado de mentira.

- Que bom amor, vamos logo. – Ele fala enfatizando a palavra “amor”, demostrando que ele não tem interesse nela, e eu como sempre, rindo internamente para não apanhar, quero estar sem manchas que aparentam uma bela surra.

- Claro. – Respondo sorrindo. – Até logo mãe. – Olho para ela com um olhar de “Eu ganhei aceite, ele é meu”.

Junto com Demian entro em varias lojas de roupas, uma mais cara que a outra, praticamente me tacando vestidos, bonitos, mas não combinavam comigo. Quando eu estava começando a ficar cansada, achei o vestido que era lindo e perfeito para mim, ele era preto com rebites na parte superior da cintura (do umbigo pra cima, sim a cintura é no umbigo), de mangas rendadas também pretas.

Senti como se fosse amor à primeira vista, só que com roupas, você me entendeu. Após comprar o vestido fomos atrás de um sapato, no caso, um salto alto, tão bonito quanto o vestido.

- Demian... – Falo e ganho sua atenção. – Você não me disse quanto custa este vestido. – Digo balançando a sacola em minha mão.

- Não custou nada, a proposito, quer dormir em casa? Pelo que percebi, se você aparecer na sua casa, você vai ter sérios problemas para sair com vida. – Disse olhando nos meus olhos e percebo que Demian parecia preocupado, preferi acreditar que era uma mentira, estávamos somente fingindo e no meio de várias pessoas, é com certeza ele está fingindo.

- Preciso de um lugar para dormir mesmo, mas será que não vou incomodar? – Olho para ele curiosa, começando a acreditar em sua sinceridade, principalmente quando sorrio da minha pergunta obviamente idiota, ele mora sozinho, como vou atrapalhar? Lógico, ele deve comer uma puta ou outra de vez em quando.

- Não vai ser incomodo, acredite preciso de companhia naquela casa enorme cheia de seguranças, eu me sinto solitário. – Me fala com um olhar de cachorro sem dono que transmite uma pura sinceridade.

- Por mim tudo bem, obrigada por me alojar. – Sorrio para ele com sinceridade. – Mas agora, vamos nos arrumar, daqui a pouco temos que estar na festa. – Olho no relógio percebendo que são 16 horas em ponto.

Demian olha em seu relógio, arregala os olhos e me puxa em direção a uma Mercedes Benz cinza. Depois de uns 10 minutos nós chegamos a uma casa enorme cheia de seguranças, já percebi que estou na casa de Demian. Ele para na frente da porta principal, que é enorme e empurra com as duas mãos, revelando uma sala de recepção enorme, maior que a minha casa.

Subimos e fui levada para um quarto do lado oposto em que ele andava, muitas empregadas me puxavam e tentavam tirar a minha roupa para lavar e me dar banho, confesso que de inicio fiquei meio assustada, mas acabei percebendo que não fariam nada de mais comigo. Fui limpa em lugares que eu jamais imaginei que se precisava limpar, coloquei o vestido, o salto e me mandaram sentar na cadeira, que o meu cabelereiro iria chegar daqui a pouco. Fiz o que mandaram e quando sentei olhei no espelho e vi um homem com, no mínimo, umas 10 empregadas próprias para ajudá-lo a arrumar suas clientes.

- Sou Jaime, amigo de Demian e cabelereiro profissional, irei fazer seu cabelo hoje senhorita... – Ele me olha com uma duvida tão falsamente estampada que fico até com raiva em responder, mas por educação respondo.

- Emili, senhorita Emili. – Correspondo o sorriso falso com o mesmo nível de cinismo e ele fica serio, percebendo que eu só quero que tudo acabe logo por que estou morrendo de cansaço e quero descansar.

Puxaram, alisaram, enrolaram, fizeram maria-chiquinha, tudo o que era possível no meu cabelo, deixando ele como ele estava, só colocando algumas partes para trás e adicionando alguns enfeites, o que me deixou deveras estressada, mas procurei não demonstrar.

Chegou o maquiador logo em seguida, ele ao contrario do outro, foi bem rápido e ágil, finalizando logo a “não transformação”, como ele fala, já que o máximo que passei foi rímel, batom e lápis. Desço as escadas encontrando Demian no fim dela olhando para mim boquiaberto e totalmente impressionado estendendo a mão para a minha e depois a colocando dentro do arco formado sem eu braço.

- Está muito linda, deveria se vestir assim mais vezes, acho que até sua áurea parece outra senhorita, se me permite dizer. – Demian diz brincalhão com um sorriso de lado que o deixa excitantemente sedutor. Balanço a cabeça para tirar esses pensamentos eu era uma criança para ele, uma criança incrivelmente apaixonada, mas ainda sim uma criança.

Ele abre gentilmente a porta da Ferrari preta que eu tinha mencionado e fico impressionada.

- Não acredito que você tem uma. – Digo de boca aberta e surpresa.

- Não só uma, mas uma de cada cor e estilo possível, se me permite dizer. - Mais uma vez um sorriso brincalhão surge nos lábios dele deixando cada vez mais lindo.

Entro dentro do carro, Demian entra em seguida, dá a partida e vamos ao local do jantar.

- Emili, você está preparada? – Ele me olha nos olhos preocupado.

- Sim. Vamos lá? – Pergunto já me preparando pra sair.

- Antes de tudo... – Demian chupa meu pescoço e eu coloco a mão surpresa e assustada. – Estamos atrasados, temos que ter um motivo de acordo. – Responde dando de ombros. – Então, vamos fazer uma entrega ideal para o maior e melhor cliente.

Entramos no salão principal.

CONTINUA...


Notas Finais


Melhor coisa foi escrever este capítulo escutando "Too Little Too Late" da JoJo

Sim, sou fã de músicas de 2009, não me culpe :)


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