História Laços de Amor (ByaHime) - Capítulo 9


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bleach
Personagens Byakuya Kuchiki, Gin Ichimaru, Hisana Kuchiki, Orihime Inoue, Personagens Originais, Rangiku Matsumoto, Shihouin Yoruichi, Tatsuki Arisawa
Tags Byahime
Visualizações 126
Palavras 1.305
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Epa >< Olha eu aqui dnv ♥♥
Oi amores,pois é estava sem previsão mas o capítulo já está aqui! Quero agradecer muito a vocês pelos comentários e favoritos *o* saibam que eles me motivam muito a continuar ♥

Boa leitura!

Capítulo 9 - Sentimentos do Passado


Fanfic / Fanfiction Laços de Amor (ByaHime) - Capítulo 9 - Sentimentos do Passado

- Você não pode estar falando sério. - Orihime deu um passo instintivo para trás. Mas não podia ir à lugar algum,a menos que virasse, abrisse a porta e saísse par o longo corredor.

- Muito sério - Respondeu ele e andou em sua direção  como um homem com todo o tempo do mundo.

      Byakuya usava uma camisa azul-Marinho, aberta no colarinho, com as mangas enroladas até os cotovelos.  A calça preta era impecável, e os sapatos, também pretos, Brilhavam.  Mas eram os olhos dele que a prendiam. Aqueles olhos azuis fixos nos seus, como se byakuya pudesse ler a sua alma. Como se estivesse procurando todos os seus segredos e não desistisse de sua busca até conhece-los.
  
- Byakuya, isto é uma péssima idéia - Disse ela, e silenciosamente se parabenizou por manter o tom de voz neutro.

- Por que? - Ele abriu as duas mãos e deu de ombros.  - Você veio para o meu navio. Diz que sou pai dos seus filhos e insiste que precisamos conversar. Então agora está aqui. Podemos conversar.

Conversar.sim.
    
       Num palácio flutuante que parecia projetado para a sedução. Encontrar Byakuya em sua cabine minúscula não tinha sido exatamente fácil, mas pelo menos lá embaixo, não houvera distrações. Nenhuma opulência. Nenhuma sobrecarga sensorial de beleza.

    Aquela era uma péssima idéia. Orihime sabia disso. E não tinha a menor idéia de como sair dessa situação.

- Nós não vamos ficar juntos - Disse ela finalmente e estremeceu. Porque, até para seus próprios ouvidos , soava como uma bibliotecária meticulosa.
 
- Ficaremos na mesma cabine. Não juntos. Existe uma diferença. - Byakuya estava tão perto agora que se ele estendesse o braço a tocaria.

       Se ele fizesse isso, ela estaria perdida, e sabia disso.

- Qual o problema, Orihime?  - Perguntou ele. - Não confia em si mesma para ficar sozinha comigo?

- Oh, Por favor.  - Ela forçou uma risada que esperou desesperadamente soasse convincente. - Você pode ser menos prepotente por um minuto aqui?

   Byakuya deu-lhe um sorriso lento que aprofundou sua covinha na face esquerda, e adquiriu um brilho malicioso nos olhos. A boca de Orihime secou.

- Não sou eu quem está tendo problemas.

Ele precisava ter um cheiro tão bom?

- Sem problemas - Disse ela Erguendo o queixo e forçando-se a encara-lo. - Acredite quando digo que tudo o que quero de você é o que seus filhos merecem.

    Com aquelas palavras, o sorriso no rosto de Byakuya desapareceu. Ele era pai? Aqueles garotinhos gêmeos eram seus? Precisava saber. E para isso, necessitava de algum tempo com Orihime. Precisava conversar com ela, descobrir o que ela queria, tomar uma decisão sobre o que fazer a partir disso.

     Engraçado, estivera esperando a tarde inteira para apreciar o olhar incrédulo no rosto de Orihime quando entrasse na suíte e descobrisse que ficaria hospedada com ele. Uma vingança por ela ter sido responsável por sua expressão ao ver, pela primeira vez, a foto dos bebês que ela alegava serem seus. Mas não tinha apreciado tanto o momento quanto imaginara. Porque havia outras considerações. Maiores considerações.
      Seus filhos. O peito de Byakuya se contraiu e uma angústia começava a se tornar quase familiar. Incontáveis vezes, perguntará a si mesmo se era realmente possível que fosse o pai.

    E, apesar de não estar preparado para aceitar a palavra de Orihime sobre sua paternidade, tinha de admitir que era pouco provável que ela tivesse ido aquele cruzeiro de seu navio se isso não fosse verdade. Não que achasse que Orihime tivesse escrúpulos em relação a mentira... Tinha mentido para ele da primeira vez que o conhecerá, afinal de contas... mas Esta mentira era muito fácil mente descoberta.

      Então Byakuya estava disposto a aceitar a possibilidade. E para onde isso o levava exatamente?  Esta era a pergunta que vinha martelando na sua cabeça durante A tarde inteira, e não estava mais perto da resposta agora do que estivera mais cedo.

       Ele a olhou de cima a baixo e pode admitir, pelo menos para si mesmo, que Orihime estava muito bonito. Seus cabelos Laranja escuro estavam Um pouco desalinhados pelo vento, alguns fios escapando de trança para lhe emoldurar o rosto. Os olhos eram vividos e brilhavam com desconfiança, e , estranhamente, isso não fazia nada para diminuir a atração que ele sentia enquanto respirava um ar que carregava o Aroma de Orihime para dentro de seus pulmões.

- Eu ficarei aqui, mas não vou dormir com você - Anunciou ela subitamente.

             Byakuya maneou a cabeça e sorriu.

- Não se gabe. Eu disse que ficaríamos na minha suíte, não na minha cama. Por acaso, há mais três quartos aqui além do meu. Suas coisas foram desempacotadas em um deles.

    Ela franziu a testa e o rubor do rosto clareou um pouquinho.

- Oh.

- Desapontada? - Perguntou Byakuya, sentindo alguma emoção quente e impulsiva percorrê-lo.

- Por favor - Replicou Orihime sem demora. - Você não é exatamente irresistível, Kuchiki

Ele arqueou as sobrancelhas, mas, uma vez que não acreditava nela realmente, não persistiu no assunto.

- Na verdade, estou grata por estar fora daquele buraco no fundo do navio - Acrescentou ela, olhando ao redor da suíte antes de voltar a encara-lo. - É se ficar aqui é o preço que tenho que pagar por sua atenção, então eu pagarei.

   Uma sobrancelha escura se arqueou.

- Quanta coragem de sua parte aguentar condições tão horríveis como estas.

- Ouça - Começou Orihime -, Se você não se importa, foi um longo dia. Então, que tal se me dissesse onde é o meu quarto, de modo que eu possa tomar um banho. Depois conversaremos.

- Tudo bem. Por ali. - Byakuya se virou, apontou e disse: - No fim daquele corredor. Primeira porta a esquerda.

- Obrigada.

- O meu Quarto é no fim do corredor, a direita.

     Orihime parou, olhou para trás e disse:

- Eu me lembrarei.

- Faça isso - Sussurrou ele enquanto ela saia da sala, os ombros eretos, o queixo erguido, os passos longos e lentos, como se estivesse marchando para a morte.

      O olhar do Kuchiki baixou para a curva do traseiro dela, e alguma coisa em seu interior ganhou vida. Alguma coisa que não sentia desde a última vez que viu Orihime. Algo que acreditara ter superado há muito tempo.

      Ele ainda a desejava.

     Girando, Byakuya atravessou a sala e dirigiu-se para as janelas que mostravam uma vista inspiradora do mar. Mirando o Horizonte, lutou para controlar a onda de desejo crescendo em seu interior.

Orihime Inoue.

Ela o virará do avesso mas de um ano atrás. Desde então, Byakuya vinha sendo perseguido por memórias do tempo dos dois juntos, até que não tivesse mais certeza se suas lembranças eram reais ou apenas imagens oferecidas por uma mente que parecia incapaz de se libertar da mulher que tinha mentido para ele. E Byakuya não era um homem que esquecia uma coisa como esta. Agora ela estava de volta. Ali, presa no seu navio no meio do oceano, sem possibilidade de escapar dele.

      Sim, eles precisavam conversar sobre muitas coisas... e se aqueles bebês fossem realmente seus filhos, entao havia muitas decisões a serem tomadas. Mas enquanto enfiava ambas as mãos nos bolsos da calça e sorria levemente para a luz do sol brilhando no vasto oceano, disse a si mesmo que haveria tempo suficiente para que a tivesse de novo.

    Para senti-la sob seu peso. Para reivindicar-lhe o corpo mais uma vez. Para leva-la a loucura.  Então quando estivesse satisfeito o bastante para tira-la da cabeça, ele a libertária, e Orihime estaria fora de sua vida para sempre.

 














Byakuya nem mesmo permitiria que ela fosse uma memória desta vez.


Notas Finais


Eita cuzao :v Será que o Kuchiki vai mesmo fazer isso com a pobre hime? Ou ela vai descobrir as intenções dele antes?

Para quem estiver curioso, a cena do prólogo irá acontecer no próximo capítulo e mais para a frente teremos mais sobre os Gêmeos ♥♥

Até o próximo capítulo
Kissus


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