História Lábios de Mel - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
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Palavras 1.815
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Festa, Literatura Feminina, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Espero que gostem... ❤✌
E feito com carinho...

Capítulo 1 - Sem nome


Fanfic / Fanfiction Lábios de Mel - Capítulo 1 - Sem nome

Já são umas 5:30 e o despertador começa a tocar, ao som de All Star de Smash Mouth. Maria começa a se revirar na cama pelo som, que saía do seu celular, ela então começa a passar sua mão por toda a cama em busca daquele som, sua tentativa é em vão, e se viu obrigada a abrir os olhos para acabar com aquela música. Ela em fim enxerga o aparelho celular, porém demora para desligar, e isso já está à irritando.

— Ah! Merda anda, desliga, desliga! -zangada. Enfim desligou.

Maria se senta na cama, abaixando sua cabeça pra encontrar sua sandália, não a vê, então resolve levantar assim mesmo. Ela ainda sonolenta, sai do quarto, mas logo volta, pois esqueceu de pegar seus óculos, que estavam em uma mesinha de mármore preta ao lado da sua cama de solteira, no seu quarto cor de rosa.

— Menina o que está procurando ? -quem perguntou foi a Tia, de Maria. Seu nome era Joana, uma Idosa de 71 anos, magra de cabelos longos lisos e preto, morena claro, descendente de índia. Apesar da idade, não tem nada de Velha pelo contrário, era a Tiazinha, mais louca e mais liberal, da sua época, hippie de corpo e alma. Vestia sempre roupas coloridas, combinando sempre com o sorriso em seu rosto e a alegria que transmitia. A Casa também era toda Colorida, cada cômodo tinha uma coloração. Maria morava com ela, pois se sentia bem ao seu lado.

— Tia! Não acho os óculos. -Maria tentava enxergar os óculos em cima, naquela mesinha onde tinha, vários outros objetos, todavia não conseguia vê nada! Maria sem óculos não enxergava nem a sim mesma. Sua Tia então vai pega, e o coloca em seu rosto.

— E então agora consegue vê ? -rindo.

— Agora sim, Tia! -sorrindo.

Maria então acompanha sua Tia até a cozinha, enquanto ela prepara o chá, e uns biscoitos de manteiga. Ela vai ao banheiro, tomar seu banho pois tem que ir para a Universidade. Talvez alguns de vocês se perguntem, porquê Maria não ajuda sua Titia, a preparar o desjejum, mesmo aqueles que não tiverem essa curiosidade irei responder assim mesmo: É que da última vez, que a nossa amiguinha tentou preparar um CHÁ, um mísero CHÁ, quase colocou fogo na Casa. Depois do banho tomado Maria grita de dentro do banheiro — TIAAAAAA.... ME TRAZ A TOLHA EU ESQUECI DE NOVO -dando um sorriso de lado.

Sua Tia, vem com a toalha e lhe dando fala — Só não esquece a cabeça, porquê está grudada no pescoço!

— Obrigada... Queridona... -sorrindo, para disfarçar, que era pura verdade que ela falou.

Maria se envolve com a toalha, sai correndo para o quarto, pois está fazendo muito frio esta manhã. Ela entra no quarto fecha a porta abre o guarda-roupa pega uma calça jeans azul, e um blusa tamanho G. Preta. Maria era magra, mas gostava de se vestir com roupas longas. Se sentia melhor do que com shortinhos e mini-blusas, ou mini-saias a verdade é que ela detestava usar pequenas peças de roupas para sair. Não suportava salto alto, pois tinha a sensação que iria cair com a cara no chão a qualquer momento. por isso nem se arriscava. Maria não se importava em usar maquiagem pois aprendeu dês de que veio morar com sua Tia, no Rio de Janeiro que o quê sentimos deve sempre refletir, no rosto, e que não há produto melhor que a Alegria e Leveza no coração. Em um Estado onde todos buscam, almejam, ser um melhor que outro existe Maria, que gosta de ser invisível, imperceptível onde chega. Ela pega seu carro, que sua Tia, comprou com muita dificuldade, com o dinheiro da aposentadoria o carro dela é um gol do Ano 2004. A tinta está gasta, mais roda, e é isso o que importa. O Carro foi comprado em um site pela internet.

Maria entra no seu carrinho e dirige até o campus da UFRJ. Ela cursa Artes Visuais pela manhã. Maria tem um sonho de ser Artista Plástica e Escritora. Viver de sua Arte é o seu objetivo e quem sempre à incentivou foi sua Tia irmã de seu Pai. Seu Pai, queria que ela fizesse Direito, para seguir os seus passos. Sua Mãe que ela fizesse Medicina, assim como o seu Avó. Joana foi a única que sempre, incentivou Maria, a seguir seus sonhos, por mais difíceis que eles aparentavam ser.

Alila entra no campus da USP, estaciona o carro, pega sua mochila de lado, feita de crochê por sua Tia, nas cores azul e vermelho, fecha o carro e sai em direção a sala. Ela já está no 4° período e andando naquele campus em direção ao prédio onde fica a sua sala, Maria começa a se distrair observando o céu, quando chega lhe dando um susto seu amigo Davidson.

— Acorda! Mariaaaaaaaa... -rindo pela cara de assustada, que ela fez.

Maria deu um tapa de leve, no ombro dele demostrando desgosto pela brincadeira. Davidson era uns dos poucos amigos que tinha, de resto ela só cumprimentava com Bom-dia.

— Quer me Matar -pondo a mão no peito, para dar mais ênfase na palavra Matar.

Davidson nem se importou, e seguiu andando, ela então o acompanhou. Ele então olhando para céu perguntou a ela, sem tirar os olhos lá de cima.

— Porque olha tanto para o Céu ?

Maria olha para céu, também e respira, fundo depois fala sorridente — Porquê sim!

Ele não se contentou com a resposta e retrucou — Porquê Sim! Não é a resposta...

— Então qual é ?

— Sei, lá -dando de ombros. — Não era você que estava olhando primeiro. Ele completou.

Maria sentiu seu pescoço doer por isso abaixou a cabeça, Davidson fez o mesmo. Eles entraram no prédio, e antes de subirem as escadas, pois sua sala ficava no 4° andar. Ele se põe na frente dela obstruindo sua passagem e olhando em seus olhos pergunta com um sorriso largo nos lábios — Hoje vai ter festa, no "Bambu ".( nome de um bar, que fica perto da Universidade, então lá é lotado, cheio de universitários)

Maria se esquivou de sua presença, e subindo as escadas sem se voltar para ele disse — Uhummmm... Não estou afim!

Ele subindo as escadas lado a lado dela fala decepcionado — Maria, já faz 2 anos que você frequenta essa universidade, e nunca foi numa festa nossa, aliás eu nunca vi você em festa nenhuma.

— Prefiro Pintar e meus livros, além do mais eu gosto de ficar sozinha, lendo uns livros de Machado de Assis na grama fresca, do campus, como o sol iluminando meu rosto. -abrindo seus lábios em satisfação.

Davidson, para na frente dela e fala sério — Quer saber, não estou nem ai você vai! Não vou deixar minha amiga, faltar a essa festa que promete! -contente

— Mas olha como estou um bagaço, não vou assim!

— Não seja tola! Ninguém vai arrumado assim, pode ir assim mesmo...

Ambos entram na sala e encerram o diálogo, para assistir aula, pois já tinha professora em sala. Depois que a aula acabou, ela saiu da sala, para ir a biblioteca antes que próximo horário começasse. Ela desce as escadas rapidamente, se esquivando o quanto pode das outros alunos que agora são muitos. Ela entra em um corredor, passando pela sala de informática, depois sobe uns degraus indo no corredor das salas de idiomas, vira a esquerda e no fim deste andar lá está a biblioteca, e é grande, Maria conheçe cada espaço, pois desde que entrou na Universidade não sai de lá. Ela entra no corredor de livros que aponta os Clássicos da Literatura Brasileira, ama todos, principalmente de Machado de Assis, Jorge Amado, Clarice Lispector e outros...

— Já, li. Já li. Já li. Já li. Já li. -lendo os títulos e apontando com o dedo ela vai vendo os livros que já leu, até que-. — Ah! -sorrindo. — Esse eu ainda não li !

Sua satisfação é interrompida, quando ouve gemidos baixinhos. Ela tenta identificar de onde vem aqueles sons, que depois se ouvia frases tais como: — Me beija mais... Ah! Você é tão gostoso, me leva logo pra cama e fode de uma vez!

Pela fresta do livro que ela tirou da prateleira, dava de vê, de onde vinham aqueles, gemidos e frases, era um casal, que estavam se pegando ali, na biblioteca escondidos pelos livros. Maria percebeu que a garota puxava a camisa, do rapaz fazendo suas costas aparecer, e olhando para aquele, pedaço de pele, aparecendo seu corpo estremeceu, e sua boca, ficou seca, sua mente naquele instante pedia, para que a garota, arrancasse a camisa dele, para ela poder vê, melhor aquele corpo, musculoso. O Rapaz bruscamente, virou a menina, fazendo ele ficar de frente para Maria, seus olhos abriram e deram de cara com os de dela. Maria pelo susto esbarrou na prateleira de livros que balançou e fez com que caísse vários em cima do Rapaz.

Ele então esbraveja — Merda... Que droga...

PDV' Maria

Confesso que olhar um casal, namorando, enquanto a garota, levantava a camisa dele e uma terceira pessoa, tipo EU. Ficava olhando. Desejando também arrancar aquela camisa, é errado, eu sei! Mas a culpa não é minha dos livros ter caídos, ele me assustou me olhando com aqueles olhos verdes, incríveis... Por isso tropeçei, na minha própria perna, sim eu sei, é vergonhoso uma garota de 21 anos que ainda parece que não sabe andar, mas eu tropeçei e esbarrei na prateleira, eu só acho que ele poderia parar de me xingar do outro lado. É melhor eu ir lá, e tentar conversar, eu acho!

Dei a volta na prateleira, e indo em direção a eles percebi de longe que a garota que antes estava dando uns amassos saiu, pelo o que eu entendi pela leitura labial, foi pegar gelo para ele. Ai minha Nossa Eu quase matei ele ?

— Oi ? - com uma saudação, rápida e abaixando me aproximei da minha vítima, porém não tive coragem de olhar em seus olhos. Resolvi então juntar os livros que estavam caídos no chão, ao mesmo tempo pedindo desculpas.

— É me desculpe, eu não queria ter te machucado é que eu.. Sou tão desastrada que cai, quer dizer, esbarrei na prateleira, que fez os livros cair na sua cabeça! Desculpe mesmo, me desculpe... -não conseguir levantar os olhos para encará-lo de tanta vergonha que estava sentindo, por isso peguei os livros mas rápido possível deixando minha vítima em paz. Não sei se ele me desculpou, pois não ouvi nenhuma resposta sua, enquanto pedia desculpas. Mas já tinha me dado por perdoada quando ele, parou de me insultar. Sai o mais rápido, que pude. Deixei os livros no balcão e fui, praticamente correndo para minha sala sem olhar para trás.


Notas Finais


😘...
Amorecos...


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