História Laços de Sangue 4 fase: O exército cruel - Capítulo 12


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Categorias Dragon Ball
Personagens Bardock, Bulma, Chaos, General Tao Pai Pai, Gine, Goku, Grandpa Gohan, Kakaroto, Kami-sama, Kuririn, Mestre Kame, Mestre Karin, Mestre Tsuru (Tsurusennin), Personagens Originais, Piccolo, Pual, Raditz, Shenlong, Sr. Popo, Tarble, Tenshinhan, Tights Brief
Tags Crueldade, Esperança, Goku, Kakarotto, Red Ribbon, Reescrita, Saiyajins
Visualizações 32
Palavras 2.462
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Ecchi, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Sci-Fi, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Yamcha descobre que...

Então, decide...

Em uma cidade...

Capítulo 12 - A decisão de Yamcha


Fanfic / Fanfiction Laços de Sangue 4 fase: O exército cruel - Capítulo 12 - A decisão de Yamcha

Então, após as crianças e gatinhos ajeitarem tudo para voltarem a treinar, eles são surpreendidos pela chegada de Yamcha que sai da moto voadora, falando com arrogância:

- Me entreguem as suas cápsulas.

As crianças e os gatinhos se entreolham, para depois Yukiko perguntar inocentemente:

- Por que devemos entregar?

Yamcha suspira e fala:

- Por que sou um adulto, além de ser mais forte do que vocês.

Os quatro se entreolham e Hana pergunta inocentemente:

- O que disse sobre ser adulto é verdade. Mas, a afirmação que é forte, não é verdadeira.

Yamcha fica desconcertado e exclama:

- Claro que é verdadeira! Vocês são crianças e eu sou adulto, portanto, mais forte. Aliais, o que vocês fazem sozinhos nesse lugar? Julguei que eram mais velhos.

- Estamos em uma jornada de treinamento! – Kakarotto exclama animado.

- “Jornada de treinamento”? – ele repete confuso - Mas, vocês são crianças.

- Sim. Mas, recebemos autorização e inclusive estímulo. Os nossos amigos também receberam autorização para nos seguir. Tarble queria vim, mas, ainda precisava treinar mais. Tenshinhan e Kuririn partiram em outra direção para treinarem e...

- Espere! – Yamcha exclama, começando a ver atentamente as crianças, pois, as achava familiares – Os que vocês citaram, por acaso, é um com um terceiro olho, tendo uma mãe com um terceiro olho, também e o outro é careca, assim como é discípulo do lendário Muten Roushi-sama?

- Isso mesmo! Aliais, eu me chama Son Yukiko. Prazer. – ela fala meigamente.

- Eu me chamo Kakarotto.

- O meu nome é Hana. Prazer em conhecê-lo. – ela fala educadamente.

- Eu me chamo Pual! Prazer.

Os olhos de Yamcha ficam esbugalhados e enfim, ele os reconhece ao se recordar de ter visto várias matérias sobre eles. Não havia associado eles, ainda, pois, nunca imaginou que os encontraria no meio do deserto.

- Vocês são do Time do dragão, certo? – ele pergunta gaguejando em choque.

- Sim.

Yamcha fica desanimado, pois, sabendo quem eles eram não teria a mínima chance de ir contra eles, sendo que era consciente de que a vida dele foi salva quando os heróis do Time do Dragão salvaram o mundo das invasões alienígenas e que no passado, a lendária heroína Sakura salvou o mundo de se tornar um inferno nas mãos do rei dos demônios, Piccolo Daimaou. Além disso, Yukiko era filha de Son Gohan, um famoso lutador de artes marciais, assim como, sobrinha do renomado mestre de artes marciais, Muten Roushi.

Mesmo que por algum milagre conseguisse assalta-los, não iria fazer algo assim.

Afinal, seria uma ofensa imperdoável, após eles salvarem o mundo. Podia ser ladrão, mas, tinha os seus princípios.

Na verdade, ele sempre sonhava em ser algo mais do que um simples bandido. Inclusive, ele adorava quando tinha que lutar.

Porém, quando era mais jovem, não conseguiu entrar em nenhum doujo e desanimado, achando que não tinha talento para ser lutador de artes marciais, resolveu se dedicar ao crime.

Então, ao perceber a oportunidade de ouro que tinha em suas mãos, ele pede:

- Por favor, não saiam daqui! Vocês prometem?

As crianças se entreolham e concordam com a cabeça, para depois verem ele subir na moto, falando ansioso:

- Eu não demoro. Vocês vão mesmo me esperar?

Eles consentem e observam ele se afastando velozmente dali.

- Bem, podemos ir arrumando as coisas, enquanto isso. – Yukiko comenta.

- Com certeza. – Kakarotto concorda.

Nisso, Yukiko e Kakarotto colocam as pedras imensas em suas costas, além de amarrar nas caudas, uma pedra, enquanto que os gatinhos tiravam guarda-sol das capsulas para se protegerem do sol.

Então, eles avistam uma nuvem de poeira com Yamcha indo até eles, sendo que ele fica com os olhos esbugalhados ao verem que as pedras imensas que ele julgou, erroneamente, fazerem parte da planície, eram na verdade as pedras de treinamento deles.

Ele se recupera ao se recordar das batalhas na tevê e o fato de terem detido invasões de seres de outros planetas, o fez perceber que deveria ter esperado algo assim.

Rapidamente, ele vai até as crianças com uma folha e uma caneta, esticando esperançosamente ambos os itens para eles, enquanto implorava:

- Poderiam me dar os seus autógrafos, por favor?

As crianças se entreolham e consentem, sorrindo, com Kakarotto falando:

- Claro.

Nisso, eles assinam e devolvem a Yamcha que chorava emocionado, para depois ver eles se afastando dali.

Então, ele tem uma ideia e vai até as crianças, antes que se afastassem e pergunta:

- Posso seguir viagem com vocês?

Os quatro se entreolham e depois consentem com Kakarotto falando:

- Bem, não nos importamos com isso.

- Muito obrigado! Eu vou voltar para a minha caverna para guardar as minhas coisas e aí, sigo vocês. Vocês vão se encontrar depois com os outros membros do Time do dragão, certo? – ele pergunta esperançoso.

- Sim. Daqui a um ano, talvez. Ou mais. Afinal, estamos em uma jornada.

- Bem, pelo menos em um ano, poderei conhecê-los... – ele murmura animado.

“E conseguirei os autógrafos, assim como poderei conhecer o lendário Muten Roushi-sama e a legendária heroína Sakura, pessoalmente, além de conhecer o formidável lutador de artes marciais Son Gohan. Além disso, talvez com o conhecimento e experiência de Muten Roshi, ele possa me ajudar com o meu problema de travar quando vejo uma mulher” – ele termina em pensamento, sorrindo imensamente, assim como nutria esperanças que alguém o ajudasse com o seu problema.

Nisso, ele sobe na moto e a mesma corre velozmente, sendo que ele reaparece após meia hora, tendo guardado tudo em cápsulas, passando a seguir viagem com eles.

Após algumas semanas, com ele seguindo as crianças em sua moto em baixa velocidade, já tendo se acostumado com elas carregarem os pesos absurdos, assim como, após revelarem que as roupas pesavam também, com ele confirmando isso ao tentar segurar uma munhequeira delas em suas mãos, caindo no chão frente ao peso imenso, assim como tendo se acostumado com a quantidade absurda de comida, Kakarotto comenta:

- Você disse que tinha uma montanha flamejante. Ela deve ser interessante.

- Era Montanha Fry-pan, senão me engano. – Yukiko fala pensativa.

- Isso mesmo. São as terras do terrível rei Gyumaou. – Yamcha comenta.

- Ele é forte? – Kakarotto pergunta expectante.

Yamcha olha para eles e comenta, coçando o queixo:

- Comparado a vocês, não. Afinal, estamos falando de membros do lendário Time do dragão. Comparado a vocês ele é fraco, mas, para os padrões da maioria dos humanos, ele pode ser considerado forte.

- Que pena... Nós lutamos entre nós, mas, gostaríamos de adversários diferentes. – Yukiko comenta chateada.

Yamcha havia tido a honra, a seu ver, de assistir as batalhas amistosas deles. Quer dizer, tentou ver, pois, eles se deslocavam velozmente e somene conseguia ouvir os sons dos golpes, até que eles ficavam feridos, sendo que notou que eles se curavam e se recuperavam rapidamente.

Foi uma experiência formidável ao ver dele.

Quanto as crianças, elas descobriram que Yamcha “travava” frente a alguma mulher, sendo necessário que eles o afastasse das mulheres, para que se recuperasse, sendo que as crianças e gatinhos achavam engraçados as expressões que ele fazia quando ficava “travado”, por assim dizer.

Então, eles avistam algo mais a frente e ao se aproximarem, perceberam que era uma garota usando uma espécie de armadura de biquíni com um capacete enorme, tendo algo afiado encaixado no capacete e que ela estava caída no chão.

Rapidamente, as crianças vão até ela, visando ajuda-la, com os gatinhos seguindo os seus amigos, enquanto Yamcha estacionava a sua moto aérea e descia da mesma.

Assim que a menina acorda e vê pessoas estranhas olhando para ela com preocupação, ela concentra os dedos na joia do capacete, disparando um feixe de energia, que é prontamente bloqueado pela mão de Yukiko, que nada sofre, enquanto arqueava o cenho com o ataque.

Então, a garota pega a espécie de lâmina de seu capacete e atira contra a meia saiyajin, que apenas arqueia o cenho, com a chikyuujin ficando estarrecida ao ver que a lâmina era destruída como se tivesse se chocado contra algo absurdamente duro.

A garota concentra poder na ponta dos dois dedos e exclama, enquanto disparava um feixe de ki:

- Dodonpa!

Chichi fica estarrecida ao ver que o ataque foi anulado pela palma da mão da meia saiyajin, que concentrou o seu ki na mão, para depois ela perguntar, arqueando o cenho:

- Posso saber o motivo de nos atacar?

Chichi arfava, pois, o dondonpa exigia muito dela. O seu pai ensinou essa técnica a ela, sendo que no passado foi treinado por um mestre de artes marciais, chamado Tsuru e fala entre golfadas de ar:

- Se aproximaram de mim. Imaginei que eram bandidos.

Os demais reviram os olhos e Kakarotto fala seriamente:

- Ou seja, por ter julgado que éramos bandidos, resolveu nos atacar, mesmo que tenha visto o nosso olhar de preocupação... O que acha que aconteceria se fôssemos pessoas normais que pararam para socorrer alguém caído? Você teria matado inocentes, que queriam socorrê-la, apenas porque não analisou a situação antes de sair atacando. Afinal, pessoas comuns não teriam a menor chance contra esses ataques. Como pode ser tão inconsequente?

Chichi cerra os dentes e punhos, ficando irada pela crítica e sermão do garoto de cabelos espetados, sendo que também fica indignada, pois, ela era uma princesa e eles, não passavam de meros plebeus. Ou seja, eram inferiores a ela, que ergue o nariz e fala indignada:

- Como ousa falar dessa forma com uma princesa? Um simples plebeu como você? Eu sou a princesa Chichi, filha do temível rei Gyuumaou (牛魔王) da Montanha Fry-Pan. Curve-se a sua insignificância.

Yamcha sabia que em outra situação ficaria aterrorizado a simples menção do nome Gyuumaou. Agora, tinha dois guerreiros do lendário Time do dragão. Logo, o Rei do Monte Fry-pan não teria a mínima chance.

Chichi fica irada ao ver que eles a olhavam sem demonstrarem qualquer reação aos títulos e nome, fazendo-a ficar consternada, para depois ela falar, julgando que eles deviam ser estúpidos e que por isso, precisava repetir novamente:

- Eu disse que meu pai é o temível Rei Gyuumaou, da Montanha Fry-pan e sou a sua única filha, a princesa Chichi.

- E daí? – o saiyajin puro fala dando de ombros para depois olhar para a meia saiyajin - Vamos continuar o treinamento.

- Sim! – Yukiko exclama.

Chichi fica com os olhos esbugalhados ao ver que eles erguiam as pedras com se não fossem nada, passando a andarem sobre os dedos mindinhos, de cabeça para baixo, sendo que Yamcha ria ao ver a face estupefata da princesa mimada, para depois ele se retirar dali, sendo que eles podiam ouvir o grito de raiva dela, enquanto reviravam os olhos, com Kakarotto comentando:

- Era uma garota muito chata.

- Põe chata nisso. – Yukiko suspira.

Alguns dias depois, eles se aproximavam de uma área do deserto que parecia ter cogumelos enormes e ao olharem aquilo, uma das crianças comenta:

- Que estranho... cogumelos gigantes. São de comer? – Yukiko pergunta.

- Não é recomendável comer o que não se conhece. Ouvi rumores que esses cogumelos têm uma toxina muito forte.

Yamcha comenta, notando que proporcional ao poder e força deles era a sua inocência, com ele evitando deles provarem coisas que notoriamente eram conhecidas por serem intragáveis ou por fazerem mal a quem comia.

Na verdade, ele se sentia quase que como babá das crianças e dos gatinhos, mas, não se importava. Até apreciava ser útil, como pagamento por permitirem que os seguissem.

- O que são toxinas? – Kakarotto pergunta.

Yamcha explica o que são toxinas, para depois olhar para o seu medido de combustível, falando:

- Tem uma cidade aqui perto. Preciso abastecer.

- Será interessante conhecer bastantes pessoas. – Hana comenta, animada.

- Bem, normalmente, cidades com muitos habitantes não são calorosas. Não esperem o mesmo comportamento das vilas pequenas. – Yamcha comenta.

- Que pena... – Pual murmura.

Nisso, eles entram na cidade, com as pessoas olhando com olhos esbugalhados para duas crianças com pedras pesadíssimas, erguendo-as sem dificuldade, enquanto que Yamcha se aproximava do frentista que estava estarrecido com as crianças.

- Encha o tanque.

Ele nota que o frentista estava com os olhos esbugalhados para as crianças, assim como várias pessoas em volta, sendo que abana a mão na frente do homem que se recupera e olha para Yamcha que repete o que falou:

- Encha o tanque.

- Oh! Claro! Desculpe-me, senhor... É que ver crianças segurando pedras enormes como senão fosse nada é algo chocante.

- Eu imagino. Eu ando com eles e já me acostumei.

Enquanto o frentista abastecia, as crianças esperavam encostadas ao veículo, percebendo que de fato as pessoas agiam como estranhas umas com as outras, sendo diferente das pequenas vilas que visitaram.

Pual estava no ombro de Kakarotto e Hana estava no ombro de Yukiko.

Yamcha vai até uma máquina automática, pegando algumas bebidas e depois entrega sucos para as crianças, além de leite em caixinha para os gatos, sabendo que como as crianças haviam acabado de comer, não fazendo mais do que vinte minutos, só o suco as contentaria, por enquanto, assim como refrescaria, enquanto ele tomava uma bebida gelada.

Então, eles ouvem uma voz e ao virarem o rosto, observam dois homens com orelhas de coelho na cabeça e armas, importunando um homem, para depois o maior chutar as caixas de fruta, exclamando:

- Você só vende lixo!

O outro, menor do que o que chutou a caixa, pega o vendedor pelo colarinho, perguntando irritado:

- Tem alguma reclamação?

- Claro que não! – o vendedor exclama gaguejando – Fiquem a vontade e peço perdão pelas frutas.

O menor o solta e o vendedor se prostra para ambos que sorrindo malignamente e igualmente satisfeitos, se afastam.

- Isso é errado! – Yukiko exclama, indignada.

- Verdade! – Kakarotto torce os punhos.

- São homens malvados e merecem apanhar! – Pual exclama, dando socos no ar.

- Isso mesmo! Homens malvados tem que encarar a justiça. – Hana comenta.

Yamcha fica com uma gota, enquanto percebe a indignação que beirava a raiva, frente a visão que eles tinham de injustiça e de bandidos, sendo que depois começar a suar frio ao perceber que teve sorte que as crianças não compreenderam, exatamente, as intenções dele no primeiro encontro deles, não percebendo que ele era, na verdade, um ladrão.

Naquele instante, ele jurou que nunca deixaria que eles descobrissem que ele era conhecido como o temível ladrão do deserto, Yamcha e esperava que eles nunca perguntassem o que ele queria dizer ao falar, no passado, para eles darem as suas capsulas para ele.

Torcendo os punhos, as crianças vão até os dois homens e Yamcha confessava que sentia quase pena dos dois homens, que teriam que encarar a fúria das crianças. Os gatinhos estavam junto dele, observando a cena.


Notas Finais


Yo!

Quero agradecer ao comentário de: RedDragonKing.


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