História Last Summer - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Seventeen
Personagens Boo Seungkwan, Hansol "Vernon" Chwe, Hong Jisoo "Joshua", Jeon Wonwoo, Junghan "Jeonghan", Kim Mingyu, Lee Chan "Dino", Lee Jihun "Woozi", Lee Seokmin "DK", Personagens Originais, Seungcheol "S.Coups", Soonyoung "Hoshi", Wen Junhui "JUN", Xu Ming Hao "THE8"
Tags Meanie, Mingyu, Seventeen, Tumblr, Wonwoo
Visualizações 132
Palavras 1.244
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


demorei mas cheguei.

sem mais enrolação...

viram o comeback?
(óbvio)

boa leitura ❃

Capítulo 2 - .solving all problems


ㅡ chapter 1

❃ solving all problems


a problem can be bad or good, it depends on how you want to see it.



O cheiro de café acordou Wonwoo, o único presente no quarto àquela hora. Desceu as escadas e se deparou com toda a família tomando café na mesa da cozinha.

- Bom dia – seu pai sorriu, com os óculos na ponta do nariz enquanto lia um livro.

- Pegue um prato, querido – a senhora Jeon ofereceu. Wonwoo olhou para o balcão e viu um prato montado com bacon e ovos.

Ele sentou ao lado do irmão e comeu devagar. Serviu-se de café e ouviu as histórias de ontem: Bohyuk e mamãe foram num aniversário, fizeram compras, tomaram sorvete e caminharam pela avenida.

- Como foi o dia com o Mingyu? – seu irmão perguntou.

- Foi legal – o mais velho respondeu sem fazer muito caso.

- O que fizeram?

- Fomos à lanchonete.

- Aquela nova? – o senhor Jeon entrou no assunto – Me disseram que ela é muito boa.

Wonwoo assentiu com a cabeça. Os quatro voltaram a comer em silêncio.

- Cadê o...? – perguntou mais rápido do que deveria.

- Foi embora enquanto você dormia – mamãe respondeu – Disse que tinha um assunto urgente.

- Ah.


×××××


Depois do almoço, Wonwoo subiu pro quarto e se vestiu. A tarde estava mais agradável e fresca, mas continuava monótona. Colocou uma bermuda estampada com cactus e uma regata básica. Colocou os tênis e abriu a porta de casa.

- Aonde você vai? – sua mãe virou a cabeça para a porta; estava lavando a louça do almoço.

- Ver o Mingyu.

- Fique com seu pai agora – ela pediu – Ele quer passar a folga com você.

O Jeon suspirou baixinho e concordou, indo até a sala e sentando-se do lado do pai no sofá. Ele via um programa de comédia na televisão, e ria a cada piada sem graça que fazia.

O senhor Jeon trabalhava em uma fábrica um pouco afastada da cidade, e só tinha folga no domingo. Wonwoo admirava “seu velho”, e até gostava de passar o tempo com ele. Mas algo tinha acontecido com Mingyu, e a única coisa que queria era checar se o amigo estava bem.

Os dois passaram o resto da tarde rindo até a barriga doer, programa atrás de outro. Quando o relógio anunciou as cinco horas, o de cabelos castanhos estava correndo pela avenida o mais rápido que podia.

Tocou a campainha da casa uma vez, arrumando a franja bagunçada e controlando a respiração para parecer apresentável ao senhor ou à senhora Kim.

Ninguém atendeu, então foi até as portas da garagem e espiou pela janelinha. O mustangue do patriarca da família não estava lá, muito menos o sedã da mãe. O corvete reserva intacto descansava debaixo da lona e nada mais.

Milhões de possibilidades surgiram na mente fértil de Wonwoo. Eles viajaram de novo? Mingyu não avisou que sairia? Alguém se machucou?

Sem pensar direito, o Jeon tocou a campainha incessantemente, sem resposta. Ia sentar no degrau e fazer sua melhor atuação de sofrimento, quando ouviu o clic da chave girando na fechadura.

- Wonwoo? – a voz do mais novo se fez presente – Por que tá no chão?

- O que aconteceu? – se levantou e ficou de frente para Mingyu, esperando a resposta.

- Eu tinha esquecido que meus pais iam viajar hoje, e fiquei trancado fora de casa.

- Eles não te deram a chave reserva? – Mingyu negou com a cabeça e contou como conseguiu entrar na casa.

Quando viu que estava trancado fora dela, tentou abrir as portas da garagem e também não conseguiu. As janelas estavam fechadas e o portão dos fundos deveria estar... mas tinham esquecido ele aberto. O Kim entrou, pegou a chave reserva e foi dormir.

- Por que não me acordou quando foi embora? – agora já estavam na sala do mais novo e sentavam um de frente pro outro.

- Você parecia não querer ser acordado – Mingyu murmurou – Desculpe.

- Pode me acordar quando quiser. Eu não ligo.

- Ok.

Os dois ficaram se encarando sem assunto. O cabelo de Mingyu estava molhado, o que significava que o amigo tinha tomado banho recentemente. O cheiro de torrada vindo da cozinha revelava que também já tinha comido, e o controle da televisão – um detalhe que passara despercebido antes – repousava na palma esquerda do Kim.

- Eu ia vir à tarde, mas tive que ficar com meu pai – Wonwoo coçou a cabeça.

- Tudo bem. Enquanto fiquei sozinho, descobri uma coisa – Mingyu sorriu travesso e se levantou – E eu quero te mostrar.

O dono da casa levou os dois até o andar de cima, onde o carpete marrom escuro fofinho fazia com que afundassem os pés descalços. O mais novo levou-os até a porta do no final do corredor, a suíte de seus pais.

- Isso não é meio errado? – o Jeon perguntou quando entraram no closet.

- Espera um pouco – o de cabelos negros pediu. Chegaram no fundo dele. Na gaveta de cuecas do pai, havia um fundo falso com duas camadas de madeira quase imperceptíveis que protegiam um cofre, este pedia uma senha. Mingyu digitou 1-9-4-9 e a caixa apitou – É o ano em que meus pais se casaram.

Mingyu levantou a tampa do cofre e revelou bolos de dinheiro. Milhões de dólares presos por elásticos e outras moedas estrangeiras. O queixo de Wonwoo foi ao chão.

- Você é mais rico do que parece.

- Eu contei tudo – o mais novo disse com os olhos brilhando – São dois milhões de dólares.

As notas verdes atraíam os olhos do mais velho como uma isca atrai um peixe. Que adolescente de 17 anos não ficaria maravilhado, pensando em tudo que poderiam fazer com menos de metade daquela quantia? A ideia que mais animava Wonwoo era fugir da monotonia e fazer o que quisesse. Seu futuro já estava traçado: trabalhar na fábrica do pai. Seu único – e pouco – sustento sairia dali. Queria ser igual Mingyu: escolher a profissão que quisesse, sem se preocupar com os gastos e salário. Sem se preocupar com os problemas de adulto.

Queria.

- Dá vontade de pegar tudo e fugir, não dá? – o Kim segurou dois bolos de dinheiro.

Wonwoo assentiu vagarosamente, analisando o dinheiro estrangeiro e tocando em algumas moedas brilhantes. Sentiu a mão de Mingyu fechar-se em seu pulso.

- Então vamos.

- Tá maluco? – o Jeon riu, com medo de que o colega estivesse falando sério.

- Vamos fugir. Sair desse tédio – sorriu – Vem comigo, hyung.

- Não – o de cabelos castanhos negou mais nervoso ainda. Pensar em fugir e viver como quisesse era um coisa; fazê-la de fato era outra.

Sem pensar duas vezes, Wonwoo soltou-se da mão do outro e colocou as tábuas de madeira em cima do cofre. Guardou as cuecas do senhor Kim no lugar e fechou a gaveta com força.

- Não, não e não. Fugir com dois milhões de dólares? Kim Mingyu, você bateu a cabeça?

- Não precisa ser tanto – ele revirou os olhos – Eu separei dois mil. Meu pai nunca vai perceber.

- Vamos ficar com problemas se fizermos isso.

- Jura?

- Você vai ser deserdado.

- E eu já não ia?

- Nosso verão já tá acabando, não dá tempo.

- Nosso verão vai acabar e não vamos ter feito nada importante.

- O que você quer dizer com importante? 

- Nós não fizemos nada marcante. Não encontramos um grande talvez e nem avacalhamos nossos colegas por aí. As aulas vão voltar e você vai repetir de ano. Nunca mais vamos nos ver – o rosto de Mingyu chegou a centímetros do seu. Wonwoo prendeu a respiração e enrijeceu o corpo – Vamos fazer o nosso próprio verão.

Wonwoo suspirou, soltando seu último – e nem tão convincente – argumento:

- Isso é errado.

- Dane-se o que é certo.

Vamos fugir.

- Vamos sim.





Notas Finais


TADAAAAAAA

agora vou escrever outros caps que tô devendo. queria agradecer por todos que tão acompanhando a fic no perfil novo, obrigada, gente ♡

até mais~


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