História Last Shinobi - Capítulo 17


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Categorias Fairy Tail, High School DxD, Naruto, Triage X
Personagens Acnologia, Akeno Himejima, Albion, Asia Argento, Azazel, Baraqiel, Brandish μ, Busujima Saeko, Cana Alberona, Cao Cao, Ddraig, Gabriel, Grayfia Lucifuge, Himawari Uzumaki, Irene Belserion, Irina Shidou, Issei Hyoudou, Koneko Toujou, Kurama (Kyuubi), Kuroka, Mafuyu Oribe, Meredy, Michael, Mirajane Strauss, Naruto Uzumaki, Ophis, Personagens Originais, Rias Gremory, Rossweisse, Sayla, Serafall Leviathan, Shuri Himejima, Sirzechs Lucifer, Teresa Beria, Tomo Yamanobe, Tsunade Senju, Vali Lucifer, Wendy Marvell, Xenovia Quarta, Yuuto Kiba, Zeref
Tags Harém Overpower
Visualizações 289
Palavras 2.186
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Fantasia, Harem, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Espero que gostem do capítulo de hoje pessoal!

Boa leitura!

Capítulo 17 - Fear


 Meu corpo está estranho, me sinto exausto, algo que dificilmente ocorre. Ao olhar para o despertador, percebo que só havia tirado um cochilo de trinta minutos.

Há algo de errado comigo, eu sinto isso. Eu sinto na minha alma que há algo de errado. Ao sentir essa sensação estranha, num piscar de olhos já estou na sala.

Percebi uma movimentação através do reflexo do vidro da porta que dá na varanda, porém, eu não senti nenhuma presença.

Sem empunhar a zanpakutou, passei a me aproximar lentamente da porta. Quanto mais eu me aproximo, mais o homem se aproxima.

Ele é alto, musculoso, suas orelhas eram pontudas, possui um par de chifres em sua cabeça. A sua pele era cinza escuro. Os seus olhos eram brancos, não há nada neles.

Ele repete os meus movimentos, a minha expressão, tudo. De frente para a porta, abro rapidamente, entretanto, não há ninguém. Fecho a porta e, assim que me viro, me assusto. O homem está bem na minha frente.

— Quem é você? – Perguntei em voz baixa.

Eu sou você! – Respondeu em voz alta. – A sua escuridão. Todos os sentimentos ruins que você esconde.

— Está mentindo! – Retruquei já em voz alta.

Não deve me reconhecer nessa forma... – Sua forma alterou, ele se tornou uma réplica minha, só que a sua pele era cinza, seus cabelos eram pretos como a noite e os olhos eram vermelhos. – Me reconhece agora? – Zombou.

— Não pode ser verdade!

Pensei que fosse mais inteligente... espera... eu sou você! hahahaha.

Virei o meu rosto, estou incrédulo sobre o que está acontecendo. Deve ser um pesadelo. Sim, deve ser!

olhe para mim... olhe para mim... – Tento ignorar o seu pedido a todo custo. – OLHE PRA MIM!

Seu tom de voz de calmo ficou alterado de repente, aparentando ser bipolar.

Você acha que eu não fico irritado com tudo isso? Com toda essa palhaçada? Brincando de casinha com essas mulheres. Você acha que vai viver nessa fantasia até quando? – Está irritado comigo, mesmo sendo a minha contraparte. – VOCÊ TEM PODER PARA ACABAR COM TODA ESSA IMUNDICE! MAS PREFERE FICAR SENTADO O DIA TODO! ACHA QUE ESSA BRINCADEIRA VAI LONGE!?

Permaneço em silêncio querendo acreditar que isso é apenas um pesadelo. Ignoro ele, no entanto, posso ouvir toda a sua agressividade nas palavras.

Eu ainda irei pegar esse corpo de volta e como consequência da sua... teimosia... Eu irei matar as suas mulheres, os seus filhos e tudo o que ama e protege nesse mundo podre! – Grunhi ao perder um pouco de paciência. – Isso... Imagine eu arrancando cada membro da Momo, da Grayfia e dos seus filhos? O que me diz sobre isso?

— Cale-se! – Respondi em voz baixa procurando realmente não perder a paciência.

Imagine... antes de matar a Grayfia, eu poderia me aproveitar daquele corpo pecaminoso. Ela poderia ser uma boa parideira para as meninas futuras crianças antes de eu matá-la. – Sinto sua respiração contra o meu ouvido. – Imagine... Eu me banqueteando com a carne dela, os seus órgãos. Tudo.

— Rasenshuriken.

Assim que abri os olhos, disparei o meu jutsu mais poderoso combinado com o Fūton. O meu Rasengan está tão forte, que agora está alaranjado.

Toda a parede da varanda do primeiro andar foi destruído. O rasenshuriken explodiu no mar. Eu já não o vejo mais, parece que deu certo.

— Pensei que você fosse mais inteligente por ser a minha contraparte. – Zombou enquanto se aproximava do que já foi uma parede. – Você acha mesmo que pode me ferir? OLHE PRA MIM! EU SOU VOCÊ! VOCÊ TERÁ DE CONVIVER COMIGO NOS MELHORES E NOS PIORES MOMENTOS A PARTIR DE HOJE!

A minha contraparte começou a rir sadicamente do meu novo problema. O ódio tomou conta do meu corpo completamente. Eu desejo tanto, mas tanto matar ele. É um desejo que só aconteceu poucas vezes desde que eu vim parar nesse mundo. Juntei as mãos. Eu preciso acabar com isso.

SHINRA TENSEI!

Uma força repulsiva controlada o suficiente para não destruir a casa. O primeiro andar todo foi destruído, as únicas coisas que estão de pé são as paredes, fora isso, está tudo destruído.

Da mesma forma que você não pode me ferir, eu também não posso ferir você. Mas isso não me impede de brincar um pouco com a sua mente, afinal... basta apenas um dia ruim para tornar o mais são dos homens em lunáticos.

O QUÊ ESTÁ ACONTECENDO AQUI!? – Ouço a voz de Momo na frente da escada. Acabei perdendo as forças nas pernas e caí no chão. – Céus ...

Momo colocou a mão no rosto abismada com a destruição até seus olhos irem de encontro aos meus. Ela me olhou espantada, parecia estar vendo um fantasma.

— S-Seus olhos... – Por qual motivo ela está chocada ao olhar o Rinnegan?. – ... Estão pretos.

Me levantei do chão e fui diretamente para o banheiro, pelo menos o espelho não está completamente quebrado. Não apenas meus olhos estão pretos; algumas veias do meu corpo estão pretas.

Sinto a mão leve de Momo pousar em meu ombro esquerdo.

— O que está acontecendo com você meu amor? – Está preocupada comigo.

Não minta para ela. Diga que você está perfeitamente normal. – A minha contraparte disse em meu lado direito.

— Eu não estou nada bem. – A minha contraparte suspirou frustado.

Que lástima.

— Vou chama a Tsunade para ver se tem cura para isso que está acontecendo com você. – Antes dela sair, eu segurei a sua mão.

— Não há cura. – Respondi com sinceridade e sentindo o meu corpo enfraquecer novamente igual daquela vez que fui tomado pela escuridão. – É a minha contraparte se manifestando, querendo me corromper.

Entenda... eu não corrompi você... o mundo o corrompeu antes da minha aparição. – A contraparte pareceu lamentar.

— Então... desde aquele dia... – Eu assenti.

— Ele estava dentro de mim escondido, esperando o momento certo para surgir e me atormentar como agora. – Respondi. – Eu preciso contê-lo, eu preciso selar isso. Eu preciso me distanciar para isso.

— Não há outra forma de fazer isso sem se distanciar da nossa família? – Momo perguntou preocupada.

— Desculpe, mas eu não quero vê-la sofrer ao ver a minha situação deteriorar. Me dói ter que pensar nisso, mas eu é a situação mais plausível. – Me viro para abraça-la. – Traga todas aqui, quero me despedir apropriadamente. E por favor... traga as correntes.

Assim que eu a soltei, a mesma se distanciou para chamar as outras no segundo andar. Não demorou muito para que eu pudesse ouvir os passos apressados delas. Assim elas surgiram na minha frente e se assustaram. As crianças começaram a chorar ao me ver, estão assustados.

Momo se aproximou e me entregou as correntes.

— É você mesmo? – Ino perguntou.

— Infelizmente. – Respondi. – Não posso demorar muito, então me despedirei logo.

Dei um selinho em Momo que não pareceu se incomodar com a minha aparência. Me aproximei de Grayfia e beijei a sua testa assim como do nosso filho que não parava de chorar. Abracei Tsunade com cuidado pois segurava Himawari em seus braços e por último abracei a Ino.

Tomei distância de todas elas, mas quando eu iria me deslocar para outro lugar, Grayfia me chamou.

— Me prometa que irá voltar. Que voltará logo.

— Aguarde por mim. Eu voltarei em pouco tempo, não precisam se preocupar. Eu prometo.

E assim eu me desloco para o submundo.

...

Chego ao monte que usei para treinar Zeoticus e Ikusu quando crianças. Antes de realizar qualquer passo, faço os selos nas mãos.

Kuchiyose no Jutsu!

Assim eu invoquei as bestas que me do alto me olharam sem entender absolutamente nada.

— O que está acontecendo com você, garoto? – Kurama foi o primeiro a perguntar.

— É apenas um dia ruim, Kurama. – Tentei responder da melhor forma possível.

— Você mente muito mal. – A raposa riu.

— Mas agora é sério... – Olhei para as bestas. – Eu estou com sérios problemas e não quero que vocês se sintam mal comigo, por isso estou liberando vocês. Explorem o mundo.

— Você está fazendo isso para não morrermos com você, não é? – Matatabi perguntou e eu desviei o olhar. – Entendo.

— Eu não irei morrer... prometi que irei voltar para a minha família. – Sorri.

— Se é assim, confiamos em sua palavra. – Son Goku acabou respondendo.

— E por favor, não falem para ninguém onde eu estou.

Todos eles concordaram e assim todas as bestas saíram em direções diferentes. Está na hora de dar a eles um pouco mais de liberdade.

Caminho até chegar a uma caverna que há no monte se procurar bem. O lugar não é totalmente escuro, há uma pequena fenda que faz com que o sol ilumine uma pequena parte da caverna.

Já parou para pensar que se acorrentar aqui eu irei destruir o seu psicológico? A sua alma? Apenas continue. – A contraparte ria descontroladamente.

— Preciso retirar a armadura que aquele arcanjo deu a mim. Mas como... – Parei para pensar um pouco.

— Somente eu tenho o poder para retirar essa armadura. – Uma voz ecoou sobre a caverna junto de uma forte luz que se dissipou. Sua voz era idêntica a minha. – Olá Naruto.

— Você me colocou em uma situação complicada... Arcanjo Naruto. – Uma mistura de raiva e alívio emergiu dentro de mim. – Graças aos itens que você me deu, há uma contraparte minha querendo me corromper.

— Isso é perfeitamente normal. – Arqueei a sobrancelha. – Seres humanos tendem a achar que por serem inocentes tendem a achar que são puros. Não entenda mal, você chegou a esse mundo como uma alma puríssima, mas foi corrompido pelo mundo. Você só não se deu conta disso.

— Então você está culpando o mundo ao invés de assumir a responsabilidade da besteira que você fez.

— Não exatamente. Eu criei o multiverso a partir do modelo de mundo que o meu pai criou. O mundo em si é um grande desafio para o ser humano. Todos nascem bons, o mundo os corrompe. Achou que isso não iria se aplicar a você por ser uma cópia minha, porém nerfada? Entenda apenas uma coisa. Todo ser humano tem uma contraparte maligna sussurrando em seus ouvidos para fazerem isso e aquilo, cabe apenas a você decidir se irá obedecer ou não.

— Mesmo que essa contraparte esteja fazendo você perder a paciência? – Zombei.

— Você já passou por muita coisa ao longo dos anos. Você está praticamente se afogando em um oceano de sangue e o único jeito de fazer isso parar é terminar o que começou. – Ele ficou de frente para mim e pôs a mão em meu peito. Sinto uma forte pressão parecendo que a minha alma está desprendendo do meu corpo. – Pronto. Retirei a minha armadura e a espada de Lúcifer.

— Agradeço por isso. Mas por que eu ainda consigo ver a minha contraparte? – Indaguei.

— Só há uma forma de fazê-la desaparecer, creio eu que você já sabe, aliás... você veio aqui por isso. – Suspirei. – Com a sua contraparte selada eternamente, você perderá todos os poderes que adquiriu nesse mundo exceto os seus poderes ninjas. Todos os jutsus daquele mundo.

Olhei para ele sem entender agora.

— Oh, sim... esqueci desse mísero detalhe. Antes de vir para esse mundo, Hagoromo Ōtsutsuki lhe presenteou da melhor forma possível para que todos os seus amigos daquele mundo pudessem lhe acompanhar em seu coração. Ele lhe presenteou com todas as habilidades daquele mundo. – Isso é novo para mim. – E, agora no selamento, você só perderá os poderes de shinigami mesmo e deixará de ser imortal e envelhecerá como qualquer outro humano.

Respiro fundo. É uma decisão importante, mas se for para proteger a minha família, os meus filhos, então farei. Eu balancei a cabeça concordando.

— Um verdadeiro pai se sacrifica pelos seus filhos. É por isso que você é um dos mais poderosos do multiverso. O que define você não é o seu poder, mas sim a sua força de vontade. – Ele sorriu por um momento. – Correntes de Selamento Adamantinas!

Correntes douradas saíram do chão ao invés do corpo dele e me acorrentou completamente. Não sei se posso escapar disso devido as nossas diferenças de poder.

— Por portar uma grande quantidade de poder, você só será liberto do selamento quando seu corpo e mente estiverem normais. Assim quando liberto, a tatuagem da essência de deus surgirá. – Eu assenti. – Antes que eu me esqueça. Você não precisará ir para outras terras mais, não nas condições atuais. Aprenda a usar o domínio da existência. De todas as essências, essa tem mais poderes do que o normal, como poder controlar a gravidade, força fraca e forte e mais.

Arqueei a sobrancelha.

— Por isso que o meu pai era tão poderoso daquele jeito... – Ele pareceu pensativo. – Além de poder controlar tudo que existe, não abuse muito do leque de poderes dessa essência, a maioria é bem... você entende onde eu quero chegar. Enfim... boa sorte nessa nova jornada... ninja mais forte.

Trigésima sétima arte divina: Era Glacial!

 Tudo o que eu vi foi um clarão e tudo ficou escuro para mim.


Notas Finais


Se gostarem comentem e digam o que acharam do capítulo :)


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