História Lafayette - Capítulo 4


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Categorias Guns N' Roses, Lana Del Rey
Personagens Axl Rose, Duff Mckagan, Izzy Stradlin, Lana Del Rey, Personagens Originais, Slash
Tags Adolescente, Axl, Drama, Duff, Duzzy, Guns N' Roses, Izzy, Lana Del Rey, Lanaxl, Slash
Visualizações 10
Palavras 1.101
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção Adolescente, Lemon, LGBT, Mistério, Romance e Novela, Shonen-Ai, Slash, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Slash <3

Capítulo 4 - Capítulo IV - Saul Hudson


Fanfic / Fanfiction Lafayette - Capítulo 4 - Capítulo IV - Saul Hudson

Me chame de Saul Hudson, nasci no dia 8 de agosto de 1959 em Los Angeles. Sim, nasci numa metrópole e vim parar aqui em Lafayette. Como um garoto da cidade grande vem parar em uma vila? Eu explico.

 

Até meus 5 anos de idade tudo era perfeito na minha família, eu tinha meus pais, uma casa grande, muitos brinquedos… Eu era um príncipe no castelo. Só que minha mãe resolveu acabar com isso, ela se mandou sem aviso. Isso mesmo, me deixou junto com meu pai, sozinhos. Ele disse que ela foi pra Inglaterra ou algo assim, na verdade eu não ligo pra onde essa fodida se enfiou já que nunca respondeu minhas tentativas de ter contato com ela.

 

Eu não entendi nada no começo, nunca soube porque aquela mulher foi embora, mas vendo meu pai dá pra ter uma ideia. Ele é um escroto. Ele me via de 15 em 15 dias e olhe lá. E, claro, toda vez com uma namorada diferente, sempre uns 20 anos mais nova que ele. Todas loiras burras, mas muito gostosas. Dá pra entender o interesse dele nelas e o interesse delas nele. Ele é empresário do ramo da música, ganha muito dinheiro, muito mesmo. Eu até me interesso pela música, mas ele me faz lembrar que o showbiz é podre.

 

Sem ninguém ligando pro que eu fazia, comecei a fazer o que me dava na telha. Meu pai nunca ligava, eu poderia explodir a casa que ele só assinaria um cheque pra mandar reconstruir tudo. Ele só ficou com raiva uma vez e foi o suficiente pra me mandar morar com minha tia Suzy aqui em Lafayette.

 

Foi quando ele me pegou com um cigarro de maconha. Ele ficou louco, me bateu muito e me empurrou pra fora de casa. Depois disso nunca mais vi ele, só sei que ele manda dinheiro pra minha tia todo mês.

 

Ele deve ter pensado que no interior eu estaria longe das drogas, pobre coitado. Não adiantou nada. Aqui eu uso muito mais drogas do que usaria em Los Angeles porque minha tia também não está nem aí pra mim, ela diz que não é minha mãe então não pode fazer nada, ela só fala “fique vivo e volte pra se sentar à mesa nas refeições” com aquele jeito fresco dela.

 

E é o que eu faço quando não estou com o Will e o Jeff bebendo e fumando. Conheci eles na escola, em uma das minhas raras aparições por lá. Foram os únicos amigos verdadeiros que fiz na Jefferson, o resto são babacas que se acham populares por estarem com a gente. Mas fazer o que né, nós somos bem legais mesmo.

 

Eu também fiz um certo tipo de amizade com uma garota muito estranha chamada Carmen. A gente não namora, sabe? Mas ficamos juntos de vez em quando. Eu gosto dela porque ela é uma loira que não é burra. Só que… Ela é muito estranha, mesmo.

 

Uma hora ela aparece e tudo fica bem, outra hora ela surta, vai embora. Quando eu penso que ela sumiu de vez, ela aparece como se nada tivesse acontecido. Mas eu não consigo ter ódio dela. Ela é legal demais e eu sou muito trouxa por ela.

 

Da última vez nós estávamos muito bem. Nós estávamos na casa da árvore do quintal da minha tia, conversando e bebendo, quando ela fechou a cara e me xingou de tudo quanto era nome antes de ir embora na Honda CB77 dela. Só uma garota de 17 anos poderia ter uma moto assim e essa garota era a Carmen. Não entendi nada, fiquei pensando se foi algo que eu disse, provavelmente foi.

 

Uma semana depois eu estava no refeitório da escola com o Jeff e o Will e ela apareceu com uma garota. Elas simplesmente se sentaram na nossa mesa. Eu olhei pros rapazes com uma expressão confusa e a reação deles foi a mesma. Eu tentei não demonstrar já que eu não conhecia a outra menina, queria ser simpático.

 

Pelo visto ela também estava desconfortável, na verdade todos estavam. Pra deixar o clima pior ainda o Will pergunta se a Carmen tinha esquecido da gente, se fosse eu me doeria com a indireta, mas como é a Carmen ela nem ligou. Então eu aproveitei a oportunidade pra instigar mais, perguntei se elas iriam na festa da Mary. A amiga bonitinha dela, quer dizer, a Elizabeth pareceu muito interessada na festa, ao contrário da Carmen.

 

Na hora eu percebi porquê a Liz queria tanto ir na festa, acho que todos perceberam. Ela não parava de olhar pro Will. Aquele ruivo maldito ganha a atenção de todas as garotas com aquele cabelo, menos a Carmen é claro. A Carmen tem bom gosto, ela prefere cachos.

 

Eu e os caras fomos na festa na noite seguinte, estava muito cheia, só conseguimos encontrar a Carmen e a Liz depois de muito tempo. A Carmen estava sentada no chão da varanda da frente com a Liz deitada no colo dela semiconsciente. Coitada, devia ser o primeiro porre dela. Nós nos sentamos junto com elas até um cara desmaiar na nossa frente, ficamos cuidando deles até irmos embora.

 

O Will e o Jeff levaram o cara, que por sinal se chamava Michael Andrew, mas gostava de ser chamado só de Andrew. Eu e a Carmen levamos a Liz até a casa dela, carregada nos ombros. Antes de entrarem a Carmen sentou a Liz ao lado da mangueira do jardim dela e jogou muita água na cara dela até ela acordar. Enquanto ela se recuperava, eu fiquei conversando com a Carmen.

 

Foi estranho, como todas as vezes que nós voltamos a nos falar. Eu já estava habituado ao ritual. A gente se olhava, sorrindo de lado, comentava uma coisa aleatória até chegarmos bem perto um do outro. Ela colocava os braços sobre meus ombros e eu abraçava a cintura dela. A gente se olhava bem de perto até as testas se encontrarem até finalmente nos beijarmos. Não tinha sentido, talvez por isso é tão bom.

 

Por mim nós continuaríamos, mas a Liz nos atrapalhou. Ela disse que ia vomitar de novo e não ia ser por causa da bebida, mas sim por causa da cena melosa que tava assistindo. Não tive escolha. Nós nos separamos e elas entraram na casa da Liz, a Carmen disse que se os pais da Liz não vissem elas juntas pela manhã eles nunca mais deixariam ela sair de novo. E então eu fui embora sozinho, feliz por estar bem de novo com ela, mas quem sabe quanto tempo aquilo duraria?


Notas Finais


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