História Lástimas da vida de um cara solitário - Capítulo 1


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Categorias DEAN
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Palavras 371
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Lírica

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


as músicas do ideadead fazem uma reviravolta com os meus pensamentos
tô mal


bom fim de tarde ❀

Capítulo 1 - Capítulo Único


Como sempre aqui estou, sentado na varanda de meu apartamento, observando aos poucos a Lua assumir o lugar do Sol. Me parece que esta noite não virá a ser tão calorenta quanto as outras. É tão bom sentir o vento frio bagunçar meus cabelos, correndo entre eles. Todos os dias de minha vida poderiam ser assim, esta mais perfeita paz.


A movimentação em minha mente começa, minha consciência desperta mais uma vez apenas para apedrejar-me com suas palavras cruéis. Até já me acostumei, afinal, são assim todos os dias, mais especificamente durante a noite. Suas palavras não me causam mais efeito. Pois antes ela me dizia que eu não tinha ninguém, que estava sozinha e, eu não queria aceitar; mas, com o passar do tempo, resolvi encarar a dura realidade que é ser uma pessoa solitária. Já não sinto aquela dor em meu peito e o pesar em minha consciência quando alguém que mal entrou em minha vida, sai dela de supetão.


Até diria que meu coração está empedernido, mas estaria mentindo, pois tenho um coração mole. Tento passar a imagem de que sou forte, mas, quem realmente me conhece, sabe que me deixo abalar por qualquer coisa. Tenho certo receio em começar uma nova amizade pois, já fui engodado diversas vezes. Passei a acreditar mais em mim mesmo, se é que posso me dar tal ato de confiança. Ante era uma pessoa mais amigável, diria até que sociável. Mas, senti algo nascendo e crescendo dentro de mim, era algo frio, algo mais forte que eu; algo que, hoje descobri ser, a escuridão, habitando em mim, tornando-me cinza, vazio.


Minha presença sempre foi insípida, então, não faço mais questão de sair de minha casa que não seja para o trabalho. Esta solidão mata-me cada dia que se passa, e, eu estou deixando que ela me arraste, que me leve pois, não mais faz sentido continuar aqui.


Me desculpe por minha palavras, minha cara amiga Lua, mas tu és a única que me ouve e que não critica-me. Só espero um dia poder estar aí perto de ti para, então, passarmos a eternidade juntos, comigo sempre ao pé de seu ouvido tagarelando sobre o que se passa em minha mente e coração.



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