História Laços Mortos - Capítulo 11


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Categorias Fairy Tail, Naruto
Personagens Personagens Originais
Visualizações 2
Palavras 1.036
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Policial, Romance e Novela, Sobrenatural, Survival, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 11 - XI - Regresso ao Orfanato?


Fanfic / Fanfiction Laços Mortos - Capítulo 11 - XI - Regresso ao Orfanato?

Com as notícias acabadas de receber, o silêncio fez-se sentir na sala durante alguns minutos.

Carls: Sophy, sabes se essa tal mensagem era dirigida a alguém?

Sophy: Apenas dizia isso que escreveram no papel.

Leo: Mas "tão desejado encontro"...

Ivana: Acham que pode ser com a Kath?

Katherine: Comigo? Porque seria comigo?

Ivana: Não sei, foi apenas um palpite.

Katherine: Mas sem justificação nenhuma?

Ivana: Sim, apenas um palpite que não tem justificação nenhuma.

Carls: Bem, e em relação às crianças, quando é que desapareceram?

Sophy: Hoje.

Ant: Querem uma opinião?

Carls: Claro! Que foi?

Ant: Acho que o autor da captura das crianças é o mesmo que assassinou e escreveu a mensagem nas costas da Sakuya.

Siri: E porque faria uma coisa dessas?

Ant: Para chamar à atenção de alguém que trabalha aqui no Centro.

Carls: Então estás a pôr como hipótese o autor de todas estas ilegalidades e homicídios ser um conhecido nosso?

Ant: Sim, mas apenas dos que estão a tratar deste caso.

Siri: Faz o seu sentido...

Ant: No início, qual era a equipa a quem tinha sido dado o caso?

Carls: A Katherine e o George.

Ant: Então vou colocar esses dois como sendo os principais com hipóteses de ter alguém conhecido a fazer os homicídios e as ilegalidades com os seres humanos.

Katherine: Mas para dizeres isso tens que ter em conta que o autor de tudo isso tem habilidades fora do comum em ciências.

Ant: Mas isso concluiu-se logo de início, Kath.

Katherine: Sim, mas estou-me a referir ao que disseste.

Ant: Sobre as vossas pessoas conhecidas?

Katherine: Sim.

Ant: Apenas iríamos selecionar as pessoas que vocês conhecem que estão relacionadas com laboratórios de ciências e assim.

George: Para além das pessoas aqui do Centro.. Não conheço mais ninguém.

Ivana: Sabem o que acho?

Carls: O quê?

Ivana: Que devíamos ir novamente ao orfanato.

Carls: Voltaremos lá o mais rápido possível, mas primeiro devíamos inspeccionar a casa da Sakuya.

Katherine: E ela tem uma casa aqui em Tóquio?

Siri: Sim, já questionei sobre isso e disseram me que tem um apartamento aqui na cidade.

Ant: E acham que vamos encontrar alguma coisa relacionada com isso?

Carls: Talvez... Mas pelo menos sabemos que podemos encontrar algo relacionado com a família dela, ou até mesmo a irmã.

Katherine: A Torita está morta, mesmo eu passando a vida a dizer que tenho esperanças de um dia voltar a encontrá-la.

Carls: Vamos suspender por agora esta reunião. Katherine e Leo, vão ao apartamento da Sakuya.

Siri: Eu dou-vos a morada.

Siri arranjou um pedaço de papel e uma caneta e escreveu a morada que lhe haviam dito.

Leo: Como sabes que é aqui?

Siri: Tenho as minhas fontes.

Katherine: Diz lá onde é que arranjaste isso.

Siri: Uma das minhas companheiras de trabalho. Encontrei a aqui bastante cedo e decidi lhe perguntar.

Leo: Ok.

Katherine: Mas, Leo...

Leo: Que foi.

Katherine: Isto é muito perto do nosso apartamento.

Leo: Já reparei nisso.

Katherine: Ah...

Leo: O mais certo era sermos vizinhos da Sakuya e nem sequer sabermos.

Os membros da equipa começam a sair da sala. Carls vai ter com Leo, Katherine e Siri.

Carls: Então?

Katherine: A morada dada pelo Siri diz que a Sakuya morava muito perto de nós.

Leo: Sim, o nome que aí está é o da rua ao lado da nossa.

Carls: Vão lá à mesma. Depois façam o relatório e entreguem mo.

Katherine: Ok, mas hoje?

Carls: Podem entregar amanhã.

Carls sai da sala juntamente com Siri.

Leo: Este caso está cada vez pior...

Katherine: Mas o resultado dos exames já não saíram?

Leo: Não sei, mas vamos ver o apartamento da Sakuya.

Saíram da sala, rumo ao apartamento da Sakuya. Eram 4:30 da tarde quando chegaram à casa da rapariga.

Katherine: Isto já não é habitado à bastante tempo...

Leo: E não tem muito que se veja...

O apartamento estava bastante arrumado, e tinha poucas coisas. Era um local pequeno, mas com uma vista agradável. O que chamou logo à atenção de ambos foi um baú que estava debaixo da cama.

Katherine: Olha para esta caixa, não te parece ter nada suspeito?

Leo: Acho. Vamos ver o que tem lá dentro.

Katherine vai buscar a caixa e coloca-a em cima da cama. Abre-a de imediato.

Leo: Está cheio de fotos...

Katherine: E tem uma carta.

Leo: Uma carta?

Katherine, já com o papel aberto, começa a ler. Enquanto isso, Leo investiga o quarto.

Katherine: Leo...

Leo: Diz.

Katherine: Isto é um testamento...

Leo: Um testamento?

Katherine: Sim...

Leo: Dos pais das duas crianças?

Katherine: Não é isso, está aqui uma coisa que pode virar a história toda desta família.

Leo: O que é?

Katherine lê o testamento em voz alta. Enquanto isso, no Centro, Carls e Ant estavam a examinar os resultados das análises feitas às drogas encontradas no orfanato.

Ant: Já ouvi falar destas drogas.

Carls: Já?

Ant: Sim, já à muito tempo... Mas não estavam a ser utilizadas para alterações negativas nos corpos dos humanos, e sim para alterações positivas.

Carls: Falas de curar doenças?

Ant: Sim, por exemplo.

Carls: Mas neste caso foram utilizadas para alterar o corpo da vítima de uma maneira muito trágica e arrepiante.

Ant: Lembras-te das lendas que o Siri contou?

Carls: Da Menina do Céu?

Ant: Sim, essa mesmo.

Carls: Que tem ela?

Ant: Estas drogas aqui têm um efeito de arrefecimento.

Carls: Arrefecimento?

Ant: Sim.

Carls: Espera, o seu efeito é congelar?

Ant: De uma maneira simples de dizer, o que esta droga aqui faz é colocar o corpo da vítima completamente imune ao frio. Ela consegue controlar o seu corpo de uma maneira incrível que mesmo que a pessoa atinja temperaturas negativas não morre.

Carls: Isso é de outro mundo...

Ant: Pois é, mas esta droga mal é conhecida, e só grandes génios é que a podem utilizar.

Carls: Então espera aí, estás a dizer que...

Ant: Acho que temos que concordar com o Siri em relação às lendas.

Carls: Tens aí os documentos com os exames feitos às irmãs?

Ant: Sim, estão aqui, juntamente com os resultados das autópsias das vítimas e da Sakuya.

Carls: Ótimo. Acho que muito em breve vamos voltar ao orfanato...



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