História Lafayette - Capítulo 2


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Categorias Guns N' Roses, Lana Del Rey
Personagens Axl Rose, Duff Mckagan, Izzy Stradlin, Lana Del Rey, Personagens Originais, Slash
Tags Adolescente, Axl, Drama, Duff, Duzzy, Guns N' Roses, Izzy, Lana Del Rey, Lanaxl, Slash
Visualizações 22
Palavras 799
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção Adolescente, Lemon, LGBT, Mistério, Romance e Novela, Shonen-Ai, Slash, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Duff <3 Crush <3

Capítulo 2 - Capítulo II - Michael Andrew


Fanfic / Fanfiction Lafayette - Capítulo 2 - Capítulo II - Michael Andrew

Meu nome é Michael Andrew, mas gosto que me chamem de Andrew ou Andy para os mais íntimos. Nasci no dia 25 de novembro de 1958 e sou o mais novo de 7 filhos, mas em compensação sou o mais alto.

 

Com tanta gente em casa meus pais acabam esquecendo da minha existência às vezes. Eu sei que não é por mal, mas de vez em quando a atenção deles faz falta. Por isso acabo passando mais tempo na rua do que em casa.

 

Com isso, sempre faço amizades com pessoas que meus pais não consideram que tenham futuro, mas na real? Eu não sou diferente. As únicas vezes que consigo a atenção total deles são quando a escola chama porque eu faltei aulas demais ou acabo por entupir todos os vasos sanitários do colégio com papel higiênico, só por diversão. E, ah, quando raramente a polícia me leva pra delegacia por fazer uma arruaça aqui, outra ali.

 

Eu vim para Lafayette no início deste ano. Eu e minha família morávamos em Portage, as duas são muito próximas, dá pra ir a pé de uma a outra, leva um dia, mas dá. Portage é onde os moradores das cidades do entorno vêm passar o final de semana porque aqui tem uma praia maravilhosa onde eu praticamente cresci. Mas eu nunca tinha pisado em Lafayette. Na verdade, eu nunca tinha saído de Portage. Nós nos mudamos porque meu pai conseguiu um emprego aqui e como ele tem uma família grande, não pôde recusar

 

Não posso negar que fiquei chateado, já que não ia ver meus amigos de Portage. Mas a distância é tão curta que nem dá pra sentir saudade direito, dá pra pegar um ônibus e em uma hora posso visitar eles. Confesso que fiz isso nos primeiros dias de aula. Sim, eu fingia que estudava enquanto ia para Portage ver meus antigos amigos. A gente ficava na praia bebendo, fumando e tocando violão, às vezes a gente só ficava sentado na areia olhando a água.

 

Era mais legal, já que eu não conhecia ninguém na nova escola, a Jefferson. Mas no dia em que eu realmente fui pra aula uma menina chamada Mary me convidou pra ir a uma festa na casa dela no dia seguinte. Perguntei se podia levar meus amigos de Portage e ela não viu problema.

 

E daí se eu não conhecia ela? Era uma festa e festa a gente não recusa. E também seria uma boa oportunidade pra me enturmar com o pessoal de Lafayette.

 

Como combinado meus amigos vieram num Maverick e nós fomos para a casa da Mary. Como eles conseguiram o carro? Não faço a mínima ideia e quanto menos eu soubesse era melhor. No começo foi estranho, não tinha música e estava vazia. Eu e meus amigos nos sentamos no chão da varanda da frente enquanto tomávamos cerveja. As coisas só ficaram animadas quando colocaram Ramones pra tocar. E também porque meu amigo que também se chama Michael levou uma droga que eu não tinha visto ainda.

 

Eram papéis com desenhos muito coloridos, pareciam selos de cartas. O Mike disse pra dividir em 4 partes e colocar uma embaixo da língua. Eu fiz isso, mas não senti nada de diferente, então peguei mais um pedaço. Foi um erro grande, as coisas começaram a ficar bem estranhas. Eu sentia como se as pessoas fossem árvores, eu estava em uma floresta e a cada vento que batia eu sentia como se meu corpo fosse feito de areia e se desintegrou no ar. Eu só me lembro de ter acordado no chão com um monte de pessoas ao redor de mim e não eram meus amigos.

 

Foi assim que conheci minha turma de Lafayette. As pessoas à minha volta eram a Carmen, o William, o Jeffrey, a Elizabeth e o Saul. Todos estavam acordados, menos a Liz que estava apagada no colo da Carmen.

 

Já era dia. Eu tentei levantar mas minha cabeça doía e tudo girava. Eu perguntei onde meus amigos estavam, mas me disseram que eles já tinham ido embora. Fiquei muito puto na hora por terem me abandonado, mas depois eles me contaram que eu tentei bater neles e então eles acharam melhor voltarem para Portage. Eu não os culpo. Pra eu ser bem sincero eu não me lembro bem daquela noite, só sei que o pessoal me levou até em casa.

 

Eu só fui saber quem eram as pessoas que cuidaram de mim na segunda-feira, quando eles me cumprimentaram no refeitório do colégio. Eles me chamaram pra sentar na mesa com eles e desde então nós somos amigos.

 

Mas uma coisa não ficou esclarecida e também nem fiz questão de perguntar, como é que eles sabiam onde era minha casa? Bom, o que importa é que cheguei a salvo.


Notas Finais


aaa


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