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História Laços - Capítulo 17


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Notas do Autor


Um capítulo seguido do outro só porque a Autora está extremamente feliz porque essa semana o Nego Di se foi e a Sarah linda perfeita foi líder

Capítulo 17 - Perdão


Sasuke e Sakura encaravam o rosto de Ray completamente imóveis, exatamente na mesma posição em que eles estavam quando foram para cima dele clamando por notícias. Ele, como médico experiente, já estava acostumado em dar notícias ruins para parentes de pacientes, portanto, ele entendia muito bem a falta de reação de ambos os pais: Eles não respiravam, não piscavam, não se moviam... Apenas o encaravam, completamente em choque.

Sasuke e Sakura não tiveram certeza se conseguiram processar direito a informação, não tinham certeza se tinham ouvido direito o que Ray disse a eles. Mas foi alto e claro: Sarada tinha câncer... câncer no sangue.

Sasuke começou a enxergar as coisas e as pessoas ao redor de forma turva, sua visa o estava se escurecendo e ele começou a se sentir tonto. Sua única mão buscava desesperadamente por um apoio, pois suas penas bambearam e ele sentiu que poderia cair a qualquer momento. Ele arregalava os olhos com força no desespero para que pudesse enxergar melhor. Por sorte, havia um pilar de concreto no meio da recepção, onde eram pendurados panfletos de campanhas de vacinação, entre outras coisas; graças àquilo, ele não foi ao chão.

Sakura, por sua vez, conseguiu se manter mais calma. Apesar de seus olhos se encheram de lágrimas e suas mãos começarem a tremer, ela conseguiu engolir em seco e lubrificar os lábios que haviam se secado devido ao choque inicial que foi receber essa notícia. Sua visão ficou embaçada graças as lágrimas que se acumularam em seus olhos; ela encarou Ray e abriu a boca para falar, mas seu queixo tremia bastante, pois ela tentava ao máximo segurar o choro.



- Ray... - a voz dela saiu trêmula, assim como suas mãos e seu queixo. - Ray... Como pode ser leucemia? Essa doença apresenta sintomas antes.



- Sim, Sakura... - Ray mantinha seu profissionalismo, ele se mantinha firme tanto em seu porte como na voz. - Ela apresentou sintomas e o principal foram as manchas na pele.



- Como... - Sakura desviou seu olhar do de Ray, ainda com os olhos arregalados e cheios de lágrimas. Ela piscou novamente e uma lágrima escorreu de cada olho. - Como... como eu não percebi nenhum sintoma? Nos nossos poucos encontros ela parecia bem... saudável como sempre. - ela estava muito confusa. Apesar de ser uma doença silenciosa, ela apresenta sintomas e, portanto, era muito estranho que ela não tenha percebido nenhum, mesmo nos poucos encontros que ela teve com sua filha nas últimas semanas.


Sasuke não conseguia mais ouvir essa conversa. Ele queria tanto que Ray e Sakura estivessem errados, mas ele estava ouvindo a conversa de dois médicos experientes. Mas o que deixava Sasuke completamente sem chão, era o fato de ele ter percebido diversos sintomas e, mesmo assim, não feito nada a respeito: Ela apresentava estar mais pálida e mais fraca do que o normal e, além disso, ele percebeu as manchas na pele, mas acreditou que eram hematomas de batalhas. Ele não conseguia mais permanecer ali.

Sem dizer nada, Sasuke começou a caminhar na direção da saída do hospital, mesmo com muita dificuldade para andar devido às pernas bambas e a visa o turva. Ele precisava de ar fresco, precisava de uma brisa gelada batendo em seu rosto para que ele resistisse e permanecesse forte, mas sua cabeça começou a doer devido à tantas coisas que se passavam em sua cabeça. A cada passo que ele dava, ele sentia sua respiração ficando cada vez mais desregulada.

Quando menos percebeu, ele conseguiu chegar para o lado de fora do hospital. Ele perdeu todos os seus sentidos naquele momento: Ele era incapaz de enxergar com clareza, ele era incapaz de respirar ou de sentir qualquer coisa. Ele caminhou até o lado de fora e se sentou no grande e largo degrau de concreto que dava para a entrada

Seu cotovelo se apoiou em seu joelho e ele abaixou a cabeça, se concentrando em respirar direito. Ele levantou a cabeça logo em seguida, olhando para o céu estrelado e vendo as estrelas de forma turva e embaçada. Sasuke passou a mão no rosto, afim de sentir o atrito da pele de seu rosto de de sua palma, mas ele não conseguia sentir nada, nem ouvir, nem enxergar.

Ele sentiu seu corpo mole sendo sacudido de um lado para o outro e, aos poucos, sua visão deixou de ficar turva, seu tato voltou e ele sentiu duas mãos em seus ombros e pôde ouvir uma voz familiar lhe chamando de volta para a realidade.




- SASUKE-KUN, ACORDA! - era Sakura, que o sacudia com força de um lado para o outro com suas mãos fortes e gritava com ele com sua voz doce, mas potente. Ela o encarava com preocupação. Ele piscou diversas vezes para sua visão voltar ao normal e, quando conseguiu, encarou o rosto de Sakura, que o encarava de volta. - Sasuke-kun, por favor, se recomponha.



Sasuke percebeu que ela não chorava mais, mas era possível ver seus olhos avermelhados e levemente inchados, além da bochecha parcialmente úmida por conta das lágrimas que escorreram.



- Sasuke-kun, olhe bem para mim, está bem? - as mãos dela pegaram no rosto dele e forçaram para que ele olhasse fixamamente para ela. - Me escute... - a voz dela abaixou o tom. - Nós dois precisamos ser fortes, está bem? Precisamos ser fortes por ela.


Ao sentir que as mãos dela não seguravam mais com tanta firmeza seu rosto, Sasuke virou-se para frente novamente e abaixou a cabeça.

Em sua cabeça, começou a passar todas as vezes que ele percebeu um sintoma em sua filha, mas ignorou. Começou a passar todos os momentos que eles perderam devido suas viagens e suas missões. E, por último, lhe veio o pensamento que seu bebê poderia morrer a qualquer momento. Ele não conseguia tirar a imagem dela caída no chão da cozinha, quase afogada no próprio vômito cheio de sangue. Foi muito traumatizante. Ele segurava sua filha em seus braços e olhava para o rosto dela desacordado praticamente morta. Ele poderia impedir aquilo, se ele informasse alguém sobre os sintomas; ou se, simplesmente, ele não tivesse saído para um bar para fazer sexo com uma mulher que mal conhecia. Esses pensamentos vinham em sua cabeça e não saíam de jeito nenhum.

Sua única mão escondeu seu rosto e sua cabeça abaixou. Seu queixo começou a tremer, os dentes rangeram e ele sentiu as lágrimas quentes em sua pele. Ele respirava fundo, ele tentou conter seu choro alto, mas não conseguiu.

Sakura olhava para Sasuke naquele estado com uma expressão de tristeza visível. Suas sobrancelhas estavam juntas e ela comprimia os lábios para segurar o choro. Ela se sentia pressionada a se manter forte, não só por Sarada, mas por Sasuke também, que simplismente desabou em sua frente.

Isso já havia acontecido antes, quando ele lhe contou sobre seu passado sombrio com o clã Uchiha e seu irmão, Itachi. Toda o sangue, todo o trauma, todos os gritos, toda a tortura e abuso psicólogico que ele sofreu. Ele contou tudo a ela. Ele ficou exatamente da mesma forma. Mas, agora, ele estava pior.

Assim como ela fez da outra vez, quase como um extinto, Sakura levou suas mãos até Sasuke. Uma foi colocada em seu ombro e outra na cabeça dele e, com delicadeza, ela o puxou na direção dela e apoiou a cabeça dele em seu ombro. Ela acariciava os cabelos dele com uma mão e os ombros com outra, e o apertou contra ela. Lágrimas escorriam de seus olhos, mas ela chorava em silêncio, aproveitando que ele não estava a vendo.



- Sasuke-kun... - ela o chamou, quase em um sussurro. - Sasuke-kun, me conte o que você está sentindo? O que você está pensando?



Essas foram as mesmas palavras que ela disse a ele no dia em que ele contou a ela sobre seu passado manchado de sangue do clã Uchiha. Deu certo, na época. Ele se sentiu acolhido, amado, e até mais leve por falar sobre tudo o que sofreu.

E, agora, a história se repetia, mas agora era Sarada quem estava sofrendo. Ela era filha dos dois, ambos precisavam dar força para o outro para que pudessem ajudá-la.

Sasuke deixou tudo o que ele e Sakura passaram nas últimas semanas de lado. Todo o remorso, raiva, rancor, absolutamente tudo isso acabava ali.

Ele se desvincilhou do abraço de Sakura bem lentamente e, assim que ficou sentado da mesma forma que estava anteriormente, ele a encarou. Seus olhos estavam inchados e avermelhados e, além disso, todo seu rosto estava molhado e quente.



- Eu... - ele respirou fundo. - Eu acreditava que estava tudo bem... Mesmo percebendo alguns sintomas nela. - ele desviou seu olhar do de Sakura, envergonhado. - Eu acreditei tanto que tudo estava bem, que achei que eu poderia sair de casa e deixá-la sozinha por um tempo. - ele engoliu em seco. - Sakura... - ele olhou para o rosto dela, que o encarava atentamente, com uma expressão triste. - Quando eu cheguei em casa e vi Sarada caída daquele jeito, em meio à tanto sangue... - a respiração dele começou a se alterar e mais lágrimas escorreram. - Eu senti como se eu ainda estivesse no dia em que eu perdi tudo. - ele começou a chorar de novo. - No dia em que eu perdi meu clã, meus pais, meu irmão, minha felicidade... - ele ficou levemente ofegante. - Era tanto sangue... Era tanto desespero... Eu achei que ela estava morta.



- Sasuke-kun... - ela segurou a mão dele.



- Eu achei que tinha perdido a minha filha... - ele chorava alto. - E foi minha culpa!



- Não, não diga isso! - ela segurou a mão dele com as duas mãos e apertou. - Não diga isso, não é sua culpa!



- Se eu tivesse feito alguma coisa antes... 



- Sasuke-kun! - Ela o interrompeu, elevando o tom de voz e soltando a mão dele para segurar o rosto dele novamente. - Pare de se culpar por isso. Você acha que Sarada gostaria de te ver falando essas bobagens?



- Sakura... - ele olhou fixamente nos olhos dela. - Eu não posso perdê-la, ela... - ele ia completar a frase, mas não quis terminá-la. Ele ia dizer que ela é a única pessoa que lhe restou, mas ele nem acreditava na própria fala. Por mais que ele e Sakura estivessem divorciados, era ela quem estava dando-lhe apoio naquele momento.



- Nós não vamos perdê-la! - falou com convicção. - Eu vou fazer de tudo para curá-la, eu não vou deixar ela morrer, tá bom? - Sakura forçava Sasuke a encará-la nos olhos. Ele abriu a boca para dizer algo, mas ele não disse nada.


Na cabeça de Sasuke, começou a se passar diversos momentos em que Sakura foi a pessoa quem o consolou, quem esteve lá por ele quando ninguém mais esteve. E, novamente, ela estava lá, firme e forte por ele e, agora, por Sarada. 

Mesmo ela tendo recebido a notícia de que sua filha estava com uma doença terminal que a matava aos poucos, ainda assim, ela se manteve firme, completamente confiante de que ela daria um jeito para curar a própria filha.

Sakura o fez passar muita raiva nos últimos dias, mas ele nunca conseguia deixar de pensar o quão maravilhosa ela era por ser tão forte. Ela era, de fato, uma mulher admirável.

Ele olhava para o rosto dela e só conseguia se lembrar de todas as vezes que ele disse a si mesmo que aquela era a mulher de sua vida. Ela ocupou um lugar em seu coração que ninguém jamais conseguiru preencher e jamais conseguirá.

Sakura percebeu a forma como Sasuke a olhava. Ele a encarou da mesma forma quando ele a beijou no dia em que ele contou sobre seu passado. Era o mesmo olhar. Era a mesma proximidade. Era o mesmo contato. Era o mesmo momento. Ela começou a pensar que ele a beijaria e ela não sabia o que fazer sobre isso. Ela não sabia se deixaria, afinal de contas, tudo o que ela havia dito a ele naquela discussão quando eles se divorciaram, era a forma como ela realmente se sentia: Ela acreditava que ele não a amou da mesma forma que ela o amou durante todos esses anos de casado. Ela não tinha certeza se gostava de Sasuke da mesma forma que gostou dele durante os últimos anos desde que era pequena. Ela não sabia o que sentia por Ray. Ela não sabia se deveria deixar que ele a beijasse.

Surpreendentemente, apesar de Sasuke estar com muita vontade de beijá-la, retomar o casamento - pois não deixou de amá-la - foi ele mesmo quem se afastou. Ele encarou o rosto de Sakura por muitos segundos, lamentando por não poder mais tocá-la como esposa. Mas era como se ele tivesse lido os pensamentos dela e vice-versa.

Após uma respirada funda e longa, Sasuke apenas encostou sua testa na de Sakura, enquanto ela ainda segurava seu rosto. Sua única mão foi colocada sobre a mão dela. Ambos fecharam os olhos e sentiram as respirações quentes um do outro.



- Mesmo com tudo que aconteceu entre nós nas última semanas, nós ainda somos uma família. - Sakura praticamente sussurrou. - Desde que formamos o time 7, nós somos uma família e isso nunca vai mudar. - ele sorriu levemente ao ouvir estas palavras. - Ainda mais agora que temos uma filha juntos.



- Me perdoe por tudo que eu te fiz passar. - ele disse, ainda com os olhos fechados e a testa encostada na dela.



- Me perdoe por ter te falado coisas horríveis nas últimas semanas. - ela se afastou para olhar no rosto dele, que abriu os olhos assim que a viu se afastando. 


Ele olhou mais uma vez para o rosto dela e sorriu levemente ao ver que ela sorria para ele. Ainda com sua mão sobre a dela, ele esfregou com delicadeza sua bochecha na palma da mão dela em um gesto carinhoso, de olhos fechados. Ele tirou a mão dela de seu rosto e a beijou. 

Sakura viu e sentiu todo esse carinho de Sasuke com um sorriso no rosto e lágrimas nos olhos, feliz por ter resolvido as coisas com ele. Ela o viu levantando o olhar e a encarando nos olhos, enquanto ainda estava com as costas da mão encostada nos lábios dele.



- Agora vem a parte difícil, Sasuke-kun... - o sorriso de Sakura desapareceu instantaneamente quando falou esta frase, assim como ele quando ouviu. - A notícia será dada à ela.


Sasuke respirou fundo e apertou ainda mais a mão de Sakura, na esperança de conseguir recuperar suas forças. Ele se levantou e estendeu a mão para sua ex esposa que estava no chão. 






...





Ray guiou Sasuke e Sakura na direção da sala de UTI em que Sarada estava. Ele abriu a porta para que os pais pudessem entrar e, como cavalheirismo ou somente um ato de educação, deixou que eles entrassem primeiro.

Sasuke e Sakura estavam um ao lado do outro, já recompostos de todo o momento melancólico que tiveram do lado de fora do hospital, seguidos por Ray, que estava atrás deles para fechar a porta. O médico de cabelo castanho caminhou na direção do lado da maca de Sarada e juntou as mãos em frente ao corpo.

Sarada estava acordada. Ela viu seus pais chegando, surpreendentemente um ao lado do outro, e sorriu levemente. Ver o rosto dos dois era sempre bom e, ver que sua mãe estava ali por ela, mesmo após aquela discussão que elas tiveram, a fazia se sentir feliz e aliviada.



- Oi, mamãe. Oi, papai. - Sarada disse isso mexendo uma de suas mãos em sinal de cumprimento a distância.



- Oi, minha filha. - Sakura disse, se forçando a sorrir. Ela estava com uma máscara feliz, mas aquele momento estava extremamente difícil para ela.


- Oi, Sarada. - Sasuke disse. Ele se sentia da mesma forma, mas ao invés de uma "máscara feliz", ele estava com sua expressão neutra de sempre.



- Como você está, pequena? - Ray perguntou, com um sorriso no rosto.



- Na verdade, não estou me sentindo muito bem... - ela disse isso com um sorriso no rosto. - Mas vou ficar melhor, eu prometo.



Sasuke respirou fundo e engoliu em seco, seguido de sua cabeça se abaixando. Ele tentava, mas estava muito difícil esconder que ele estava apavorado. Sakura já passou por isso diversas vezes, mas nunca com alguém que ela amava tanto como sua própria filha; mas devido ao seu profissionalismo, ela conseguia manter mais a calma. Ray, por sua vez, olhou para os pais uma última vez, antes de se virar para Sarada novamente.



- É normal que você não esteja se sentindo muito bem... - Ele disse isso com uma voz firme, bem profissional. - Aquilo na sua casa... - ele já ia revelar, mas ele deveria ser mais maleável com uma criança de treze anos. - Você deu um baita susto em todo mundo.



- Eu sei e eu sinto muito por isso. - ela olhou para seus pais, que estavam muito quietos, fato que ela achou estranho pois, seus pais que ela conhecia, já estariam brigando horrores com ela. - De uns tempos para cá eu venho me sentindo um pouco mal, mas não quis preocupar ninguém com isso.



Ao ouvir isso, Ray olhou mais uma vez para Sasuke e para Sakura e, agora, ele estava determinado a dar logo a notícia, pois percebeu que os pais de Sarada estavam em uma tortura.




- Sarada... Isso que você vem sentindo nos últimos dias são sintomas de uma doença muito grave. - ele disse isso com sua voz profissional, como ele esteve falando desde que deu foi atender a garota na emergência.


Sarada, por sua vez, gelou ao ouvir isso. Ela temia qualquer doença que comprometesse sua saúde, pois isso atrapalharia seu sonho de se tornar uma Hokage um dia. Como ela poderia ser uma ninja forte se ela sequer poderia manter-se de pé por conta de uma doença?



- Que doença? - ela encarava fixamente o doutor. Com os olhos arregalados. Ela não esperou nem um segundo, Sarada olhou para seus pais e olhou para Ray em seguida. - Doutor, que doença?!



- Leucemia. - ele respondeu, sem enrolação.



Sarada arqueou as sobrancelhas, abriu a boca e arregalou os olhos, se perguntando se tinha ouvido corretamente o que o doutor havia dito. Ela encarou seus pais em busca de qualquer um dizendo que aquilo era uma brincadeira, uma pegadinha. Mas ela apenas viu ambos cabisbaixos e, visivelmente, segurando o choro.



Naquele momento, Sarada desabou completamente.



Ela fechou os olhos enquanto muitas lágrimas escorriam pelo seu rosto.




Ela sentiu o abraço de Sasuke e Sakura a envolvendo em um calor bom... Calor este que ela era incapaz de sentir.




Seu mundo havia caído.



Notas Finais


Felicidade pela Sarinha ter ganhado a prova do líder e tristeza ao quadrado por esse capítulo triste demaaaaisss.


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