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História .ladrão;; goulps - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


oi enton fic de youtuber de novo
e dessa vez goulps pq to apaixonadinha nos dois

a capa é aleatoria tak

Capítulo 1 - .único


Gabriel adentrou o quarto com pressa, batendo a porta atrás de si. A trancou, ouvindo o padrasto o condenando, chamando de trinta mil nomes, furioso. Toda sua família estava lá embaixo, assistindo ao ataque de raiva do homem. O loiro se sentia deslocado. Havia sido visto papeando com seu namorado pelo celular. E é óbvio que foi xingado. Quase apanhou em frente aos parentes, e sinceramente, sabia que eles não se importavam.

 

Respirou fundo, enquanto massageava o próprio pescoço, sentindo todo o seu corpo tenso. Caminhou pelo quarto e permitiu-se cair na cama, de olhos fechados. Sabia que no dia seguinte teria que enfrentar o homem. Sabia que ele era louco e que faria algo que não fosse apenas falar e xingar. Porque ele não se importava com o fato de que o garoto tinha apenas dezesseis anos. E provavelmente não se importava também com o fato de que eram quase quatro anos com as mesmas piadas idiotas, com os mesmos comentários homofóbicos e essas merdas. Parecia querer testar a sanidade mental dele.

 

No meio de tanta bagunça, lembrou-se de Felipe. Porra. E se ele fosse lá? Já era conhecido por sua família, mesmo que o padrasto odiasse a presença dele. Seria um desastre!

 

Gabriel se levantou bruscamente e agarrou o celular, pronto para mandar uma mensagem para o namorado, mas ouviu um barulho na janela. O primeiro pensamento que teve foi que estavam tentando quebrar sua janela, ou que simplesmente era algum adolescente desocupado — consequentemente como ele. Levantou-se e abriu a janela. Felizmente, não era nenhum ladrão.

 

— Oooi, Gou! — Ele acenou lá de baixo. O loiro sentiu o peito aquecer no mesmo instante. Era Felipe.

 

— Oi, Felps. Tá fazendo o que aqui? — Perguntou e se apoiou na janela, sorrindo para ele.

 

— Vim te ver, ué. Você parou de responder minhas mensagens, então eu pensei que tinha acontecido alguma coisa. E eu tava certo, aparentemente. — Respondeu, fazendo o outro franzir o cenho. Felipe apontou para o pescoço do namorado; estava vermelho, com uma marca específica. — Quem fez isso em você? 

 

— Ah… — Gabriel lembrou da cena do andar de baixo e suspirou. — Eu… meio que não tô afim de responder. 

 

Zaghetti suspirou, mas sorriu. Não iria o forçar a nada. Arrumou sua bicicleta e olhou para o namorado mais uma vez. Quase o chamando apenas com os olhos.

 

— Quer dar um passeio? — O de cachinhos perguntou, já sabendo da resposta. Ambos sabiam para onde iriam. E sabiam quanto tempo iriam ficar lá.

 

Goularte sorriu e assentiu. Pegou sua mochila e pôs o celular dentro, logo a pondo nas costas. Foram quase quinze minutos tentando descer sem quebrar a perna, mas logo o loiro chegou a grama verdinha com segurança. Felipe beijou seus lábios com delicadeza e sussurrou para ele o quão bonito ele estava, enquanto se arrumava no veículo.

 

Logo estavam os dois na bicicleta, com o Zaghetti pedalando rápido aos quatro ventos. Gabriel abraçou o corpo alheio e fechou os olhos com força. Seu porto seguro estava ali, com ele. Não precisava se preocupar com nada.



 

( … ) 



 

— Fazem três meses que a gente descobriu esse lugar, e ainda sim, eu amo essa vista.— O mais velho falou e se sentou, de frente ao mar. O outro também se sentou. Felipe encarou o namorado, o vendo pensativo. Sorriu e beijou seu ombro, se aproximando dele. — Nós temos horário, ou nem?

 

— Eu não sei… meu padrasto pode ir me procurar no quarto. — Murmurou, meio amuado. Felps assentiu, levando sua mão até a mão alheia. — Como vão as coisas com a sua mãe?

 

— Ela tá melhorando. Depois de meses sem nenhuma melhora sequer, isso melhorou meu humor. — Respondeu sorrindo. Entrelaçou seus dedos nos dele. — E você… continua na mesma família babaca, né?

 

— Você podia parar de me lembrar. — Sussurrou, aproximando seu rosto ao do namorado. Felipe sorriu. Gostava quando ficavam próximos, sussurrando coisas um para o outro. 

 

— Quer que eu fique quieto, então? — Perguntou baixinho, o olhando nos olhos. Gabriel negou e finalmente selou seus lábios com Felipe.

 

Uma de suas mãos segurou o rosto alheio, enquanto a outra repousou no chão. Beijaram-se por horas, parando para rir, ou para recuperar o folêgo. Ficaram ali, deitados na grama, conversando baixinho, até o sol nascer. Foi quando foram embora. Mesmo que não quisesse deixar o namorado, o beijou e voltou para a cama, com um aperto no peito.


Notas Finais


oi comentario ajuda mesmo que seja pra me xingar


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