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História Late night things - Capítulo 1


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Notas do Autor


o júri aprovou então tô postando

Capítulo 1 - Único


Era tarde, talvez já passasse da meia noite, mas nenhum dos dois conseguia dormir. Josuke não queria dormir, com os olhos cravados nas costas largas do namorado, sua mente apenas vagava por cenários que talvez não estivesse pronto para realizar. E Okuyasu, virado para a parede, tentava simplesmente não pensar. 

Aquela cama era um mar de tensão sexual, mas não podiam fazer nada, já que a mãe de Josuke estava no outro quarto e aquele era mais um dia qualquer. Não era um dia de “primeira vez”, mesmo que a estivessem adiando por anos demais — sabe-se deus o motivo para dois marmanjos de quase dezenove anos nunca terem feito mais que trocar saliva. 

Enfim, aquele dia ainda não era “o dia”, mas estava difícil manter os pensamentos longe do óbvio desejo carnal, principalmente quando estavam naquela cama pequena. Incapaz de se segurar por mais tempo, cutucou as costas do outro, não pensando muito sobre o que faria em seguida.

— Vira pra cá, eu sei que você não tá dormindo… — murmurou, sorrindo de canto ao ver Okuyasu virando para si tão rápido. Tinha a expressão meio sonolenta, mas ainda não parecia disposto a pegar no sono. 

— Tá difícil dormir hoje… — ele disse, sorrindo um pouco sem jeito, olhando para qualquer coisa que não fosse Josuke. 

— É… — concordou, aproximando-se mais, como quem não queria nada. 

Não demorou para que mãos subissem por cinturas e lábios se encontrassem, talvez com mas língua do que o esperado — mas não era uma reclamação. Josuke agarrava a nuca alheia, sentindo uma mão firme em sua coxa, enquanto outra entrava em sua camiseta. Aquilo era perigoso, principalmente quando sentia-se mais e mais duro.

Mas tudo bem, não era como se precisassem ir até o final. Roçou-se em Okuyasu de maneira mais provocante, sorrindo contra o beijo ao sentir suas ereções pressionando uma a outra. Não evitou gemer quando os beijos desceram para seu pescoço e as mãos foram parar em sua bunda, e àquela altura já nem ligava se ficaria com marcas. 

— Posso pegar…? — perguntou em quase um sussurro, mordendo o lábio quando a mão do outro agarrou seu pulso, guiando o caminho até o pau dele. 

Josuke gostou da resposta direta, então podendo acariciá-lo por cima da bermuda mesmo. Estava realmente duro, ficando mais ainda quando começou a tocá-lo. Mas Okuyasu não queria ser o único a receber atenção, então levantou mais a camiseta do namorado e passou a beijar o peito dele, não poupando os mamilos já tão rijos. 

— Ah… d-devagar... — pedia, achando bastante difícil controlar a voz naquela situação. 

Logo abaixou a bermuda de Okuyasu, junto com a cueca e, enfim, pôde tocar nele diretamente. Tentava ir devagar, masturbando-o meio sem jeito, mas de um jeito que devia ser prazeroso, diante dos gemidos roucos que ouvia dele. Não aguentaria ficar só encostando, então deu jeito de liberar seu próprio pau também, colando-o ao dele para que pudesse tocar para ambos ao mesmo tempo. 

Suas línguas voltavam a se encontrar e camisetas voavam para o chão, cabelos bagunçados espalhavam-se pelos travesseiros e era inevitável que a cama rangesse com um movimento ou outro. Tinham seus membros completamente melados e nenhum dos dois conseguia falar coisa com coisa, qualquer tentativa de comunicação resumindo-se a "mais, mais" ou "isso, continua". 

— O-Okuyasu… eu não aguento m-mais, hng… — Com sua testa colada a dele, já não conseguia mais manter o mesmo ritmo de antes da masturbação. 

— N-nem eu… — ele respondeu, igualmente ofegante e vermelho. 

Com isso, Okuyasu acabou gozando primeiro, ajudando Josuke ao colocar a mão sobre a dele, incentivando-o a ir mais rápido contra si mesmo. E funcionou, seu sêmen misturando-se ao dele em uma verdadeira bagunça sobre os lençóis. Josuke ignorou o fato de que precisaria lavar aquilo o mais cedo possível e focou em beijar seu namorado mais um pouco, pensando que, apesar de tudo, aquilo havia contado como uma primeira vez, por mais comum que fosse a noite — até porque, quem tornava as situações especiais era Okuyasu, o resto pouco importava. 

— A gente devia ir num motel… — Okuyasu comentou, abraçando o corpo alheio e grudando as costas na parede para terem mais espaço. 

— Devia. Mas com que dinheiro, né? — Riu, sendo acompanhado pelo outro. Mal tinham dinheiro para coisas simples, imagina para gastar em um motel. 

— Pois é… — Okuyasu riu também, ainda que achasse que estava tudo bem com isso. 

Quando a hora certa chegasse, não importaria o lugar, só aconteceria. E não seria hoje, porque não demorou para que pegassem no sono, dando um fim àquela noite mais movimentada do que todas as outras. 


Notas Finais


obg por ler xx


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