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História Law, Love and Illusion - Capítulo 3


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Notas do Autor


Bom , aqui estou com mais um capítulo dessa belezura !!!
Espero que gostem...

Boa leitura :)

Capítulo 3 - Imprevistos


Fanfic / Fanfiction Law, Love and Illusion - Capítulo 3 - Imprevistos

                                  

                         (...)

O encontrei com os olhos me virando em sua direção, vendo-o com um sorriso brincalhão. Já Jeon ficava apenas observando, afinal ele sabia que eu e Yoongi algum dia fomos noivos. A minha vontade era de sumir daquele lugar o mais rápido possível.

— Quanto tempo, não é? – disse Yoongi se aproximando.

— Vamos embora, Jeon. – falei o puxando pelo braço – Eu não quero conversar com esse cara.

— Poxa Victória, você vai mesmo fazer essa desfeita com um velho amigo? – o mesmo questionou, senti o deboche em conjunto com suas palavras. — Ah! Jeon, como vai? Vejo que assumiu a presidência e está pegando a filha do dono da empresa. Sinceramente, não perde tempo. – Falou com um sorriso irônico nos lábios, pude ver a raiva que preenchia Jeon naquele momento e eu apenas o olhei, e finalmente me pronunciei.

— Olha Min Yoongi, se tem uma coisa que odeio são essas brincadeiras idiotas, então, por favor, aprenda a respeitar uma mulher. – argumentei, respirando fundo. — E caso o senhor não saiba, quem assumiu a presidência fui eu, e nós não somos nada além do que bons colegas de trabalho. Então por favor, mais respeito. – Finalizei, o fitando com os olhos, vendo que tinha uma expressão surpresa. – Agora se nos der licença, precisamos ir.

— Uau, quantas reviravoltas ein. Bom, vejo que você criou um pouco de responsabilidade depois que o velho adoeceu. O que me é surpreendente uma pessoa tão ingênua em um cargo tão alto. – Falou rindo e eu só conseguia sentir nojo de cada palavra que ele dizia. – Enfim, vejo que não vamos nos ver novamente tão cedo, então, foi um prazer revê-los. – Finalmente terminou sua fala, passando ao nosso lado, logo em seguida se distanciando.

Após o encontro indesejado, seguimos em direção ao carro sem trocarmos sequer uma palavra. Jeon entrou dando partida no mesmo e nos direcionou a empresa. Posso dizer que minha pose de durona não passou de fachada, pois revê-lo novamente, todo feliz e com uma aliança dourada na mão me fez sentir uma idiota por acreditar que um dia seria sua esposa. E que teríamos uma linda família... Que ironia. Agora ele está lá formando uma família com a mesma mulher que ele me traiu, desperdiçou três anos de namoro. Não queria remoer o passado, mas isso foi como um baque pra mim. Eu só queria ir pra casa, me aconchegar debaixo das cobertas e dormir.

— Victória, chegamos! – Exclamou Jeon após todo o trageto em silêncio, eu nem havia percebido que já estávamos dentro do estacionamento da empresa. — Você está bem? Não falou nada depois que saímos de lá...

— Sim, eu estou bem! Não é nada demais. – O respondi ajeitando minha bolsa no ombro e abrindo a porta do carro, saindo deste. — Obrigada pelo almoço, viu? Foi muito bom ter sua companhia. Agora vamos, temos muitas coisas a resolver. – O olhei e de imediato ele sorriu, assentindo enquanto ativava o alarme do carro.

Ao entrarmos no elevador, ele apenas me perguntou se iríamos fazer alguma reunião na segunda-feira , disse que não poderia estar presente, pois iria resolver assuntos pessoais. Eu apenas o confortei, dizendo para não se preocupar que eu cuidaria de tudo. Logo após, chegamos ao penúltimo andar e seguimos direções opostas. Eu juro que estava tentando manter minha postura e não chorar na frente de ninguém por isso, só foi o curto prazo de me virar e ficar sozinha que me derramei em lágrimas. Não chorei por causa daquele homem, mas sim porque odiava o fato de ter sido tão cega em todos aqueles anos, e por causa disso, não consigo acreditar em mais nada, inclusive no amor.

Fui em direção a minha sala chorando, torcendo para que ninguém me visse naquele estado deplorável, o que não deu muito certo. Acabei por esbarrar em uma pessoa que nem fiz questão de saber quem era, mas suas mãos firmes seguraram meus ombros, me fazendo parar em sua frente.

— Ei, senhorita Victória! Está tudo bem?

Pisquei uma vez percebendo quem era.

— Ah, me desculpe, Seokjin. – Me referi por ter esbarrado no mesmo segundos antes. — Com licença. – Me despedi, tentando enxugar algumas lágrimas que caíam rapidamente.

— Você não esta bem, está chorando. O que aconteceu para te deixar assim?– Perguntou o mesmo olhando no fundo dos meus olhos, ainda com ambas as mãos em meus ombros. Eu sentia mais vontade de chorar.

— N-Nada... —Pigarreei. — Não se preocupe, eu ficarei bem. – Falei forçando um sorriso, que pelo visto não deu muito certo.

— É o seu pai? Aconteceu algo com ele? – Me questionou, olhando assustado e apreensivo. — Vamos, irei te acompanhar até sua sala. – Passou a andar ao meu lado, e eu nada falei, apenas o permiti que me acompanhasse.

Ao chegarmos à porta da sala, Seokjin pediu à minha secretária que cancelasse a minha agenda do dia e que me levasse algo quente para beber, que ao menos me acalmasse. A secretária me olhou preocupada, se levantando rapidamente para atender ao pedido. Entrando na sala da presidência, o mais velho

ficou reparando o local e elogiando, tentando conversar. Após perceber que eu não estava bem o suficiente para conversar, ficou em silêncio com os olhos focados em mim enquanto esperávamos a secretária. Finalmente ela chegou me entregando cuidadosamente uma xícara imersa de chá de camomila quentinho, enquanto que para Seokjin um café.

— Aqui está Victória. Já cancelei algumas entrevistas que tínhamos pra hoje e a análise dos documentos fica para segunda , tudo bem? Já está tudo em ordem, se a senhorita precisar de algo é só me chamar. Desejo melhoras... – Disse a mesma me olhando singela — Ah! E a senhorita Yun MinHee mandou um recado. Ela avisou que deixou a papelada do caso 22 na sua mesa, com licença. – Falou já indo em direção à porta.

— Muito obrigada Carla, já pode ir qualquer coisa eu te chamo .– A dispensei, ela assentiu a cabeça, se retirando da sala. – E, Seokjin obrigada pela atenção, mas creio que você deve ter coisas a fazer. – Chamei sua atenção fazendo-o sorrir ladino.

— Não se preocupe com isso, só queria te fazer companhia, pois vi que não está muito bem. – Explicou tomando um gole de seu café enquanto eu apenas olhava para minha xícara de chá — Irei respeita–lá não perguntando o que aconteceu, mas creio que deve ter sido algo bem ruim para te deixar abatida assim...

— Ah sim. Por que sempre que nós amamos alguém, acabamos saindo feridos. – Olhei para si, pensando alto, sabia que não era nem a hora, nem a melhor pessoa pra se desabafar, mas já não estava aguentando. — Por que o amor fere tanto?

— Uau é algo bem delicado... Mas em resposta, acho que de início o amor não fere, ele cura. – disse pensativo — Se ele realmente a amasse não a machucaria, afinal quem ama cuida, certo?

— Sim... – Apenas dando um gole generoso em meu chá, enquanto Seokjin observava sentado em uma poltrona em frente ao sofá onde eu estava sentada.

— Eu não sabia que você namorava, senhorita Victória. – Se pronunciou surpreso após alguns minutos de silêncio.

— Ah, não! Eu não namoro. – Sorri meio sem graça. — É uma história bem complicada por sinal. Prefiro nem tocar nesse assunto.

— Entendo. Todos nós temos algo que nos machuca, é como se fosse o nosso ponto fraco. – Disse o Kim, se ajeitando na poltrona. — Não querendo invadir sua privacidade, sei que começamos com o pé esquerdo. – Comentou um tanto envergonhado. — Às vezes sou meio impulsivo.

— Às vezes? – perguntei rindo de leve. — Você é uma pessoa difícil de lidar assim como eu, então...

— Bom, acho que deveríamos nós conhecer melhor. – Se levantou. – Qualquer dia desses poderíamos sair, acho que seremos bons amigos. — Comentou com um sorriso enquanto eu me levantava. — Agora se me der licença tenho que ir, vou organizar alguns papéis e sair o quanto antes dessa chuva, não quero pegar um grande trânsito, engarrafamentos... Você sabe.

— Ah sim! Quem sabe não é? Boa sorte, também quero terminar algumas coisas antes dessa chuva que está por vir. – Disse simplista. — Enfim, agradeço por hoje, peço que, por favor, não comente nada com ninguém. – O olhei sério. – Acho que isso não cairia muito bem à minha imagem.

— Certo, não contarei. Não se preocupe. — Ele concordou sorrindo. — E, não escute somente aqui. — Apontou para minha cabeça. — Comece a ouvir esse aqui também. Tenho certeza que te ajudará bastante. — Apontou em direção ao meu coração. (Gente, ele é muito clichê ou é só impressão minha?) — Bom, tenho que ir. Tenha uma boa tarde senhorita e melhoras.

Após ele se retirar, acabei pensando em tudo que aconteceu, e sinceramente foram informações demais para minha cabeça, fiquei tão distante que nem ao menos me lembrei de ligar para meu pai. — Meu Deus! Como fui me esquecer disso! – Vou em direção à minha mesa procurando meu celular, ao encontra-lo me deparo com várias chamadas perdidas do meu pai. Pronto, só me bastava isso para o medo e o nervosismo me corroerem por completo. Assim que vejo de quem se tratava, retorno imediatamente para meu pai, esse que não demora muito para atender.

— Alô! Pai está tudo bem? Aconteceu algo? Onde você está? Eu já estou indo, está bem !– O enchi de perguntas, rapidamente já pegando as minhas coisas na mesa, não deixando-o se pronunciar.

— Ei, ei! Filha se acalme. – Exclamou o mesmo pelo telefone me fazendo parar e respirar um pouco.

— Meu Deus pai, o senhor está bem? Eu estava ocupada e depois que vi a quantidade de chamadas perdidas do senhor, acabei ficando preocupada...

— Me desculpe filha, não era a minha intenção. Eu estou muito bem, não se preocupe. – Se redimiu calmo do outro lado da linha, me deixando aliviada.

— Ainda bem! Mas qual o motivo de tantas ligações?

— Pra falar a verdade, nem lembro mais. – Pude escutar sua risada e acabei por sorrir também. — Acho que só queria saber... Ah! Como você está se saindo aí? Como andam os projetos e as causas em aberto?

— Olha, até agora está indo bem, estou revisando alguns processos de alguns clientes ainda, mas a partir da semana que vem voltamos com tudo, pai. — Acabei me sentando na ponta da mesa, prestando atenção na conversa.

— Mas que ótimo filha! Você já está se saindo bem! Bom... — praguejou — Vejo que está ocupada então não irei atrapalhar. Bom trabalho e não fique até tarde, pois está vindo uma chuva daquelas, e cuidado viu.

— Não está atrapalhando pai, eu ia mesmo te ligar, mas tenho que terminar algumas coisas importantes e prometo não demorar. – Comentei olhando para vários arquivos em minha mesa, me dando um enorme desânimo.

— Assim espero, aliás, vai vir aqui em casa ou vai pro seu apartamento? – Perguntou, me fazendo lembrar da zona que está aquela maravilha, já que eu mesma me comprometi em cuidar, pra variar não o fiz, droga.

— Hoje eu irei pra minha casa papai, não se incomoda né?

— Lógico que não filha! Você tem que cuidar do seu lar também. Agora já vou, viu? Beijos, quando chegar em casa me liga ok? Tchau!

— Está bem papai, tchau! – Encerrei a chamada. Ainda sentada à beira da mesa focada na parede com uma cor sem graça, tento criar algum tipo de coragem para fazer a revisão de cada arquivo que estava em minha mesa. Decido o fazer logo, pois quanto mais rápido eu terminar melhor, não vejo a hora de ir pra casa e me enfiar debaixo do edredom.

Sentando então em minha cadeira giratória, começo a análise daqueles processos, estes que na verdade não são poucos. Estou me auto desejando sorte.

(...)

Depois de algum tempo lendo e passando a limpo algumas análises, encaro o relógio onde os ponteiros deste marcam 18h15min, horário este em que todos são dispensados para uma noite de descanso e para, finalmente, aproveitar o final de semana.

— Senhorita Victória? – Minha secretária entra em minha sala a minha procura, onde eu apenas a olho e volto atenção para os arquivos. — Bom, já está no meu horário e vejo que a senhorita não vai sair por agora, quer que eu fique aqui para ajudar?

— Ah, não se preocupe. Sei o quanto está cansada, já pode ir, eu só estou conferindo algumas coisas aqui e agorinha vou também. – A expliquei, esta que sorri, se curva em despedida e sai.

— Espere! – A chamei — Avise ao segurança que estou aqui, por favor. Tenha uma boa noite.

— Aviso sim, uma boa noite e boa sorte com os arquivos, até segunda ! — Falou seguindo seu caminho, enquanto eu apenas voltava a minha atenção para as papeladas em minha frente em desânimo. Isso é realmente complicado, tenho que ler e analisar cada cláusula... Creio que não sairei tão cedo daqui.

(...)

Após ter lido e relido a maioria, meu corpo só sabe pedir cama e minha barriga pede uma comida que seja. Já se passaram três longas horas e continuo aqui, sem contar na chuva que está lá fora. Tenho pavor dessas chuvas de verão, elas são extremamente fortes e a cada trovão um arrepio. Não é porque tenho 24 anos que não posso ter medo disso, certo?

Penso comigo mesma e acabo decidindo que é melhor ir logo, antes que fique bem mais tarde. Recolho e organizo algumas coisas em minha mesa e pego minha bolsa e a chave do meu carro, me direcionando ao elevador, logo em seguida procuro pela saída do prédio. Ao passar pela portaria, encontro o segurança, este que me deseja uma boa noite e volta sua atenção às câmeras. Vou direto ao estacionamento, onde está estacionado meu carro.

— Pronto, agora é só ir logo para casa! – Digo a mim mesma, sentindo as pequenas felicidades do dia. Assim que entro no veículo, já retiro os saltos desagradáveis, dando partida e já indo em direção ao meu apartamento. Apesar de odiar dirigir na chuva, infelizmente não tenho outra escolha. — E logo hoje ela tinha que está forte, que droga! – Ligo o rádio pra descontrair um pouco, meu apartamento não é muito distante daqui, é até mais perto que a casa de papai. Então, vou chegar mais rápido com toda certeza, hoje o dia não foi um dos meus melhores e tudo que eu mais quero é poder esquecer e descansar, afinal não tem como ficar pior, certo? Eu espero que não.

Pensei comigo mesma, e maldita seja a hora que eu pensei nisso. Faltando uns oito quarteirões, o maravilhoso, bendito, abençoado do meu carro apaga completamente. É isso.

— Ah não carrinho, por favor, não faz isso comigo. – Falo tentando o ligar, diversas vezes virando a chave na ignição e nada. Para meu azar a chuva só aumentava. – esbravejo — Não é possível que isso tenha que acontecer logo hoje, vou tentar ligar para alguém. – Saio em busca de meu celular em todos os cantos daquela bolsa. — Ótimo! Esqueci a merda do celular no escritório. Que raiva, como eu vou fazer? – Digo batendo a minha cabeça contra o volante. Decido sair e procurar ajuda, apesar dessa chuva não posso ficar aqui dentro até amanhecer. Crio coragem e finalmente pego meu sobretudo, saindo e trancando meu carro com certa dificuldade.

Começo a andar, e, pelo que parece, a chuva começa a engrossar cada vez mais.

— Realmente ótimo, não tem nada aberto e já são umas 22 horas e eu aqui toda ensopada. – digo choramingando indo em direção a um ponto de ônibus, para esperar a chuva passar, morrendo de frio, torcendo para que essa chuva pare logo, mas tá com cara de que não vai parar tão cedo, droga. Após alguns minutos, vejo um carro preto se aproximando e encostando-se à frente do ponto, o que só me fez encolher mais no banco do ponto com medo do que possa ser. A essa hora da noite, nunca se sabe...

— VICTÓRIA? – Alguém grita pelo meu nome de longe. No começo acho estranho por ele saber meu nome. Tento ver de quem se trata, e sim, Seokjin, o anjo Seokjin, aparece em minha vista. — Meu Deus! O que está fazendo aqui nessa chuva? — Diz correndo em minha direção, começando a se molhar. — Onde está seu carro? Você está bem? – Pergunta diversas vezes com um olhar preocupado, repousando suas mãos em meus ombros e me analisando.

— Seokjin, que bom que você apareceu. – Digo com a voz trêmula por causa do frio. — O meu carro enguiçou no meio do caminho e eu saí pra ver se conseguia ajuda, mas a chuva só aumentou mais, então eu decidi vir aqui pra baixo pra esperar algum carro, ou o ônibus passar. – O respondo olhando para si, que ainda tentava assimilar todo o acontecido.

— Vamos. Depois me conte direito. Venha, entre no carro antes que acabe pegando um resfriado. – Disse abraçando minhas costas, me acompanhando e me levando ao banco de passageiros do seu carro. — Olha aí! Você se molhou toda. Tome, tente se esquentar. Tire o seu que está muito molhado. — Disse após entrar no carro e pegar seu casaco o colocando sobre mim.

— Estou molhando o seu carro todo, Seokjin. — Falei receosa, tirando o meu sobretudo encharcado e o colocando no banco de trás, enquanto ele apenas observava. — E você também está molhado!

— Não tanto quanto você. – Deu um sorriso ladino retirando o seu blazer molhado, ficando apenas com uma camisa social branca. – E quanto ao carro, não se preocupe, eu dou um jeito depois. Está mais aquecida?

— Sim, estou tentando. – Sorri percebendo que seu casaco era bem grande e confortável. – Estou muito confortável, obrigada!

— Bom, acho que devemos ir logo – Disse virando a chave na ignição, dando partida em seu carro e começar um trajeto. – Onde está seu carro?

— Acho que ele está a umas duas ou três ruas daqui, deixei os faróis de alerta ligados então acho que não tem muito perigo...

— Porque não ligou para alguém? Ia ficar lá no ponto até o outro dia? — Questionou soando um pouco preocupado. — Essa chuva não vai parar por hoje ,era muito perigoso, Victória.

— Eu sei, acabei esquecendo meu celular na empresa e só me dei conta quando o carro já tinha parado, então pensei em procurar ajuda. Infelizmente, percebi que a chuva foi aumentando cada vez mais. — Falei me recolhendo no banco tentando acumular calor. – Para onde estamos indo? — Observei através do vidro do carro que não conhecia aqueles caminhos.

— Para minha casa! – Falou simplista. – Já que você nem me falou aonde mora.

— Você nem me perguntou, aliás, olha a hora! Eu não vou para a casa de um desconhecido facilmente assim não...

— Calma Victória, não é como se fossemos dormir juntos numa mesma cama por isso. – Falou com um sorriso irônico no rosto. Ele parece achar graça em uma situação incômoda dessas.

— SEOKJIN...

(...)  


Notas Finais


Esse Min Yoongi Aiai .... Victória gadona gente kkkkk coitada e o
Seokjin tá muito amorzinho neh kkkkk bem suspeito isso ... O que será que ele vai aprontar ??....

Bom espero que tenha gostado desse capítulo ,demorei um pouco pq estava bem indecisa sobre se postava ou não kkkkkk mas está aí pra vcs com muito carinho viuu...

Vários beijos e se cuidem meus xuxus , até o próximo capítulo ( ◜‿◝ )♡ obg por lerem


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