História Lafayette - Capítulo 1


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Categorias Guns N' Roses, Lana Del Rey
Personagens Axl Rose, Duff Mckagan, Izzy Stradlin, Lana Del Rey, Personagens Originais, Slash
Tags Adolescente, Axl, Drama, Duff, Duzzy, Guns N' Roses, Izzy, Lana Del Rey, Lanaxl, Slash
Visualizações 41
Palavras 921
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Bishounen, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção Adolescente, LGBT, Mistério, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Slash, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá a todos. Postarei os 6 primeiros capítulos como apresentação de cada personagem. Este é o da Elizabeth, ou Liz, ou Lana del Rey. Espero que gostem <3

Capítulo 1 - Capítulo I - Elizabeth Grant


Fanfic / Fanfiction Lafayette - Capítulo 1 - Capítulo I - Elizabeth Grant

Meu nome é Elizabeth Grant, mas todos me chamam de Liz. Eu nasci aqui mesmo, em Lafayette, no dia 1 de julho de 1959. Ou seja, tenho 16 anos.

 

E nesse tempo eu posso dizer que aproveitei menos da vida do que todos do meu colégio, a Jefferson High School. Passei a vida toda observando meus colegas conversarem sobre as festas que foram, as drogas que usaram e as aventuras que tiveram.

 

Meu sonho era poder sair com eles, os caras legais da escola, mas eu não podia fazer nada que me desviasse do caminho de ser a queridinha da mamãe, o orgulho da família, a que iria pra faculdade.

 

Bem, foi assim durante um tempo, até o início deste ano. No começo das aulas eu coloquei um objetivo na minha vida: Não iria mais fazer o que os outros esperavam, não iria mais reprimir minhas vontades pra manter uma reputação que eu não queria.

 

Até que conheci essas pessoas que hoje são meus melhores amigos, na verdade, são os primeiros e únicos que fiz na escola. E eles me ajudaram a me libertar, me ajudaram a respeitar minha vontade.

 

Como eu conheci eles? Bom, tudo começa quando eu me aproximei da Carmen, minha melhor amiga. Ela é tudo o que eu queria ser, ela é minha inspiração na vida. Se eu sou uma nerd exemplo, ela é o total oposto de mim. Ela quase não aparece nas aulas, só aparece quando tem algo importante (parece até que ela advinha).

 

Foi em um desses dias que me aproximei dela. Tinha um trabalho de biologia e ninguém queria explicar pra ela o que era pra fazer. Como eu tenho bom coração, fui a única que se dispôs a explicar e acabamos fazendo juntas. Por incrível que pareça ela foi bem responsável, fez a parte dela e nós tiramos uma boa nota Depois disto nos tornamos melhores amigas.

 

Eu contei pra ela que observava de longe no refeitório três garotos que estavam sempre juntos, William, Jeffrey e Saul. Eles eram os caras mais populares, estavam em todas as festas, sem falar que um deles mexia muito com meu coração, na verdade ainda mexe, mas eu não vou ousar estragar nossa amizade contando isso pra ele.

 

Bom, o que posso fazer se os longos cabelos ruivos dele são a coisa mais linda que eu já vi?

 

E como me aproximei deles? Tudo culpa da Carmen. Um dia nós estávamos segurando nossas bandejas no refeitório em busca de um lugar pra sentar. Não sei porquê mas estava tudo lotado, os únicos lugares eram os da mesa dos rapazes populares, ninguém ousaria sentar com eles sem serem convidados. Mas quem disse que a Carmen precisa de convite?

 

– Agora vai ser sua chance de conversar com seus queridinhos.

 

Ela falou antes de se virar e sentar ao lado de Saul. Eu só arregalei os olhos e com um sorriso sem graça me sentei ao lado dela,ficando de frente para o William e o Jeffrey.

 

Eu não sabia o que fazer, nem o que dizer. Ela só acenou com a cabeça para os rapazes e começou a comer. Eu sorri sem graça e foquei na minha bandeja até escutar a voz de William.

 

– E aí Carmen, quanto tempo! Achei que tinha esquecido da gente.

 

Nesse momento direcionei meu olhar a ele e não pude evitar em abrir um sorriso largo.

 

– Não tinha lugar pra sentar, não se sintam especiais.

 

Ela respondeu sem muita animação antes de levar uma porção de arroz até a boca. Depois disso um silêncio se instaurou e só foi quebrado quando Carmen me apresentou aos rapazes.

 

– Essa é minha amiga Elizabeth.

 

Eu acenei com a cabeça enquanto sorria e eles me responderam do mesmo modo.

 

– Estão sabendo da festa de amanhã?

 

Saul perguntou.

 

– Onde?

 

Carmen respondeu com outra pergunta.

 

– Na casa da Mary. Vocês duas vão?

 

William perguntou com bastante interesse.

 

– Acho que n…

 

Antes que Carmen pudesse responder, Liz cortou sua fala.

 

– Vamos sim, pode contar com isso.

 

Carmen olhou para Liz com os olhos arregalados, mas antes que pudesse questionar, o sinal tocou.

 

– Que? Que porra de sinal rápido foi esse? Essa escola não tem mais respeito por nada.

 

Saul disse antes de bater as mãos na mesa e sair do refeitório acompanhado de seus dois amigos. Nesse momento Carmen sussurrou para Liz:

 

– Mas que porra foi aquela? Você nunca sai pra lugar nenhum.

 

– Me deixa, eu preciso ir nessa festa.

 

Carmen estreitou os olhos para a amiga enquanto cruzava os braços.

 

– Não acredito que quando eu te chamo pra sair você não sai, mas se tem rola no esquema você dá um jeito.

 

– Que absurdo, Carmen!

 

Dei um tapa leve no ombro dela e logo depois caímos na gargalhada.

 

No dia seguinte

 

Me arrumei como nunca para ir para a festa, Carmen olhou para mim como se estivesse vendo um acidente.

 

– Desde quando Elizabeth Grant usa batom vermelho?

 

Ela falou colocando uma mão na bochecha.

 

– O que tem? Me deixa.

 

Falei antes de passar o dedo indicador no canto dos lábios para acertar o batom.

 

– Tá bom, deixo sim. Agora vem, a festa já começou.

 

Ela me puxou pelo braço para que fossemos para a festa.

 

Até essa altura eu já tinha conversado com todos da minha atual turma de amigos, só falta conhecer o Michel Andrew, ou só Andrew como ele gosta de ser chamado. E como nos conhecemos? Eu não sei, não me lembro. Porque tomei o primeiro porre da minha vida e não me lembro de absolutamente nada.


Notas Finais


É isso, espero que gostem <3


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