História Lady sacerdotisa - Capítulo 7


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Categorias Inuyasha
Personagens Inuyasha, Kaede, Kagome, Kagura, Kikyou, Kirara, Kohaku, Kouga, Miroku, Naraku, Sango, Sesshoumaru, Toutousai
Tags Kagome, Romance Sesshoumaru
Visualizações 102
Palavras 1.732
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Fantasia, Luta
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 7 - Kagome e sesshoumaru o amor vence


Uma corrente elétrica pode ser sentida por todo o corpo de Sesshoumaru e um leve rosnado libertado. Insana..., não tinha ideia do que estava acarretando apenas com esse murmuro. Encurralou-a na cerejeira e capturou os lábios de Kagome, muito mais desejoso do que antes. Desceu os beijos pelo pescoço da humana que respirava a procura do ar que havia perdido. Subiu novamente mordendo o lóbulo da jovem que gemeu de regozijo.

Sesshoumaru–Kagome você não sabe o que esta fazendo... - a voz saiu como um rouco e contido gemido. Evidentemente o yokai estava em seu limite. Isso já estava indo longe de mais, se continuasse não haveria volta.

Concluindo que Sesshoumaru pretendia se afastar a sacerdotisa entrelaçou seus braços no pescoço do Lord e subiu sua coxa até a cintura deste, que pressionou os punhos contra a árvore numa tentativa de se conter. O que ela pretendia? Enlouquece-lo? . A humana deslizou as mãos até o rosto de Sesshoumaru para a mira-se. Enquanto fitava aqueles olhos profundos e caramelados ela redesenhava todos os contornos que o ser de madeixas prateadas possuía, dando ênfase às estrias roxas próximas as orelhas. Um intruso caiu minuciosamente sobre os olhos cor de mel, um fio prateado, provavelmente vindo da franja, um pouco maior que os demais. A garota pegou delicadamente o fio e colocou-o em seu respectivo lugar, deslizando a mão, agora, para a nuca do Lord. Sem deixar de fita-lo, já ele a observava atordoado.

kagome– Você sabe que eu não sou de não saber o que quero mas noentanto ,Não, eu não sei o que estou fazendo Sesshoumaru... - aproximou seu rosto ao do yokai- mas sabe nuito bem que  isso é o que desejo...

Desta vez, sem nenhum pudor evidente, foi Kagome que capturou sedenta os lábios do parceiro. Sesshoumaru conteve-se mais uma vez, àqueles lábios rosados tão encostados aos seus o submetiam ao extenso e árduo trabalho de manter o controle, falhou em resistir. Uma de suas mãos deslizou lentamente sobre a perna da moça erguida até a sua cintura, levantando significativamente sua saia. Enquanto a outra mão infiltrava, pelas costas, a blusa da jovem realizando movimentos circulares naquela região. Kagome arfava a cada beijo de puro contentamento, escorregando levemente a palma das mãos sobre o quimono branco do amado sentindo, mesmo que de leve, os músculos rígidos do yokai. Sua blusa foi sendo elevada aos poucos. Instintivamente a jovem levantou os braços para que a vestimenta fosse completamente tirada. A saia caiu sem ajuda depois de passar pelas joviais coxas torneadas. Apenas de roupa intima a humana corou sem jeito, o yokai por sua vez desconhecendo aquela peça tão inconveniente rasgou-as com suas garras e se desfez dos retalhos.

Parou por um instante para observar o tentador corpo da sacerdotisa. Coxas grossas, nádegas empinadas, quadril médio, cintura sinuosa, seios fartos e rígidos, pescoço fino e por fim olhos castanhos lascivos. Sorriu libertino, não tinha como negar a humana era convidativa e provocante. Foi o primeiro a tocar em seus lábios rosados e seria o primeiro e único a possui-la.

Concluindo estar completamente nua, num ato desesperado Kagome escondeu o rosto sob as mãos, desta vez a vergonha não pode ser contida como em momentos atrás. Sesshoumaru deu uma leve risada, preferia a humana dessa maneira: tímida, bochechas rosada e voz hesitante, essa era a Kagome verdadeira. Poderia até tê-lo provocado, mas continuava sendo a garota frágil e meiga que todos conheciam e era isso que mais adorava nela, provocante e tentadora, tímida e envergonhada.

Sesshoumaru distribuía beijos pelo colo da garota que continuava com pelo menos os olhos tapados. Pode sentir o toque macio do yokai em seu rosto que tirava delicadamente as mãos sobre o rosto da jovem. Encostaram as testas, chocolate e raios do sol se misturaram mais uma vez naquela noite.

Sesshoumaru–Não há porque se envergonhar Kagome você é linda sabe que se voce se entrega amim sera minha para sempre vou marcala...

Um sorriso encantador cresceu dos carnudos lábios da moça, que mais nada pensaram em fazer se não capturar os lábios finos e viris que lhes eram oferecidos. Deitaram-se na grama, sem interromper os beijos o Lord retirou sua armadura. A humana fez questão de desatar o nó da parte de cima do Kimono de Sesshoumaru, para depois faze-lo deslizar pelos braços junto à pelagem branca que este carregava no ombro e por fim descarta-los. Levou as delicadas mãos ao tórax definido e continuou a explorar aquele peitoral talhado de músculos que enrijeciam a cada toque. O yokai lutava contra o desejo que clamava por liberdade contra a restrição da única peça que usava, mordiscou o colo da pequena, indo em direção aos seios que clamavam por atenção, sugou um deles enquanto massageava o outro, a humana extasiada segurava as madeixas prateadas do yokai incentivando a continuação do ato. Sesshoumaru então desceu alternando entre beijos, mordida e sucções até as coxas da sacerdotisa, chegando ao seu destino inspirou o doce aroma rosa-jasmim que naquele lugar intimo prevalecia em preponderância para depois provar daquele doce néctar.

–S-Sesshoumaru!-gemia a jovem de pura excitação remexendo-se inquieta.

O Lord segurava possesivamente às coxas da garota, estimulado a cada vez que ouvia seu nome por entre os gritinhos. Kagome arfava de prazer, já estava perto do ápice. Percebendo isso, Sesshoumaru interrompeu o ato voltando a subir até o rosto da garota, que protestava pela interrupção.

Sesshoumaru–Não se preocupe pequena lhe darei muito mais do que isso. - sussurou ao ouvido da humana antes de morder seu lóbulo.

Tirou finalmente a ultima peça de roupa, libertando o seu membro rígido e pulsante. Posicionou-se entre as pernas da jovem nervosa e inquieta.

Sesshoumaru–Tem certeza de que é isso o que quer?-Sesshoumaru resolveu dar uma ultima chance a humana de perceber a sandice que estava prestes a cometer.

Ela apenas confirmou com a cabeça. Sua consciência podia até alerta-la da insanidade dessa escolha, mas seu corpo precisava de continuação.

Penetrou-a lentamente, degustando pouco a pouco o prazer oriundo daquela cavidade quente e apertada. Completamente dentro, voltou a beijar o colo da humana esperando que se acostuma-se com a nova sensação. A iniciativa de movimento foi dada por ela que mexia os quadris num vai e vem mais do que prazeroso para o yokai que também já começara suas investidas. Arfavam de puro deleite, a junção carnal dos corpos, yokai e humana, homem e mulher, como um só, as diferenças não mais valiam, não importava o mais forte, o mais audaz ou o mais hominídeo, bastava apenas que aqueles dois corpos se amassem naquela noite.

A jovem empinava em busca de uma maior e mais rápida penetração. Aquele homem a estava enlouquecendo! Trocaram de posições. Ela agora por cima, conduzia aquela deliciosa dança.

O yokai sedento pelo desejo já tinha seus olhos levemente rubros e pressas proeminentes. Aumentaram às investidas, a humana já havia chegado ao clímax quando Sesshoumaru antes de a última investida ele amarca mando ela fase o mesmo com ele, dar autima envestida e depositar seu liquido quente na cavidade da garota que desabou exausta sobre peitoral definido.

Ofegantes deitaram-se na grama abraçados. Repousaram sobre a lua prateada dos amantes que reluzia sobre as flores rosadas da cerejeira agitada pela leve brisa daquela noite de verão. Uma noite talvez, para muitos, como qualquer outra mas para eles nãopois foi ai que narcou o inicio de sua união.

OOOOOOOooooooooooooooooooooooooOOOOOOOOOoooooooooooooooooooooo

No acampamento, silencio completo, todos aparentemente ressonavam despreocupados, quer dizer nem tão despreocupados. A lua já estava a meio céu e Kagome não havia voltado. Todos dormiam, contudo muito apreensivos. Porém no ao redor da chama acessa da fogueira curvas femininas teimavam em não conseguir ter um sono regulado. Sango mexia-se inquieta sobre seu colchão. Onde estaria Kagome? Conseguiu ouvir passos pesados e inquietos em direção ao bivaque. Virou-se devagar, com esperança de que e fosse Kagome... Mas não era Inuyasha havia acabado de chegar, surpreendentemente sem sua amiga.

sango–Inuyasha o que houve? Qual o problema? Onde esta Kagome?

O hanyou caminhou a passos sôfregos até a árvore mais próxima desabando na grama. Olhou para Sango que havia se levantado e ido ao seu encontro.

inuyasha –Esse é o problema... eu não sei onde esta Kagome...

Sango arregalou os olhos como Inuyasha não conseguia sentir o cheiro da sacerdotisa? Caminhou rapidamente até a mala da garota e pegou duas frigideiras (como todo mundo sabe na mala da Kagome tem tudo) e as colidiu varias vezes. O som angustiante inundou os ouvidos do meio-yokai atordoado e de todos os outros no local, que acordaram assuntados.

–MAIS O QUE FOI?- gritaram todos

inuyasha–Todo mundo acorda. Vamos procurar Kagome!- pronunciou Sango já com o osso voador em mãos.

kouga– Ué cara de cachorro seu nariz esta com defeito?

inuyasha–Ora FIQUE QUIETO LOBO FEDIDO!

kouga–VEM CALA!

inuyasha–Feh!!!

Miroku–Chega! Vamos logo- interrompeu o monge caminhando atrás de Sango para dentro da floresta. Onde estava Kagome-chan?

OoooooooooooOooooooooooooooooooooooOoooooooooooooooooooo

Numa outra clareira não muito longe dali, quando os primeiros raios de sol já começavam a tomar conta do horizonte, uma garotinha dormia tranquilamente sobre o yokai dragão de duas cabeças este já estava um tanto incomodado com o outro yokai que andava inquieto pelo lugar.

jakem–Onde esta Sessssshomaru –sssama?

A menina acordou com o comentário um tanto quanto alto do sapo. Esfregando os pequenos olhinhos ainda incentivados pelo sono pronunciou algo ao yokai com um fio de voz.

rin–O senhor Sesshoumaru ainda não voltou? –Disse ele que voltaria antes do raiar do dia e olha só o dia já esta a vir e... -olhou para os lados e não viu ninguém. Ótimo... Estava falando sozinho.

Rin–Vamos Jaken!-gritou a voz da pequenina ao longe-Vamos procura-lo!

jakem–Rin espere por mim!-Jaken correu até a protegida de seu amo para que o procurassem. Onde estava Sesshoumaru-sama?

OooooooooooooOoooooooooooooooooooooooooOOOOoooooooooooooooo

Os raios de sol penetravam pelas arestas dos galhos da cerejeira, incomodando os olhos da morena que resmungava pelo sono interrompido. Num ato infantil abraçou o manto que a cobria. Mas espere seu manto nunca fora tão macio. Abriu os olhos e deu de cara com a árvore rosada, um das flores caiu pairando no ar até o rosto da sacerdotisa. Depois de retira-la se sentou encostando na arvore. Analisou melhor o manto: era felpudo e macio, mais branco impossível. Levou para perto de seu rosto e inspirou o cheiro facilmente reconhecível. Sesshoumaru.... Espere! Sesshoumaru!Espere de novo.... Olhou para baixo e viu-se completamente nua, rapidamente cobriu seu corpo com o tecido felpudo. Observou a clareira... Nada do daiyokai. Onde será que ele estava? Mas no tou que sua aparencia era ingual a de sesshoumaru.



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