História Laços com Alpha - Capítulo 20


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Aceitacao, Alfa, Alpha, Amor, Ciumes, Companheiros De Alma, Desaparecimento, Lobisomem, Lobisomens, Lobo, Lobos, Macho Alpha, Rejeição, Rival
Visualizações 837
Palavras 1.702
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Ficção Adolescente, Magia, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Violência
Avisos: Canibalismo, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 20 - 20 (Não Revisado)


Alice Narrando:
Três dias depois;

Depois de arrumar minha mochila eu a fecho e coloco em minhas costas. Hoje Alan foi levar a Mônica para jantar fôra, pois eu estou moderando muito na comida. A comida está acabando e eu não vou comprar mais.

Saio do quarto e pego a chave. Tranco o meu quarto e o quarto dos meus pais. Também tranco o banheiro. Pego um lanterna, vou até a caixa de luz e água e desligo ambos.

Ainda com a lanterna e mão, vou a cozinha e pego o detergente e um pouco de água e pano. Passo o detergente pelas escadas e jogo algumas gotinhas de água. Isso torna a escada escorregadia.

Quero que caiam e morram de uma vez. Depois de guardar o detergente e o copo de água, eu vou saio de casa.

Vou passa a semana na casa do Pedro, pois já estou cansada de tudo. Quero um pouco de sucesso, coisa que não tenho.

Alan não sabe de nada e nem quero que ele saiba onde vou passa a noite. Minha situação naquela casa está cada vez pior. Não se passa um dia sem discussão. E eu ainda preciso tomar remédio para dor de cabeça.

Vou caminhando até a esquina de casa, onde o Pedro me espera. Assim que chego, avisto ele encostado no carro mexendo no celular.

_ Oi meu lindo. - Falo com um sorriso e ele olha para em direção.

_ Oi minha gata. - Fala ele desligando o celular e vindo em minha direção, me abraçando.

_ Tudo bem. - Falo batendo em suas costas. - Vamos, antes que os dois cheguem.

_ Nossa que pressa. - Fala ele me soltando. - Ainda não entendo o porque você permite que eles fiquem em sua casa.

_ É complicado. - Falo calma. - Eu vou te falar de tudo. Mas quero que você guarde segredo.

_ Nossa amiga. Assim você me mata de curiosidade. - Fala ele calmo.

_ Então é melhor eu não falar nada, por enquanto. - Falo calma. - Vou te falar amanhã. Hoje eu quero me diverti.

_ Tudo bem, então. - Fala ele calmo. - Trouxe a roupa para hoje a noite.

_ Roupa para arrasar. - Falo com um sorriso. - E vamos logo antes que eles cheguem.

_ Partiu. - Fala ele pegando a chave do carro e indo até lá.

Acompanho ele e entro no carro, no banco ao lado do dele.

_ Amiga, tem certeza que não quer falar hoje? - Pedro pergunta enquanto liga o carro. - Eu não falei nada, mas sei que você anda muito atormentada. E você nunca permitiria que a vadia da Mônica ficasse em sua casa.

_ Eu não tenho escolha. - Falo calma.

_ Por que não? - Pergunta ele dando partida.

_ É melhor falarmos disso amanhã. - Falo calma, pois não quero estragar a noite na boate.

_ Não, vamos falar agora. - Fala o Pedro. - Anda desenbucha.

_ É muito grande a história. - Falo calma. - E ainda tem o sequestro da Hannah...

_ O que?! - Pedro praticamente grita o quase perde o controle do carro. - A Hannah o que?

Eu e minha boca...

_ O que diabos está havendo?! - Pergunta ele parando o carro em um encostamento.

_Pedro, eu preciso de segredo absoluto sobre o que vou falar. - Falo tentando parecer calma. - Não pode falar nem para a Julia, Letícia e nem a Natália. Promete?

_ Ai, você está me preocupando. - Fala ele meio assustando.

_ Promete? - Pergunto séria.

_ Prometo. - Fala ele em um supiro.

_ Se lembra quando a Hannah desapareceu a alguns meses? - Pergunto e ele confirma.

_ Sim, ela foi sequestrada e aquele Deus Grego ajudou ela. Ho homem da porra... - Fala ele em um suspiro e depois volta a me olhar. - O que, que tem?

_ Foi esse Deus Grego que sequestrou ela. - Falo tentando controlar minhas palavras.

_ O que?! - Pergunta assustando. - Como assim mulher?

_ Ele é um híbrido de lobisomem e vampiro. - Falo séria. - O sobrenatural, realmente, existe. - Falo com uma angústia na voz.

--*--

_ E isso é tudo, até agora. - Falo enquanto vejo a casa dele.

_ Você só pode estar brincando comigo. - Fala ele sério. - Quer mesmo que eu acredite nisso.

_ Eu também queria que fosse mentira. Mas não é. - Falo enquanto sinto meus olhos lagrimejando.

_ Está chorando? - Ele pergunta ao parar o carro em frente a sua casa.

_ Não. - Falo virando o rosto e tentando me controlar.

_ Está sim. - Fala ele calmo. - Então, tudo é verdade? - Ele pergunta chocado e eu olho para ele, confirmando.

_ Pedro eu não aguento mais. - Falo deixando uma lágrima cair. - Eu odeio a Mônica com todas as minhas forças e ela está na minha casa e nada posso fazer.

_ Se esse tal de Alan gosta mesmo de você, deveria compreender isso. - Fala ele calmo.

_ Eu não acredito que ele goste de mim. - Falo sentido uma angústia. - Eu não sei o que está acontecendo comigo.

_ Calma. - Fala ele tentando me acalmar. - Vamos entrar e tomamos um café.

Fala ele calmo e eu confirmo, enquanto abro a porta do carro. Pedro aparenta estar calmo, mas sei que está muito assustando, vejo isso em seus olhos.

Entramos em sua casa e fomos para a cozinha. Pedro pega um recipiente de café e coloca em um copo.

_ Me conta o que está acontecendo. - Fala o Pedro se sentando na mesa e se servido de café.

_ Alan exige que eu aceite ele e a Mônica, mas eu nunca vou aceitar. - Falo com raiva. - Mônica e ele fazem minha vida um inferno.

_ Eu nunca gostei dessa vadia, e passei a odiar ela depois daquilo que ela te fez passa na frente da escola inteira. - Fala ele com uma certa raiva.

_ Pelo menos, se não fosse aquilo, não teríamos nos conhecido. - Falo com um sorriso, que ele corresponde.

_ Mas o que a Mônica faz dentro da sua casa? - Pergunta o Pedro.

_ Ela bagunça minha casa e eu não posso me queixar. Ela dorme na minha cama, usa minhas coisa. - Falo com raiva. - Quando limpo a casa, ela suja de propósito, me chinga e faz muitas outras coisas.

_ E aquele gostoso? - Pergunta o Alan. - Não faz nada?

_ Não quero nada que venha dele. - Falo séria. - As vezes ele me encontra em uma discussão com a Mônica, mas ela se faz de santa. - Falo com um certa raiva. - E ele acredita independe de eu negar ou não.

_ Cretino. - Fala o Pedro com raiva.

_ Eu estou moderando na comida. - Falo calma. - Eu faço muita pouca comida. O suficiente para uma pessoa. - Falo e dou um suspiro. - E a Mônica vai se queixar com o Alan por eu não estar cozinhando para ela também.

_ E o que ele faz? - Pergunta o Pedro.

_ Vêm me dar bronca. - Falo sentindo uma angústia. - Alan, as vezes sae de casa falando que tem que resolver alguns assuntos com o namorado da Hannah, ou coisas da "alcatéia" dele. - Falo sentindo uma certa raiva. - E se eu fizer comida nesse tempo, a Mônica pega meu prato e come tudo.

_ Que vadia! - Fala o Pedro com raiva. - Aposto que você já deu uma surra nela.

_ Não. - Falo com raiva. - A primeira vez que tentei foi terça-feira. O Alan estava presente quando fui pra cima dela e acabei inconsciente no hospital. - Falo e suspiro fundo. - E o Alan não fez nada com ela.

_ E você deixou barato?! - Pergunta o Pedro surpreso, pois ele sabe que eu não deixaria passa.

_ Dei meu jeito, mas não anda dando muito certo. - Falo enquanto tomo o café. - Eles são lobisomens. São muito mais forte que eu. São mais rápidos e ágeis. - Falo e olho para o Pedro. - Eu não suporto a Mônica e não vejo problema em pular nela, mas eu valorizo minha vida.

_ E o gostosão? - Pergunta o Pedro.

_ A culpa pela briga cae sempre em mim. - Falo sentindo uma raiva e decepção. - Quando ele não está em casa, a Mônica come tudo minha comida. Na primeira vez que me queixei ela ameaçou a me matar e depois foi fazer de santa com o Alan e disse que não fiz comida para ela. - Falo com uma tristeza. - Ele acreditou a me xingou e até me deu uma bronca.

_ Filho da puta... - Fala o Pedro com raiva.

_ Pelo menos eu também xinguei ele, que saiu com o cú dolorido... - Comento com um sorrisinho malicioso. 

_ Como assim? - Pedro pergunta sem entender.

_ Eu peguei o hábito de chutar os caroços dele. - Falo com um sorriso. - Perdi a conta de quantas vezes já chutei o fazedor de filhos dele.

_ Essa é Alice que conheço. - Fala ele com um sorrisinho.

_ Eu me lembro, que só ontem, chutei ele três vezes. - Falo me lembrando da ocasião.

_ Oxi

_ Deve tar até deformado. - Falo com um sorrisinho.

_ Não duvido nada que ele já esteja estéril. - Fala o Alan com sorrisinho malicioso. - Só falta você chutar tanto, que na hora do sexo, vai estar tão dolorido que ele nem vai tentar entrar.

_ É só você mesmo. - Falo com um sorriso.

_ Bom. É melhor nos arrumarmos já. - Fala ele se levantando.

_ Concordo. - Falo limpando meus olhos. - Até porque, o mês que vêm meus meninos chegam.

_ Não me diga que...

_ Sim senhor. - Falo com um sorrisinho malicioso. - Essa cidade vau virar de cabeça pra baixo...

_ Não exagera. - Falo com um sorriso malicioso - Eles são só um pouquinho levados.

_ Bem pouquinho, não é? - Ele pergunta irônico.

_ Isso mesmo. - Falo calma. - São os meus meninos. 



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