História The Wanderers - Capítulo 2


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Palavras 1.183
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Famí­lia, Romance e Novela, Survival
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


>Passei do previsto para postar esse capítulo, porém estava sem tempo. Espero que gostem!
Boa leitura!

Capítulo 2 - T01E01 - Tipo A, Tipo B


Fanfic / Fanfiction The Wanderers - Capítulo 2 - T01E01 - Tipo A, Tipo B

[20/07/2009 – Ano atual]

Seus pés  estavam doendo, não sabia mais a quanto tempo estava andando, sua cabeça latejava e já não aguentava mais. Rav se sentia culpado, tudo isso começou graçaa a ele e agora estava enfrentando as consequência de seus atos.

Um zumbi se aproxima de Rav fazendo com que ele parasse e pegasse seu facão que estava na mochila que carregava. Ao tentar agarrá-lo Rav o acerta em cheio na cabeça, três golpes com o facão foram suficientes.


[03/04/2009]

Aiden puxava Rav pelos braços o deixando confuso com tal ato, passava pelos corredores até  chegarem ao elevador.

–Me explica o que está tentando fazer – Rav fez com que Aiden soltasse seu braço. 

–Precisamos ir para a base em Lincoln, vamos ficar seguros lá! – atropelou as palavras deixando Rav ainda mais confuso. 

Ele então começou a raciocinar. A pílula que e foi criada era uma aposta incerta para controlar o vírus AD34-45 também tinha consigo um vírus. Quem ingerisse a pílula sofreria mutações. 

Barack Obama decidiu enviar quantidades pequenas para a Europa e América Latina. Felipe Calderón falou em rede nacional que foi um erro Obama ter sido eleito preisdente dos Estados Unidos. O custo da pílula era muito alto, poucos teriam condições de comprar, várias pessoas irão morrer e isso pode agravar mais a situação. 

Aiden esperava alguma reação vinda de Rav. O elevador parou abrindo a porta, Aiden saiu logo em seguida sendo seguido. 

–Ei, espera! – Rav fez com que seu amigo parasse no mesmo segundo. – Mais que merda... 

Ele passou a mão pelos seus cabelos negros tentando achar uma forme de fazer com que Aiden não desistisse. 

–Cara nós não podemos fazer isso, toda essa merda está acontecendo graças à nós – Rav não aceitava o fato de que o amigo queria salvar a própria pele, um ato um tanto egoísta. 

–Não há mais solução – Ele olhou no fundo dos olhos do melhor amigo o deixando mais incrédulo. – A culpa disso não é minha! 

Rav não iria com Aiden, ele mais do que ninguém merecia ficar alí para morrer. A dias atrás a culpa tomou controle sobre ele, um jovem cientista conhecido que jogou no lixo sua carreira. 

–Eu não irei – Aiden balançou a cabeça negativamente, logo em seguida correu para a porta saindo do campo de visão de Rav. 


[Ano atual – 02:40 P.M]

Os seus suprimentos estavam acabando, teria que procurara por mais. A umas duas semanas atrás Rav havia conseguido achar uma pistola Taurus 838 debaixo de um balcão em um bar, havia também duas caixas de balas dentro de uma gaveta, uma delas estava pela metade. 

Se perguntava se ainda haviam pessoas lutando contra os mortos, ainda tinha esperança de poder mudar isso. Mais um zumbi se aproximou; tipo A nessa altura já não estão tão fortes como no começo, Rav sabia lidar com eles. Os zumbis tipo A são as pessoas que contraíram o vírus através de ratos ou até mesmo de outras pessoas; tipo B são as pessoas que sofreram mutações através da pílula, pois ela continha um vírus ainda mais perigoso. O zumbi tipo B são muito mais fortes e inteligentes. Rav os classifica assim. 

Após horas andando ele encontra uma casa, ela era enorme e muito bela. Talvez ainda tivesse comida nela. Seguiu até a entrada asfaltada olhando a grama que parecia estar aparada. Deu uma volta em torno da casa verificando se não havia zumbis por perto, olhou também através das janelas vendo um ambiente calmo. Foi até a porta dos fundos colocando sua mão sobre a maçaneta a girando cautelosamente para abrir a porta sem fazer barulho, apesar de não ter visto nada Rav não queria correr nenhum risco. Ao abrir a porta pode ver logo de cara a cozinha, estranhamente estava em perfeito estado, limpa. 

Ele comecou a se perguntar se havia mais alguém na casa com ele e antes que pudesse mover qualquer musculo Rab sente uma forte pancada na cabeça e desmaia logo em seguida. 


[...] 

Alexander não conseguia dormir, não parava de pensar no que tinha feito, o sangue ainda estava em suas mãos. Matar Rosie, o que seja que for aquilo foi algo difícil pra ele, o pior é que ele não pôde fazer nada para salvá-la. 

Ele apertou os olhos por alguns segundos e se levantou do sofá, foi até o quarto de Rose pegando um lençol para cobrí-la. Rose ainda morava com seus pais, eles bem conhecidos em empresas de marketing. 

Eles tinham uma grande casa banca longe da cidade, isolados para ser mais exato. Rose uma vez me disse que seus pais eram pessoas que nunca estavam presentes em casa, sempre em negócios. Sua mãe e seu pai nuca telefonavam perguntando se ela estava bem ou coisa do tipo, porém ela sabia se cuidar sozinha, teve que aprender. E dessa vez ela precisou de alguém, dessa vez ela não pode se virar sozinha. 

Alexander levou Rose perto de um pequeno lago que a mesma gostava, era um pouco longe da casa porém ele iria a enterrar lá. Haviam rosas vermelhas muito bem cuidadas perto, o local é de encher os olhos de quem gosta de natureza. Depois de meia hora fazendo o buraco e enterrá-la Alexander pegou três rosas e colocou em cima do 'túmulo' de Rose. 

Estava no caminho de volta para casa quando viu um homem se aproximar, tinha pele morena e cabelo mediano, aparentava ter uns 25 anos. Ele entrou na casa e Alexander foi logo atrás, o homem pareceu surpreso com a limpeza do local. 

Sem pensar duas vezes Alex segurou firme na pá que havia feito o buraco e acertou a cabeça do desconhecido que caiu inconsciente no chão. Durante esses três meses pós apocalípticos vivendo com Rose as coisas estavam correndo "bem", no meio dessa escuridão ela teria sido a luz de Alex. Antes era apenas um lance, porém isso mudou. 

Ele ainda usava um pingente de prata dado por Rose, nele em itálico estava escrito: "Nos libertamos da verdade para cair no poço da mentira." Ele resvistou o homem desmaiado vendo que ele tinha uma arma, em sua mochica haviam vários papéis e uma caneta, um fação e também um cantil. Alexander amarrou as mãos do homem por precaução o deitando no sofá, ele parecia desidratado, acabou se sentando no outro sofá ao lado o  observando dormir. 

–Por quê me bateu? – perguntou ele abrindo os olhos lentamente. 

Alexander não respondeu, levou sua mão até seu queixo fazendo uma expressão estranha. 

–Urgh, você tem comida? – gemeu de dor e continuou parado. A pancada foi bem forte. 

–Eu faço as perguntas e você responde. Quem é você? – Alexander esperou por uma resposta. O conhecia de algum lugar porém não sabia de onde. 

–Meu nome é Rav... Eu preciso comer, por favor me de um pouco de comida, eu imploro! – Rav falava com dificuldade. 

–Eu te conheço de algum lugar...– Alexander levantou do sofá e ficou abaixado perto de Rav. – Você não é aquele cientista maluco que ferrou com a vida de todo mundo? 

Rav arregalou os olhos sabendo que seria condenado por isso, estava com medo do que poderiam fazer com ele. 

... 






Notas Finais


Essa frase que está no pingente que Rose deu para Alexander, gente foi a primeira coisa que veio a minha mente.
Não teve muita ação nesse capítulo, já no próximo vocês irão conhecer mais sobre o zumbi "Tipo B"


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