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História Labirinto de Emoções - Capítulo 26


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Capítulo 26 - Doce Vingança


Fanfic / Fanfiction Labirinto de Emoções - Capítulo 26 - Doce Vingança

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10 Dias Depois

~pov Sasuke~

Ah, esses 15 dias estão sendo uma tortura para mim, não há nada pior do que ficar sem meu bebê, o bom é que só faltam mais 2 dias e ele vai voltar para meus braços – Está animada meu amor? – Minha mãe pergunta – Sim, é contagem regressiva, até terça-feira – Sorrimos e pego mais uma garfada de meu Romeu e Julieta – Isso aí, pensamento positivo – Meu irmão comenta pegando o paletó da cadeira – Tchau chata, tchau mãe, amo vocês – Se retira para trabalhar e sorrio. Meu celular vibra na mesa e pego para atender – Olha, sente o cheiro só pode – Rio – É o Naruto? – Assento – Alô? Como está meu destruidor de lares preferido? – Falo cínico mesmo – “Mamãe?” – Sorrio – Oi meu amor, achei que era o papai. Tudo bem? – Minha mãe para por um minuto para prestar atenção na conversa – “Não mamãe...” – Tosse pela garganta seca – Menma, o que houve? – Me alarmo – “Eu estou com sede, com fome” – Funga deixando as lágrimas descerem – Pede para papai fazer algo – Estranho sua reclamação e a ligação fica muda – Menma, Menma cadê o papai? – Levanto – “Não sei” – Chora. No momento trinco os dentes e meus olhos fervem de ódio – Eu estou indo – Desligo – Querida, o que houve? – Minha mãe pergunta – O Naruto não está lá, meu bebê está sozinho – Puxo minha chave do prendedor da geladeira e como um piloto de corrida eu atravesso os quarteirões para encontrar a casa daquele maldito. Posso não ter estado lá, mas consegui pessoas que me informaram a rua e o número, quando descobri que eram algumas quadras de mim, meu ódio quase criou forma para gritar e quebrar tudo – Eu vou te matar Naruto, dessa vez eu te mato – Paro o carro e avanço com o pé na porta, pois sei que está trancada – Menma! – Chamo seu nome assim que estouro a fechadura – Mamãe? – Observo os lados e o vejo sentado no chão sobre uma poça d’água – Bebê, é você? – As lágrimas descem quando não consigo reconhecer a criança que trouxe ao mundo – Mamãe... – Se levanta com dificuldade e caminha até mim com os braços abertos para me alcançar – Ah, meu amor, o que ele tem feito? – Fungo o abraçando. Sinto pelo contato o quanto o pequeno emagreceu, seu corpo está fraco e pela roupa suja é possível ver marcas pelos seus braços e pernas – Ele não está cuidando de você? – Nega e o aperto forte – Vamos, eu vou tirar você daqui – Pego um pano que estava sobre o sofá e coloco em suas costas como uma capa, para assim pegá-lo no estilo noiva e sair dessa casa de horrores.

~pov Autora~

Ao chegar na residência Sasuke dá um belo banho no filho, lavando cada pedacinho seu e se surpreende por seu bebê estar completamente roxo, por toda a parte, mas o menor não fala o que aconteceu, na verdade nem precisa. Todavia, a explicação é a seguinte, Naruto se mostrou tolerante para respeitar o sentimento que estava crescendo em seu peito, mas, conforme os dias se estendiam ele ficou frio e qualquer coisa que Menma fizesse o incomodava, por isso ele começou a punir o garoto a tapas, privando-o de comida e como agora, o deixando a própria sorte por dois dias, já que ele saiu ontem e até agora não retornou, então o bebê não teve outro remédio senão recorrer ao que sua mãe o avisou uma vez, que qualquer problema ligasse para o número que Sasuke o obrigou a decorar, que é de seu celular, mas, senão fosse por isso, quem sabe o que haveria.

~pov Sasuke~

-Mamãe, você me odeia? – Me surpreendo com a pergunta do pequeno, que está sentado na banheira com a cabeça baixa – Por que pensa isso? – Me sento e molho a bucha – É que... eu me pareço com ele... – Levanto seu rosto para limpar a terra – Menma, eu não posso negar que você é a cara daquele homem, que infelizmente... – Faço uma breve pausa – É o seu pai – Passo o sabão por suas bochechas – Mas isso não significa que eu te odeie – Sorrio – Bebê, você foi a melhor coisa que me aconteceu em toda a minha vida, porque eu sempre sonhei em ser mãe – Acaricio seus cabelos tentando segurar as lágrimas – E aí, você apareceu e me fez tão feliz – Pego um pequeno balde azul e o encho de água para logo despejá-lo sobre o moreno – Mas mamãe, ele não gosta de mim, não é? – Aceno que sim, pois de nada me adianta mentir – Você já sabe disso. Ele nunca quis ser pai, por isso você está assim – Abaixa o olhar – Isso não me importa – Vejo suas curtas mãos apertarem com uma força considerável a borda da banheira – Eu também não gosto dele – Vira a cara enquanto pego a toalha – Faz muito bem – Rimos e ele se levanta para que o aconchegue em meus braços. O seco bem e devagar vou passando uma pomada para amenizar a cor de seus ferimentos – Eu te amo mamãe – Sorrio – Também te amo meu amor – Beijo a ponta de seu nariz e sua testa. Depois de colar um curativo em sua bochecha o visto com roupas ventiladas – Como se sente? – Sorri – Bem – Me abraça e o levo até a cozinha – Está pronto, fiz uma sopa, porque vai saber desde quando ele não come – Pego o prato e vou dando devagar – Que delícia – Sorrio fazendo ele limpar o prato e depois ainda tomou um copo cheio d’água, para depois adormecer em meus braços – Como ele teve coragem? O próprio filho – O aperto.

☯️☯️☯️☯️Quebra de Tempo☯️☯️☯️☯️

Quase 19h a polícia aparece em casa para levar Menma novamente, mas dessa vez eu tinha as cartas – Olha como ele está, não percebem os maus tratos? – Digo observando a cara lavada do maldito a minha frente – Não sei do que está falando, porque ele não estava machucado, você está alegando sem provas – Abro a boca em um perfeito “O” e os oficiais se entreolham – A criança – Fico indignado – Vão levá-lo mesmo assim? – As lágrimas se acumulam – Não há testemunhas – Aperto os punhos deixando a água salgada pingar no rosto adormecido do meu pequeno, que está em meu colo desde que chegou – Você vai me pagar Naruto, eu não sei quando, mas um dia, você vai me pagar – Lhe estendo o menino. Se aproxima de meu ouvido para pegar o bebê – Não diga coisas que não pode cumprir – Se afasta sorrindo presunçoso – Aqui – Me entrega uma carta e se retira com a polícia. Entro limpando as lágrimas – Querida, sabe que nós queríamos fazer mais – Minha mãe me abraça – Compramos o juiz? – Sorri – Não pense assim meu amor, não seja como o Naruto – Suspiro – O que ele te deu? – Me solto dela e abro a carta lendo seu conteúdo – Uma ordem de restrição, sabia – Rio de canto – Preciso ir amanhã para assinar e presenciar uma audiência de... – Meu sangue ferve e borbulha em minhas veias – ELE PEDIU A “GUARDA UNILATERAL!” – Jogo o papel no chão e subo para meu quarto com os olhos marejados – Sasuke! – Não dou ouvidos a minha mãe, agora quero apenas chorar para suportar o peso das minhas frustações.

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No Outro Dia

~pov Naruto~

-É hoje – Sorrio arrumando meu terno – Finalmente minha vingança estará completa – Me olho no espelho – Você viu aquela carinha de choro? Eu riria, se não tivesse me deixado tão excitado – Converso com meu reflexo, enquanto faço o nó da gravata – É o melhor dia de todos, melhor dia de todos – Cantarolo – Papai... – Ouço o pirralho me chamar e olho para a porta – Que é? – Digo ríspido e rapidamente ele se encolhe junto a porta de seu quarto – Eu... estou com fome... – Abaixo o olhar, lembrando que cheguei tarde e nem devo ter dado algo para ele comer – Tá, vou te dar alguma coisa – Caminho pelo corredor e assim que passo ao seu lado aperto sua gola traseira e o encosto em minhas costas, para logo descer as escadas – Deixa eu ver – O solto, fazendo ela cair em pé e depois se sentar pelo impacto – Ai... – Abro o armário e pego um salgadinho de requeijão – Pronto, come – Jogo em seu colo e ele abre o pacote com pressa – Daqui a pouco vamos para a última audiência, já sabe o que deve dizer – Concorda – Quero... – Aperta os olhos – Ficar com o papai – Acaricio seu cabelo – Muito bom. Só não se esquece, se resolver dar para trás na última hora – Aperto seus fios morenos fazendo uma cara séria – A mamãe vai pagar muito caro – Confirma com lágrimas nos olhos e o solto – Ótimo, agora vamos – Levanto e ele me segue com a mão na cabeça e os olhos úmidos – Que alegria – Abro a porta do carro e o coloco na cadeirinha – Termina de comer isso logo – Alerto seco e ele se encolhe colocando quase tudo na boca – É divertido fazer meu amor sofrer – Vou para o banco do motorista e logo estamos na estrada – Mas..., não consigo tranzar com alguém que não é ele. Ainda não descobri meu problema, por isso... – Debruço no volante enquanto o sinal está fechado – Mamãe... – Ouço a voz do pequeno bem baixinha e olho para onde sua mão mostra – É mesmo, ele tem o próprio consultório – Estreito os olhos – Ele recebe homens também? – O sinal abre e continuo meu trajeto até o julgamento.

~pov Autora~

-Ele está atrasado, não conta como desacato? – Sasuke está mais que impaciente na sala da audiência – Precisa se acalmar senhorita Uchiha, temos muito tempo ainda – O velho diz apontando o relógio, que marca apenas 3 minutos restantes – Respira filha, vai acabar tudo bem – Fugako segura as mãos do pequeno, que resolve finalmente se sentar – Oi, estamos atrasados? – O loiro entra com o filho nos braços – MENMA! – O moreno se exalta, alegre por reencontrar o filho – Ma... – Ia chamar pela mãe, mas é impedido pelo aperto do pai, que o olha autoritário – Bem na hora senhor Uzumaki, como tem passado? – Se aproxima com o sorriso mais falso que consegue formar – Ótimo, passar esse tempo com meu filho, que a tanto me foi negado é muito importante – Abraça gentilmente a criança, que se assusta com o carinho repentino, pois faz tempo que não recebe afeto do pai – Não percebe que meu bebê está acuado? – O mais velho ergue a mão – Silêncio senhorita Uchiha – O moreno volta a se sentar e o Uzumaki faz o mesmo, deixando a cria em seu colo – Essa audiência será para discutirmos a petição do senhor Naruto Uzumaki, para “Guarda Unilateral” de Menma Uzumaki, além de uma ordem de restrição para sua ex-namorada, Sasuke Uchiha, mãe biológica da criança em questão. Advogado de defesa, o senhor tem seu primeiro argumento – Fugako se levanta e limpa a garganta – Meritíssimo, durante esse longo julgamento já apresentamos provas suficientes de que Naruto Uzumaki não cuida do próprio filho, pois diversas vezes a criança mostrou sinais de maus-tratos. Não entendo o motivo dessa audiência – Ele encerra – Advogado de acusação, sua vez – O comparsa de Naruto se levanta – Meritíssimo, com todo o respeito, essa família está cheia de mentirosos, meu cliente já deu suas explicações sobre os machucados aparentes no filho, além de terem sido confirmados de boa vontade pela criança, mostrando que meu cliente disse apenas verdades até aqui. Peço humildemente que reveja todo o caso antes da sentença final – Volta ao seu lugar – Tudo bem, agora, voltamos a um dia atrás, a senhorita Sasuke Uchiha invadiu sem avisos a casa de seu ex-namorado e levou seu filho, sem mais, nem menos. Está correto senhor Uzumaki? – Pergunta – Sim, senhor juiz. Não gosto de recordar desse dia, me bate até uma tristeza por lembrar do meu filho sendo tirado de mim – Sasuke desvia o olhar – Falso – Fala baixo, mas os ouvidos da lei nunca falham – Disse algo senhorita Uchiha? – O moreno se levanta – Eu não aguento ouvir tanta falsidade saindo de uma pessoa só. Meritíssimo, o Naruto nunca quis que eu engravidasse, tentou diversas vezes matar nosso bebê em meu ventre, me abandonou, depois jurou destruir a minha vida – Funga tocando sua barriga – E ele está conseguindo. Ele quer tirar o Menma de mim apena por vingança, sabe-se lá o que ele vai fazer com o filho se o senhor aceitar essa petição – As lágrimas descem por seu rosto – Eu só quero meu bebê de volta, apenas isso – Aperta sua barriga – Por favor, não acredite mas mentiras dele. Apenas fui até sua casa, porque meu bebê me ligou dizendo que estava com fome e o pai não estava em casa, por isso eu fui correndo buscá-lo – O juiz suspira – Meritíssimo, se eu apenas digo mentiras, como meu amor está dizendo – Sorri da cara de desgosto que o Uchiha apresenta – Por que não deixamos meu filho resolver a situação de uma vez por todas? Ele é a vítima, deixemos ele contar a verdade, e escolher com quem quer crescer – A lei para e pensa no assunto – Pois muito bem, que a criança nessa circunstância tenha total poder sobre a decisão final – O Uzumaki sorri e coloca o pequeno no chão – Conte a ele o que realmente aconteceu naquela noite – Diz encarando o menor, que se lembra rapidamente da história que ensaiaram no carro – Eu estava assistindo TV e o papai estava fazendo a janta, quando do nada a mamãe chegou e brigou muito com ele, depois ela disse para eu arrumar minhas coisas, porque eu ia voltar para casa dela. O papai tentou conversar, mas a mamãe não quis ouvir e até bateu nele. Então, nós fomos embora – Sasuke fica chocado com a versão de sua cria, tanto, que mal consegue falar, ou segurar as lágrimas – Força querida – Sua mãe a puxa para uma cadeira, antes que caia de joelhos – Ouviu Meritíssimo? Eu disse a verdade desde o princípio – O mais velho confirma – Agora Menma, com quem você quer viver? O papai? Ou a mamãe? – O pequeno abaixa o olhar por saber que sua escolha já está predefinida, por esse motivo, se abraça ao loiro, deixando Sasuke desolado – Menma, o que está fazendo? Me disse que o papai te bateu diversas vezes, apresentamos isso durante esses dias – O moreninho fica em silêncio deixando suas lágrimas caírem no tecido da calça do maior – Pare com isso minha vida, por que ficar se lamentando? Todos sabem a verdade agora e você nunca mais vai tirá-lo de mim – Naruto sorri presunçoso e a voz do juiz se faz presente mais uma vez – De acordo com a cena, tomo minha decisão, senhor Uzumaki, sua petição e a solicitação de uma ordem restritiva foram... – Faz um suspense – Aceitos – Bate o martelo – Caso encerrado – NÃO! NÃO PODE FAZER ISSO! ELE ESTÁ AMEAÇANDO MEU BEBÊ, É A ÚNICA EXPLICAÇÃO! – O martelo beija a madeira diversas vezes – Silêncio senhorita, a decisão foi tomada, não há porque ir contra a vontade da criança, se ela é a mais importante no momento. Sinto muito se seu coração desejava outro desfecho, mas apenas lhe digo algo, por favor, não retorne a esse tribunal com o mesmo caso, pois não a atenderemos – Fugako arregala os olhos – Não pode fazer isso, é contra a lei – O outro nega – Se este caso foi encerrado pela própria vítima, tenho total poder de não reabri-lo novamente, a menos que seu neto conte uma versão diferente caso voltem – O patriarca trinca os dentes e observa o ex-genro, que pega o menino no colo e se retira a passos lentos do lugar – Meu bebê... – Sasuke chora – Meu bebê... – Funga, tossindo um pouco – Vamos querida, acabou, fizemos tudo o que foi possível – A matriarca o levanta e caminham até a saída. Na recepção ainda encontram o Uzumaki preenchendo um papel – Maldito – Itachi diz entredentes – Vocês podem ir, eu quero pedir para pelo menos me despedir dele – Sua família se entristece – Tudo bem querida – Mikoto puxa os outros dois para fora – O que você quer agora? – O loiro pergunta vendo seu ex se aproximar – Nada, você conseguiu, finalmente se vingou de mim – O outro solta um pequeno riso – Eu disse para ter cuidado – O moreno suspira – Mas, eu vou morrer se não puder ver meu bebê nunca mais, por favor Naruto, eu estou implorando, me deixe vê-lo – O outro cruza os braços – Claro que... – É cortado, quando o pequeno se joga em seus braços – Eu faço qualquer coisa, faço tudo o que me pedir – O maior saliva com a oferta – Qualquer coisa? – Acena que sim – Eu imploro – O Uzumaki sorri – Quero que me aceite como seu paciente, marque uma consulta comigo todos os dias, às... – Pensa em um bom horário – 11 horas, começando hoje – O pequeno fica confuso, mas aceita o acordo – E não conte para sua família – Assente – A gente se vê depois – Sorri indo para o carro, onde seus familiares lhe esperam – Então, ele vai ficar bem? – Sua mãe pergunta assim que Sasuke adentra o veículo – Claro, acho que... – Abaixa o olhar – Vai ficar tudo bem – Observa a janela e todos se entristecem – Vamos para casa, tudo se resolverá.

~pov Naruto~

-Muito bem Menma, sua atuação foi perfeita – Rio, dirigindo até a escola do pequeno – Eu nunca mais vou ver minha mamãe? – Nego – Vai falar com ela todo dia a partir de amanhã – Se alegra – Sério?! Obrigado papai – Paro em frente o lugar cercado de crianças – Senhor Uzumaki, boa tarde – A professora dele para próximo ao carro – Oi, só vim deixar o pirralho – Aponto para ele – Claro, vamos Menma? – Abre a porta e o menino desce, mas antes, fala tímido – Tchau papai... – Não resisto ao sorriso – Tchau... – Meus lábios se separam para pronunciar a palavra, mas minha voz se recusa, por isso apenas engato a primeira e saio da zona escolar. Pego meu celular e vejo a hora – Bom, 10:35, é melhor eu correr, não quero me atrasar – Sorrio e acelero, pois da escola, até o consultório do moreno, leva uns 20 minutos – Finalmente eu vou gozar direito, depois de 3 anos apenas de aliviadas necessárias – Suspiro – Vou poder tocar, beijar e abraçar aquele corpinho, que na verdade, é meu, e sempre será... – Aperto o volante com um belo sorriso – Apenas meu – Estaciono, vendo que meu amor já chegou, pois seu carro está na vaga de sempre.



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