História Lágrimas Emprestadas do Futuro - Capítulo 1


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Categorias The Flash
Personagens Barry Allen (Flash), Iris West
Tags Futuro, Westallen
Visualizações 39
Palavras 293
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oiee Gente!
Essa ideia bateu na minha cabeça e não consegui parar! rsrs
Esse é o prólogo, espero que gostem!

Capítulo 1 - Prólogo


Fanfic / Fanfiction Lágrimas Emprestadas do Futuro - Capítulo 1 - Prólogo

Está frio, congelando, suas mãos procuram espaço dentro da jaqueta que cobre todo o seu tronco esquivo; ela enfia suas mãos dentro dos bolsos laterais a procura de uma espécime de calor. Não há calor; A cada dia, hora, segundo que se passa, o calor que algum dia já houve e si, se dissipa, assim como o calor que foi gerado como uma grande luz vermelha que preenchia o céu naquela noite.

Ela direciona seu olhar para o horizonte, mas não vê nada; o vento gélido rasga suas têmporas, corta profundamente seus lábios intocados, e de algum modo traz um prazer ao dolorosamente sentir a forte rajada bater contra seu colo, seu coração.

Ela caminha sem um rumo certo, esperando que o vento a guie para seus braços novamente; Ela se vê olhando para a costa de Central City; Ela vê seu reflexo nas águas, que apesar do turvo correr das correntes é, possível enxergar um rosto cinza acompanhando de olhos segurando bolsas avermelhadas ao redor. Irreconhecível.

Pensa, não sobre apenas a aparência gorda e inchada, mas o que falta no seu interior, o que as águas não conseguem revelar; o vazio;

Seus olhos se fecham ao sentir eles queimarem como fogo e ainda assim como pedras de gelo; Ela está sozinha, completamente sozinha. Ela não vai chorar. Ela não pode. Ela nunca vai parar se começar.

Ela puxa sua bolsa de seus ombros ao sentir a vibração de um celular enlouquecedor. Ela abre a bolsa e puxa o objeto para fora; olhando para suas mãos, tudo está parado; um soluço alto sai de seus lábios e, seus joelhos estão contra duro asfalto em um instante, enquanto ela se agarra ao objeto contra o peito.

Outro tropeço foi dado. Ela o deixou acontecer;


Notas Finais


Vou começar a escrever o capitulo um ainda hoje!
Beijos <3


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