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História Ladynoir - Uma ajuda do Gatinho - Miraculous - Capítulo 14


Escrita por:


Notas do Autor


Bem, preparem os coraçõezinhos!!!! Drama: 1000%
Espero que gostem!
<3

Capítulo 14 - Segredos


Alya: Aí está sua chance! Conte as duas coisas para ele!

Marinette: Isso vai ser difícil!

Alya: Você consegue! Eu confio em você! – Marinette sorriu para a amiga, enquanto a mesma colocava a mão em seu ombro.

Marinette: Obrigada, Alya! – A abraça.

Alya: Ok, mas você já falou com seus pais sobre sua situação?

Marinette: Ainda não. Pensei que seria melhor eu contar com o gatinho ao meu lado, em seu estado civil.

Alya: Gatinho? Agora faz sentido! Você sempre chamou ele de gatinho, eu deveria ter ligado os pontos, mas achei que você só o chamava assim por amar ele ou algo do tipo.

Marinette: Eu amo ele, mas eu dei esse apelido já nos primeiros dias que ganhamos os Miraculous. – Respirou. – Mas enfim, você pode ficar comigo hoje?

Alya: Eu não vou poder ficar, mas vou vir aqui após minha aula da facul acabar. Parabéns amiga! – A ruiva deu um beijo na bochecha da amiga. – Pelo bebê e por ter salvado a cidade por tanto tempo! E por me emprestar o Miraculous da raposa, é claro! – Elas riram. – Vou indo, mas à noite estarei de volta!

Após a despedida, a garota foi embora deixando Marinette sozinha com todos aqueles pensamentos de tudo que estava acontecendo, mas agora estava mais confiante.

Tentou pensar algumas vezes em que reação Cat Noir teria, não sobre a identidade, mas sobre o gatinho que ela estava carregando, que era o que mais importava agora. Imaginava ele feliz e correndo em sua direção para abraça-la. Seu coração esquentava a cada batida enquanto pensava, imaginava e refletia. Sua vida mudaria totalmente, estava tão feliz quanto assustada.

*À noite*

Após ter voltado de mais uma aula cansativa, chegou em casa e Alya já estava em seu quarto.

Alya: Aaaaaaaaaaa eu estou tão ansiosaaaa!!! – Batia as mãos na colcha da cama em que estava sentada, animada pela sua amiga.

Marinette: Ansiosa com o que? Sou eu quem vai ter que contar. – A ruiva a olhava com brilho nos olhos, ignorando o que a amiga falava. – Eu queria te pedir uma coisa. Não quer vir comigo como Rena Rouge? Eu estou morrendo de medo!

Alya: Olha, por mais que eu quisesse assistir, é melhor que vocês fiquem sozinhos! Mas vou querer saber todos os detalhes assim que você voltar!

Marinette: Ta... – Suas mãos estavam inquietas. Mais cedo, sua amiga havia lhe dado coragem, mas quanto mais perto ficava da hora de contar, mais receosa estava. Além dos pensamentos felizes que havia tido mais cedo, algumas falsas premonições ruins invadiam sua mente, mostrando que ele a ridicularizaria por ser Marinette, por estragar a vida dele trazendo um bebê muito antes da hora... Marinette, como Ladybug, sempre havia lhe alertado que deveriam se focar mais em salvar a cidade, para serem mais responsáveis. Achava que era por sua culpa que tudo isso havia acontecido. Ela não estava infeliz por ter acontecido, apenas queria que tivesse acontecido depois de derrotarem Hawk Moth.

Alya: MARINETTE! – Ela grita nervosa. – Já te chamei três vezes e você não me responde! Não fique pensando demais. Vai dar tudo certo! Confia em mim!

Marinette: Ok! – Respirou fundo, tentando afastar todos os pensamentos ruins. – Tikki, transformar! – Os olhos da ruiva se encheram de brilho. Ela estava se contendo para não surtar de novo, mas logo se acalmou, voltando ao foco.

Alya: Eu amo ver isso, mas agora está na hora! Vai encontrar o seu gato! – Ladybug acenou com a cabeça e pulou pela abertura no teto.

Lançava seu ioiô, se guiando pelos telhados. Ainda estava ansiosa e nervosa. Não sabia qual seria sua reação. Tentou afastar os maus pensamentos decidindo o que contaria primeiro. Achou ser mais justo revelar sua identidade para depois contar que estava grávida dele.

Chegou na torre e ele ainda não havia chegado.

E se ele a dispensasse por ver que a famosa heroína de Paris era, na verdade, uma garota desajeitada e tímida?

Cat Noir pulou em uma das hastes da torre e observou a joaninha andar de um lado para o outro. Virou a cabeça na diagonal, sem entender o que se passava naquela cabecinha. Pulou logo atrás dela e a mesma se assustou.

Ladybug: Assim você me mata do coração! – Falou colocando uma mão no peito.

Cat Noir: O que minha Lady tanto estava pensando? – Cruzou os braços, se escorando na haste, com um sorriso presunçoso.

Ladybug: Nada! – Gritou assustada. – Espera, você estava chorando? – Perguntei ao perceber seus olhos inchados.

Cat Noir: Não importa. Na verdade, eu queria saber o porquê me deixou plantado na torre ontem, sem nem ter terminado a patrulha. – O gato desmanchou o sorriso e levantou uma das sobrancelhas. – Novamente está me enrolando porque não confia, ou melhor, porque não quer que eu saiba, pois você sabe que nos tornaríamos um casal de verdade, e você não quer isso!

-Ladybug/Marinette on-

Eu podia sentir em sua voz que estava realmente magoado com minhas ações. Não era minha intensão ter feito ele pensar aquilo.

Ladybug: Não é isso! – Tentei protestar.

Cat Noir: Você quer que continuamos assim. Não quer nada sério, só quer diversão. – Respirou. Suas sobrancelhas estavam arqueadas e seu rosto descontente, levemente virado para o chão. – Eu tinha imaginado isso no começo, mas eu gostava tanto de você que não quis considerar. Me confortava dizendo para mim mesmo que era só coisa da minha cabeça e que você realmente me amava. Eu só adiei a dor.

Ladybug: Não, gatinho, me escuta!

Cat Noir: Gatinho? Peguete? – Suspirou – Chame do que quiser, eu não ligo, não mais...

Ladybug: Por favor! Só me escuta! Cat Noir eu não qu... – Antes que eu conseguisse me explicar, uma lança foi atirada em nossa direção. Olhamos para o lado e uma garota estilo indígena estava parada e nos assistindo.

Iracema: Pensei que não iam mais parar! Prazer, meu nome é Iracema e eu estou aqui para defender os povos indígenas e pegar os seus Miraculous!

Ladybug: Depois conversamos, gatin... ehr.. Cat Noir!

Cat Noir: Tanto faz... – Respondeu de forma fria sem nem olhar para mim, apenas se guiou até a akumatizada.

O que foi que eu fiz! Consegui estragar tudo! Não era minha intensão fazê-lo pensar que eu estava enrolando ele por querer apenas diversão. Eu jamais faria isso. Ele deve ter ficado realmente sentido, nunca o vi agir daquela forma. Eu precisava conversar com ele, mas antes, teríamos que dar um jeito nesse vilão.

Corri ao lado de Cat Noir e começamos a acertá-lo. A akumatizada desceu da Torre e nós a seguimos. Por mais que ela não tivesse nenhum equipamento para se locomover, ela era significativamente ágil, no que resultou na sua fuga. Havíamos perdido ela. Eu e Cat Noir ficamos plantados na rua.

Ladybug: Olha, tudo isso foi um mal-entendido! Confia em mim!

Cat Noir: Então porque toda vez você foge do assunto ou de mim?! – Indagava irritado e triste ao mesmo tempo.

Ladybug: Porque eu... eu... – Olhei para baixo com as mãos trêmulas e inquietas. Agora, mais do que nunca, minha coragem havia se esvaído. Talvez aquela notícia iria piorar a situação já delicada.

Cat Noir: Eu sabia... – Suspirou. Sua respiração era pesada e eu sentia sua dor no peito. Seus olhos estavam úmidos e o mesmo os enxugou. – Procure pela zona Leste, eu vou pelo Oeste. Quando alguém encontrar, contatamos o outro. – Falou de forma lenta e calma, mas que ardia em seu peito. Meu coração batia forte. Era uma pancada a cada batida e minha cabeça formigava e ardia. Nos dividimos e começamos a procurar.

Algum tempo depois sem nos vermos, escutei uns barulhos vindos de uma alameda. Havia pouca luz, mas eu resolvi entrar. O barulho parecia vir de dentro de uma lata de lixo. Me aproximei o suficiente para abrir a tampa que estava entreaberta. Levei um susto após um gato sair correndo de dentro da mesma.

Ladybug: Ufa...

Iracema: Não fique aliviada tão rápida!  - Olhei rapidamente para trás e a mesma estava entre a passagem de saída da alameda, me encurralando. Sem que me desse tempo de reagir, lançou uma corda que se enrolou nas minhas pernas e, com um efeito chicote, me arremessou no chão com toda a força. Ainda estirada no chão, peguei meu ioiô e mandei minha localização para Cat Noir. Em seguida, tentei me desamarrar.

Iracema: Não tão rápido! – Antes que eu conseguisse me desatar, a indígena me arremessou em outra direção. Começou a me arremessar várias vezes. A cada pancada eu me sentia mais impotente. Minha situação não ajudava muito, como se me deixasse mais fraca. Eu não ia aguentar por muito mais tempo. Já sentia minha visão ficar turva. Cat Noir, cadê você?!

Cat Noir: AAAAAAAAAAA!!!!!!! – No mesmo instante, Cat Noir apareceu. Acertou seu bastão nela com toda sua força, fazendo-a largar a corda. Continuei de bruços no chão sem me mexer. Sabia que se eu tentasse levantar minha pressão iria baixar e eu desmaiaria. Como eu disse, não era uma boa época para se estar grávida. – Ladybug, levanta!

Ladybug: Eu não consigo... – Falei quase inaudível.

Cat Noir: Ela não é uma oponente tão forte para causar um efeito assim! Qual é! Se recupera logo e me ajuda! – Eu percebia que ele ainda estava irritado.

Ladybug: É fácil falar já que você não esta.... n-na minha situação!

Cat Noir: Isso, mais um dos seus segredos misteriosos que ainda não me contou! Ainda pedia para que eu confiasse em você! – Retrucava enquanto lutava com a vilã. – Eu realmente não entendo! Não entendo como eu fui me apaixonar por uma garota que só fica de segredinho e que só queria usar meu corpo. – Cada palavra me machucava mais e mais. Eram como facadas em meu peito. Abaixei a cabeça sem conseguir conter várias lágrimas que inundaram meus olhos agora fechados.

Ladybug: Você não sabe o que está falando!

Cat Noir: ENTÃO SÓ ME EXPLICA! ME FAZ ACREDITAR QUE EU ESTOU ERRADO! APENAS ME DIZ QUE SITUAÇÃO É ESSA QUE INSISTE EM ME ESCONDER?! – Gritou, acertando o vilão e o arremessando para longe, já desacordado. Olhou para mim com seus olhos derretendo em lágrimas e com seu rosto implorando por uma resposta. Eu podia sentir sua raiva, sua angustia, sua dor. Eu, que ainda estava de bruços no chão, com a cabeça abaixada, apenas apertei meus punhos o mais forte que eu pude. – POR FAVOR! – Suplicou pela última vez.

Ladybug: EU ESTO GRÁVIDA!! – Gritei levantando a cabeça. Meu rosto de desespero foi revelado. Cat Noir havia ficado sem reação e boquiaberto. Não ousou dizer mais nenhuma palavra – EU ESTAVA COM MEDO, TÁ BOM?!! EU NÃO SABIA QUAL SERIA SUA REAÇÃO, NÃO SABIA SE VOCÊ IA FICAR BRAVO OU FELIZ! NÃO SABIA SE IA ME ABANDONAR OU NÃO! – Despejei tudo. O mesmo continuava imóvel. – Eu fui irresponsável e causei tudo isso. Se não quiser assumir, eu vou entender... – Tampei meu rosto com as mãos e encostei minha testa na calçada. Eu estava em choque. Eu tinha colocado tudo aquilo para fora. Ficamos em silencio por um tempo. Alguns segundos depois, o silêncio foi cortado.

Cat Noir: Sabe, as vezes eu tenho certeza que sou um idiota, um babaca! Eu não acreditei em você e isso não tem preço! – Levantei minha cabeça e o olhei. – Eu estava com raiva, estava decepcionado por achar que meu único amor era falso, mas isso não é justificativa para o que eu te falei! – Ele começou a andar em minha direção. – Eu não fazia ideia que o motivo de sua hesitação seria uma notícia tão incrível e que, com certeza, irá mudar nossas vidas! Agora eu entendo seu receio, seu medo em querer me contar – Suspirou. – Eu realmente peço perdão! – Alcançou uma mão para mim e me ajudou a levantar. Olhou alguns segundos em meus olhos. Sua boca tremia, mas, mesmo assim, um sorriso gentil predominava. Sem aviso, o mesmo se jogou em mim, me abraçando. Escutei começar a soluçar, ele estava chorando. O abracei fortemente. – Obrigado, My Lady! – Falou entre os soluços. Se afastou para me encarar. Seu sorriso era predominante em sua face. Eu sorri para ele. Nos aproximamos, colando nossos lábios em um beijo de perdão de ambas as partes. Ficamos assim por um tempo.

Ladybug: O akuma! – Interrompi, lembrando que não havíamos acabado nossa luta. – Corremos ao local onde Cat a havia arremessado e acabamos o serviço. Em seguida fomos até a torre para conversarmos. Chegando lá, Cat me abraçou repentinamente.

Cat Noir: Espero que algum dia possa me perdoar por tudo o que fiz e falei hoje. – Falava sério e de forma pesada.

Ladybug: Ambos erramos. Eu faria a mesma coisa, acredite! – O afastei e sorri. O mesmo sorriu em resposta. Ele olhou para baixou ainda sorrindo e se baixou.

Cat Noir: Posso? – Direcionou uma mão em meu abdomen. Eu acenei com a cabeça. Ele encostou devagar. Sorria enquanto movimentava sua mão delicadamente. Em seguida, deslizou-a para minhas costas e me puxou contra sua cabeça. Ele abraçou minha cintura firmemente, mas delicadamente, afim de não me machucar. – Sabe, eu gosto que me chame de gatinho. – Olhou para mim. – Acho um apelido fofo e carinhoso! – Eu ri e fiz um cafuné em sua cabeça, fazendo-o rir.

Ladybug: Sabe que eu não brincaria com seus sentimentos! Eu realmente te amo!

Cat Noir: Eu fui idiota de pensar o contrário! Também te amo, M’Lady!

Ladybug: E vai continuar mesmo depois de me conhecer sem a máscara?

Cat Noir: Eu te amo de qualquer jeito e sei que vou continuar! Não importa quem você seja! Espero que você goste de mim quando eu me revelar! – Riu e em seguida prestou atenção no meu rosto que continuava sério.

Ladybug: Então faremos isso agora! – Falei confiante e sem hesitar.

Cat Noir: Tem certeza que está pronta?

Ladybug: Tenho! – Ele ficou de pé e se afastou alguns centímetros. Eu respirei fundo. Era agora ou nunca! – Espera! – Ele me olhou curioso. – E se alguém aparecer? A Torre Eiffel não é um bom lugar para nos destransformarmos!

Cat Noir: Tem razão! E eu já sei aonde vamos! – Dizia de forma presunçosa.

Ladybug: Já sei, fechar os olhos?

Cat Noir: Só se quiser adiar a minha revelação.

Ladybug: Sim! Quero ser a primeira. – Eu fechei os olhos e senti suas mãos firmes laçarem meu corpo com delicadeza. Ele saltitou pelas ruas até eu sentir que entrou em sua casa e, em seguida, no closet.

Cat Noir: Pode abrir os olhos. Ele ainda está limpo caso eu precisasse te trazer. – Abri meus olhos e procurei os seus. Seus olhos verdes reluziam na pouca luz que ali havia, mas era suficiente para nos enxergarmos perfeitamente. Era o momento que tanto esperávamos. Mesmo que eu tivesse medo, eu sempre quis que esse momento chegasse, principalmente depois que ficamos juntos. E agora, esse pequeno ato iria mudar tudo. Eu ia ter uma vida com essa pessoa por debaixo da máscara. Eu não me importaria com quem seria, eu sabia que o amaria pela pessoa que ele é! – Ao seu tempo, M’Lady! – Respirei fundo. Desta vez, eu estava calma.

Ladybug: Tikki... – O olhei uma última vez antes de fechar os meus olhos. – Transformar. – Não ousei abrir meus olhos ainda.

Cat Noir: Marinette? – Não pude evitar de olhar assim que pronunciou meu nome. Ele estava boquiaberto e extremamente espantado.

Marinette: Você está bem? – Perguntei de forma tímida. Tikki estava assistindo toda a cena, espantada.

Cat Noir: Eu não acredito. – Sua voz saiu quase inaudível, como se estivesse falando para si mesmo. – Todos esses anos era você! Uma das minhas melhores amigas!

Marinette: Você está decepcionado? Espera..., melhor amiga? – Sem responder, me abraçou fortemente. Se afastou, ainda com as mãos em minha cintura.

Cat Noir: Decepcionado? Eu estou é contente e aliviado que seja você! Não poderia ser alguém melhor! – Sorria de forma gentil, olhando em meus olhos.

Marinette: Se eu soubesse que seria fácil assim, teria me destransformado antes. – Eu ri e depois me toquei que eu havia cortado aquele momento. Para minha surpresa, o mesmo riu em seguida.

Cat Noir: Plagg, esconder garras! – Falou sem avisar. O brilho verde iluminou todo o cômodo. Vi sua máscara desaparecer, juntamente com todo seu traje negro. Uma sensação imensa que eu não podia explicar se formou em meu interior assim que eu o conheci. Eu não podia acreditar!

Marinette: Adrien! ADRIEN? – Meu queixo caiu e eu fiquei imóvel por alguns segundos.

Adrien: Marinette, você está bem? Pois é, teve uma vez que eu achei que você não gostava de mim, mas achei que era coisa da minha cabeça. – Tentou falar sem jeito, colocando uma mão na nuca.

Marinette: Tá brincando?! Eu fui apaixonada por você por vários anos! Era você o garoto que eu falei que eu era apaixonada. – Joguei tudo tão repentinamente que nem notei que o mesmo estava pasmo e em choque pelo o que eu estava falando. – Eu tinha foto de você em todos os lugares do meu quarto, até embaixo da minha cama. Até a Alya já havia percebido que você e Cat Noir eram parecidos e eu disse que vocês não tinham nada a ver! Espera, a garota que você falou que gostava, no colegial, era Ladybug? Ou melhor, era eu? – Voltei a olhar para ele. O mesmo estava sem reação. – Adrien, você está bem? – Ele abria e fechava a boca algumas vezes sem conseguir pronunciar algo correto. Respirou.

Adrien: E-eu... eu era o g-garoto que você gostava? – Acenei com a cabeça timidamente. Minhas bochechas estavam queimando, eu parecia uma boba adolescente. Ele riu. Notei que o mesmo também estava um pouco vermelho. – O destino pareceu brincar conosco, não é mesmo?

Marinette: Parece que fomos feitos um para o outro, então! Uau! Vou ter um filho de Adrien Agreste!

Adrien: Ué, a ideia do filho ser de Cat Noir era menos legal? – Arqueou uma das sobrancelhas, fazendo biquinho.

Marinette: Não é isso, seu bobo! – Eu ri. – É que, praticamente, todas as garotas da França amam Adrien Agreste e o cobiçam.

Adrien: Cat Noir também!

Marinette: Mas Cat Noir já tinha Ladybug!

Adrien: E agora Adrien tem a Marinette!

Marinette: Mas eu não sou grande coisa sem o traje. – Suspirei.

Adrien: Não, só é a pessoa mais incrível que eu já conheci! Mais incrível até que eu! Pode acreditar! – Sorri e o abracei.

Marinette: Fico feliz que seja você!

Adrien: Vai fazer sentido se eu disser que estou com ciúmes de mim mesmo? – Eu só consegui rir. Realmente ele era o Cat Noir!


Notas Finais


Me perdoem pelos erros! Estou morta hoje. Eu reli umas duas vezes, mas minha cabeça não está ajudando muito.
Bem, ai está a tão esperada revelação! Desculpem se ficou meio sem graça. Eu iria fazer ela mais para frente, mas decidi encurtar o tempo. Resultado? A fic diminuiu alguns capítulos, e mudou um pouco a história, mas não foi prejudicada!
Deixe sua crítica, boa ou ruim, nos comentários!!
<3


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