História Ladrien - Capítulo 1


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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Marinette Dupain-Cheng (Ladybug)
Tags Adrien, Chat Noir, Ladrien, Ladybug, Marinette, Miraculous
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Palavras 830
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Aventura, Ficção, Romance e Novela

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Para corações apaixonados...

Capítulo 1 - Quando a vida faz sentido?


Fanfic / Fanfiction Ladrien - Capítulo 1 - Quando a vida faz sentido?

Era mais um fim de tarde qualquer. Ladybug e eu acabamos de enfrentar e derrotar um akumatizado, vítima da maldade e franqueza de Hawk Moth.

Sinto que sempre foi assim, eu e Ladybug unidos por uma força mágica, capaz de nos dar a honra de nos conhecermos.

Por mais que tudo ainda não faça sentido, e que ainda haja muitas perguntas em minha mente, tenho certeza absoluta de uma única coisa: meu amor por Ladybug.

Pessoas dizem que amor a primeira vista não existe, que levamos tempo a realmente se apaixonar por alguém, eu discordo completamente. É muito engraçado de se lembrar como foi a primeira vez que vi Ladybug. Acabamos de ter ganho nossos Miraculous, e ainda estávamos pegando o jeito. O tempo passou, amadurecemos, e hoje em dia, somos nós quem combatemos todos os males que Paris enfrenta, justos.

Embora já tenha se passado um certo tempo desda da primeira vez em que vi Ladybug, naquele maravilho traje vermelho e preto, destacando suas curvas, meu amor certamenta não diminuiu e sim aumentou, e de maneira escandalosa. My Lady é capaz de sempre trazer o meu eu de verdade a vida. Antes, aquela nuvem de tristeza que pairava sobre mim, que nunca parecia desaparecer desdo desaparecimento de minha mãe, sumiu quando conheci Ladybug. Minha vida passou da escuridão para luz em um piscar de olhos quando a vi, pela primeira vez.

Sentado a frente de meus computadores, Plagg dentro de seu cofre repleto de queijos, noto algo refletindo pelo monitor do meu computador. Algo mais especificamente vermelho e preto, com o cabelo preso em duas maria chiquinhas, que para a maioria das pessoas, uma maneira infantil de arrumar o cabelo, e para mim, uma maneira incrivelmente atraente em que só Ladybug é capaz de ficar.

Quando me volto para as janelas, pôr do Sol presente, rapidamente My Lady lança seu ioiô e sai do meu campo de visão. Corro para as janelas, e vejo ela ali, em cima do telhado do primeiro piso da mansão. 

Fica corada, quase da cor de seu traje, o que acho muito fofo. Dou um sorriso simpático e lanço um "oi" com uma das minhas mãos. Ela retribui, e eu rapidamente faço menção com a mão para ela entrar em meu quarto.

- Olá Ladybug! Tudo bem? - E eu, com um jeito nervoso e envergonhado, levo minha mão para trás do pescoço.

- Oi Adrien! Sim, e com você? - Ladybug assim que termina de falar, entra no meu quarto e dá alguns passos em minha direção.

- É... sim! Eu... estava prestes a fazer o dever de casa. - E também pensando como eu amo você.

- Oh! Estou te incomodando? Eu posso ir embora e...

- Não! - Acabo falando alto demais, e ouso Nathalie perguntando se está tudo bem do outro lado da porta. - Sim! É que... este problema de matemática está meio complicado, mas vou conseguir! Haha!

Para ser sincero, acho que Nathalie não acreditou totalmente, muito menos com minha risada forçada, mas pelos menos falou "ok." E quando ouço o som de seus sapatos, sei que ela saiu de perto da porta. Isso bastou para eu ouvir uma delicada e linda risada saindo dos lábios rosados de Ladybug.

Quando me dou conta, estou a encarando descaradamente. Sinto o calor em meu rosto, e levo novamente a mão ao pescoço, envergonhado.

- Des-desculpe. - Falo baixo, e Bugaboo ri.

- Tudo bem. - Ela então sorri, me levando ao um mundo que eu mesmo criei, onde vivemos juntos e eu a faço sorrir desse jeito todos os dias.

Sem meu consentimento, meus pés se aproximam ainda mais dela...

- Você é linda. - Sussurro, e quanto me dou conta do que acabei de dizer, quase desmaio. Ladybug me olha confusa.

- Eu... eu... Quero dizer...

- Você também é lindo Adrien. - Quê?

- Eu... eu o quê? - Pergunto.

Não sei como, nem quando o tempo parou, mas se você não sabe como é ser elogiado por alguém que gosta, vou explicar: é como se o mundo fosse mais colorido e que do nada, borboletas brotassem em seu estômago.

Ver Ladybug ali, na minha frente me falando como sou lindo, corada, mordendo o lábio inferior, não tive como me aguentar. Terminei com o espaço entre nós, a agarrei pela cintura rapidamente, aparentimente a deixando ainda mais confusa, sussurrei um rápido "desculpe", e a beijei com toda minha paixão.

É neste momento em que o mundo ganha cor, que os sentimentos são expostos e que a vida faz sentido. É nestes momentos quando estamos com alguém que amamos, que percebemos o porque de estarmos vivos. Ladybug é minha razão para ainda estar vivo, e eu a amo por isso.

Não sei quando, nem como, mas tenho certeza que o destino tem planos incríveis para nós dois, e que eu, um dia... um dia vou descobrir quem é a garota que roubou meu coração.

Que a verdade se revele rápido...


Notas Finais


• obrigada por ler!
• espero que tenha gostado ☆
• se desejar, de uma olhada em minhas outras obras, fico feliz <3
• até a próxima ;)



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