História Lances da vida - Capítulo 5


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Drama, Família, Originais, Palmadas, Revelaçoes, Spanking
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Palavras 2.294
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Mistério, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Olá meus amores, peço mil desculpas pela demora, mas eu havia tido um bloqueio criativo ksksks
Quero agradecer a minha querida "Cami122004" Sem ela esse capítulo não teria saído, a Cami me ajudou muitoooo! Com ideias e tudo o mais. Então quero dedicar esse capítulo a ela, e agradecer pela ajuda. Obrigada amore, espero que goste!
Espero que todos gostem!
Também quero agradecer a minha também querida "AnnedoJin" que fez uma capa maravilhosa para essa fic, e que logo eu colocarei aqui! Não coloquei ainda pq ta salva no cel e nesse momento estou postando pelo Notebook, mas logo postarei aqui :)
Obrigada amore, eu simplesmente amei o seu trabalho!
Espero que gostem do capítulos meus amores!

Capítulo 5 - Sempre há uma primeira vez


POV Louis

 

   Os adolescentes não fazem ideia do quão fácil é pega-los caso decidam fugir de casa. São tão apegados as tecnologias que elas mesmo acabam lhes traindo.

   Meu desespero ao notar que meu filho não estava em casa atingiu níveis altíssimos, até minha esposa ter uma brilhante ideia.

   “Por que você não manda ligar o GPS do celular dele?”

   E foi dessa forma que consegui descobrir o paradeiro de James em poucos minutos.

   Peço para Ruby ficar em casa com os meninos, enquanto saio em busca do nosso fugitivo. De acordo com sua localização ele se encontra a muitos quarteirões daqui. Dirijo em velocidade alta, eu preciso encontra-lo.

   Acabo entrando em um bairro simples, com prédios lotados. Eu conheço esse lugar, é onde James cresceu com Christopher. Paro diante do prédio, eu já estive aqui antes quando viemos buscar suas coisas.

   Chris deixou tudo o que tinha para Jimmy, incluindo seu apartamento com tudo dentro. Converso com o porteiro e consigo a chave reserva para o apartamento onde James se encontra.

   Entro no elevador, tudo é tão simples aqui. Não estou acostumado a isso, me pergunto se será fácil para James se adaptar. Sua realidade é tão diferente da nossa...

   Saio do elevador assim que chego ao quinto andar. Caminho observando tudo ao meu redor, até parar diante da porta de madeira rústica com o número 105.

   Entro sem bater, usando a chave reserva. Surpreendo-me ao encontrar meu filho deitado no sofá da sala, chorando baixo e agarrado á uma camisa de flanela.

  — Jimmy... – Chamo baixinho, toda a irritação que eu estava sentindo por ele ter sumido desapareceu de golpe ao vê-lo nesse estado.

   Ele parece tão frágil nesse momento...

   — Louis... – James se senta rapidamente, passando as mãos nos olhos de forma desesperada – O que faz aqui?!

  — Eu segui seu paradeiro, a pergunta é: O que você faz aqui filho?

   Caminho até o sofá onde ele se encontra. É um apartamento pequeno e bem simples, Chris não tinha uma condição financeira das melhores. O local está bem bagunçado, com caixas de pizza vazias sobre a mesa e sapatos jogados pelo chão.

  — Essa é a minha casa Louis... Minha casa de verdade. Meu lar. – Fala ele ainda segurando firmemente a camisa de flanela em sua mão.

  — Não filho, essa é uma de suas casas. Agora seu lar é conosco, ao nosso lado. – Explico suave me sentando ao lado dele.

  — Não. Lorenzo fez questão de mostrar isso. – Murmura abaixando a cabeça – Eu pense que poderia fazer Louis, mas não dá. Seu filho pensa que eu estou lá por causa do seu dinheiro!! – Murmura se alterando um pouco – Eu não ligo para dinheiro, como você já deve ter notado isso nunca foi o foco por aqui. Chris me ensinou desde cedo que dinheiro não é tudo.

   O observo com atenção, ele abaixa a cabeça ao citar o nome do pai de criação.

— Eu sei que você não liga para o dinheiro James, e não faria diferença nenhuma se você ligasse. Você é nosso filho Jimmy, e tem tanto direito como Thomas e Lorenzo. E eu quero te dar tudo o que você nunca teve... Eu quero isso. Eu quero recuperar o tempo perdido, quero te conhecer, ser seu pai...

   Meu discurso foi breve, mas ao mesmo tempo profundo. E eu notei isso quando meu filho desviou o olhar do assoalho e o fixou em meus olhos.

  — Mas... Eles não me querem lá...

  — Eu te quero lá James, sua mãe te quer lá. Somos sua família, e você não está sozinho. Só porque seu pai se foi não significa que você não possa ter uma nova família. Eu aposto que Chris não aprovaria isso. Aposto que ele gostaria de ter ver feliz, sendo amado e protegido. E não sozinho por ai.

   Vejo lágrimas silenciosas escorrendo pela face pálida do garoto, ele aperta mais a camisa.

  — Essa camisa... Era dele? – Pergunto com certo tato.

  — Era... Era sua camisa favorita. – Responde sorrindo levemente ao olhar a peça em sua mão. – Ainda tem o cheiro dele sabia?

   Sinto meu peito apertar, é visível o amor que meu filho nutre pelo homem que lhe criou. E eu sei que é um amor verdadeiro, o mesmo amor que sinto por Tommy, mesmo sabendo agora que ele nunca foi meu filho biológico. Mas isso não importa. Ele é meu filho sim e nenhum papel vai dizer o contrário.

  — Sabe Jimmy, eu sei que você amava muito o seu pai... E a minha intenção não é roubar o lugar dele. Nunca foi... Mas eu peço uma oportunidade para ser seu pai, o pai que você precisa agora filho. Eu sei que está sendo difícil amor, sei que tudo está acontecendo rápido demais. Mas você não está sozinho James, embora Chris tenha partido ele não te abandonou... E você tem a nós, sua família filho. Espero que possa nos dar uma chance.

   Sem esperar resposta, o envolvo em um abraço protetor, e para minha surpresa, James retribui com intensidade.

  — Está tudo bem agora meu amor, você não está sozinho... Eu estou aqui, e estarei para o que você precisar. Eu prometo. – Falo depositando um beijo suave em sua testa.

   Eu nunca imaginei que pudesse ter um filho perdido aqui mesmo em Nova York. Para mim, Thomas e Lorenzo sempre foram os únicos, as razões do meu viver. E agora descubro que James entrou nessa lista. Agora eu não tenho somente dois filhos, e sim três! Eu não poderia estar mais feliz. E minha esposa igualmente. Ruby sempre amou crianças.

   Não sei ao certo quanto tempo fico abraçado a ele, mas ficamos assim até Jimmy se acalmar por completo. Olho em meu relógio de pulso e vejo que já passa das duas da manhã. Saio dos meus pensamentos ao ouvir a voz rouca do meu menino:

  — Louis?

   Me separo um pouquinho dele, para poder olha-lo nos olhos:

  — Diga querido.

  — Você vai... Vai me bater? – Pergunta num fio de voz. E vejo como lhe custou fazer essa pergunta.

   Respiro fundo, nunca é fácil ter essa conversa.

  — Sim Jimmy, é assim que funcionam as coisas lá em casa. Com os seus irmãos sabe. E você não é diferente deles. São todos iguais perante mim, minhas crianças.

   James abaixa a cabeça, noto suas bochechas levemente coradas.

  — Meu pai nunca me bateu.

  — Nunquinha? Nem uma palmada?

  — Não... Ele me castigava de outra forma. Quando eu era pequeno ele já me deu uns tapas. Mas não posso chamar aquilo de castigo.

  — Entendo... E como Chris te castigava? – Pergunto curioso.

  — Ele tirava privilégios sabe? Me deixava sem celular, sem tv... Ás vezes me trancava no quarto e me fazia limpar o apartamento. – Responde dando de ombros.

   O encaro com carinho, isso deve estar sendo um pesadelo para ele:

  — Escuta filho, já que você não está acostumado com palmadas, isso pode parecer estranho. Mas você irá se acostumar ok? Uma coisa é certa, pode ter certeza que eu nunca irei te machucar, não importa o quão irritado eu esteja.

   James assente devagarinho, seus olhos voltaram a ficar marejados.

  — Eu não quero que você me bata Louis...

  — Veja pelo lado bom, eu nunca tranquei meus filhos no quarto. Já os deixei de castigo, mas nunca tranquei.

  — Prefiro que me tranquem no quarto do que apanhar.

  — Mas veja pelo lado positivo, depois das palmadas você não precisa se preocupar com mais nada, será consolado e tudo ficará bem. – Explico com a voz ainda suave.

   James me olha desconfiado:

  — Ainda assim eu não quero. Dispenso as palmadas.

   Respiro fundo:

  — Isso não depende de você meu filho. – Falo sério e sem lhe dar tempo para nada o tombo sobre minhas pernas. Eu definitivamente não queria castiga-lo agora, mas preciso que ele entenda como as coisas irão funcionar daqui para frente.

  — Hey! O que pensa que está fazendo?! Me solta!! – Se altera ele tentando se levantar. O seguro firme.

  — O que eu disse que aconteceria se você saísse de casa James? – Pergunto ignorando seus protestos.

   Ele não responde, apenas se debate tentando sair do meu colo. Lhe acerto uma forte palmada sobre o jeans. Não irei abaixar sua roupa, visto que não pretendo ser tão duro com ele hoje. Afinal, é sua primeira vez.

 

PLASS

 

  No mesmo instante meu filho para de se mover. Acho que mais por surpresa do que por qualquer outra coisa.

  — Responda minha pergunta James. – Falo firme.

  — Não! Por favor Louis, seja racional! Eu não sou nenhuma criança para apanhar assim. Eu já tenho dezessete anos!!

  — Sua idade não me interessa James. Eu sei perfeitamente quantos anos você tem. Mas isso não mudará a forma como eu te castigarei. Agora chega de enrolação e me responda.

  — Isso é vergonhoso!

  — E será ainda mais se eu decidir abaixar sua roupa, que é o que acontecerá se você não responder a pergunta que te fiz. Por acaso quer apanhar com o bumbum de fora James?

   Meu filho se apressa em negar com a cabeça, visivelmente assustado ante tal ameaça.

  — Então responda o papai.

  — Eu... Você disse que se eu saísse às coisas iriam piorar para o meu lado...

 — Exatamente. Você já iria receber umas boas palmadas por ter brigado com o Lorenzo. Agora receberá o dobro. – Aviso levantando a mão.

   Ouço meu filho choramingar, e sem hesitar começo com o castigo. Distribuo uma sequencia de duras palmadas em suas nádegas.

 

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  — Vocês dois são irmãos! Não quero saber de brigas idiotas entre os dois!

  — Mas foi ele que começou!! – Grita meu filho com a voz chorosa.

  — E você continuou. Foi grosso em relação a como se referiu a nós. E eu não irei permitir isso rapaz. – Aviso sério.

 

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PLASS PLASS PLASS PLASS PLASS  Aiiii PLASS PLASS PLASS PLASS PLASS

PLASS PLASS PLASS PLASS PLASS Para Louis!PLASS PLASS PLASS PLASS PLASS

PLASS PLASS PLASS PLASS PLASS PLASS PLASS Dói!!! PLASS PLASS PLASS

 

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PLASS PLASS PLASS PLASS PLASS Eu não faço mais!!! PLASS PLASS PLASS PLASS PLASS

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PLASS PLASS PLASS PLASS PLASS PLASS PLASS PLASS Eu juro!! PLASS PLASS

PLASS PLASS PLASS PLASS PLASS PLASS PLASS PLASS Auuu!!PLASS PLASS

 

   Faço uma pausa, meu filho já está chorando com direitos a soluços. Meu peito dói ao vê-lo assim, mas preciso que ele entenda os meus pontos.

  — Espero que você tenha entendido filho, porque eu não quero ter que repetir essa conversa novamente com você.

  — Eu entendi!!! – Chora ele tentando se tampar com as mãos. Respiro fundo e lhe acerto mais dez, antes de levanta-lo com cuidado.

   Seu rosto está ensopado de lágrimas, como sua pele é pálida, por conta do choro sua face está bem corada.

  — Eu deveria continuar com as palmadas, mas não vou. Seu castigo por ter fugido será esse. – Falo segurando sua mão e me segurando para não abraça-lo. O coloco de pé diante de uma das paredes da sala. – Nariz na parede, vinte minutos James.

   Ele me olha sem acreditar:

  — M-mais eu n-não sou c-criança! – Se queixa ainda chorando muito.

   Sei que encarar a parede é um castigo mais próprio de se aplicar em crianças, mas eu ainda os uso com meus meninos. E sempre foi eficaz.

  — Não reclama Jimmy e agradeça por eu não abaixar sua roupa. Por que meninos maus encaram a parede com o bumbum vermelho bem a mostra. – Falo cruzando os braços. Vejo suas bochechas se tingirem ainda mais de vermelho.

  — Desculpa Louis... Eu prometo que não faço mais... Não me faz esperar assim...

  — Sem conversa James, o tempo na parede é para refletir e não pode falar.

   Ele soluça, mas não diz nada.

   Respiro fundo e sento no sofá, esperando os vinte minutos passarem. Passou mais rápido do que eu previa, e finalmente pude abraça-lo.

   O abraço forte, rodeando seu corpo com meus braços e o levando em direção a um dos quartos aqui presente. É muito tarde para pegarmos a estrada agora, a melhor coisa será dormir aqui essa noite.

   Coloco-o de pé diante da cama e abaixo seus jeans com cuidado, sua primeira reação é se afastar.

  — Calma amor, eu só vou tirar para que você possa dormir mais confortável. – Explico depositando um beijo em sua testa. Jimmy deixa que eu tire e se deita na cama.

   Deito-me ao seu lado e o envolvo em meus braços.

  — Já passou meu amor, já passou... Está tudo bem. – Murmuro acariciando seu cabelo, seu choro diminuiu bastante já.

   James se aconchega melhor em mim, escondendo seu rosto em meu peito. Sei o quanto as crianças ficam carentes depois de um castigo, e eu estou aqui para consola-lo.

  — Desculpa... – Murmura baixinho depois de alguns minutos em silêncio.

  — Já está desculpado campeão, não se preocupe. Agora papai está aqui, pode dormir tranquilo... – Digo com a voz suave, ainda abraçado a ele. Meu filho parece exausto.

   Não demora muito para que ele pegue no sono, assim que James dorme ligo para Ruby e explico a situação, ela concorda em que devemos passar a noite aqui. Converso brevemente com minha mulher e em seguida desligo o celular. Aconchego-me melhor, estou feliz de ter James aqui comigo... Meu filho. Fecho os olhos e não demoro para cair no sono também, sei que o “dia seguinte” será longo.

 


Notas Finais


E então amores, o que acharam do capítulo?? Comentem, e prometo que o próximo capítulo saíra em breve! Talvez ainda essa semana, se tiver um número legal de comentários prometo postar bem rápido ksksks
Amo vocês e até o próximo!!


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