História Laranja e Vermelho - Capítulo 10


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Categorias Tom Clancy's Rainbow Six
Tags The Division
Visualizações 2
Palavras 1.318
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Luta, Survival, Violência
Avisos: Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 10 - A guerra


Roy Benetez: Agente, agente, agente responda!

Eu ainda estava olhando para o corpo morto de David que tinha uma semelhança com o meu olhar.

Dalila: Agente na escuta..., eu digo sem muito animo.

Roy Benetez: Temos um grande problema na base, volte rápido !

Eu simplesmente desligo o radio e tiro o relógio SHADE manchado de sangue do pulso de David, segurando sua mão e deixando lagrimas escorrerem por meu rosto enquanto pensava sobre como nosso poderia ter sido, Eu tinha tantos planos... Você ia gostar... Eu murmurei, eu pego a Glock 17 de David e coloco em meu coldre, seu relógio SHADE junto do meu, e pego seu SCOUT e a colocando no peito de David, junto de sua mão e a minha, juntas, sobre o rifle e prestando meu respeito...

 

 Após alguns minutos , tento me levantar usando o SCOUT  como bengala e em passos lentos voltar para a base, pego uma capa de uma LMB sniper e a coloco junto de um capuz da própria roupa e coloco o SCOUT em minhas costas e empunho meu rifle de assalto SCAR-L .

Na base

Quando cheguei a base havia uma movimentação estranha, barricadas sendo construídas, todos os JTF  se reunindo, e tanques  APC sendo colocados na frente da base e um Helicóptero Black Hawk sobrevoando o local, logo vi Lau  junto com Roy ambos estavam empunhado rifles M4, Antes de Lau sair para me encontrar, vi Roy segurar sua mão e um beijo em sua testa ser depositado junto de um “tome cuidado, lobo”, ‘’você também, carneirinho’’  Lau disse brincando e esticando seu braço ainda com seus dedos entrelaçados com os  do policial, eu apenas olhava aquilo em silencio, ‘’poderia ser a gente, David’’, eu disse olhando para seu relógio SHADE vermelho preso ao meu pulso.

Dalila, Dalila, AGENTE!

Fui tirada de meus pensamentos por uma Lau estalando os dedos em frente a meu rosto.

Faye Lau: você esta bem ?

Eu apenas balanço a cabeça em negatividade e ela percebeu que David não estava ao meu lado mas continuo, digo: mas isso não importa agora, qual a missão? Lau olhou assustada para mim.

Faye Lau: Ok...  Um agente traidor desconhecido vazou informações para o LMB, Rickers, os cremadores e... Alguns agentes traidores, e agora estão juntando forças e planejando um ataque a base de operações... Esta noite.

E os civis? Eu pergunto

Evacuados, em um bunker abaixo da base. Lau respondeu

 Eu apenas acenei em positividade, carregando  o SCOUT e indo  para uma barricada.

Mais tarde...

Estava tudo calmo, todos os JTF, estavam mobilizados nas barricadas, junto da liderança de Roy, e Lau liderando alguns agentes da Division que decidiram se juntar a causa, não se sabe se eles eram da primeira ou da segunda onda. O som das hélices do Black Hawk era tudo que ouvíamos.

Ate que vimos alguns tanques acompanhados de um helicóptero e soldados armados, maníacos com lança chamas e presidiários armados.

Soldado do LMB: OK Division, JTF, VOCES PODEM FAZER ISSO DO JEITO FACIL OU DO JEITO DIFICIL, que vocês já devem saber quais são... ele disse através do mega fone.

Roy Benetez: E VOÇES TEM DUAS ESCOLHAS: SE JUNTEM A NOS E ESSA MERDA ACABA DE UMA VEZ POR TODAS OU ACABAREMOS COM CADA UM DE VOÇES E NÃO VAI SOBRAR NADA PARA SALVAR. Ele disse atraves do mega fone.

Todos ficaram em silencio por um momento, mas uma risada do outro lado foi ouvida contagiando a todos, menos a nos que continuamos sérios e agora com raiva, carregando nossas armas.

Soldado do LMB: Escolheram o jeito difícil, ATAQUEM !

Varios soldados dos LMB avançavam , junto de uma rajada de misseis que atingiram a parte da  frente da base, nos revidamos lançando granadas de fragmentação e fogo de supressão atingindo alguns soldados, Rickers começavam a chegar mais perto.

Soldado do LMB: Liberem-no.

foi quando um traje que roubamos dos cremadores e o perfeiçoamos tirando aqueles tanques químicos portáteis e os colocando nas costas, e melhoramos o lanças chamas, entrou em ação queimando vários daqueles malditos presidiários forçando os a recuar.

Eu dava tiros precisos nos crânios dos LMB e nos tanques de napalm dos cremadores fazendo os explodir, os tanques APC forneciam suporte enquanto avançávamos porem o helicóptero inimigo jogou outra rajada de misseis atingindo vários JTF.

Soldado da JTF: Temos que abater aquele desgraçado.

Foi quando um RPG foi lançado e atingindo a calda do helicóptero, fazendo o cair e matando vários Rickers, olhei para trás e vi Roy carregando outro missel e o lançando na direção dos inimigos.

Os tanques inimigos estavam acabando com a base, e se aquilo desabasse todo o nosso trabalho teria sido em vao.

‘’Temos que acabar com aqueles tanques ‘’ Eu pensei

Mas como?  Lau perguntou

Foi quando outro agente veio a te nos e colocou uma caixa cheia de C4 na nossa frente dizendo: fornecemos cobertura para vocês, coloquem nos tanques e em seguida busquem cobertura e apertem o gatilho disse me entregando um detonador.

OK, eu disse e peguei o detonador.

Os agentes lançaram minas guiadas e atiraram enquanto eu e Lau nos esgueirávamos pela confusão e colocávamos três cargas de C4 na traseira de cada tanque e nos escondemos logo em seguida.

Foi quando ouvimos um forte estrondo, e um chiado no comunicador, nosso helicóptero caiu e estamos perdendo território, temos que fazer algo, AGORA!

Lau: e agora Dalila.

Eu apertei o gatilho e vários tanques explodiram deixaram alguns mortos e vários feridos, entramos em ação atirando contra os LMB feridos acabando com sua dor e jogando granadas incendiarias para limpar o que sobrava, todos que tentavam fugir eu acertava um tiro em sua cabeça com o SCOUT, ‘’vamos lá, David’’ ‘’Juntos’’ eu sussurrava.

LAU ATRAS DE VOÇE, eu disse e corri para parar o ricker o esfaqueando, ‘’David ?’’ Por um segundo vi o rosto de David naquele ricker, fui acordada por um tiro abatendo um cremador, ‘’Agora estamos quites’’ Lau disse e continuava a atirar.

A cada tiro que eu dava na cabeça de um soldado inimigo, uma lembrança minha com David ia se desfazendo, nossas brincadeiras quando criança, alvo abatido, nosso primeiro dia na academia, alvo abatido, nossas missões, inimigo caído, nossa entrada na Division, alvo abatido, todas sendo apagadas a cada tiro, a cada inimigo morto.

Foi uma noite de luta, muito pior do qualquer coisa que eu havia feito...

De manha...

O sol raiava, a neve caia, a cidade inteira estava quieta, não havia mais nada lá, todos haviam levado os soldados caídos para um funeral, disse que iria mais tarde quando tudo estivesse vazio.

Eu estava sentada no chão, empunhando o SCOUT manchado de sangue, assim como meu rosto e minhas mãos, meu corpo inteiro doía e minha cabeça latejava, meu relógio falhava, parecia que queria desligar assim como eu.

Lau chegou trazendo dois copos de café e sentando-se ao meu lado, tirando o rifle com cuidado da minha mão devido ao meu estado físico e mental, e me oferecendo um copo de café. ‘’capuchino com açúcar e canela, seu preferido’’, ela disse sorrindo, eu aceito e retribuo com um meio sorriso e um obrigado baixo.

Dalila: Eu o matei, eu matei o agente David.

Faye Lau: Eu sei.

Dalila: Como?

Faye Lau: Ele não estava com você, a arma preferida dele em suas mãos e manchada de sangue, e você com as pálpebras inchadas... e esse relógio, ela disse apontando para o meu pulso e eu escondi com a manga da minha jaqueta. Você fez o que devia fazer Dalila, David era o agente traidor que vazou informações para LMB, mas também era um ‘’irmão‘’, eu apoiei minha cabeça no ombro de Lau e ela fez um cafune em meus cabelos enquanto tomava um gole de café.

‘’Acabou’’ foi o que ela disse.

Eu ouvi, e era verdade, eu pensei olhando para o nada enquanto tomava um gole do meu capuchino.

 



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