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História Lábios de pão de leite e champanhe - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


Oi, eu voltei com a iwaoi que disse que tinha. Hoje os avisos são menores.
— Sobre a história:
• Meio curtinha e terminada na melhor hora possível.
• Contém uma leve insinuação de sexo.
• O sabor de hoje é um pouco estranho talvez.
— Sobre a capa:
• @kalaahi que fez, por isso está tão perfeito. Melhor capista do mundo tem nome no Spirit e é Kalaahi.
• Ficou uma obra de arte, né? Nossa eu me sinto até mal pela capa ter ficado tão incrível e a história tão, é.

Mas de qualquer forma, boa leitura!

Capítulo 1 - Preto e verde água


O fotógrafo do casamento, finalmente conseguindo sua merecida pausa, sentou ao lado de um dos padrinhos, sem nem perceber a presença do homem de cabelos e olhos castanhos que dentro daquele terno Armani ficava muito, mas muito mesmo, bonito. 

Iwaizumi Hajime suspirou fundo antes de resmungar algumas coisas incompreensíveis para si mesmo, querendo simplesmente sair daquele casamento o mais rápido possível. Odiava casamentos, e esse não era diferente. 

De repente, fumaça de cigarro entrou em seu campo de visão, anunciando uma ilustre presença. 

— O casamento está um saco, não? — Oikawa Tooru disse, tragando com uma elegância surreal, mais uma vez, seu cigarro, erguendo bem o queixo para soltar a fumaça. — Casamentos são ruins. 

Iwaizumi não queria concordar com o que foi dito por Oikawa, mas infelizmente ele estava certo, e Iwaizumi preservava em si uma enorme sinceridade. 

— Não gosto de casamentos. — Com isso, Oikawa tragou mais uma vez seu cigarro, soltando a fumaça frente ao rosto de Iwaizumi dessa vez, sorrindo sensualmente, de uma forma libidinosa na qual Iwaizumi não estava muito acostumado por não ter uma vida social ativa, o que o fez travar um pouco. 

— Deixa eu adivinhar… Hm, falsidade no olhar e no sorriso das pessoas em um casamento te incomoda, por isso você não gosta? — Quando um garçom que trazia algumas taças de champanhe passava, Oikawa pegou, sorrateiramente, uma, se sentando de frente para Iwaizumi ao passo que dava leves goles na bebida da taça, entregando ela na metade para Iwaizumi. 

— Exatamente isso. Qual o seu motivo para não gostar de casamentos? — Iwaizumi bebeu lentamente um gole do champanhe da taça que acabou por dividir com o homem a sua frente, passando a língua nos lábios no final, ganhando um sorriso de Oikawa. 

— Neles faltam a diversão que eu tanto procuro. — Oikawa se levantou da mesa, jogando a bituca de cigarro no chão e pisando em cima com seu sapato caro e elegante, não tardando muito em tirar seu terno Armani e colocar na cadeira que estava sentado. 

O olhar de Iwaizumi vacilou por um instante, para a taça que ele segurava em mãos. Estava mesmo flertando com alguém depois de tanto tempo? Ou tudo era só uma brincadeira do homem bonito para se divertir?

Quando menos esperava, sentiu um tecido fino passar por sua pele e seu corpo ser puxado para frente. Os olhos de Oikawa faiscavam com o contato visual que ele forçou os dois a manterem, e Iwaizumi não demorou para descobrir que a gravata de Oikawa estava em seu pescoço e era puxado por ela. 

Os dois, em um movimento involuntário muito sincronizado, passaram as línguas pelos lábios, trocando mais um olhar antes de Oikawa o puxar pela gravata até as bocas se unirem. Os lábios de Oikawa tinham um gosto peculiar de pão de leite com uma leve presença do champanhe, mas não era de todo ruim, na verdade, Iwaizumi tinha gostado de como o sabor parecia ficar ainda mais gostoso do que normalmente. 

O fotógrafo, mesmo já tendo beijado várias bocas, não sabia ao exato o que fazer ali. Claro, ele correspondia o beijo como podia, mas ainda sentia falta de ocupar suas mãos com algum pedaço de carne humana. Oikawa já não se importava muito, colocava toda luxúria e sensualidade que conseguia nesse beijo, se sentindo mal por ter que separar. 

— Vem comigo. — Um pouco ofegante, Oikawa o puxou pela gravata até achar sua mão e enlaçar os dedos, o levando para o melhor lugar possível naquele momento além de seu carro, o banheiro. 

Um tanto quanto afoito, Oikawa jogou Iwaizumi dentro do banheiro, trancando a porta – os outros convidados que se lasquem, não é mesmo? – e sentando na bancada da pia, puxando sensualmente Iwaizumi pela gravata até unirem as bocas mais uma vez em um beijo que denunciava que a noite seria entre o mais puro sexo e desejo. 

Iwaizumi Hajime, só queria ir embora, mas acabou que esqueceu que queria isso, e Oikawa Tooru só queria alguma diversão, encontrando ela em Iwaizumi e ficando feliz. 


Notas Finais


Eu queria ser o Iwaizumi as vezes, mas eu também queria ser o Oikawa as vezes, é isso. @kalaahi, muito obrigada por capar essa história, você é o amor da minha vida 💙💙
Para quem quiser saber, amanhã saí uma BokuAka com pegada bem burguesa.
Até mais!


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