História La Vie En Rose - Capítulo 7


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Categorias Animais Fantásticos e Onde Habitam, Emily Rudd, Harry Potter
Personagens Draco Malfoy, Fred Weasley, Hermione Granger, Jorge Weasley, Ronald Weasley
Tags Amores, Aventura, Draco, Harry Potter, Luta, Magia
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Palavras 3.485
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Fantasia, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Terror e Horror, Universo Alternativo
Avisos: Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 7 - VII - É Como Tentar Apanhar Uma Estrela


Fanfic / Fanfiction La Vie En Rose - Capítulo 7 - VII - É Como Tentar Apanhar Uma Estrela

La Vie En Rose

Capítulo VII – É Como Tentar Apanhar Uma Estrela

Amélia já não aguentava mas aquelas reclamações. Uma hora era Hermione explodindo em seus ouvidos. Outra hora era Rony aos agarros com Lilá. E para piorar, quando os dois estavam juntos, eram insultos aos montes. Harry dividia esse fardo com ela, ele ouvia Weasley é ela a Granger. E sempre no final do dia, os dois estão tão cansados que não se importavam com mais nada. Amélia não sabia exatamente o que dizer a amiga, era certo que o ruivo e ela tinham que ter uma conversa decente. Mas as coisas iam de mal a pior. Hermione tinha o dia cheio, e a maioria das aulas Amy agradecia a Merlin por não encontra Rony.

Não via Draco, parecia que o loiro a evitava. Isso a deixava magoada e com o coração partido. Hermione lhe disse que o sentimento que estava tendo pelo Malfoy, era o de gostar. O gostar de alguém que lhe é especial. O gostar que só lera em livros de romance. Pensava nisso todas as noites ante de ir dormir, e por isso dormia mal. Tomava uma solução de ervas que madame Pomfrey havia feito pra si. Mas mesmo assim, tinha que se esforça para as futuras provas que se aproximava. Tinha que manter suas boas notas.

— Ele tem toda liberdade de beijar quem quiser — disse Hermione sentada na biblioteca, Madame Pince rondava pelas estantes às suas costas. — Não estou nem aí.

Ergueu a pena e pôs um pingo no "i" com tanta ferocidade que perfurou o pergaminho. Amélia ficou calada, e refletiu que logo sua voz desapareceria por falta de uso. Olhou para o Potter, que de vez em quando aparecia para ver como as coisas estavam. Ele curvou-se um pouco mais para o Estudos avançados no preparo de poções e continuou a tomar notas. Amy tinha ouvido tudo sobre aquele livro, pois Hermione zangada era Hermione sem papo na língua. Contara também sobre o tal Lord das Trevas é seu plano de dominação mundial.

— E por falar nisso. — lembrou Hermione passado algum tempo. — Você precisa se cuidar.

— Pela última vez. — indagou Harry, num sussurro ligeiramente rouco. — Não vou devolver este livro, aprendi mais com o Príncipe Mestiço do que Snape e Slughorn me ensinaram em...

— Não estou falando desse idiota que se intitula Príncipe. — replicou Hermione, lançando um olhar irritado ao livro como se ele lhe tivesse feito uma grosseria. — Estou falando de hoje mais cedo. Entrei no banheiro pouco antes de vir para cá e tinha umas doze garotas lá, inclusive aquela Romilda Vane, discutindo meios de dar a você uma poção de amor. Todas têm esperança de fazer você levá-las à festa do Slughorn, e todas parecem ter comprado as poções de amor de Fred e Jorge, que, lamento dizer, provavelmente funcionam...

— Por que você não as confiscou? — quis saber Amélia franzindo o cenho.

— Elas não tinham levado as poções para o banheiro. — respondeu com desdém. — Estavam apenas discutindo táticas. E, como duvido que mesmo o Príncipe Mestiço. — ela lançou outro olhar irritado ao livro. — Pudesse inventar um antídoto que neutralizasse doze poções diferentes, se eu fosse você convidaria alguém para acompanhá-lo, isto faria as outras pararem de pensar que têm chance. É amanhã à noite, e as garotas estão ficando desesperadas.

— Não tem ninguém que eu queira convidar. — murmurou Harry. Amy sabia que ele ainda tentava não pensar em Gina.

— Bem, tenha cuidado com o que beber, porque, pelo jeito, a Romilda Vane não estava brincando. — disse Hermione séria.

Ela puxou para cima da mesa um longo pergaminho em que estava fazendo o trabalho de Aritmancia, e continuou a arranhá-lo com a pena. Harry a observava com o pensamento muito distante. Amélia estava com um livro de contos de terror, já havia feito todos os seus trabalhos na noite anterior.

— Calma aí um instante. — Potter disse lentamente. — Pensei que Filch tivesse proibido artigos comprados na Gemialidades Weasley.

— E algum dia alguém ligou para o que Filch proíbe? — perguntou Hermione, ainda concentrada no seu trabalho.

— Mas pensei que todas as corujas estivessem sendo revistadas. Como é que essas garotas conseguem trazer poções de amor para a escola? — indagou Amélia se tirá seus olhos das palavras do livro.

— Fred e Jorge despacham as poções camufladas de perfume ou xarope para tosse. Faz parte do seu Serviço de Encomenda-Coruja.

— Você está por dentro, hein? — Harry soltou um sorriso em direção a Hermione.

Hermione lhe lançou o mesmo olhar irritado que acabara de dar ao livro de Estudos avançados no preparo de poções.

— Estava tudo impresso no verso das garrafas que eles mostraram a Gina e a mim no verão. — informou ela com frieza. — Não ando por aí pondo poções nas bebidas das pessoas... nem fingindo que ponho, o que é igualmente sério...

— É, bem, deixa isso para lá. — disse Harry depressa. — A questão é que estão enganando o Filch. Essas garotas estão trazendo artigos para a escola camuflados de outra coisa. Então por que Malfoy não poderia ter trazido o colar?

— Ah, Harry... outra vez...? — a Granger olhou de escanteio para a Volkov, que se contorceu em seu acento. Sabia que a amiga tentava não dizer nada.

— Responde por que não, vai?

— Olha.  — suspirou Hermione. — Sensores de segredos detectam feitiços, maldições e azarações lançados para ocultar, não é? São usados para descobrir magia das Trevas e objetos das Trevas. Teriam apanhado em segundos uma maldição poderosa como a daquele colar. Mas não registrariam uma coisa que foi posta em um frasco diferente, e de qualquer modo, as poções de amor não são das Trevas nem perigosas...

— Para você é fácil falar. — murmurou Harry.

— Quanto mais cedo convidar alguém, mais cedo as garotas vão se conformar. — desconversou a morena, se levanta para devolver os livros que pegara. Amélia e Harry a seguiu pelos corredores de prateleiras. — Agora eu... — resmungou ela com raiva. — Dada as circunstancias, eu tive que achar outro par. 

Nesse momento, Amélia ergueu os olhos até a amiga. Quando fora que Hermione havia feito tal coisa? Harry abriu a boca incrédulo.

— Sério?

— Sim, por quê? — Hermione devolveu o segundo livro. E partia para o terceiro, Amélia a seguia com os olhos ainda no livro consigo.

— Pensei que, como nenhum de nós podem ir com quem gostaria. — ele enfiou as mãos nos bolsos. — Poderíamos ir juntos, como amigos.

— Por que eu não pensei nisso? — exclamou a jovem um pouco alto, olhou para cima e depois para o Potter. 

— Com quem você vai? — o jovem de óculos franziu o cenho.

— É surpresa. — declarou Mione apertando o ultimo livro

Harry passou a mãos pelos cabelos, como se já soubesse quem ela levaria. Amélia abriu um sorriso divertido, como se soubesse também a tamanha besteira que Hermione havia feito. Potter então virou-se para Volkov, que ainda ria.

— E você, Amy?

Ela desviou os olhos do livro de terror para encara o amigo.

— Já tenho um par. — respondeu séria, o que deixou Harry triste. No mesmo instante, Hermione vira-se bruscamente para Amélia.

— Não é ele, ou é? — perguntou encarando-a fixamente, mas em resposta Amélia lhe lançou um sorriso radiantemente irritante. — Não acredito. — resmungou devolvendo o ultimo livro.

— Quem?— Harry perguntou curioso.

— Ninguém. — responderam as garotas em uníssono.

[-:-§-:-]

Passar a manhã sendo perturbada por Hermione não fora muito divertido. Amélia estava aponto de sair correndo é se enfiar dentro de qualquer buraco. A Granger realmente queria vesti-a como se veste uma criança. Coloca uma roupa, tira e coloca outra. A manhã inteira fora nesse sofrimento, Amy já estava cansada. Aquela garota estava realmente zangada, aponto de se arrumar toda para um cara que nem gostava. Amélia estava esgotada, a amiga pedia sua opinião, mas não lhe dava tempo para responder. A Volkov já estava pedindo a Merlin que alguém intervisse na tortura. E fora o que aconteceu.

A professora MacGonagoll lhe chamou para uma conversa em particular. A jovem saiu em disparada em direção à sala da mulher. Entrado no local, a morena observou a professora corrigindo alguns trabalhos. Ela não iria lhe chamar ali por causa de alguma reclamação, não é? Assim que Minerva olhou para Amélia, abriu um sorriso animado. Levantou-se de sua cadeira e aproximou-se da jovem.

— Amélia, tenho um presente para você. — certamente a professora parecia feliz. Ela pegou sua varia, e fez movimentos circulares e der repente um embrulho negro caiu nas mãos da morena. Que estranhou e olhou para a professora curiosa. — A festa do prof. Shulghorn, deve se arrumar para tal ocasião.

— Sim, mas, eu não pedi nada à senhora. — Amy encarou o embrulho com receio de abrir.  

— Não é meu. — indagou Minerva, colocando as mãos para trás e mantendo uma postura ereta.

— Então, de quem é?

— Severo. — respondeu a mulher na maior calma. Os olhos de Amélia brilharam, fora ele que lhe dava aquele presente?

— Por quer? — quis saber.

— Não sei exatamente o motivo que levou Severo lhe dar esse presente, mas tenho certeza que irá descobri em breve.

Depois que agradeceu Minerva, Amélia voltou para o Salão Comunal da Grifinória sem tira os olhos do embrulho em mãos. Era estranho receber um presente por outra pessoa, por que Snape não lhe entregou pessoalmente? Será que sentia vergonha? Ou medo de Amy não aceitar? Tinha ouvi muitas coisas ruins sobre o homem que de vestes negras, mas tinha certeza que todos pensariam diferente se soubesse que o mesmo lhe deu um presente. Riu achando graça, o que será? Entrou no dormitório feminino e sentou-se em sua cama. Encarou o embrulho, estava curiosa.

— Amy, não vai se arrumar? — a voz de Hermione lhe tirou de seus devaneios. Virando-se para a mesma, que vestia-se elegantemente. Um vestido de cor rosa claro que ia até abaixo dos joelhos. O mesmo que tinha um decote em forma de V e acabamentos em renda. Os cabelos castanhos estavam soltos e seu rosto levava uma maquiagem leve. — A festa já vai começar.

— Nossa, você estar muito bonita Mione. — a morena se levantou admirando a amiga, que sorriu um pouco envergonhada.

— Isso não tira o fato de que é quase oito horas e você ainda não tomou banho. — Granger colocou as mãos na cintura de forma dura.

— Pode ir primeiro. — Amélia riu, tentando acalma-la. — Irei daqui a pouco.

Ainda lhe repreendendo com o olhar, Hermione aceitou. Desceu as escadas e fora primeiro para a festa de natal. Amélia não perdeu tempo e correu para o banheiro, tomando um banho rápido é lavou seus cabelos. Após se secar e vestir suas roupas íntimas, ela se enrolou em um roupão de banho é pegou o embrulho negro. Minerva havia dito que era algo para a festa. Retirando o embrulho, Amélia teve uma grande surpresa. Severo havia lhe dado algo muito bonito, uma vestido tão azul como o céu no verão.

Sorriu, era lindo. A parte de cima era um pouco fechada com detalhes em flores de renda. Era longo e sem mangas. Não era grande, e Amy tinha certeza que caberia certinho nela. Ao erguer o vestido, um pedaço de pergaminho caiu. Pegando-o do chão, Amélia leu as palavras que ali estavam escritas.

“Isso era de sua mãe. Aproveite.

Severo Snape”

Os olho azuis de Amy se arregalaram, como Severo conhecera sua mãe? Será que eles haviam estudado juntos? Se sim, como ele estava em posse do vestido dela? As perguntas simplesmente se formavam em sua cabeça, deixando aquilo um mistério. Perguntaria a Severo quando o vê na próxima vez. Seria a primeira coisa, tinha que saber. Se bem que ouvira o professor Shulghorn dizer que Snape fora convidado para festa. Com a intenção de interroga-lo sobre o vestido, Amélia o vesti-o. Serviu direitinho em seu corpo, como se fosse feito a dedo para si.

Olhou-se no espelho mas perto, era de sua mãe. Ela deve ter ficado linda nele. Pelo seu reflexo, a morena encarou seus cabelos bagunçados. Pegou sua varinha e conjurou um feitiço que Gina havia lhe ensinado para momentos como esse. E em um passa de mágica um novo penteado era feito. Algumas mechas dos cabelos negros foram presas para trás, e outras mechas eram soltas na parte da frente. Ele fora encaracolado de uma forma cheia e charmosa. Certo, metade do trabalho já havia feito. Olhou em suas coisas procurando um par de sapatinhas, o qual novamente usou a magia. Mudou a cor e o formato. Transformando em um par de saltos azuis claro. Os calçou e voltou a olha-se para o espelho. Faltava uma ultima coisa, os cosméticos que as garotas usavam para se embelezar.

Hermione lhe ensinara algumas coisas sobre a arte de se maquiar. A Granger adorava lhe ensinar coisas que a Volkov não sabia. Amélia pegou alguns cosméticos que a amiga dissera onde estava, e começara a pintura. Minutos depois estava de frente á uma Amélia diferente. Não que a maquiagem que usava era forte, mas sim ao contrário. Ela destacava plenamente seus olhos azuis e seus lábios cheinhos. Certo, agora estava pronta. Olhou para o relógio na parede, e se empaleceu. Já passava das oito e meia, estava atrasada ao extremo. Draco deve estar furioso.

Desceu as escadas aos tropeços, já que não estava acostumada com os saltos. Ao sair do Salão Comunal, Madame Gorda lhe elogiou e lhe desejou sorte. Com um sorriso no rosto, Amélia correu em direção à festa.  Ela já estava se aproximando da sala de Slughorn e os sons de risos, música e conversas em voz alta aumentavam a cada passo. Fosse porque tivesse sido construída assim, fosse porque ele tivesse usado a magia para deixá-la assim. A sala de Slughorn era muito maior do que o escritório normal de um professor. O teto e as paredes tinham sido forrados com panos esmeralda, carmim e dourado, para dar a impressão de que se encontravam no interior de uma vasta tenda. A sala estava cheia e abafada, imersa na luz vermelha que o ornamentado lampião dourado projetava do centro do teto, onde esvoaçavam fadinhas de verdade, cada qual um pontinho brilhante de luz.

Uma cantoria, aparentemente acompanhada por bandolins, subia de um canto distante. Uma névoa de fumaça de cachimbo pairava sobre vários bruxos idosos absortos em conversa, e numerosos elfos domésticos se deslocavam entre uma floresta de joelhos, sombreados pelas pesadas travessas de prata com comida que seguravam, parecendo mesinhas móveis. Franziu o cenho, era contra a escravatura dos elfos. Mas parecia que ninguém ali ligava para os pequenos.

Fechou os olhos tentando não se incomodar. Ao abri-los notou que vários olhos lhe encarava de uma forma constrangedora. Suas bochechas ficaram vermelhas e seu corpo congelou. Por que todos olhavam para si? Viu Hermione e Harry virem ao seu encontro com sorrisos enormes no rosto.

— Amy, onde conseguiu esse vestido? — Mione olhou para a peça de roupa da amiga com tanta admiração.

— Amélia você estar muito bonita. — Potter lhe deu um sorriso gentil.

— Obrigada. E esse foi um presente. — agradeceu e respondeu aos amigos.

— Quem? — os dois perguntaram em uníssono.

— Severo. — ela respondeu calma e no final deu um sorriso. Isso deixou os amigos incrédulos.

— Por que Snape te daria um vestido? — Harry estreitou os olhos desconfiados.

— Não sei. — desconversou Amélia, tentando tira o foco de Severo. Olhou para Hermione. — Meu par chegou?

A amiga apenas balançou a cabeça, negando. Amélia cruzou os braços inconformada, será que Draco não viria a festa? Será que ele realmente lhe daria um bolo? Entristeceu o olhar, como era fácil ficar com o coração partido. O gostar era muito difícil. Após alguns minutos conversando com professor Shulghorn é seus convidados, Amélia já se sentia cansada. Vê Hermione se esgueirar pelas laterais assim que seu par se aproximava. Que por falar nele, era o Córmaco McLaggen. A Granger achou que perturbaria Rony se ele soubesse desta situação. Mas ela não aguentava ficar um minuto sequer com o seu par. Já Harry não parava de ser assediado pelos convidados famosos que Shulghorn convidou.

Mas um movimento incomum atraiu sua atenção. Na entrada, estava Filch impedindo a entrada de uma certa pessoa. O zelador chamou o dono da festa, que fora vez o que acontecia.

— Professor Shulghorn, esse rapaz estava tentando entrar sem nenhum convite. — o zelador segurava o jovem pelo braço.

— Solte-me, seu bruxo abortado. — rugiu Draco Malfoy, que tentava se desvencilhar das mãos do velho.

Antes que o professor dizer alguma coisa, Amélia correu ao encontro deles.

 — Com licença. — a morena entrou no meio dos três e virou-se para Filch. — Ele estar comigo. É o meu par.

Os olhos do zelado quanto o do professor se surpreenderam. Filch soltou Draco, que o olhou com desprezo. Shulghorn soltou um sorriso e abriu passagem para o casal se mistura a festa. Amélia pegou a mão do Malfoy e o puxou para um canto da sala, onde se podia observar atentamente a todos.

— Esse idiota. — o loiro resmungou baixinho, parecia furioso. Mas assim que fixou seus olhos na morena, arregalou os mesmos. Sua boca entreabriu, e ele praticamente a devorou com os olhos. Draco vestia-se com um traje elegante, de cor negra é provavelmente muito caro.

— Você estar charmoso. — Amy passou suas mãos pelo paletó do loiro. Ele ainda a encarava fixamente, tanto que a morena ficou envergonhada.  — Pensei que não viria. — abaixou o olhar.

Draco pegou as mãos dela que estavam em si, e as abaixou. Aproximou-se da morena e beijou-lhe o topo da cabeça. Ficou assim por alguns segundos. Segundos em que só havia os dois ali, com seus corações acelerados. Quando se separaram, o loiro soltou umas de suas mãos e levou a dele até o rosto dela. Tocando-lhe com delicadeza.

— Você estar linda. — sussurrou abrindo um pequeno sorriso sincero. O qual fora retribuído alegremente pela Volkov.

— Obrigada. — sussurrou ela de volta, colocando sua mão também sobre o rosto do Malfoy. O gostar era realmente bom quando compartilhado com a pessoa especial. Aquecia-lhe o coração, tanto que sentia vontade de gritar para o mundo ouvir. Draco inclinou sua cabeça e a beijou levemente.

Do outro lado do salão, Harry encarava pasmo aquela cena. Estava ao lado de Luna, seu par, que comia alguns petiscos. Hermione que ia passando por eles, fora puxada pelo jovem que lhe olhava furioso.

— Hermione, pode, por favor, me explicar aquilo? — apontou rigorosamente, para onde Amélia estava. — O par dela era o Malfoy? Jura? Você sabia disso?

A Granger piscou algumas vezes antes de tentar acalmar o Potter.

— Harry... ela só... — mas a garota não sabia exatamente o que responder. — Ela gosta dele! — declarou a morena sem pensar. Colocou as mãos na boca, se arrependendo assim que viu os olhos arregalados do amigo.

— O que?!

[-:-§-:-]

— Por que se atrasou? — Amélia quis saber assim que se separaram. Ele estreitou os olhos em outra direção, parecia que não queria responder. A jovem entendera que o loiro não queria falar sobre nada. Mas não podia evitar fazer perguntas, queria saber mais sobre ele. — Por que não fazemos um jogo.

— Jogo? — repetiu ele interessado, soltou um sorriso malicioso. — Que tipo de jogo, Volkov?

O corpo de Amy congelou, como se soubesse que ele pensará.

— E um jogo de respostas. — explicou ela gaguejando e arrancando outro sorriso de Draco. — Você me faz uma pergunta, eu respondo. E depois eu faço a pergunta e você responde.

Draco franziu o cenho. Desceu sua mão suas mãos até a cintura da morena, segurando-a fortemente. Puxando-a para um abraço repentino, Amélia não o evito e retribuiu o abraço. O coração dele batia tão rápido que ela achou que iria explodir. Sorriu, era bom ter ele ao seu lado.

— De onde você veio? — ele fez a primeira pergunta, o que deixou Amélia animada.

— Do interior da França. — ela respondeu separando-se dele.

— Isso explica o sotaque.

— Eu não tenho sotaque. — indagou à morena, inflando as bochechas de forma engraçada. — Por que todos dizem isso? Falo normalmente.

Ele novamente tomou seus lábios, não importava como ela falava. Draco gostava de seu sotaque.

— Minha vez de perguntar. — Amy sorriu. — O que você mais gosta de fazer? — ela fizera uma pergunta simples, queria conhece-lo melhor e não distancia-lo.

Malfoy soltou um suspiro antes de responder.

— Voar.

— Voar? — Amélia inclinou a cabeça para o lado, curiosa em relação a resposta.

— Me sinto livre voando. — explicou ele erguendo sua mão e olhando fixamente. — Sinto-me com liberdade. Como um pássaro que, aprisionado quer levantar voou a qualquer oportunidade.

Amélia queria perguntar mais coisas relacionada a essa resposta, mas se manteve de boca fechada. Não queria pressiona-lo a responder nada. Mas esperaria, esperaria por que era isso que podia fazer. Nem todos eram como ela, por isso, faria o possível para dar espaço a Draco. Era como tentar apanhar uma estrela com as mãos. Para que ele se sinta confortável em contar sobre si. Em dizer o que lhe fazia feliz e também o que lhe entristecia.  E foi assim que os dois passaram o resto da festa, fazendo pequenas perguntas um para o outro. E fora uns dos momentos mais felizes que Amélia já tivera. 

 


Notas Finais


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