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História Las Vegas: o assassinato - Capítulo 2


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Notas do Autor


Alerta para cenas de sexo explícito

Capítulo 2 - Noite de trabalho


Atualmente...

A casa já funcionava a quase 2 anos e tudo estava indo surpreendentemente bem com as 6 no comando além de prostitutas locais contratadas. Essas quase não ganhavam clientes já que os mesmos prefiram as autodenominadas "patroas" e se ocupavam dançando no pole dance e animando os clientes.

Lizi passava a maior parte das noites bebendo e dançando, gostava bastante do pole dance, pegava apenas clientes caros, a maioria velhos, e a maior parte de seu dinheiro vinha de seus encontros com homens mais velhos fora da casa noturna. Yasmim era outra que ficava com clientes mais velhos, principalmente casados, e sempre acreditava quando lhe diziam que ia largar a esposa e tirar ela dessa vida, toda vez ela se enganava. Vanessa ficava com a maioria das clientes mulheres além de poucos homens e Isadora ficava com o resto, a maior parte de seu dinheiro vinha da venda de drogas. Gabrielle cuidava do bar desde que abriram, se negando a passar o cargo para outra pessoa, gosta de ajudar na administração cuidando dos contratos dos empregados, adora dançar quando está bêbada e boa parte de seu dinheiro vem de festas que organiza e cobra entrada. Mary por sua vez ficava com a parte financeira, gastos e lucros, era exigente, escolhia homens no mínimo perfeitos, transava por diversão e cobrava depois, não tinha clientes assumidos. O cabaré possuía até mesmo um DJ e faxineiras que ficavam lá a noite toda para cuidarem dos quartos e trocar os lençóis.

Lizi estava usando um vestido de lantejoulas douradas com um decote enorme, hoje pretendia escolher um cliente. Desceu a escada do camarim esbarrando com Charles, um garçom de dentes amarelados grandes que soltou um:

— Tome cuidado, puta! — em seu inglês com sotaque.

— Sua mãe — respondeu simples sem parar de andar pelo salão.

A de franja foi até os 3 homens vendo Charlotte, uma local, dançar no pole dance. O que mais lhe interessou era mais velho, meio calvo, bigode e roupa social, fumando um charuto caro, exatamente seu tipo.

— Já estou ficando animado, acho que vou escolher uma — riu para o homem ao lado.

— Se já está animadinho com tão pouco, é porque certamente não me viu ainda — sentou na sofá de frente para eles.

— Convencida ela... 

— Não vai me oferecer um trago, uma bebida? Me ajuda a me soltar... — soltou um sorriso de canto.

— Safadinha... Sobe ali e prova que merece ser a minha escolhida.

— Achei que ia querer um show particular, você gosta de dividir com os amigos ou só é pobre para querer me alugar?

— O que? Está me chamando de pobre?!

— Sim.

— Como ousa?! Quem você acha que é?!

— Acho que vai perder o show, que pena, mas acho que seu amigo vai quer, não é meu bem? — falou sentando no colo dele com as mãos em seu pescoço.

— Tá bom, tá bom! — ele gritou.

— Deita na cama — falou ela já no quarto.

— Mas...

— Shi... — falei com o dedo na boca dele — Você pediu meus serviços, agora me deixe trabalhar.

Ela foi até o rádio ao lado do pole dance e colocou uma música animada, subiu na base e começou o show: girou na barra com as mãos e pernas dobradas, parou de costas e abriu seu vestido, sem retirá-lo subiu na barra novamente e ficou de ponta cabeça. Ainda nessa posição afastou mais as alças do vestido com as mãos deixando os seios mais expostos.

Desceu e ficou de costas baixando seu vestido até a cintura e rebolando.

— Não aguento mais! Vem aqui de uma vez!

Foi até ele com passos lentos, parou na frente da cama abaixando a calcinha, tirou-a e jogou para ele.

— Me fode logo, vai — falou engatinhando na cama.

Ele a deitou na cama ficando por cima e segurando suas pernas bem abertas então enfiou tudo de uma vez. Ela já estava acostumada. Ele gozou depois de poucas estocadas e deitou para o lado morto de cansaço.

Lizi saiu do quarto enquanto o coroa continuava caído depois de se divertir com direito a pole dance e foi diretamente ao bar.

— O que vai querer, amada? — perguntou Gabrielle usando um vestido tubinho preto de alças com um enorme casaco de pelo rosa.

— Um martini.

— Como foi com o coroa rico? — perguntou preparando a bebida.

— Coroa com certeza, rico nem tanto. O que conta é que eu consegui tirar uma boa quantia dele.

— Isso aí. Como dizia minha avó: dinheiro na mão, calcinha no chão, dinheiro não viu, calcinha subiu.

— Os melhores conselhos vem sempre de avó. E aí, tem alguma opção de cliente para mim aí?

— Aquele ali — disse apontando — barba por fazer sexy, se veste bem e usa malbec.

— O que um gostoso desses faz aqui? Eu daria para ele de graça!

— Pelo o que eu ouvi, é despedida de solteiro dele e como vai casar com uma modelo nada é bom o suficiente para ele.

— Vou lá provar que ele está errado.

Lizi chegou nele, estava sozinho bebendo uísque.

— Malbec, meu favorito — disse sentando ao lado dele e pondo seu martini em cima da mesa.

— Eu esperava mais de uma casa noturna tão prestigiada — falou acendendo um cigarro.

— Nem experimentou nada ainda para julgar.

— Nada me fez ter vontade.

— Realmente estamos com muita roupa... Eu te faço uma proposta, me dá 15 minutos em um quarto e se você não me comer não precisa pagar nada.

— E se eu comer?

— Então isso quer dizer que tenho chance, bom sinal. Você paga o meu preço normal.

— Então se eu comer perco dinheiro, se eu não comer perco meu tempo?

— Se não me comer eu te pago o meu preço normal, se me comer ganha a melhor foda da sua vida.

— Será mesmo? — ele deu uma longa tragada no cigarro — Ao menos tá barato — falou em meio a fumaça.

— Que bom! Vamos?

Ele apagou o cigarro no cinzeiro e seguiu a de franja até um quarto. Esta mandou ele se sentar na cama, colocou música para tocar, apagou a luz e ligou apenas um abajur no fundo do quarto. Começou a dançar rebolando até o chão e se pôs de quatro empinando a bunda. Subiu a barra do vestido mostrando a mesma calcinha de renda preta, levantou passando a mão pelo próprio corpo do peito ao meio das pernas. Virou de costas rebolando e desceu a calcinha até o joelhos. Subiu a calcinha de novo, sentou na cama tirando os saltos sem as mãos e os jogando para longe.

Ela avançou como uma leoa faminta montando em cima dele e rebolando em seu colo, abriu os primeiros botões de sua camisa passando a língua de baixo para cima, pegou-o pelos cabelos da nuca dando beijos e mordidas em seu pescoço enquanto o sentia arrepiar. Ainda o segurando pela nuca levou sua boca até o meio dos meus peitos e por vontade própria ele abaixou as alças chupando os mesmos.

A de franja beijou-o ferozmente enquanto colocava seus mãos com dedos longos e finos dentro da calcinha dela, ele no mesmo momentou começou a massagear a região com apertões fortes.

— Me chupa vai — falou ele sentando na beira da cama e pondo-a de joelhos na sua frente.

— Com boquete o preço aumenta — alertou ela.

— Olha pra mim, sua putinha, olha pra mim! — falou dando um tapa na cara dela — Vê se eu to preocupado com grana! Eu perguntei preço?! Não! Agora chupa!

— Me chinga de novo vai — falou ela manhosa.

— Putinha suja — falou com um sorriso divertido dando outro tapa — sua vadiazinha gostosa.

Ela avançou gulosa para abrir sua calça, abocanhei o seu membro com voracidade e chupando com vontade sem se engasgar várias vezes até que ele gozou segurando a cabeça dela para que engolisse tudo.

— Eu ainda não terminei com você — falou jogando-a na cama e arrancando o vestido de modo que ele rasgou então tirou a calcinha com a boca.

Ele começou a enfiar devagar e foi aumentando a velocidade e profundidade das estocadas. Ele acertou vários vezes exatamente no seu ponto G e ela acabou gozando antes que ele, depois ele gozou de novo.

— Obrigada e volte sempre — disse ela tentando beijá-lo mas ele desviou.

— Não tente me fazer sentir saudades, putinha.



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