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História Laços inseparáveis - Capítulo 18


Escrita por:


Notas do Autor


Oi amoressssss,
Sentiram minha falta?
E vamos de mais um cap fresquinho. Amo vocês! Boa leitura! Desculpa pelos erros!

Capítulo 18 - Eu te amo sua burguesinha mimada...



Lili desperta com os primeiros raios de sol que atravessam a janela do quarto mesmo que sentisse os olhos pesados de sono, respira fundo e sente o cheiro do marido que dormia tranquilamente ao seu lado e sorri olhando pra ele. Ela fecha os olhos se lembrando do dia anterior onde haviam passado o dia todo juntos com Germano a  mimando o tempo todo desde a hora que chegaram do hospital até a hora que foram se deitar. 
Se lembrou também da noite anterior ao dia de ontem onde havia o acusado de estar tendo um caso duvidando e pondo mais uma vez seu casamento em risco por conta de uma fofoca inventada por um homem que um dia ela achou que a amou. Germano ficou magoado e decepcionado com ela e ele tinha toda razão de estar, desde quando resolveram rasgar os papéis do divórcio eles se comprometeram um com o outro, como se haviam feito novos votos de casamento. Eles fizeram uma promessa que na hora em que ela ouviu da boca do fotógrafo que  poderia estar sendo traída foi totalmente ignorada por ela e tudo que mais queria era que fosse mentira dele. E era mentira! Pena que ela descobriu um pouco tarde e eles acabaram brigando mesmo assim e ela teve que passar a noite no hospital por conta de um desmaio. 
Ela o observa dormir por alguns segundos antes de se levantar com cuidado tentando fazer o mínimo de barulho possível para não acordá-lo, e assim que se levantou sentiu uma fisgada em um dos seios. 
– Aii...- ela geme alto, eles estavam totalmente doloridos. Ela sente outra fisgada e caminha até o banheiro se pondo diante do espelho para inspecionar o próprio corpo principalmente esta região e o quanto os seios estavam inchados e sensíveis por conta da gravidez já avançada. 
Ela os toca levemente por cima da camisola e sente-se  tremer com o incomodo. Teria que tomar um banho bem relaxante antes de começar o dia para que tentasse aplacar a dor que sentia, ficou se imaginando amamentando a filha quando a mesma estivesse em seus braços e balançou a cabeça em negativa só de imaginar que no começo não queria ter que passar por uma gestação nessa altura da vida e agora não vê a hora de ter a filha nos braços. 
Germano tinha acordando alguns minutos depois dela ter se levantado, ele a procurou na cama com um dos braços e abriu os olhos quase de imediato quando não a sentiu do seu lado. Se levantou da cama a sua procura pelo quarto e a encontrou se olhando no espelho do banheiro enquanto acariciava a barriga, ele se aproximou devagar a admirando da porta. 
– Ei! - ele se faz presente se aproximando dela rodeando seus braços envolta dela e suas mãos automaticamente pousa em seu ventre e ela sorri pra ele pelo espelho que logo retribui a apertando mais em seus braços. Sem querer ele aperta os seios dela enquanto levava seu rosto a curva do pescoço dela.
– Aii amor...não aperta, por favor! - ela geme assim que sente os braços dele entrar em contato com seus seios e ele a olha com preocupação assim que a ouviu gemer. 
– Está tudo bem meu amor? - ele pergunta preocupado a olhando pelo espelho 
– Está sim é só que meus seios estão um pouco doloridos hoje e você apertou quando me abraçou, só isso - ela responde calma, o tranquilizando para que ele não pensasse que fosse algo mais grave. 
– Desculpa, meu amor! Eu nem percebi que...- ele pede se afastando um pouco ainda mantendo os braços envolta dela - Se eu puder ajudar em algo - ele oferece
– Está tudo bem, daqui pra frente vai só piorar não é? - ela responde fazendo uma careta que o fez rir - Daqui a pouco vai ter uma menininha me sugando de três em três horas - ela suspira cansada só de pensar na rotina cansativa que era ter um bebê recém nascido em casa. 
– É meu amor, falta pouco pra gente conhecer nossa filha - ele diz com um sorriso bobo nos lábios enquanto acariciava a barriga dela - Será que a gente ainda tem pique pra ficar acordados a noite toda? - ele pergunta divertido
– Vamos ter que ter, meu amor. Se bem que, se ela puxar a Sofia vai ser bem calminha. Você lembra como ela era calminha Germano? - ela pergunta com um sorriso nostálgico ao lembrar da filha quando bebê. 
– Lembro, claro que eu lembro. Sofia dormia a noite toda quando bebê. Aí depois quando fez uns cinco meses só dormia depois que eu chegava da Bastille, lembra? - ele sorri com a lembrança
– Nossa eu tentava de tudo, dava banho depois de mamar e nada dela dormir. Ai era só você chegar e pegar ela que rapidinho dormia, muito injusto! - ela finge uma falsa indignação o fazendo rir, ele leva o rosto até a curva de seu pescoço e deixa um beijo molhado antes de se afastar dela. 
– Hoje eu só vou a fábrica para um reunião agora de manhã e depois volto pra ficar com você, tá bom? Eu já avisei a dona Mirtes pra cancelar toda a minha agenda hoje - ele falava enquanto se despia indo até o box do banheiro. 
– Eu não precisa de babá meu amor, não precisa se preocupar eu já estou melhor - ela diz se aproximando e começa a suspirar olhando ele tomar banho.
– O médico disse pra você pegar leve até a lelê nascer, ele não disse por dois dias Lili  - ele a responde e pode ver que era observado por ela com sorriso malicioso. Ela tinha os lábios inferior preso ao dente enquanto o observava - Vem, eu te ajudo a tomar banho! - ele a chama com a voz rouca desligando o chuveiro indo até ela. Ele a ajuda tirar a roupa e a tomar banho, e mais uma vez ela geme de dor quando ele aperta sem querer os seios dela doloridos e ele se desculpa novamente com dó dela. 
Eles descem as escadas e já podiam ouvir o filho e a nora na mesa conversando. 
– Bom dia! - eles cumprimentam os jovens enquanto se sentavam a mesa.
– Bom dia! - Fabinho e Cassandra respondem sorridentes - A senhora está se sentindo melhor mãe? - o rapaz pergunta se servindo de um suco 
– Sim meu filho, está tudo bem! - ela exclama  se servindo de um pedaço de bolo 
– Que bom, fico feliz! - ele sorri pra mãe antes de se virar pai - Tô indo pra fábrica pai, quer uma carona? - ele pergunta se levantando
– Espera meu filho, eu...preciso falar com você. Espera um pouco, por favor! - ela pede ao rapaz que a olha confuso 
– Aconteceu alguma coisa Lili? - Germano pergunta alternando o olhar entre a esposa e o filho que dá de ombros se sentando de volta em seu lugar. 
– Mãe se for sobre o tapa eu já disse que...- Fabinho começa e ela se sente arrependida na mesma hora que lembra do que havia feito.
– O quê? Sua mãe te...- Germano olha pro filho incrédulo com que tinha acabado de ouvir antes de se virar pra esposa - Você deu tapa nele? No Fabinho? - ele infatiza ainda sem acreditar. 
– Essa foi minha reação também sogrão, parecia até novela - Cassandra diz olhando pro sogro sendo observada pela sogra. 
– Já chega né Cassandra? - Lili diz pra nora um pouco impaciente - Meu filho, me desculpa! Eu estava nervosa, não devia ter feito aquilo. A gente ainda não conversou sobre isso e eu...-  ela diz envergonhada pro filho
– Relaxa mãe! Já passou tá bom? Esquece isso - Fabinho diz sereno pra mãe que assente. Germano se aproximou do filho e virou o rosto dele pelo queixo ainda sem acreditar. 
– Você bateu no Fabinho? - ele repete a pergunta a esposa incrédulo. Cassandra riu da reação do sogro e parou na mesma hora quando viu o olhar da sogra.
– Germano por favor! - Lili pede ao marido que volta a se sentar em seu lugar.
– Desculpa, eu só...não acredito que você bateu no Fabinho. No Fabinho! - ele exclama perplexo dessa vez fazendo o filho e a nora rir.
– Agora eu sei como o senhor se sente pai, todo esse tempo aguentando calado esses tapas. Não deve ser fácil, eu te entendo! - Fabinho diz sério olhando pro pai com o riso preso na garganta que segundos depois se torna uma gargalhada alta e contagiante que fez todos rirem. 
– Pensa pelo lado bom pelo menos ela não botou pra fora de casa, já é uma vantagem! - Germano diz pro filho antes de se virar pra esposa - E por que você bateu no Fabinho? - ele pergunta
– Porque o Fabinho mereceu e disse que a sogrona teve um caso com o fotógrafo galinha - Cassandra diz olhando pro sogro e pode ver a expressão dele mudar na hora. 
- De que lado você está? Não sei se gosto de vocês duas amigas não! - Fabinho diz olhando pra namorada com sorriso - Você mereceu amor, você sabe...- ela diz pra ele lhe dá um selinho rápido. 
– Foi sem querer meu filho, eu juro que não tive a intenção de...- ela começa e para assim que sente o olhar do marido sobre ela e se vira pra ele - Amor, nós já conversamos sobre isso..
– Só porque conversamos não quer dizer que eu esqueci Lili, eu sei muito bem o que você fez ontem pra desviar minha atenção - ele diz pra ela com um sorriso 
– Não quero nem imaginar o que a senhora fez - Fabinho diz fazendo uma careta chamando a atenção dos pais que olha pra ele.
– Gente assim, eu tenho uma pergunta - Cassandra chama atenção de todos pra si antes de completar olhando pros sogros - A barriga não atrapalha não? Eu tô tentando imaginar aqui...- ela põe uma das mãos na testa fazendo um expressão pensativa, Germano gargalha na mesma hora que escuta a pergunta da menina e Lili sente suas bochechas queimarem de vergonha. Já Fabinho repete a careta de antes
– Não põe essa imagem na minha cabeça amor, por favor! - Fabinho diz olhando pra namorada com uma careta antes de se virar pro pai se levantando - Última chance pai, vai querer uma carona? - Cassandra também se levanta e dando de ombros. 
– Não, pode ir meu filho. Eu preciso falar com a sua mãe ainda - ele recusa a carona do filho e os jovens se despedem dos mais velhos com um sorriso. 
– Eu achei que a gente já tinha conversado amor, eu já pedi desculpas e você disse que estava tudo bem - ela usa as palavras dele contra ele mesmo e o viu suspirar passando a palma da mão no rosto 
– Eu sei Lili, eu disse que está tudo bem mas eu não esqueci o que aconteceu tá bom? Eu...preciso ir pra fábrica - ele diz se levantando indo até ela lhe dando um selinho demorado antes de se despedir dela a deixando pensativa na mesa. 
Lili tomou seu café e depois foi até a cozinha a procura de seu motorista e pediu para que ele tirasse o carro que ela iria sair. 
– Dona Lili não é melhor a senhora ficar em casa? O doutor Germano disse pra senhora não sair...- Dona Euzébia diz pra ela com um olhar preocupado. 
– Eu sei dona Euzébia mas eu preciso fazer uma coisa que eu achei que estivesse feito no passado mas pelo visto eu não fui clara o suficiente. Eu não vou demorar e por favor não comenta nada com o Germano - ela responde a empregada antes de ir em direção a saída. 
Ela foi a viagem toda até o bairro de Fátima disposta a botar um ponto final naquela história. Aproveitou o entra e sai do portão do prédio e subiu em direção ao estúdio do fotógrafo, não precisou nem bater na porta que já estava aberta. A primeira pessoa a notar a presença dela no estúdio foi a nora que estava sendo fotografada e chamou a atenção de todos que estavam ao redor pra ela. 
– Sogrinha, o quê...o que a senhora está fazendo aqui? - a loira olha confusa pra mulher e chama atenção do fotógrafo que se vira para olhar a mulher também. 
– Lili! - Rafael exclama surpreso ao vê-la ali. Ela reconheceu alguns rostos que estavam no estúdio como Carolina, Dorinha, Charles e Arthur. 
– Eu não quero atrapalhar, eu vou ser breve - ela diz gentil olhando todos ao redor. 
– Que isso! Você não atrapalha nunca, Lili! - Arthur diz como sempre com um sorriso pra ela
– O Rafael está me fazendo um favor de fotografar alguns looks da minha loja e eu convidei o Cassandra pra posar pra mim - Carolina diz pra ela um pouco receosa. 
– Como eu disse eu não vim atrapalhar Carolina - ela diz pra mulher e se vira pra nora com um sorriso - Ótima escolha da modelo. Cassandra sorri pra ela ainda com um olhar confuso pra sogra, não sabia o que ela estava fazendo ali era pra ela estar em casa. 
– Lili o que você está fazendo aqui? - Rafael pergunta se aproximando dela ainda surpreso
– Eu quero que você admita olhando na minha cara que você fez aquilo tudo de caso pensado. É só isso que eu quero - seu tom de voz sai firme e forte. 
– Lili eu...eu juro que eu não tive a...eu soube que você passou a noite no hospital. Eu sinto muito! - ele tenta se aproximar mais dela e ela o impede erguendo um dos braços. Cassandra se aproximou da sogra se pondo ao lado dela 
– Sogrinha a senhora acabou de voltar do hospital, vamos? eu vou pra casa com você - a jovem tenta convencer a sogra e se vira pra Carolina - Carol eu posso fazer as fotos outro dia, né? Eu prometo que eu...
– Claro Cassandra! - Carol exclama - Claro, não se preocupa com isso, eu posso te...
– Eu estou bem Cassandra, obrigada! - Lili diz olhando pras duas - Não precisa adiar as fotos por minha causa. Ela se vira para o fotógrafo novamente - Só admite Rafael... só admite que você fez aquilo tudo achando que eu fosse me separar do Germano outra vez. 
– O quê? Gente que babado é esse? Mas você não aprende hein garoto! - Dorinha exclama olhando pro fotógrafo e recebe um olhar da irmã. 
– Lili eu...eu admito que te amo ainda. Eu tentei te esquecer mas não deu, e-eu ainda te amo, é isso! - ele declara pra ela e todos olham surpresos - Eu sei que você me ama também e que se não fosse a Sofia voltar e ter feito tudo aquilo a gente ainda estaria juntos e essa criança que você está esperando seria nossa - ele termina e pode ver que ela estava assustada com a declaração dele. 
– Você...você está louco, o Fabinho tem razão você está louco. Escuta uma coisa Rafael, não foi a Sofia que me fez voltar pro Germano foi meu amor por ele, que nunca acabou mesmo eu estando com você entendeu? - ela diz firme
– Não era isso que você falava quanto estava comigo, principalmente na cama - ele diz arrogante e sentiu o peso da mão dela em seu rosto pelo tapa que havia recebido. 
– Você é muito baixo Rafael...- ela sussurra entre os dentes - Fica longe de mim, está ouvindo? Eu não quero nunca mais olhar na sua cara - ela diz firme se virando pra ir embora deixando todos perplexos. Antes de ir totalmente ela para no batente da porta e se vira pra ele - Só pra constar...seu plano não deu certo, até me deu um certo gás, sabe? Pra uma reconciliação hoje a noite! - ela sorri debochada antes de ir embora. 
– Essa é minha sogrinha...podia ter dormido sem essa gato! - Cassandra diz com deboche dando leves tapas no ombro do fotógrafo. 
Ela estava saindo do prédio indo em direção ao carro nem notando que estava sendo observada. 
"Tá vendo? É ela que a gente quer, tá ouvindo? - a voz do homem grossa do homem faz o outro se assustar um pouco. 
- Mas aquela é a madrasta da Eliza, Peçanha. A mulher tá grávida, olha lá - ele aponta tomando cuidado pra não ser visto
- Por isso mesmo, eu não esqueci da grana não Dino. O doutor vai pagar uma nota preta pela mulherzinha grávida, tá ouvindo? E depois a gente vai se mandar - o homem diz com os olhos brilhando olhando pra mulher - A gente vai ficar na cola dela sem ser visto, agora vamos embora. Já ficamos muito tempo aqui, tenho certeza que a essa altura o doutor já sabe que a gente fugiu - eles saem tomando cuidado pra não serem reconhecidos" 
Lili logo chega em casa e é recebida por Germano que andava impaciente pela sala a espera dela. 
– Graças a deus Lili, onde você estava? - ele diz indo até ela e pela expressão dele pode perceber que ele estava bravo - Onde você estava Lili? - ele pergunta 
– E-eu fui resolver um assunto mas não se preocupe eu estou bem, meu amor! - ela diz com um sorriso sereno enquanto ia em direção ao sofá para se sentar. 
– Desde que eu cheguei fiquei me perguntando onde é que você foi porque pelo o que eu me lembre eu disse a você pra não sair Lili, pra você pegar leve e...- ele balança a cabeça negativamente - Eu vou perguntar outra vez Lili, onde você foi? - ele pergunta com um fio de voz preocupado com ela. 
– Ah amor...eu estou bem, prometo! - Lili diz pra ele serena o tranquilizando - Em vez de brigar comigo você podia vim aqui e me dar um beijo, hum? O que você acha? - ela diz carinhosa sorrindo e estendendo um dos braços pra ele pedindo silenciosamente que ele se aproxime - Que tal um beijo, hum? - ela pede acariciando o rosto do marido aproximando suas bocas e ele rapidamente atende o pedido dela e lhe dá um selinho demorado. 
– Só isso? Ah não, isso não é um beijo Germano...- ela diz assim que acabam o beijo e ele sorri pra ela acariciando seu rosto. 
– Você está me enrolando de novo Lili, onde você estava meu amor? Fiquei preocupado com vocês - ele se aproxima mais dela e põe a mão no ventre dela e ela cobre a mão dele com a sua. 
– Nós estamos bem meu amor, está tudo bem...- ela sussurra baixinho, não queria contar pra ele onde tinha ido para não iniciar uma discussão. Ela respirou fundo antes de puxa-lo para um beijo, onde ela apertou os cabelos de sua nuca passando suas unhas pela pele dele o fazendo arrepiar. 
Quando deram por si próprios, Germano estava por cima dela sugando seus lábios com força. 
– Germano...- ela sussurrou com a voz rouca e os lábios inchados. Ela o sentiu se mexer por cima dela se ajeitando pra não machucá-la e no mesmo instante empurrou a face dele para seu pescoço, exigindo que ele não se afastasse. Ele atacou sua pele sensível, descendo os beijos por seu colo e ela suspirava ofegante. 
– Aii amor...e-espera - ela geme quando sente ele beijar seus seios que estavam doloridos e ele rapidamente olha pra ela preocupado. 
– Desculpa...desculpa amor, nem percebi - ele diz se afastando dela se sentando. Ele a ajuda se levantar também trazendo ela pra se deitar em seu peito, e lhe dá um beijo em seus cabelos.
– Ah Lili! - ele diz suspirando enquanto fazia carinho nos cabelos dela - Está vendo o que você faz comigo? - ele diz erguendo o queixo dela e lhe dá um selinho. 
– Eu não fiz nada...Eu te amo meu amor, nunca se esquece disso tá bom? - ela diz olhando nos olhos dele - Eu não trocaria nossa vida por nada...nada. - ela diz abrindo um sorriso pra ele 
– Mesmo com todas as...- ele começa e ela ergue uma das mãos o interrompendo silenciosamente. 
– Mesmo com tudo que aconteceu - ela enfatiza - Eu amo a nossa história amo a família que a gente formou e Eliza está inclusa nisso, e principalmente eu amo você. Me desculpa pelo o que aconteceu, por não ter acreditado em você e eu juro que nunca mais vou duvidar de você - a voz embargada e totalmente emocionada mostrou a ele que ela estava sendo sincera. 
– Eu te amo sua burguesinha mimada - ele declara a chamando pelo apelido que a chamava quando namoravam e ela sorri balançando a cabeça negativamente antes de selar seus lábios para um beijo. 


Notas Finais


oi mores, turu bom? hihihi voltei
E essa referência malaor? Quem viu sabe do que eu tô falando....enfim, me deixem saber o que estão achando então
COMENTEMMMM!!!!


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