História Lafayette - Capítulo 5


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Categorias Guns N' Roses, Lana Del Rey
Personagens Axl Rose, Duff Mckagan, Izzy Stradlin, Lana Del Rey, Personagens Originais, Slash
Tags Adolescente, Axl, Drama, Duff, Duzzy, Guns N' Roses, Izzy, Lana Del Rey, Lanaxl, Slash
Visualizações 11
Palavras 827
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção Adolescente, Lemon, LGBT, Mistério, Romance e Novela, Shonen-Ai, Slash, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Axl <3

Capítulo 5 - Capítulo V - William Bruce


Fanfic / Fanfiction Lafayette - Capítulo 5 - Capítulo V - William Bruce

Eu sou o William Bruce, mas me chamam de Will. Nasci aqui em Lafayette em 31 de março de 1959. Moro com a minha mãe, meu irmão mais velho e o diabo. Eu nunca vou considerar aquele filho da puta como meu pai.

 

Um filho devia amar seus pais, mas eu nunca vou conseguir isso. Quando eu olho pra essas famílias perfeitas eu não consigo evitar em ficar triste. Sim, um filho deve amar seu próprio pai, mas não dá pra amar alguém que tanto te machuca.

 

Ele machuca minha mãe de todas as formas possíveis, qualquer coisa é motivo pra aquele bêbado fodido dar um tapa nela ou coisa pior. Ele machuca meu irmão, que por sorte sempre quebra a cara dele quando pode. Ele me machuca.

 

Toda vez quando ele chega do trabalho me dá uma surra sem motivo pra de noite quando eu estiver dormindo ele entrar no meu quarto sem fazer barulho e começar a me tocar. Ele fica pelado e começa a se esfregar em mim, toda vez eu acordo com ele em cima de mim, passando a mão pelo meu corpo. Fica dizendo que meu cabelo grande me faz parecer uma garota gostosa. Eu já pedi tantas vezes pra ele parar, mas ele só fala que se eu contar pra alguém ele vai me matar e matar minha mãe e meu irmão.

 

Eu só queria sair desse inferno. Eu odeio minha casa, queria tanto tirar minha mãe e meu irmão daqui e mais que tudo, matar aquele velho desgraçado. Por isso prefiro passar o máximo de tempo possível na rua. Prefiro ficar dias sem aparecer em casa, mas uma hora tenho que dar notícias pra não preocupar a minha mãe.

 

Eu prefiro ficar na casa do meu amigo Jeff, a família dele é muito legal. Eles me tratam como se fosse da família. Quando o pai do Jeff morreu eu fiquei muito triste, ele era o pai que eu nunca tive. Então eu fiz de tudo pra animar o Jeff, ele teve o pai por pouco tempo mas com certeza foi o melhor.

 

Aos poucos ele foi melhorado, voltou pra escola depois de um tempo. Quando ele estava ausente minha única companhia era um garoto chamado Saul, ele era novo na cidade e quando chegou na escola a professora de química escolheu ele como minha dupla pra um experimento. É muita sorte quando um parceiro de trabalho se dá bem com o outro porque geralmente só sai briga.

 

Nós nos demos bem porque começamos a falar sobre música, ele gostava de Twisted Sisters assim como eu. Ele disse que tocava baixo mas que a achava mais interessante a guitarra, eu disse pra ele que cantava no coral da igreja. Foi assim que nossa amizade começou.

 

Quando o Jeff voltou eles se deram bem, sem muitos problemas. Então nós começamos a andar juntos, confesso que saía mais com o Saul, o Jeff não tinha mais tanto ânimo quanto antes e eu entendo ele, mas de qualquer forma passávamos bons momentos juntos.

 

De algum jeito isso começou a chamar a atenção das pessoas, uns queriam andar com a gente, pra outros só bastava nossa presença pra nos odiar. Começaram a inventar coisas extraordinárias sobre nós, acho que as histórias sobre o Saul eram verdadeiras, mas falar que viam o Jeff em toda festa era mentira de quem não conhecia ele. Tanto que ele só foi na festa da Mary depois da gente insistir muito, até a mãe dele incentivou que ele fosse.

 

Lá nós encontramos a Carmen e a garota que eu tinha conhecido no dia anterior, a Elizabeth. Ela me pareceu muito interessante, eu nunca tinha visto ela na escola mas parece que ela sempre estudou na Jefferson pelo o que a Carmen me falou. Inclusive fiquei impressionado quando ela contou que são amigas de muito tempo, mas eu não deveria me impressionar, é a Carmen.

 

Eu queria ter tido a oportunidade de conversar com ela na festa, ela estava muito bonita. Mas quando eu cheguei ela já estava derrubada no colo da Carmen, obviamente eu não insisti em tentar nada porque eu sei como é nojento tocar em alguém sem permissão. E também a Carmen quebraria a minha cara e eu não queria arriscar.

 

Logo elas foram embora com o Saul, ele e a Carmen pareciam estar bem de novo, eu voltei carregando o Michael Andrew, ou só Andrew como ele gosta de ser chamado e fiquei impressionado em saber que ele morava na minha rua, mais impressionado ainda que o Jeff tinha reparado que o garoto morava em frente à casa dele. Às vezes o Jeff é meio lento pra algumas coisas, mas pra outras ele parece ser bem atento.

 

Depois disso me peguei pensando na Elizabeth o final de semana inteiro, fazia tempo que esse tipo de coisa não acontecia, mas eu tinha medo de gostar de alguém porque eu só conseguia me odiar e me sentir um lixo.


Notas Finais


Eu fiquei muito mal por escrever esse capítulo. É muito ruim escrever sobre esse tipo de coisa nojenta por isso o capítulo está bem curto e o próximo também.


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