História La Tentación - Capítulo 15


Escrita por: ~

Visualizações 182
Palavras 3.456
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Luta, Policial, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


❤ Boa leitura!!! ❤

👉Essa fic seria até o capítulo 40, porém ao pedido do trio Ronaldet's ou Cristianet's ( Lily, Lana e Ray) que me pedem capítulos direto.
🔹 A fanfic terá 100 capítulos 😂😂😂👏👏👏👏👏👏👏👌

Capítulo 15 - Confuso


Fanfic / Fanfiction La Tentación - Capítulo 15 - Confuso

      Pov. Cristiano Ronaldo

Encaro a vagabunda a minha frente bebericando champanhe, achando que está sobre controle o seu plano de me matar, quando na verdade estou ciente da sua armação. Bebo a bebida no só gole, encarando seus olhos, enquanto observo-a bebendo tudo, nossa noite só está começando.

__ Você é uma delícia. - Diz maliciosa, retirando minha camisa.

__ Sou? - Questiono calmo, mordiscando seu queixo.

__ Sim, muito gostoso. - Responde risonha, deixando a taça na mesa e me puxando pra cama.

A deito no colchão ficando sobre seu corpo, beijo seus lábios com um pouco de agressividade, segurando seus braços com força e chupando sua língua.  Ela fica inquieta, enlaçando suas pernas no meu quadril, suspiro ofegante, a missão está ficando complicada, não resisto a uma mulher gostosa totalmente pelada na minha cama.

__ Estou molhada e você ainda nem me comeu. - Diz excitada, respirando ofegante.

Dou um sorriso de canto, aproximando minha boca da sua, encaro a vagabunda fixamente acariciando seu seio com minhas mãos e digo:

__ Quer ser comida pelo meu pau? - Indago firme sem deixá-la de fitar.

__ Sim. - Responde ansiosa.

__ A única coisa que você terá de mim, será a minha fúria. Vagabunda! - Digo frio enforcando essa puta com minhas mãos. Alexia me fita intensamente, seus olhos estão arregalados, rosto  vermelho e lábios arroxeados. __ Achou que iria conseguir me passar a perna?

__ Vo-cê es-tá me su-fo-can-do. - Diz aflita sem conseguir falar.

__ ME RESPONDA! QUEM É VOCÊ VAGUNDA? - Indago furioso, retirando o canivete do cós da minha calça e encostando na sua garganta.

__ Alexia! -  Responde de imediato.

__ PRA QUEM VOCÊ TRABALHA? - Indago frio, coloco seus braços a cima da sua cabeça segurando-os pelo punhos, enquanto, com o braço livre brinco com a ponta do canivete na sua garganta, fazendo um pequeno corte. __ Se eu furar sua veia, você morrerá. É melhor a vadia colaborar comigo.

__  Trabalho na gangue do Drácula. Seu inimigo. - Diz furiosa tentando se soltar.

__ Boa garota! Gosto assim obediente. - Digo sério.  __  Como ficou sabendo que estou querendo um herdeiro?

__ Ouvir no restaurante um dos seus capangas comentando que você está a procura de uma mulher pra engravidar, me candidatei a vaga. - Diz irritada, me fitando com raiva quando deixo um corte artificial no vão dos seus seios admiro o sangue escorrendo pela sua pele morena.

__ A vadia achou que sendo a mãe do meu filho teria motivos para me ameaçar. - Falo debochado.

__ Exatamente! A ideia era dá a luz ao seu primogênito e depois mandá-lo morto para a sua empresa. - Diz sarcástica, acerto uma bofetada tão forte que a marca avermelhada fica na sua bochecha com os cincos dedos da minha mão bem visível. Só de raiva corto a sua orelha direita e ela grita de dor, acerto um soco na sua boca e seus olhos lacrimejam, o sangue vermelho suja a minha mão. 

__ Ninguém irá encostar no fio de cabelo do meu filho, eu te mataria no mesmo dia, VAGABUNDA!. - Digo enraivecido.__ Tu não brinque comigo, eu posso parar de querer brincar com a minha vítima e te matar de verdade. 

__ Minha orelha! - Fala choramingando quando mostro a ela sua orelha na minha mão, o lençol branco está melado de sangue. __ O Drácula vai matá-lo. - Diz debochada.

__ Seu chefe está com os dias contados. - Respondo sádico. __ Qual o nome dele?

__ Não sei, ele não revela o seu nome para seus capangas só o chamamos de Drácula. - Responde séria. __ Você se chama Cristóvão?

__ Não. Tu é uma inútil, só me disse o básico, merece morrer. Mas, veja só? - Digo surpreso quando ela tenta soltar seu braço do meu aperto e derruba sem querer o travesseiro no chão deixando a vista sua pistola prateada. __ A vadia veio armada. Queria me matar? Qual o motivo da sua visita indesejável na minha empresa?

Pego sua arma destravando, meus dedos estão posicionados pronto para apertar o gatilho e matá-la.  Passo o cano frio pelas suas têmporas, tocando seu rosto até posicionar na sua testa, fito a Alexia friamente, ela engole a sua própria saliva, sabe que não tem escapatória e que está sendo inútil a sua tentativa de me matar.

__ O chefe queria explodir sua empresa. - Confessa amedrontada.

__ Desgraçados! - Resmungo enfurecido, doido pra mandar essa vagabunda para o inferno.

__ Se você me matar a sua filha morrerá. - Diz ameaçadora. Droga! Eles estão sabendo da existência da kristin, isso não é nenhuma novidade, mas será que eles estão seguindo-a?. __ Não acredita em mim? Pegue meu celular na bolsa verá a sua filhinha na mira dos nossos capangas.

__ Se tiver mentindo te mato. - Digo enraivecido, me levanto da cama pegando o seu celular na bolsa, mas sem deixar de apontar a arma na direção da Alexia. __ Qual a senha?

__ 34256 - Fala séria se sentando na cama e com a coberta pressionada no seu ouvido que ainda sangra. __ Entre no meu instragam e verás um dos meus capangas transmitindo ao vivo um vídeo da sua filha na nossa boate.

Maldita! Que diabos kristin está fazendo sozinha na balada? Distraída, bebendo todas, dois caras mascarados estão de olho nela. Pego meu celular digito uma mensagem rápida para o Douglas buscar a kristin na boate.

__ Tudo bem! Hoje você não morrerá. - Digo sério fitando o sorriso nos lábios dela. __ Mas, um tiro você vai levar.

Atiro na perna da Alexia e saio do quarto com a minha camisa e a sua arma na mão, no corredor ainda ouço o grito da vadia.

__ Desgraçado!

       Minutos depois....

Saio do carro e entro na casa do Douglas, ele abre a porta me deixando passar.

__ Cadê ela? - Indago irritado.

__ Vomitando! Tomou todos os tipos de bebidas e agora está mal. - Diz sério.

__ Merda! Eu vou matar a kristin. - Suspiro exacerbado.

__ Tinha três capangas de olho nela e um moreno beijando a sua filha. - Fala sério.

__ O quê? A kristin estava beijando um cara? - Pergunto enfurecido.

__ Não se preocupe, cheguei a tempo de impedir algo mais. - Responde calmo.

__ Vou levá-la para casa. - Digo irritado, caminhando rapidamente em direção ao quarto da Dafne e lá encontro a minha filha dentro do banheiro vomitando.

__ EU SAIO DE CASA POR UM SEGUNDO E VOCÊ JÁ FAZ MERDA. KRISTIN. - Falo ríspido.

__ Pega leve. - Dafne diz séria me impedindo de chegar perto da kristin. __ Ela está muito bêbada, não vai adiantar brigar agora porque amanhã a kristin não vai lembrar de nada

__ Foi mal, pai! - Diz meio grogue, ao se levantar escorrega quase batendo a cabeça no vaso sanitário. A seguro pelo braço encarando seus olhos verdes e suspiro fundo para não agredi-lá, não gostei da porra desse chupão no seu pescoço. Como quero matar o namorado dela.

__ Vamos embora. - Falo irritado a pegando no colo, ela enlaça seus braços no meu pescoço encostando a cabeça no meu peito.

__ Meu pa-i é gos-to-so Dafne! - Diz risonha.

__ Cuida dela! Releve, ela só bebeu muito porque vocês brigaram. - Dafne fala séria.

__ Se ela não mudar, irei mandá-la de volta para o colégio interno. - Aviso.

__ Não faz isso. - Dafne me segue pelo corredor. __ A kristin vai mudar, eu vou ajudá-la e a Pilar também.

__ Mulheres! - Bufo entediado caminhando para fora de casa. __ Douglas! Abre a porta do carro.

__ É sério! Ela não vai agir como uma adolescente irresponsável. - Diz firme, só sinto a boca da kristin chupando meu pescoço.

__ Um mês pra você mudá-la. - Digo sério.

Coloco a minha filha sentada no banco do passageiro, o cinto de segurança no seu corpo, e em seguida entro no carro. Dirigo em silêncio, cada dia que se passa mais problemas surgem, agora vou ter que redobrar a segurança da empresa, Drácula queria nos matar e para aumentar a minha irritação a kristin não para de quebrar as minhas regras. Ao chegar em casa, a levo para o seu quarto, em seguida mando a Dora minha empregada de confiança cuidar dela.

Na manhã seguinte....

Acordo sentindo uma umidade no meu pau, abro os olhos e encaro a Megan me chupando do jeito que adoro. Seus olhos se encontram com os meus e ela chupa cada vez mais rápido, sinto uma vontade louca de gozar na sua boca.

__ Gostosa! - Digo com a voz rouca acaricio seu cabelo curto, enquanto aprecio sua boca me engolindo. __ To precisando de sexo.

__ Estou aqui pra ser sua. - Diz calma lambendo a cabeça do meu pau, ela volta a me chupar e em poucos minutos gozei na sua boca.

__ No meu quarto, não. - Falo sério. __ Mas, a noite te procuro no seu quarto, tenho um assunto sério para conversar com a minha filha.

__ Vou te esperar nua. - Avisa maliciosa.

__ Pode esperar, as oito da noite estarei dentro da sua buceta. - Dou uma piscadela indo direto para o banheiro, tomo uma ducha demorada, fecho os olhos e a imagem que surge na minha memória é os olhos verdes da kristin me fitando maliciosamente na hora que a faço gozar. Suspiro fundo, desligo o chuveiro, pego a toalha me secando rapidamente, estou ansioso para saber se aquela rapariga está grávida. Quero meu filho nos meus braços, tenho tantas coisas a ensiná-lo, vai ser mafioso igual ao pai, sorri com meus pensamentos imaginando meu pequeno segurando uma arma nas mãos.

Visto a cueca, a calça jeans preta e uma camisa azul, em seguida vou para a cozinha, me sento na cadeira da mesa aceitando a vitamina que a Megan fez, ela inclina seu corpo para pegar as torradas, aperto a sua bunda e mordo as suas costas.

__ Para! Eu tenho cócegas. - Diz rindo.

__ Você fica gostosa nesse uniforme curto. - Falo safado alisando suas coxas e a colocando sentada no meu colo. __ Quando tu empina essa bunda, fico maluco pra te foder.

__ Chefinho! Para com isso. - Diz irritada, ajeitando minha camisa. __ Eu tenho muito trabalho pra fazer, não posso me desconcentrar.

__ Cadê minha filha? - Pergunto calmo mordiscando seu queixo.

__ Dormindo. - Responde tranqüila se levantando do meu colo. 

Depois do desjejum, entro no quarto da kristin e a encontro adormecida abraçada ao travesseiro, vestida só de lingerie cor de vinho, seu cabelo espalhado no lençol e as pernas emboladas na coberta não ajuda a me deixar calmo. Seus olhos se abrem e ela me fita com um sorriso nos lábios, mas logo faz careta ao tentar ficar sentada sentindo o efeito da sua bebedeira.

__ Bom dia! - Fala baixinho.

__ Bom dia! Gostou da farra? - Indago sério, cruzando os braços.

__ Sem sermão, minha cabeça está doendo. - Fala frustada se levantando da cama e entrando no banheiro.

A sigo tentando não fitar seu corpo seminu, ela coloca creme dental na escova de dentes e começa a escovar. 

__ Você saiu de casa sem a minha permissão, foi para uma boate onde a maioria das pessoas estavam drogadas e ainda beijou um cara desconhecido. - Falo furioso, ela me encara pelo espelho, abre a torneira colocando um pouco de água na boca e cospe fora.

__ Não estava sozinha e sim com o meu namorado. - Responde séria.

__ Namorado irresponsável te levando para lugares onde circulam o tráfico de drogas. - Falo enraivecido. __ Já avisei para uma das suas amigas que se você continuar quebrando as minhas regras, colocando a sua vida em risco, voltará para o colégio interno.

__ Eu fiquei 4 anos sem te ver, sem estar em casa, não vou voltar para a universidade, enquanto todos os alunos estão de férias. - Responde severa. __ Você está sendo insensível, eu preciso ter privacidade, coisa que não tenho no internato.

__ Pensasse nisso antes de se achar a esperta fugindo de casa com esse namorado ridículo que você arrumou. - Falo enfurecido. __ Má influência esse cara está sendo.

__ Merda! Não altera a voz, minha cabeça dói. - Fala raivosa. __ Sai do meu quarto, preciso pensar e você está me irritando. 

__ Essa conversa ainda não acabou. - Digo sério.

Casa do Sérgio Ramos......

Me jogo no sofá da sala e encaro o Ramos com o olhar fixo no seu tablete.

__ Vocês escolheram as piores candidatas do mundo. - Digo irritado.

__ Só pedimos o básico: os exames . - Diz calmo.__ Como todas estavam saudáveis, achamos que a entrevista seria contigo.

__ Pelo menos uma serviu. - Digo sério.

__ Já transou com ela? - Indaga calmo digitando uma mensagem para a Pilar.

__ Sim, só estou esperando passar uns três dias para mandá-la fazer o exame. - Digo pensativo.

__ Também estou afim de ter um filho com a Pilar. - Fala apaixonado. __ Os pais dela não gostam de mim, vou carregar a minha namorada hoje a noite. 

__ Vai morar com ela?- Indago calmo.

__ Vou, quero deixar um herdeiro para os meus bens matérias. - Diz sério. __ Vai que eu morra em uma das missões, preciso de um garotinho para cuidar da minha Pilar.

__ Então, teremos futuramente dois moleques fazendo bagunça nas nossas vidas. - Digo rindo.

__ Com certeza, agora que ela parou de tomar a pílula vou transar bastante. - Fala animado.

__ Tenho outro problema me atormentando. - Digo impaciente.

__ O traidor da gangue. - Responde calmo, deixando o tablete de lado.

__ Também me tira o sono, já estou investigando o caso, mas tenho um problema que é a minha filha. - Suspiro frustado.

__ O que ela fez? - Questiona intrigado.

__ Sexo. - Falo sério.

__ Ah! Ela deve estar apaixonada, nessa idade os jovens querem descobrir mais sobre a vida sexual. - Diz tranquilo.

__ Você não está compreendendo, o Marcelo, a Dafne e a Pilar já sabem e você ainda não percebeu? - Indago incrédulo.

__ O que eles sabem que não sei? - Questiona confuso.

__ Eu tenho um caso com a kristin. - Digo sério.

__ Você transou com a sua filha adotiva? - Interpela impressionado.

__ Sim. - Respondo firme.

__ Foi bom? - Indaga calmo, estalando os dedos.

__ Foi perfeito, fico com muito tesão quando transo com ela. - Admito.

__ Continue comendo a kristin, problema resolvido. - Diz óbvio.

__ Está me incentivando a continuar fodendo com a minha filha? - Indago incrédulo.

__ Tô reafirmado o que você deseja ouvir, por mais que as pessoas dizer para terminar com esse caso, você vai continuar comendo mesmo. - Responde calmo, me fitando de relance. __ Tu sente atração por ela, e não te culpo, essas coisas são inevitáveis e difíceis de ser controladas. Se eu fosse pai adotivo da Pilar e fosse "obrigado" a conviver com ela, vendo a mesma 24 horas por dia na minha casa com aquelas roupas curtas. Iria comer a Pilar sem pensar duas vezes, então, pare de se culpar e vá aproveitar os momentos a dois.

__ Ela tem namorado. - Fala irritado.

__ É só matar e jogar o corpo esquartejado no lixo. - Diz malvado.

__ Ele foi o primeiro dela, a kristin deve amá-lo. - Respondo sério.

__ Se amasse tanto não teria dado a buceta pra você comer. - Fala óbvio. __ O garoto não deve nem foder direito, não a nada pra se preocupar.

Pov. Kristin Darla Aveiro

Eu sei que não devia ter ido naquela boate e ter bebido todas, mas foi o único meio de consolo que veio na minha mente e agora estou puta da vida com o meu pai. Ele deve estar na empresa a frente do comando dos seus negócios e eu aqui pensando nele, no dia em que vou conhecer a sua sala e fazer um sexo gostoso com o meu pai vestido de executivo. Ainda bem que já estou me sentindo melhor da enxaqueca, deito na cama para assistir uma série criminali na TV do meu quarto, que aliás é bem espaçoso, meu closet é enorme tem tudo que preciso para seduzi-ló. Vou usar todas minhas armas femininas, sei que ele está furioso como o meu comportamento inadequado, mas como a Pilar disse tenho que conquistar não só o direito de ir para a sua cama, mas também o direito de ser a dona das suas emoções, dos seus sentimentos e do seu coração. Me levanto da cama ao ouvir o barulho do motor do seu carro e caminho até a janela, afastando as cortinas brancas e abrindo o vidro.  Vejo o Ramos e o meu pai saindo dos seus carros, observo os dois carregando umas caixas pretas e entrando em casa, suspiro frustrada. Talvez eu esteja sendo radical em relação ao meu pai, mas convenhamos que estou no beco sem saída. Tenho que decidir em qual rumo seguirá a minha vida, Pilar me convidou para conhecer a empresa e assim teremos tempo para conversar sobre esse assunto, agora somos um quarteto: Eu, Pilar, Dafne e Clarice. Todas trabalham na empresa do meu pai, a única que não gosto de conversar é a Lauren, enfim, a tarde está indo embora e o meu humor continua péssimo. O Thiago me manda mensagens carinhosas pela qual não estou afim de responder.

__ Com licença! Vim arrumar o seu quarto. - Megan fala séria.

__ Não precisa Dora já limpou tudinho. - Falo impaciente, não confio nessa mulher mexendo nas minhas coisas.

__ Então, vou me retirar. - Diz entediada rebolando o quadril pra lá e pra cá.

Reviro os olhos com uma imensa vontade de demiti-lá, mas infelizmente ainda não tenho esse poder, primeiro terei que conquistar a confiança do meu pai. Vou tomar um banho caprichado para mais tarde seduzi-ló.

Minutos depois....

Visto uma lingerie vermelha, ansiosa para ver a boca do meu pai retirando minha calcinha, visto uma saia de cintura alta e uma blusa branca transparente que mostra o sutiã. Faço uma maquiagem mais natural, apenas uma máscara de cílios, um corretivo para disfarçar a minha cara de ressaca e um batom rosa matte, por fim dou uma borrifada do meu perfume caríssimo no meu pescoço. Melhor calçar a minha sandália baixa para não ficar na cara que estou querendo seduzi-ló, passo chapinha no meu cabelo, e fico pensando que em breve vou retirar essa mecha loira para ter uma aparência de mulher adulta, pois, estou cansada de ouvir ele me chamando de garota mimada e rebelde. Fecho a porta do meu quarto e caminho lentalmente para a sala, ouço as risadas dos dois vindo na direção da sala de jogos.

__ Agora é a minha vez. Porra! - Ramos diz irritado, a porta entreaberta me deixa vê um pouco o meu pai e o seu amigo jogando sinuca. Ambos com o litro de whisky já na metade, suspiro ofegante, vendo meu pai gostoso jogando sem camisa, só de calça preta e com os pés descalços. Ah esse sorriso lindo é capaz de me deixar molhada porque sei o quanto malicioso és na cama, fico paralisada quando ele percebe que estar sendo observando por mim. Seus olhos me fitam da cabeça aos pés e o desgraçado morde o lábio inferior com o olhar fixo na minha saia curta, quase ofeguei na sua frente.

__ Sua vez! Ronaldo! - Ramos entrega o taco, o celular do Sérgio Ramos vibra no bolso e ele faz cara de frustado. __ Acabou a diversão, tenho que raptar a Pilar da casa dos pais dela.

Meu Deus! A Pilar vai fugir mesmo? Essa garota só me surpreende, adoro as maluquices dela.

__ Boa sorte! - Meu pai diz risonho dando um tapinha nas costas do Ramos. __ Vida de casado não é fácil.

Volto para o corredor, espero o Ramos ir embora e em seguida entro na sala de jogos do meu pai, ele já estava ajuntando as bolinhas para guardá-las.

__ Joga comigo? - Falo firme pegando o taco que o Ramos estava usando.

__ Você sabe jogar? - Arque as sobrancelhas.

__ Sei, aprendi com o meu namorado. - Digo calma, sua feição fica séria.

__ O que mais te ensinou? - Indaga ríspido.

__ A fazer aposta.  - Respondo calma. __ Quero jogar apostado.

__ O que ganho se te vencer? - Indaga sério pegando o taco.

__ Tu decidi o que queres ganhar de mim. - Digo tranquila. __ Mas, se eu ganhar vou querer me mudar para uma universidade mais próxima de casa. Vai querer apostar?

__ Sim. - Responde malicioso fitando meu corpo. __ Já sei o que vou pedir. 



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