História La Vie En Rose - Capítulo 5


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Categorias Emily Rudd, Harry Potter
Personagens Draco Malfoy, Fred Weasley, Hermione Granger, Jorge Weasley, Ronald Weasley
Tags Amores, Aventura, Draco, Harry Potter, Luta, Magia
Visualizações 42
Palavras 3.083
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Fantasia, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Terror e Horror, Universo Alternativo
Avisos: Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 5 - V - O Branco dos Flocos de Neves


Fanfic / Fanfiction La Vie En Rose - Capítulo 5 - V - O Branco dos Flocos de Neves

La Vie En Rose

Capítulo V - O Branco dos Flocos de Neves

 

Adentrou no Salão Comunal da Grifinória correndo. Olhando para baixo, tentava não chamar atenção para seu rosto ainda inchado. Mesmo que tenha passado no banheiro e lavado o rosto, sua aparência ainda era drástica. Mas antes de conseguir alcançar as escadas do dormitório feminino, um corpo se posicionou no seu caminho. Fazendo Amélia parar bruscamente, e encarar a expressão mal humorada de Hermione.

— Onde você estava? — perguntou cruzando os braços, mas franziu o cenho quando a examinou por completo. — Estava chorando? O que aconteceu? Quem te fez chorar? Diga-me o nome.

Amy deu um passo para trás, a Granger parecia preocupada e um tanto irritada. Aquilo a surpreendeu, mostrava o tanto que Mione gostava dela.

— Não foi nada. — tentou amenizar a situação.

— É claro que foi. — indagou a morena pegando em seus ombros. — Sua cara tá inchada. Foi o Snape?

O olhar de Amélia entristeceu, e aquilo respondeu tudo. Fora o professor Snape era o responsável pelo estado que Volkov.

— O que ele fez?

— Mione... — tentou acalma-la, mas não deu certo.

— Amélia! — a garota quase gritou, ela estava realmente determinada em saber.

— Sim, foi ele. — a menor confessou. — Mas tente entender, ele estava me ensinado a bloquear. Mas aquilo doía tanto, eu não conseguia aguentar...

— Ah, Amélia. — Hermione suavizou a voz e abraçou a amiga. — Harry também passou por isso, mas parece que com cada pessoa é diferente. — se separou olhando-a fixamente. — Mas, por favor, da próxima vez venha me vê. Não me deixe preocupada.

Volkov balançou a cabeça afirmando, e as duas riram uma da outra.

— Vem, vamos subir. — Hermione a puxou em direção a escada.

Depois de conversar mais um pouco, Amélia tomou um longo banho quente. Depois foram para o Salão Principal para jantar. Estava tudo calmo até os gêmeos pareceram aos risos.

— Amy, você vem com a gente amanhã? — Fred perguntou sentando-se ao seu lado.

Amélia franziu o cenho confusa.

— Amanhã tem o quê? — olho-o curiosamente.

— Sério que não sabe?— o ruivo fez uma cara incrédula. Ela negou com a cabeça. — Hogsmeade. 

— A aldeia de buxos? — ergueu uma de suas sobrancelhas. 

— Sim. — ele respondeu passando seus olhos pelo jantar. — Amanhã é a primeira excursão.

— Hm. — mastigou um pedaço de pão de milho. Hogsmeade, lerá sobre ela em um livro. As palavras vieram a sua mente, fazendo-a se lembrar de cada detalhe daquele livro. Chamando sua atenção para um ponto crucial. — Dedos-de-mel. — murmurou, e virou-se para o ruivo que tinha um pedaço enorme de bife na boca. — Fred, lá tem uma Dedos-de-mel!

Fred precisou de alguns segundo para entender, mas logo abriu um sorriso engraçado. Sabia que a jovem amava doces, e gostava deste lado dela. Engoliu o pedaço de carne, que entalou na descida. Bateu algumas vezes no seu peito, para que a comida fosse para o seu devido lugar. No final, soltou um suspiro.

— Aqui. — Amélia ergueu uma taça de hidromel. O qual o ruivo o tomou tudo. — Tenha cuidado.

"Idiota." murmurou Tronco revirando os olhos, estava sentado em cima da mesa, comendo uma ervilha.

— Desculpe. — o ruivo tossiu e limpou a boca com um guardanapo.

— Mas enfim, tem a autorização do seu responsável, não é? — perguntou Jorge. — Só podem ir á excursão que tiver a autorização.

— Tenho certeza que Severo já assinou. — murmurou ela pensativa, enquanto olhava para a mesa dos professores. No mesmo momento, os olhos dos ruivos se arregalaram.

— Snape?! — indagou Fred, espantado. — Ele que é responsável por você?

— Estranho, não é? — Rony estava a sua frente. — Quem imaginaria Snape cuidando de alguém? Se ouvisse isso ano passado, diria que era uma piada.

— Podemos dizer que, as pessoas não são exatamente como se veem, não é Harry? — Hermione lançou um olhar repreendor para o Potter.

Parecia que havia acontecia alguma coisa. Amy tentou não pensar nisso, não queria se meter na privacidade dos outros. Terminou seu jantar, e logo voltou para o dormitório feminino da Grifinória. Pegou um livro de sua estante dentro de uma mala, e se acomodou em sua cama. Leria até o sono a dominar.

[-:-§-:-]

Por algum motivo, estava mais frio do que o costume. Encolheu-se, apertando seu corpo e formando uma espécie de bola. Não havia sonhado novamente com aquele ser tenebroso, mas sim com o momento estranho que tivera com Malfoy. Não sabia o por quer, mas seu coração naquele instante em que ele a tocou, acelerou absurdamente. Como se fosse pular de seu peito. Seu toque, de alguma forma, ansiava por mais.

O que era esse sentimento? Era estranho. Tinha que pesquisar nos livros ou perguntaria para Mione. Mas, como ela reagiria se soubesse que era sobre Draco? A Granger o odiava. Amy não poderia a incomodar com coisas que lhe poderiam lhe irritar. Tinha que descobrir sozinha. Seria sua missão, descobri o que era esse sentimento novo.

Remexeu-se debaixo da coberta, já era dia? Precisava saber, abriu os olhos lentamente. Se acostumando com a claridade das janelas de vidro, Amy observou o quarto silencioso. As meninas dormiam, e até Troco roncava deitado em sua cama improvisada de lã. A morena sentou-se e se espreguiçou. Por algum motivo, seus músculos doíam. As aulas de Severo afetaram mais do que sua cabeça, e seu corpo sentia isso.

Caminhou até o banheiro, fazendo suas higienes matinais. Vestiu seu uniforme e trançou seus cabelos negros, mas por alguma razão, sentia-se com mais frio do que o costume. Abraçou-se, tentando aquece-se. O que estava errado? Foi então que seus olhos azuis focaram-se nas janelas, e a luz branca que a invadia. Correu até a mesma, olhando atentamente o exterior. Branco. Era um branco extenso, que cobria tudo que tocava. O céu tingia-se de azul pálido, que competia com o branco. Pequenos flocos grudavam no vidro, fazendo Amy admira cada detalhe. Estava nevando.

Em um impulso, saiu correndo para o Salão Comunal. Descendo as escadas aos tropeços, e antes de atravessar o salão. Ouviu uma voz familiar ali.

— Amélia?

Volkov virou-se bruscamente para o garoto, que estava sentado em uma poltrona enfrente a lareira acesa. Potter estava ali, lendo um livro de poções antigo.

— Harry, estar nevando. — a menina tinha um sorriso enorme no rosto. Um sorriso alegre é animado. O qual deixou o jovem sem jeito. Fechou o livro e se levantou, para ir ao encontro dela.

— Sempre neva nessa época do ano. — ele sorriu docemente.

— Oh, é incrível. — Amy virou-se para a grande janela que tinha a esquerda. — A excursão será com neve?

— Sim. Aliás, você devia vestir roupas mais apropriadas se quiser sair. Ou pegará um resfriado.

Amélia abaixou o olhar, e examinou a si mesma. Era verdade, ainda usava a saia do uniforme. Tinha que se aquecer devidamente. Murmurou um "é mesmo" para Potter, e subiu as escadas correndo. Pouco tempo depois, voltou vestindo uma calça, com um par de botas de neve. Um casaco de couro negro, e por cima a capa do uniforme. Harry soltou um sorriso satisfeito ao vê-la animada. Porém, Amélia não deu tempo para ele lhe falar alguma coisa. A morena saiu correndo para fora, em direção ao seu café da manhã. O qual tomou rapidamente, notando que não havia muitas pessoas já em pé.

Assim que forrou sua barriga com um café saudável, Amélia correu para fora do castelo. Encontrando assim, a tão esperada neve. Sua felicidade era explicita em seu rosto, adorava neve. Adorava o inverno. Tinha tantas recordações alegres desta época. Agachou-se, pegando aquele negocio branco. Era gelado e fofinho. Mas logo o soltou-o, havia esquecido suas luvas. Um pequeno erro. Mas não voltaria para o Salão Comunal, iria para a excursão.

[-:-§-:-]

Certo, não havia nada a temer. Era normal, era muito normal estar diante de vários doces e querer levar todos consigo. A cesta que tinha pegado para colocar suas escolhas estava lotada. Cheia de todos os tipos de doces. E Amy pretendia escolher mais alguns. Tinha dinheiro, Severo havia lhe dado quando foram comprar suas coisas no Beco Diagonal. Não sabia que conseguiria comer tudo aquilo, mas, não conseguia resistir ao açúcar. Ele lhe chamava desesperadamente.

— Vai levar isso tudo? — Mione perguntou, olhando espantada para a cesta em mãos da Volkov. — Depois não me venha dizer que estar com dor de estômago.

— Acalme-se, Hermione. — Ron aproximou-se com o cenho franzido. — Ultimamente, você tem se importado demais com Amélia. Devia prestar mais atenção em si mesma. Você estar com uma baita de uma olheira.

No mesmo momento, a Granger virou-se para o Waesley com uma expressão realmente assustadora. Amy deu alguns passos apara se afastar, a amiga estava aponto de espancar o ruivo. Que engolia em seco, provavelmente pensando no que dissera. Por que Rony implicava tanto com Hermione? Não sabia, mas tinha certeza que a morena não gostará nada das palavras do ruivo. E enquanto ela brigava com o amigo, Amy escapava por trás. Não gostava de ouvir discussões.

Olhou atentamente para a sua cesta. Bem que Mione estava certa, devia comprar apenas esses. Deu uma ultima olhada nas prateleiras de doces, e seguiu em direção ao caixa. Pagando seus doces, pegou uma sacola de papel, onde os mesmos estavam é saiu da loja. Caminhou pelas ruas tomadas pela neve, observando aquela aldeia de bruxos. Se muitos bruxos viviam ali, por que seus pais não optaram por morarem também? Sabia que seu dom era cobiçado, mas, uma aldeia de bruxo não seria mais seguro? Por que escolheram a França como casa? Ergueu os olhos, dando-se conta que havia parado enfrente á uma casa abandonada. As imagens do livro veio a sua mente, aquela era a Casa dos Gritos.

— O que faz aqui? — uma voz familiar soou ao seu lado. Virando-se, seus olhos esbarram-se nos olhos cinzentos de um certo loiro. Que ali ao lado dela, mantinha uma postura ereta é uma expressão séria. Seus cabelos eram cobertos por uma toca negra, vestia-se com roupas grosas é enrolava-se em um cachecol cinza com listras verdes.

— Draco. — a morena abriu um sorriso cintilante, ainda não entendia direito, mas ele havia lhe acalmado na noite anterior. — Ah, seu nariz estar vermelho. Deve ser o frio.

Ela riu. Achando graça do loiro, que agora tinha escondido o nariz com umas de suas mãos.

— Cale-se, idiota. — rosnou virando sua cabeça para o lado, e escondendo que suas bochechas haviam ficado da mesma cor. Mas logo se voltou para o par de olhos azuis. E para a sacola que ela carregava. Ergueu a sobrancelha, ao notar a quantidade de doces que a menina tinha comprado. — Ficará doente se comer tantos doces.

Amélia arregalou os olhos, e seu queixo caiu.

— Até você está me repreendendo?

— Vai ficar gorda. — indagou virando-se e começando a caminhar lentamente. Franzindo o cenho em direção ao loiro, ela correu para acompanhá-lo. Não se importava se engordasse nem se emagrecesse demais. Amélia não dava a mínima para a sua aparência ou o que vestia. Porém, as palavras do Malfoy, realmente a incomodou. — Por que não estar com os seus amiguinhos?

Ela sentiu uma ironia pesada naquela frase.

— Eles estão bem sem mim. — respondeu a morena olhando para as pessoas que ali passavam. — Alias, aquela garota, estar bem? A que você enfeitiçou.

— Não é uma coisa que... — antes de Draco terminar sua fala, Amélia espirrou. E mais uma vez, ela havia colocado uma de suas mãos por cima do nariz. Coçou o mesmo, e logo em seguida espirrou novamente. — Você é tão patética. — resmungou o loiro desenrolando seu cachecol, o retirando o ergueu em direção da morena. O enrolando em volta do pescoço da jovem, que o olhava imóvel. — Vai pegar um resfriado, idiota.

Amélia pós a mão sobre o cachecol quentinho que lhe aquecia. E voltou seu olhar para Draco, que ainda a encarava. Seus olhos cinza e frios lhe olhavam fixamente. Não desviava nem um minuto. Ela não sabia o porquê, mas suas bochechas esquentaram, seu coração acelerou e sua respiração descompensou. O que havia consigo? Involuntariamente, segurou a barra do casaco dele. Molfoy respirou fundo, dando um pequeno passo e aproximando-se da Volkov. Ele retirou suas mãos do bolso e segurou o rosto dela. Nenhum dos dois sabia o que estava acontecendo.

Mas uma coisa era certa.

Draco mexia com suas emoções de uma forma inexplicável. E ele estava próximo, muito próximo de si. O que a fez prender sua respiração, não conseguia pronunciar nada. Algo se entalava sem sua garganta. A aproximação dos dois, esquentava. Amélia realmente desejava que algo acontecesse, seu coração estava inquieto. E der repente, os lábios de Draco pareciam tão irresistíveis e o desejo estranho de lhe tocar invadiu seu corpo. Como se chamava isso?

— Amélia? O que vocês...?! — a voz de Hermione soou nos ouvidos de Amélia, a fazendo pular e soltar Draco. O mesmo que se separou da morena e ergueu seu olhar intimidador para a Granger.

Antes mesmo que Amy abria a boca para responder a amiga, Molfoy solta uns resmungos. Enfia as mãos nos bolsos e dar as costas para as garotas. Amélia observou a figura do loiro desaparece quando o mesmo virou em uma esquina. No mesmo momento, Hermione agarrou os braços de Amélia.

— O que você estava fazendo? O que vocês estavam fazendo? — ela parecia afobada ou um pouco histérica. Mas a expressão que fazia, era de puro terror. — Tem ideia do que esse cara já nos fez passar? Ele é a pior pessoa do mundo.

Amy franziu o cenho diante daquelas palavras. Pior pessoa? Era certo que Draco tinha uma língua afiada é más atitudes, mas, por algum motivo não conseguia concordar.

— Mione, eu... — mordeu o lábio inferior, como contaria a ela que não pensava da mesma forma? Como não magoa-la?

— Oe, o que vocês estão fazendo ai? — Rony se aproximou das duas. — Vamos ao Três Vassouras. Deve estar aquecido.

— Vamos. — a Granger soltou Volkov.

Amélia acompanhou os amigos até um estabelecimento. Uma estalagem chamada Três Vassouras, que estava cheia de bruxos. Mas por sorte, Harry havia conseguido uma mesa. Amy se sentou, e observou a amiga ir buscar quatro canecas cheias de cervejas amanteigadas. Entregou uma para cada, mas a morena encarou sua bebida. Ouviu os amigos conversarem sobre coisas que ela não sabia, mas decidiu não se intrometer. Apenas segurava fortemente o cachecol que Draco havia lhe enrolado. Tomou um gole da bebida, aquecendo-se.

No instante em que Harry tomou os últimos goles de sua cerveja, ele olhou para os amigos.

— Então, vamos encerrar o dia e voltar para a escola?

Os outros três concordaram, quanto mais se demoravam, pior ficava o tempo. Mais uma vez eles se enrolaram bem nas capas, ajeitaram os cachecóis, calçaram as luvas. Saíram do bar em seguida a Katie Bell é uma amiga, e tornaram a subir a rua principal. Ron e Harry iam à frente, sendo seguidos pelas garotas. Que estavam em um silêncio mortal. Amélia estava incomodada, não conseguia dizer nada a Hermione.

Levou algum tempo para Amélia perceber que as vozes de Katie Bell e sua amiga, que o vento trazia até ela, tinham se tornado mais altas e esganiçadas. Amy apertou os olhos para ver melhor seus vultos indistintos. As duas discutiam a respeito de alguma coisa que Katie segurava na mão. Eles contornaram a curva da estrada, o granizo caía denso e rápido. No instante em que Amy ergueu a mão para coçar o nariz, Liane tentou agarrar o pacote que Katie levava. A mesma que resistiu, e o pacote caiu no chão.

Na mesma hora, a garota se ergueu no ar, graciosamente, com os braços estendidos como se fosse voar. Contudo, havia alguma coisa errada, alguma coisa esquisita. O vento forte fazia seus cabelos chicotearem, mas seus olhos estavam fechados e o rosto, vidrado. Harry, Rony, Hermione e Amélia pararam instantaneamente para observar. Então, a quase dois metros do chão, Katie soltou um grito pavoroso. Seus olhos estavam arregalados, e o que quer que estivesse vendo ou sentindo causou-lhe visivelmente uma terrível angústia. Ela gritava sem parar.

Liane começou a gritar também e agarrou Katie pelos tornozelos, tentando puxá-la para o chão. Amélia, Harry, Rony e Hermione correram para ajudar, mas, na hora em que a agarraram pelas pernas, a garota desabou em cima deles. Harry e Rony conseguiram apará-la, mas ela se contorcia de tal modo que mal conseguiam contê-la. Por isso, deitaram-na no chão onde ela ficou se debatendo e gritando, aparentemente incapaz de reconhecê-los.

— Fiquem aí! – gritou Harry, para que o ouvissem naquela ventania. — Vou buscar ajuda!

Ele começou a correr em direção à escola. Amy nunca vira ninguém agir como Katie, e não conseguia imaginar o que podia ter desencadeado aquilo.

[-:-§-:-]

A professora McGonagall voltou sua atenção para Harry, Rony, Amélia e Hermione.

— Por que quando uma coisa acontece, são sempre vocês três? — fechou os olhos, e logo os abriu olhando atentamente para a Volkov. — Amélia, já se metendo em situações estranhas.

— Desculpe. — murmurou a morena.

— Acredite professora, eu me faço essa pergunta há seis anos. — indagou Rony abaixando a cabeça.

— Ah, Severo. — a mulher olhou para além dos jovens, os mesmos que se viraram e encararam o professor Snape.

Amy engoliu em seco, ao notar o olhar frio do homem em sua direção. McGonagall contou a ele o que havia acontecido, e o homem de preto se pois a examinar o colar que Katia levava.

— O que você acha?

— Eu acho que a srta. Bell teve sorte de estar viva. — respondeu Snape.

— Puseram um feitiço nela, não é? — Harry perguntou dando um passo a frente. — Eu a conheço, fora da quadra, não faria mal a uma mosca. Se ela fosse entregar isso ao professor Dumbledore, seria sem saber.

— Sim, ela foi enfeitiçada. — respondeu a mulher com a expressão preocupante.

— Foi o Malfoy. — exclamou Harry, sério. De um lado Rony coçou o nariz visivelmente constrangido, do outro, Hermione arrastou os pés como se quisesse dar distância entre ela e Harry. E depois olhou para Amélia, que mantinha uma expressão um pouco triste.

— É uma acusação muito séria, Potter. — disse a professora McGonagall, depois de uma pausa escandalizada.

— É mesmo. — Snape se virou para o jovem de óculos. — Você tem alguma prova?

— Simplesmente sei.

— Você simplesmente, sabe. — o homem não parecia acreditar naquele resposta. — Mais uma vez, surpreende com seus dons. Dons que simples mortais só podem sonhar em ter. Como deve ser grandioso ser o Eleito.

Os dois ficaram se encarando mortalmente.

— Sugiram que voltem para o dormitório. Todos vocês. — Minerva ordenou calmamente, e um por um, eles deixaram o cômodo.

Assim que todos se puseram a andar em direção ao Salão Comunal da Grifinória.
 

 



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