História Labirinto: A Magia da Princesa - Capítulo 18


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Categorias David Bowie, Jennifer Connelly, Labirinto - A magia do tempo
Personagens David Bowie, Jareth, o Rei dos Duendes, Personagens Originais, Sarah Williams, Toby Williams
Tags David Bowie
Visualizações 16
Palavras 2.114
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Ecchi, Ficção, Hentai, Magia, Musical (Songfic), Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


CURIOSIDADES: Jennifer Connelly foi entrevistada na promoção do filme Alita: Anjo de Combate, e perguntaram se ela se interessava em participar da sequência do filme Labirinto, e ela respondeu que nem estava sabendo disso. E assim os fãs disseram que o retorno dela no filme não vai acontecer. Eu já esperava por isso, no entanto eu queria que a personagem Sarah voltasse não necessariamente a atriz, não sei o que esse diretor está escrevendo nesse roteiro sequência, mas seria um pouco chulo ele trazer personagens novos assim do nada, ele poderia continuar a história dos anos 80, 90 ou até 2000, que está super em alta hoje em dia, por causa da série Stranger Things que explora o cenário dos anos 80 muito bem atraindo diferentes públicos.

Capítulo 18 - Começando o Plano


Fanfic / Fanfiction Labirinto: A Magia da Princesa - Capítulo 18 - Começando o Plano

Antes que Sarah pudesse contar o seu plano, o horário de visita acabou, e sua mente ficou dividida entre descansar ou pôr o plano em pratica, e ela decidiu misturar os dois. Foi direto para casa dos pais de Irene esperando que o almoço fosse um prato bem gorduroso e suculento, que para sua sorte era um bolo de carne, proteína suficiente para o dia todo, não sabia se ia comer outra vez. Ela disse a Irene que Líria era uma amiga que morava por ali, e por mais que estranhassem o cabelo e as roupas dela (Sarah não se importou em mudar as roupas dessa vez), achavam que era alguma tendência de moda que os jovens estavam seguindo e não questionaram para não parecerem rudes.

Depois do almoço Sarah pôs o plano em prática, Precisava ligar para algum amigo que não tivesse envolvido no incêndio, ela ligou para uma colega do teatro que era conhecida por ser fofoqueira e assim conseguiu as informações que queria, depois perguntou aos pais se por acaso não haviam trago câmera fotográfica, já que eles vieram passar o natal, obviamente iriam tirar fotos, e realmente eles trouxeram, a câmera antiga de Robert a MAVICA SONY, 1981. Sarah pegou a câmera e uma régua emprestada do pai de Irene e partiu para o hospital, Líria a seguia para todo lugar sem entender o que ela queria fazer e o porquê de carregar esses objetos estranhos, estava mais confusa que os pais de Sarah com esse comportamento.

- O meu plano. – Sarah começou quando entraram no quarto hospitalar de Toby. – Pode não ser muito inteligente, mas é o que eu consegui formular para agora.

- Não perca tempo. – Líria pede para que ela avance logo.

- Daqui alguns dias eu vou para a faculdade, não vou poder ficar perto de Toby, por isso é de extrema importância para mim que ele esteja protegido. Eu vou dizer aos meus pais e os enfermeiros para jamais tirar esse colar dele que é um presente meu, eles vão estranhar mais vão aceitar, eu acho.

- Por causa disso vou ter que te seguir para todo lado.

- Eu liguei para uma colega e ela me disse o nome de um artesão. – Sarah diz e tira a foto do colar de vários ângulos assustando Líria por causa do flash. – Queria que fosse uma Polaroid, mas temos que trabalhar com isso. Agora vou tirar as medidas.

- O que é esse objeto com luz? – Líria pergunta mexendo na câmera.

- Não mexa. Você pode queimar o filme. – Sarah pede e Líria obedece. – Eu vou fazer uma cópia do colar, para eu usar.

- Você está brincando com o perigo! – Líria exclama em decepção, esperava mais do plano. – É testar a inteligência do inimigo.

- Eu disse que o plano não era muito inteligente. – Sarah responde terminando de anotar as medidas do colar. – Mas não é só isso. Eu quero que você me treine.

- Quer que eu te ensine a lutar?

- Eu estou dando trabalho para todo mundo com essa história de proteção, e agora que eu não tenho mais, eu quero no mínimo saber me defender sozinha se o falso colar não der certo. E você mesmo disse que está cansada disso.

- Isso pode ser uma boa ideia. Mas ainda gostaria que você aprendesse a lutar usando o colar.

- Não adianta mais insistir.

- Está bem eu vou te ensinar a lutar e vou ficar do seu lado o tempo todo para que nada ti aconteça.

- Eu agradeço. Agora vamos embora precisamos voltar imediatamente para copiar este colar.

E assim deu o início ao plano que se falível ou infalível, era impossível saber, o importante era pratica-lo. Sarah avisou aos pais e aos médicos sobre o colar, que estranharam mas ela falou com tanta firmeza e ameaça que não ousaram querer tirar, e disse que estaria partindo para organizar suas coisas para a faculdade, os pais tinham esquecido completamente disso, e ela não os culpou ou se chateou dessa vez, ela também estava preocupada com Toby, pediu para que eles informassem quando o irmão fosse transferido.

Depois da viagem cansativa de ônibus,( pelo menos para Líria que não quis dormir, apenas vigiar Sarah) , chegaram já em pique para continuar o plano a primeira coisa era deixar o filme da câmera no seu trabalho, onde Sarah pediu com todo amor e carinho para o seu fotografo, revelar as fotos o mais rápido que podia, como ele amava Sarah em questão de trinta minutos ele revelou as fotos. Foi na volta para a casa que Sarah percebeu que Líria cambaleava em cansaço (fadas também precisam dormir), pois Sarah seguia os trajetos andando.

Deu um chá com um Boa Noite Cinderela para Líria, que na verdade eram remédios para dormir do pai, não era nenhum GHB (ácido gama-hidroxibutírico, droga geralmente usada para o crime) então ela não se sentiu mal por fazer isso, visto que Líria estava muito cansada e que ela a seguiria a todo custo, mas Sarah sentia que Raven não voltaria assim tão cedo depois dos ferimentos que Voni o presenteou. Depois que Líria apagou, ela saiu para completar sua missão, que precisava que andasse mais alguns quilômetros.

- Sarah! Você voltou! – Will gritou e parou a moto em frente de Sarah na calçada.

Quando Sarah viu as duas figuras loiras na moto, fez uma breve careta, pois nada estava bem ali. Suzy que estava na garupa da moto lançava um olhar fulminante para ela, não queria discutir com Suzy, queria apenas conversar calmamente com a amiga.

- Will você está bem? – Sarah pergunta evitando o olhar de Suzy.

- Foi só um cortezinho. – Ele responde passando a mão na testa onde tem uma gaze. – E onde você este...

- Will anda logo! Você vai ficar de papinho com essa bruxa?! – Suzy interrompe Will com raiva. – Se for para ser assim eu vou andando sozinha.

- Então vai andando Suzy! – Will responde no mesmo tom.

- O que você quer dizer com isso? – Suzy pergunta não acreditando na audácia dele. – Está me expulsando?

- É isso mesmo! Desça! Agora você vai andando.

Suzy lança um olhar raivoso aos dois, se ela fosse o Superman os dois estariam queimados no raio lazer, ela vai andando estralando os saltos no chão com muita força. Sarah ficou com medo que esse evento que nem tinha sido culpa dela a impedisse de falar com Suzy mais tarde, pois agora ela não tinha tempo de segui-la.

- Will por favor vai buscar ela, você não precisava ter feito isso. Eu entendo Suzy estar chateada comigo. – Sarah suplica.

- Ela tratou você feito lixo, então merece ser tratada igual. Não se preocupa eu só estava dando uma carona até o teatro, ela não vai andar muito. – Will diz fazendo Sarah lembrar que hoje tinha o último ensaio da peça. – Você também estava indo para o teatro?

- Infelizmente hoje vai ser minha primeira falta. Na verdade eu queria falar com você e o Jim. Sabe onde ele está?

- Então suba e vamos até ele, no caminho você conversa comigo. – Will convida ligando a moto e dando arrancadas para impressiona-la. – Não se preocupe com Suzy você conhece o temperamento bipolar dela, ela vai falar com você alguma hora. Venha!

Sarah cogitou que o convite fosse desnecessário, mas ele não havia respondido onde Jim estava e talvez nem respondesse, ele queria leva-la. Então não tinha outra escolha, subiu na moto pedindo segurança porque ambos estavam sem capacete (era mais irado na época), mas Will pilotava devagar para que pudessem conversar, e mesmo assim ele insistiu que ela serpenteasse os braços envolta dele, e para a felicidade dele ela não hesitou e obedeceu, tinha medo de cair mesmo em baixa velocidade.

- Will eu queria pedir desculpas pelo incêndio. – Sarah começa.

- Ué! Foi você que botou fogo?! – Will pergunta irônico. – A Suzy me disse que foi aquele seu parente punk louco que estava no clube. Eu entendo meus primos punks vivem colocando fogo em alguns lugares. É culpa dos Ramones, eles escutam muito aquelas merdas de música. O que custa ouvir um Bon Jovi no lugar?

- De qualquer maneira eu quero pedir desculpas. – Sarah diz evitando as piadas.

- Eu aceito suas desculpas, de qualquer jeito não foi sua culpa. Mas entendo você se culpar, você quer algo pra te motivar.

- Você é mais esperto do que pensei. – Sarah diz impressionada porque todos conseguiam lê-la, e tudo que menos queria era ser previsível.

- Você nunca conversou comigo ou com o Jim, por isso não sabe.

E era verdade Sarah não sabia muito daqueles garotos, só sabia que eles eram amigos de Suzy que na época a própria dizia ser baderneira, não ouvia falar boas coisas sobre o grupinho, eles frequentavam o teatro as vezes, que agora ela sabia que era por causa dela não de Suzy. Mesmo com todas as fofocas ruins, quis sair com eles na noite do ano passado, até beijou Jim, que agora ela nem se arrependia mais de ter beijado, vendo que no fundo eles eram boas pessoas.

- Então você e Suzy estão namorando? – Sarah pergunta por curiosidade. – Ela me contou que você salvou a cabeça dela de um reboco no incêndio.

- Eu acho que não. A Suzy é muito bonita mas também é complicada, eu não sei se isso faz o meu tipo. Sem contar que vamos pra faculdades diferentes.  – Will responde sincero. –E eu teria salvado qualquer pessoa, mas estou começando a achar que Suzy precisava levar uma tijolada.

- Will você é idiota! – Sarah dá um pequena risada do comentário. - É uma pena vocês formariam um casal perfeito.

- Sim o tipo de casal estereotipado perfeito, o idiota fortão e a patricinha, que se estivéssemos em um filme de terror como Sexta- Feira Treze, seriamos os primeiros a morrer porque iriamos se distanciar do grupo para transar em alguma cabana, e ai o Jason enfia um arpão atravessando os dois. – Will comenta finalmente arrancando as risadas de Sarah, o que ele ansiava ouvir.

- Will você é ...

- Já sei um idiota. – Will interrompe sentindo-se vitorioso por fazê-la rir. – O Clube Dos Cinco não tem um apelido melhor?

- Não temos porque provavelmente não exista mais nenhum clube depois do incêndio. – Sarah diz em tristeza.

- Se não te quiserem por perto, eu quero, eu não te culpo pelo incêndio, mesmo estando desmaiado naquela noite sei que não foi sua culpa. Relaxa seus amigos não estão te culpando, estamos aqui pra te ajudar.

 Sarah o abraça mais ainda, demonstrando que estava agradecida pelas palavras e agora ela se motivava mais para aprender a ficar mais forte e proteger seus amigos. Will parou na oficina e loja de motos da família de Jim. Os dois desceram da moto para encontra-lo sem camisa, apenas com uma calça jeans e corpo meio musculoso coberto de graxa.

- Eca Jim! – Will exclama chamando atenção de Jim. – Isso não é apresentável na frete de uma dama. Assim você já está apelando.

- Sarah? O que faz aqui? – Jim pergunta ignorando o comentário de Will, não completamente pois ele pegou a camisa para vestir.

- Eu só queria pedir desculpas pelo incêndio. – Sarah responde e Will se distancia um pouco para dar privacidade.

- Eu não te culpo Sarah. Ao contrário eu te agradeço! – Jim fala deixando Sarah confusa. – Você e aquela garota salvaram a minha vida. Eu não estou chateado com você. Os primos punks do Will já tentaram colocar fogo em mim uma vez.

- Eu te disse Sarah! – Will grita voltando até eles. - Esse jeito rebelde está virando moda. Eu sei que você ouviu uns boatos sobre nós e eles são verdade, pelo menos boa parte, então sabe que passamos por coisa pior. A gente não dá importância.

- Eu quero pedir outra coisa também e isso envolve os dois. – Sarah diz tirando as fotografias no bolso da jaqueta. – Will uma fonte me disse que você é um excelente artesão. Eu gostaria que você fizesse esse colar pra mim, eu já tenho as medidas. Você pode fazer?

- Esse colar é estranho. – Will diz analisando as fotos. – Por você qualquer coisa! Vou começar imediatamente.

-E eu quero que o Jim me ensine a atirar. – Sarah diz provocando reações mistas nos rapazes.

No momento em que Sarah termina a frase, Jim derruba as ferramentas que estava segurando demonstrando a falta de crença naquela frase. Já Will fica mega entusiasmado em ajuda-la agora e confirmou que Sarah era uma Final Girl. (É um termo de filme de terror para a última mulher viva que enfrenta o assassino)


Notas Finais


Até o próximo capítulo. ( Quero deixar claro que eu não acho os Ramones uma merda, o personagem que não gosta e prefere Bon Jovi )


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