História Last Song - Bughead - Capítulo 1


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Categorias Riverdale
Visualizações 48
Palavras 958
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Linguagem Imprópria, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá Serpentes!
Eu sempre quis fazer uma adaptação de um livro, então aqui estou eu 💖
Espero que vocês gostem, esse livro é super fofinho 😍❤
Mas também tem muito mistério😁💗
Não se esqueçam de comentar o que acharam 💞💞

Capítulo 1 - Prólogo - Betty


Fanfic / Fanfiction Last Song - Bughead - Capítulo 1 - Prólogo - Betty

Enquanto olhava pela janela do quarto, Betty se perguntava se o Pastor Harris já estava na igreja. Ela presumiu que sim, e enquanto observava o quebrar das ondas na praia, ela se perguntou se ele ainda era capaz de notar o jogo de luzes produzido pelo vitral acima dele. Talvez não — afinal, a janela fora instalada há mais de um mês e ele provavelmente estaria muito ocupado para reparar. Ainda assim, ela esperava que alguém novo na cidade tivesse tropeçado para dentro da igreja essa manhã e vivenciado a mesma sensação de deslumbramento que ela vivenciou na primeira vez que viu a luz inundar a igreja naquele dia frio de Dezembro. E ela esperava que o visitante tivesse dedicado algum tempo para considerar sua origem e admirar sua beleza.

Ela estava acordada havia uma hora, mas não estava preparada para enfrentar o dia. As festividades pareciam diferentes naquele ano. Ontem, ela levou seu irmão mais novo, Chic, para um passeio na praia. Aqui e ali, árvores de Natal se encontravam nos deques das casas por onde passaram. Nessa época do ano, eles tinham praticamente a praia toda para eles mesmos, mas Chic não demonstrou interesse nas ondas ou nas gaivotas que o haviam fascinado há alguns meses atrás. Em vez disso, ele queria ir para a oficina e ela o levava, ainda que ele ficasse apenas alguns minutos antes de ir embora sem dizer uma única palavra.

Na cabeceira da cama havia uma série de fotos do seu quarto na casa de praia, junto com outros itens que ela havia coletado essa manhã. Em silêncio, ela as estudou até que fora interrompida por uma batida na porta. Sua mãe espreitou sua cabeça para dentro do quarto.

―Você quer café da manhã? Eu encontrei alguns cereais no armário da cozinha.

―Não estou com fome, Mãe.

―Você precisa comer, querida.

Betty continuava olhando para a pilha de fotos, vendo nada em especial.

―Eu estava errada, Mãe. E não sei o que fazer agora.

―Você se refere ao seu pai?

―Me refiro a tudo.

―Quer falar sobre isso?

Quando Betty não respondeu, sua mãe atravessou o quarto e se sentou do lado dela.

―Alguma vezes ajuda se você botar pra fora. Você tem estado tão quieta nesses últimos dias.

Por um instante, Betty sentiu uma onda de memórias inundá-la: o incêndio e a subsequente reconstrução da igreja, o vitral, a música que ela finalmente terminou. Ela pensou em Veronica e Archie e Kevin. Ela pensou em Jughead. Ela tinha dezoito anos e se recordava do verão em que fora traída, o verão em que fora presa, o verão em que se apaixonou. Não tinha sido há muito tempo atrás, e ainda assim, ela se sentia uma pessoa completamente diferente daquela época.

Betty suspirou. ―E o Chic?

―Não está aqui. Brian o levou na loja de sapatos. Ele é como um filhotinho. Seu pé está crescendo mais rápido que o resto do seu corpo.

Betty sorriu, mas seu sorriso desapareceu com a mesma rapidez que havia aparecido. No silêncio que se seguiu ela sentiu sua mãe recolher seu longo cabelo e o torcer em um solto rabo-de-cavalo em suas costas. Sua mãe fazia isso desde que Betty era uma garotinha. Por mais estranho que fosse, ela ainda achava aquilo reconfortante. Não que ela algum dia admitiria isso, é claro.

―Vou te dizer o seguinte - sua mãe continuou. Ela caminhou até o armário e colocou a mala em cima da cama. ―Por que você não me conta enquanto fazemos a mala?

―Eu nem ao menos saberia por onde começar.

―Que tal pelo começo? Chic mencionou algo sobre tartarugas?

Betty cruzou seus braços, sabendo que a história não havia começado ali. ―Na verdade não - ela disse. ―Mesmo que eu não estivesse lá quando aconteceu, eu acho que o verão realmente começou com o incêndio.

―Que incêndio?

Betty alcançou a pilha de fotografias na cabeceira da cama e gentilmente removeu um esfarrapado artigo de jornal que se encontrava entre duas fotos. Ela entregou o amarelado papel para sua mãe.

―Esse incêndio - ela disse. ―O da igreja.

"Suspeita de Fogos de Artifício Ilegais na Igreja Blaze - Pastor Ferido"

"Wrightsville Beach, CN — Um incêndio destruiu a histórica Primeira Igreja Batista no Ano Novo, e investigadores suspeitam de fogos de artifício ilegais.

Os bombeiros foram chamados através de uma ligação anônima para a igreja perto da praia logo depois da meia noite e encontraram chamas e fumaça vindas da parte de trás da estrutura, disse Toni Ryan, chefe do Departamento de Bombeiros de Wrightsville. Os restos de um foguete de artifício fora encontrado na área do incêndio.

O Pastor Hal Cooper estava dentro da igreja quando o incêndio começou e sofreu queimaduras de segundo grau nos braços e mãos. Ele fora transportado para o Hospital Regional de New Hanover e se encontra na UTI.

Esse foi o segundo incêndio em igrejas nos últimos meses em New Hanover County. Em Novembro, a Igreja Tratado da Boa Esperança em Wilmington fora completamente destruída. ―Os investigadores ainda estão tratando isto como suspeito, e como um caso de incêndio premeditado em potencial nesse momento.

Testemunhas reportam que menos de vinte minutos antes do incêndio, foguetes de artifício foram vistos sendo lançados na praia encontrada atrás da igreja, como numa celebração de Ano Novo.

―Foguetes de artifício são ilegais na Carolina do Norte e são especialmente perigosos, considerando a recente condição de seca.

―Esses incêndio mostra o porquê. Um homem está no hospital e a igreja está completamente destruída."

Quando sua mãe acabou de ler, ela olhou para cima, encontrando os olhos de Betty.

Betty hesitou; então, com um suspiro, começou a contar a história que ainda parecia sem sentido para ela, mesmo com o benefício da retrospectiva.  


Notas Finais


E foi esse o prólogo!
Não é muito grande e podem achar meio secante mas prometo que vão amar o resto🙏💗
Não se esqueçam de comentar pois é super importante❤❤


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