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História Lado a lado Sope Yoonseok - Capítulo 35


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Capítulo 35 - Capítulo 35


YOONGI

Estávamos no quintal da casa do Jungkook. Os pais dele tinham ido passar o final de semana em uma praia e ele aproveitou para preparar um churrasco.

Hoseok, Tae e um amigo do Jimin tocavam e cantavam pagode sentados ao redor da mesa cheia de cerveja e tira gosto, enquanto Namjoon, Jimin, Bambam e Jin conversavam animados na borda da piscina e eu e Jungkook cuidávamos da carne e bebíamos perto da churrasqueira.

- Yoongi! - Jungkook me chamou e, pelo tom impaciente, não era a primeira vez.

- Oi - virei ainda um pouco desligado para encara-lo.

- Você tá fazendo de novo.

- O quê?

- Tá parado, olhando com cara de idiota pro Hoseok.

Sorri tímido e fui até a churrasqueira mexer nas carnes, mais para ter o que fazer do que necessariamente ver se tinha alguma pronta, já que Jungkook tinha acabado de girar os espetos.

- Meu Deus! Você já mora com ele, estudam na mesma faculdade e agora tem o mesmo grupo de amigos. Não cansa?

- Não - Sorri mais uma vez. Não, eu não cansava. Não cansava nenhum pouco. Na verdade, parecia um vício, quanto mais eu descobria sobre o Hoseok, quanto mais tempo passávamos juntos, mais apaixonado e bobo eu ficava.

- Ridículo.

Voltei a sentar ao lado do Guk. Ele estava extremamente mal humorado e eu sabia o motivo.

- Esse mal humor todo é por que o Jimin trouxe um amigo?

- Quê? Eu, heim! Claro que não. Ele pode trazer quantos amigos quiser.

- Clar-

- Eu só acho engraçado ele ter a cara de pau de levar um penetra pra casa dos outros! Eu não lembro de ter dito que podiam trazer alguém.

- Sendo assim era melhor ter feito uma lista e colocado um segurança na porta.

- Cala a boca.

Jungkook olhava fixamente para Taemin, o tal do amigo do Jimin, que agora estava cantando junto com Hoseok.

- Você não vai fazer nada? - senti um cutucão no braço.

- Como assim?

- Ele tá do lado do Hoseok!

Soltei um riso frouxo. Meu amigo estava claramente se corroendo de ciúme e não sabia o que fazer.

- Guk, aproveita que o Jimin não tá com o amigo e vai lá falar com ele. Eu fico aqui cuidando das carnes.

- Prefiro depilar o saco. Se ele quiser falar comigo, ele que venha aqui! A casa é minha. Que falta de educação, sabe?

Revirei os olhos impaciente e me levantei para olhar as carnes mais uma vez. Alguns pedaços já estavam prontos. Tirei-os do fogo e distribui-os em dois pratos, levando um para o grupo que estava na borda na piscina e outro para os que estavam tocando. Eles terminaram a música e pararam para comer. Hoseok estava segurando um pandeiro e bebendo cerveja, então lhe dei um pedaço na boca. Ele sorriu, depositou a cerveja na mesa e envolveu minha cintura com as mãos. Fiquei logo mole e passei o braço pelo seu ombro.

- Quer tomar banho de piscina? - disse entre um selinho e outro.

- Você não vai mais tocar?

- Não, se meu namorado quiser tomar banho de piscina.

Ele com certeza dizia aquelas coisas de propósito. Fiquei tão derretido com aquela declaração, que não consegui nem falar. Apenas balancei a cabeça, fazendo que sim.

Hoseok pousou o pandeiro no banquinho e me puxou pela mão até pularmos juntos na água, respingando nos meninos e fazendo-os reclamar enquanto ríamos juntos.

JUNGKOOK

Ótimo. Yoongi saiu para namorar e eu fiquei sozinho cuidando da carne. Observei os dois na piscina. Hoseok afundava com ele no colo, enquanto os dois riam e Yoongi se debatia igual a uma criança. Tá. Só não vou reclamar porque eles são muito fofos.

Meus olhos percorreram o resto do quintal e pararam em Jimin. Ele havia saído da piscina e ido até onde Taemin estava. Os dois sorriam e conversavam juntos, ignorando tudo ao redor. Bufei sozinho. Nem sei porque eu inventei esse churrasco ridículo.

- Vocês não vão mais tocar? - Perguntei em direção ao Tae.

- Eu tô esperando os dois pararem de namorar - respondeu com um aceno de cabeça em direção ao Hoseok e um em direção ao Jimin.

Namorar.

Patético.

Vir para a casa dos outros para namorar.

Fica em casa, caralho!

Dei um gole grande de cerveja e sentei sozinho ao lado da churrasqueira. Eu nem sei porque ainda me importava. Jimin claramente era um galinha e toda aquela atenção comigo era apenas um teatrinho. Ele queria apenas me levar para a cama. Mais uma vez. E ir embora de manhã. Mais uma vez.

Pendi a cabeça para trás e encarei o teto por uns bons minutos. Só acordei quando notei que alguém estava girando os espetos e cortando mais carne.

- Ia queimar - Namjoon se explicou na já na defensiva. Minha expressão realmente não deveria estar das melhores mesmo.

- Foi mal.

- Tá tudo bem? - Perguntou temeroso - Ou tá chateado com o novo amigo do Jimin?

- Nem fala esse nome perto de mim. Sério - Apertei os lábios, entortando o canto da boca - E você? Ainda tá chateado com... - Apontei na direção do Yoongi e do Hobi com o queixo.

Namjoon olhou para os dois por alguns segundos antes de responder.

- Não. Olha pra eles! Você já viu o Yoongi rir desse jeito com alguém?

Meu olhar foi até o canto da piscina, onde os dois estavam conversando. Yoongi curvava a cabeça para trás e mantinha a mão na barriga de tanto rir, enquanto Hoseok gargalhava escandaloso ao seu lado.

A cada par de segundos, ele dava um jeito de jeito de encostar no namorado, seja para tirar seu cabelo da testa, para cutuca-lo ou simplesmente pousando a mão em cima de alguma parte do seu corpo. Os dois estavam completamente imersos em seu próprio mundo.

É. Yoongi só se sentia à vontade assim com os amigos. E normalmente ele demorava para chamar alguém de amigo. Mas com Hoseok tudo aconteceu rápido e natural.

- E Hoseok com certeza nunca olhou desse jeito pra mim - Namjoon finalizou com um sorriso resignado.

Eu não soube o que responder. Talvez eu devesse fazer como ele e me resignar. Aceitar que Jimin jamais me olharia como o Hoseok olhava para o Yoongi e que eu não merecia menos do que isso.

- Ei, Bunny. Vai demorar pra sair mais carne?

Falando no Diabo, Jimin se aproximou da mesa com um prato vazio na mão. O encarei por alguns segundos na dúvida entre mandar ele enfiar o prato no cu e tacar o prato na cabeça dele. Sem conseguir me decidir, fiz o mais sensato:

- Pede pro seu namorado vir assar.

Ele soltou uma risadinha convencida e se eu não fosse um ser de luz, calmo, paciente e compenetrado teria descido a porrada nele ali mesmo.

Notando o clima pouco amigável, Namjoon saiu de mansinho e decidiu nos dar um pouco de privacidade.

- O que é isso, Bunny? Tá com ciúme?

Respirei fundo. Eu não podia deixá-lo me desconcertar daquela forma. Mas eu não conseguia evitar! Fazia meses que ele me dizia que estava arrependido do que fez, prometendo que era meu amigo, disse que gostou do nosso beijo na festa, aí às vezes soltava uns flertes e eu não sabia se era sério ou não.

- Ciúme de você? Por favor, né?

Sua mão pousou em meu peitoral e um sorriso malicioso brincou em seus lábios.

- É o que tá parecendo.

Fiquei sem reação. Irritado porque mesmo que fosse por cima da camisa, minha pele esquentou com seus dedos pousados em mim.

- Não fica assim, Bunny. Você é o meu favorito.

E ali estava mais uma vez. Ele praticamente dizendo com todas as letras que eu não passava de um brinquedo. Mas mesmo assim eu me enganava e me iludia. Achando que ele poderia sentir alguma coisa por mim.

Tirei sua mão e me afastei. Ele agarrou meu pulso ainda com sorriso brincando em seus lábios.

- Me solta, Jimin.

- Vem. Vou te apresentar meu amigo. Assim vocês não precisam brigar.

Encarei-o fixamente, a raiva borbulhando em meus olhos, e puxei o braço com força.

- Vai tomar no cu.

Não fiquei tempo suficiente para assistir sua reação, eu precisava sair dali. Virei o corpo em direção à porta que dava para a sala, dei dois passos e voltei para encara-lo. O sorriso havia sumido.

- O que você quer conseguir com isso, Jimin? Provar que é um idiota? Parabéns. Conseguiu. Me fazer perceber que é um galinha e que eu sou apenas um brinquedinho pra você? Conseguiu também. E sabe o que mais você conseguiu? Me fazer cair na real e perceber que eu nunca mais quero ter qualquer coisa que seja com você. Você só sabe brincar com o sentimento dos outros. Mas eu cansei. Prefiro parecer um garoto bobo de 15 anos do que um garoto de programa barato que só pensa em sexo.

Ele apertou os lábios com força e eu aproveitei para sair dali e me trancar em qualquer cômodo vazio. Fui até o segundo o andar, entrei no quarto e fechei a porta.

Eu me odiava por ter pensado em dar uma segundo chance a ele. Por ter ficado com ele na festa do Jackson. Por ter imaginado que ele podia estar se envolvendo. Ele era apenas um idiota. Frio. Sem coração. Que amava seduzir todo mundo para aumentar o próprio ego.

Sentei na cama e levei as mãos até o rosto. Que saco! Você não vai chorar por causa daquele idiota, Jeon Jungkook. Eu te proíbo de chorar por causa dele.

A porta abriu devagar.

- Você não sabe bater?

Jimin entrou sem cerimônia, fechou a porta atrás de si e se encostou nela.

- O que tá fazendo aqui?

Ele me encarava sério. Sem sorriso. Sem malícia. Sem deboche. Uma tela em branco. Sem nada que eu pudesse ler ou decifrar.

- Sai daqui.

Mas ele não se moveu. Continuou encostado na porta me encarando.

- Sai! Eu quero ficar sozinho.

Nada.

Mas que porra! Nem no meu próprio quarto ele me deixava em paz? Já não bastava vê-lo na faculdade, nas festas, na casa do Yoon e nos meus pensamentos.

Fui até ele com raiva, decidido a coloca-lo para fora do quarto nem que fosse a força. Segurei o seu pulso para puxa-lo e ele forçou o braço para continuar onde estava. Claro que eu poderia facilmente tirá-lo dali. Eu era pelo menos duas mais forte que ele. Mas não era porque eu estava com raiva que iria machuca-lo, né?

Fechei os olhos tentando manter a calma e pedi baixinho. Quase suplicante.

- Jimin. Por favor. Eu preciso ficar sozinho.

- Ele é meu primo!

Sua voz se sobrepôs a minha. Rápida. Quase engolindo o que eu havia dito.

- Está passando uns dias lá em casa por causa de uns problemas com os pais. Eu não queria que ele ficasse sozinho num momento delicado assim, mas também não queria deixar de vir, por isso o convidei. Não sabia que não podia.

Ele encarava os próprios pés, incapaz de olhar para mim. Fiquei na sua frente, meus braços ao lado dele, apoiados na porta, minha respiração batendo em seu cabelo e levantando alguns fios.

- E por que todo aquele showzinho?

Ele não respondeu. Voltou a ficar calado. De novo. E de novo. Por vários segundos, minutos, tempos, dias, eu não sei. Eu não sabia mais há quanto estávamos naquele quarto.

Segurei seu pulso mais uma vez para tirá-lo do quarto.

- Se não vai falar mais nada. Por favor, sai.

Ele grudou ainda mais na porta. Costas, braços, pernas, enquanto seu rosto continuava para baixo, olhando fixamente os próprios pés. Que merda. Ele parecia ter encolhido uns vinte centímetros, fazendo meu peito apertar e doer ainda mais.

- Por que aquele showzinho? - Perguntei mais calmo. Não ia adiantar gritar naquela hora. Não com ele parecendo tão vulnerável.

O silêncio continuou e eu fui perdendo a paciência de novo.

- Que saco, Jimin! O que você quer de mim?

- EU GOSTEI DE VOCÊ TER SENTIDO CIÚME DE MIM!

Finalmente ele levantou o rosto para me encarar. Seus olhos estavam vermelhos e ele estava quase gritando. Talvez estivesse mesmo gritando. E não quase. Eu não sei dizer.

Nossos olhares se encontraram e ele pareceu constrangido. Como se fosse difícil dizer aquilo, mas já que disse, desandou a falar quase sem pausas. Os olhos ferozmente grudados nos meus.

- Eu sou um idiota. Eu sou o galinha idiota que só sabe flertar e seduzir todo mundo. Ninguém nunca me tratou como nada além disso. Eu sempre fui apenas o garoto de uma noite só! Sempre! Sempre! Sempre! Então eu nunca agi como algo além disso também. Mas você sentiu ciúme de mim e eu gostei. Gostei de imaginar que talvez você me veja de outro jeito. Mas eu não sei o que fazer pra ser algo além do garoto de uma noite. Então eu só flerto e finjo que estou brincando - sua voz quase falhou e ele se forçou a continuar - Mas eu não estou. Eu gosto de você, Jungkook. Eu gostei da nossa transa de meses e meses atrás. E eu surtei. Com medo de que você acordasse e me tratasse como o garoto de uma só noite. Então decidi fazer isso primeiro. Por medo. Achando que nunca mais te veria e que assim eu não sofreria. Mas eu te vi. E continuo te vendo. E você é legal. E divertido. E gentil. E se importa com os outros. Eu te chamo de debutante e implico com você porque sei que assim você vai me responder e me dar atenção. Eu flerto com você porque não consigo dizer diretamente que você é fofo e que fica ainda mais fofo quando sorri ou quando resmunga fingindo que tá irritado. Porque não sei como dizer o que sinto. Depois da festa do Jackson fiquei nervoso de ir pra faculdade e troquei de roupa três vezes todos os dias de manhã querendo que você reparasse em mim e viesse falar comigo. Mas quando te vi lá, eu só conseguir soltar mais piadas e cantadas e ruins. Então hoje quan-

Antes que ele terminasse, empurrei-o contra a porta e tomei seus lábios de uma vez. O que eu estava fazendo? Eu não sabia! Mas Jimin estava ali pequeno e vulnerável dizendo que gostava de mim. E sendo verdade ou não eu esperei meses para ouvir aquilo.

Ele me puxou pela camisa e eu forcei ainda mais o meu corpo para a frente, quase esmagando-o contra a porta. Minhas mãos continuavam segurando seu rosto, como se eu tivesse medo de que ele pudesse desmanchar se o soltasse ali.

Jimin mordeu meu lábio e esfregou o quadril em mim, suas mãos dedilharam meus cabelos, puxando pequenas mechas com violência. Ele me empurrou até a cama e deitou em cima de mim, com as pernas abertas, uma em cada lado do meu quadril.

Desci as mãos até o seu calção e apertei sua bunda, durinha e redonda, ele se esfregou ainda mais o quadril no meu.

Eu tentava raciocinar sobre o que estava acontecendo. Sobre como chegamos até ali e o que isso significava. Mas não conseguia. O som das nossas respirações entrecortadas, nossas línguas roçando uma na outras e nossos lábios se sugando me faziam perder qualquer fiapo de razão que eu ainda tinha.

Sentei na cama, suas pernas ainda encaixadas em meu quadril simularam uma estocada e suas mãos serpentearam minha barriga, levantando a barra da minha blusa. Seus dedos delicados e fortes pressionando minha pele me acordaram daquele topor.

Eu não podia me entregar tão fácil. Eu não queria repetir nossa transa sem ter certeza do que ele sentia ou do que tínhamos.

Jimin notou que eu havia parado de dar atenção ao nosso amasso. Minhas mãos pararam de agarra-lo e minha boca se mexia apenas replicando os movimentos dele.

- Guk - Ele parou de me beijar, mas manteve o rosto colado no meu. Sussurrando rouco e grave e me deixando arrepiado - O que foi?

- Eu... - Como eu iria explicar que me sentia inseguro? Que precisaria de tempo para ter certeza que ele não ia me magoar?

- Pode falar, Bunny - Seus dedinhos alisaram meu cabelo com carinho e delicadeza.

- Eu não quero que seja só isso.

Ele afastou a cabeça, sorriu e apoiou as mãos nos meus ombros.

- Nós podemos ir devagar.

Balancei a cabeça concordando.

- Se antes você dizia que eu parecia ter 15 anos, agora deve me achar com cara de 12.

Seu sorriso se alargou. Os olhinhos apertando e os lábios aumentando, mostrando todos os dentes. Completamente diferente do Jimin sexy e perigoso de dois minutos atrás.

- Eu não acharia ruim ser bobo e adolescente com você, Guk.

Meu coração errou umas três batidas ao ouvir aquilo. Suspirei fundo, tentando puxar um ar que parecia não querer vir. Park Jimin bobo e adolescente por mim era exatamente o que eu queria. Mesmo que me doesse tanto assumir.

Talvez ele tenha notado meu nervosismo. Sua mãozinha procurou a minha e nós entrelaçamos os dedos. Tive vontade de sorrir porque a mão dele era tão pequena, que parecia feita exatamente sob medida para caber na minha palma.

- Eu vou te mostrar que gosto de você. Que quero mais do que te seduzir, ok?

Encostei o rosto na curva do seu pescoço, sentindo aquele cheiro irritantemente gostoso de cloro com shampoo de framboesa e Park Jimin. Ele distribuiu selinhos afetuosos pelo meu pescoço e me abraçou.

- Ei... Nessa história de ir devagar, é permitido dar uns amassos vestidos?

Soltei uma risada alta.

- Você não tem jeito, Jimin.

- A culpa é sua por ser tão gostoso.

Ficamos nos beijando por mais alguns minutos. Vestidos. Até o ar faltar e sermos obrigados a nos separar. Na hora de sair do quarto, estendi a mão para ele, indicando que queria ficar de mãos mesmo quando não estávamos nos beijando. Jimin parou alguns segundos, olhando da minha mão para o meu rosto.

- Adolescente demais pra você? - perguntei inseguro de que ele quisesse deixar nós dois apenas para aqueles momentos trancados dentro do quarto.

Felizmente ele balançou a cabeça, sorrindo, e escondeu sua mão na minha.

- Nenhum pouco.


Notas Finais


Oi, amores.

Como estão nessa quarentena?

Quem puder ficar em casa fica.
Deixa a balada, o cinema, a farra pra depois.
Lavem as mãos!
Chegou em casa, lava as mãos.
Chegou no trabalho, lava as mãos.
Evitem pegar no rosto.
Evitem falar perto das pessoas.
E é isso.
Se cuidem. E vamos cuidar um dos outros.

Voltando pra fic: estou cheia de dilemas, então não sei o que dizer.
Comentem o que acharam, o que sentiram, etc etc etc.
Beijos.
Fiquem bem.


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